From Now On
22 Capítulo 21 - Odeio te amar
Notas iniciais
Ahhh vcs me animaram ebaaa...
não aguentei esperar as recomendações mas se animem tem hot
:)
Escutem essa música
http://www.vagalume.com.br/rihanna/hate-that-i-love-you-feat-ne-yo-traducao.html
Elena Gilbert
Damon passou o polegar em meu rosto limpando minhas lágrimas, deitei minha cabeça em sua mão me deleitando com seu carinho, era isso que eu precisava... Fechei meus olhos e deixei o choro tomar conta de mim sem me importar com meus soluços que estalavam meu peito. Ele se aproximou e selou meus lábios meio que pedindo permissão para beijar minha boca, eu permiti e me entreguei em um beijo ardente, Damon passou a mão por debaixo de meus cabelos e a que estava desocupada ele colocou na minha cintura me puxando para seu colo, sorri em estar tão abraçada com ele, e bem... Passei minhas mãos em seus cabelos e afaguei meu nariz no dele voltando a beijar sua boca, aquele beijo era terno, suave e ao mesmo tempo cheio de desejo. Ele encostou a testa na minha e sorriu me olhando, seus olhos brilhavam e os meus também, tinha certeza disso, estava em seu colo e sua mão descia devagar meu robe deixando meu braço completamente á mostra, o olhei e Damon passou os dedos delicadamente fazendo círculos em minha pele arrepiada. Sem me importar passei minha perna para outro lado ficando em seu colo, tirei meu robe e estava completamente de camisola em suas mãos.
Damon sorriu em perceber que eu seria dele aquela noite, sua barba mal feita roçou em meu queixo e eu fechei os olhos puxando seu cabelo de modo que mesmo de roupa ele se aproveitasse de meus seios, Damon puxou as alças descendo o tecido de seda, fazendo com que meus seios saltassem em sua frente, ele me olhou e eu sorri... Damon beijou um deles e eu deitei a cabeça para trás no momento que ele sugou o bico e começou a passar a língua na extremidade arrepiada de meus seios. Ah céus sentia meu corpo completamente arrepiado com seus toques, eu precisava dele... Damon passou as mãos em minha cintura e puxou a camisola para cima de uma só vez me deixando apenas de calcinha em seu colo, abracei seu pescoço e comecei a rebolar sentindo seu membro completamente ereto em baixo de mim, ele passava sua boca em meu pescoço beijando delicadamente até minha orelha e puxando o lóbulo, deitei a cabeça de modo que ele aproveitasse de meu pescoço e voltei a rebolar, Damon me puxou para mais um beijo e sua mão passava em meu seio apertando e alisando o bico, ah aquilo estava causando espasmos em meu corpo...
—Damon, eu quero você, acho que nunca quis tanto... — disse em seu ouvido e ele sorriu.
—Eu sempre quis você— Ele me deitou na minúscula cama que costumava ser minha e eu o olhei sorrindo. Ele beijou minha barriga e retirou a camiseta ficando apenas de boxer. — Ah Elena, meu Deus... Camisinha! — eu o encarei... Ah cadê aquela maldita carteira.
—Damon, vai sem pelo amor de Deus, preciso de você...
—Nem pensar, não podemos fazer isso, se você ficar grávida ai sim tudo vira loucura... Amor eu vou correr... Minha mãe está capotada, fique tranquila. — assenti e ele saiu, eu achei um máximo ele estar com aquele volume e andar muito engraçado, ri um tanto que alto, meu prazer só aumentou e eu nem notei que não demorou para que ele voltasse com um pacotinho prata nas mãos.
—Só tinha essa de chocolate que eu havia comprado para você... — sorri o encarando pasma, nunca havia feito isso que ele com certeza queria que eu fizesse. — se não quiser eu vou entender meu anjo.
—Eu quero, mas é que tenho medo em machucar... — ele sorriu e se sentou ao meu lado.
—Eu te ajudo ok?! — sorri e assenti, desci sua boxer e então seu membro estava ereto, ah céus nunca imaginei fazendo isso, ajoelhei no meio de suas pernas, coloquei minha boca na ponta mesmo sem camisinha e quando vi ele estava adentrando em minha boca, comecei a acariciar a base e então mais fácil que pensei ele entrava e saia da minha boca, aquilo realmente era bom, e ouvir ele era melhor ainda. — Ah céus, Elena, meu Deus... Certeza que nunca fez isso?! Ah Elena... — continuei indo ainda mais fundo e lambendo a extremidade, sem parar peguei o pacotinho na mão e continuando ali me empenhando como se fosse a coisa mais fácil que já fiz abri o pacotinho e aquela coisa estranha estava em minhas mãos. Era marrom como o chocolate e tinha cheiro de chocolate... — segura a... ponta e... desliza... o ... resto para baixo— ele estava sem fôlego e eu sorri saindo de seu membro... Como ele me orientou eu segurei a ponta e desci, assim que acabei voltei para ele para que experimentasse aquilo, o gosto era meio de plástico mas no fim tinha de chocolate... Até que estava muito bom. — Elena, para... Acho que está bom... Afinal é minha vez! — sorriu pegando meus cotovelos e me levantando, fiquei na beira da cama como ele estava e Damon enganchou os dedos em minha calcinha, eu estava pegando fogo por esse homem e precisava dele. Delicadamente ele deu beijos na parte interna da minha coxa e sem que eu percebesse ele colocou sua língua em minha intimidade se aproveitando da minha extremidade.
—Ah Damon... — senti minha voz arfar e ele sorriu fazendo um oral mais que maravilhoso, se aproveitando de cada parte da minha intimidade, ver ele ali no meio de minhas pernas e sentir sua língua ir tão fundo, ah céus, eu estava a ponto de convulsionar de prazer com cada movimento que sua língua fazia em mim, puxei seu cabelo e virei minha cabeça tencionando meu corpo. — Ah céus, eu não vou aguentar... Damon, pare... Por favor... Venha para dentro de mim! — ele sorriu e assentiu, sem tirar os olhos de mim ele me deitou na cama e se posicionou em meu meio... Me beijando ele encaixou seu membro dentro de mim, de um jeito fantástico ele começou a se mover e por impulso minhas pernas estavam em suas costas, ele aumentou e eu o beijava para não gemer alto demais, ele se movimentava de maneira que eu amava e estava começando a convulsionar em baixo dele.
—Eu te amo demais, e por favor não se esqueça disso, por mais que eu fale coisas loucas, eu te amo! — ele sussurrou em meu ouvido e aumentou a velocidade.
—Eu te amo, e demais... Faria qualquer coisa por você... qualquer coisa! — A medida que seu membro entrava e saia de mim meu corpo soltava fagulhas de prazer, segurei suas costas e a unhei levemente quando ele aumentou ainda amis, ah era agora... — Ah céus Damon, ah céus!
—Ah meu anjo! Ah... — explodi em orgasmo, Damon caiu sobre mim e nossos corpos suados faziam que meu cabelo grudasse nele, em respirações ofegantes ficamos ali...
—Lena, você não pode ir. — Damon disse depois de um silêncio entre nós, estava deitada em seu peito e completamente em cima dele, ambos nus cobertos com um lençol.
—Minha mãe quer que eu vá Damon! — eu o olhei e ele acariciou minha coluna.
—Pois eu tenho a solução. — o encarei sorrindo, ah céus será que ele ia tomar coragem e denunciar a mãe na frente de meus pais?! — foge comigo! — eu o olhei arqueando a sobrancelha.
—Você pirou?
—Não, foge comigo... Por favor... Eu vou ser o melhor marido e...
—Damon— me levantei sentando na cama. — eu não vou fugir! Eu amo meus pais! Eu nem sabia deles e agora que sei você quer que eu simplesmente vá com você?
—Quem ama realmente se importa.
— E eu me importo, porque eu amo meus pais também... Damon, por favor— revirei meus olhos e comecei a me vestir.
—É isso que me irrita em você! Sempre tem uma desculpa.
—Ah eu tenho desculpa? — ri sarcasticamente.
—Elena, eu só estou querendo que resolva isso e... — coloquei meu robe por fim e abaixei para pegar meus sapatos.
—Você quer que eu fuja para não acontecer julgamento e sua linda mamãe não ser presa!
—O que? — ele me olhou surpreso— eu nem pensei nisso! Elena, eu penso em nós...
—Ok, pense em quem você quiser, eu não vou fugir— disse decidida e ele se vestiu.
—Acho que no fim só queria sexo Elena!
—Ah sim, vim aqui me abri e só queria sexo... Você nunca cresce?
—Eu? Eu estou aqui disposto a largar tudo por você e...
—Eu não vou abandonar meus pais!
—Está bem— ele percorreu a mão pelo cabelo nervosamente— acabou de provar que não me ama! Já que é assim, eu não abandono a minha mãe!
—Faça o que quiser Damon! Quer saber... Eu fui uma idiota em vir até aqui! — comecei a chorar e ele me olhou, Damon se aproximou e me deu um beijo inesperado.
But I hate it…You know exactly what to do…So that I can't stay mad at you…For too long, that's wrong…But, I hate it…You know exactly how to touch…So that I don't wanna fuss and fight no more…So I despise that I adore you
Como se nada tivesse acontecido minha raiva havia sumido! O encarei depois daquele beijo e Damon estava sério.
—Era só para que eu não esquecesse o beijo da mulher que eu amei sozinho! — Aghr, idiota!
—Seu idiota… Eu não vou discutir— limpei o beijo— meu maior erro foi vir aqui... Você não acredita nas loucuras que fiz por você.
—Se realmente me amasse viria comigo!
—Eu não vou Damon, me entenda.
—Ok, pense apenas nos outros… Estou de saco cheio… Quer saber, vá para onde quiser Elena, quero que o tempo faça com que eu esqueça você— essa doeu! Assenti com lágrimas nos olhos e sai sem me importar com mais nada.
And I hate how much I love you boy…I can't stand how much I need you…And I hate how much I love you boy…But I just can't let you go…And I hate that I love you so.
Entrei em minha casa e os roncos de meu pai se faziam presente na casa, eu estava destruída e me sentei na beira da porta para que pudesse chorar...
And I hate that I love you so…And I hate how much I love you boy…I can't stand how much I need you…And I hate how much I love you boy…But I just can't let you go…And I hate that I love you so…And…I hate that I love you so.. so
A luz se acendeu e eu assustei em ver minha mãe de robe me olhando na sala, a encarei enxugando as lágrimas. Ela estava parada e não esboçou raiva, apenas compaixão em ver a filha assim.
—Eu sabia elena Gilbert— balançou a cabeça— sabia que estava com ele... Elena...
—Mãe, me abraça— fui para ela e a abracei chorando em seu ombro, ela afagou meus cabelos e me puxou para o sofá.
—Deita aqui minha princesa— ela me deitou em seu colo para afagar meus cabelos— Eu tinha certeza que estava com ele no momento que ouvi seus choros e vi que saiu.
—E porque não tentou me impedir?
—Porque você tinha que ir até ele, eu não impediria você, mas é claro que estava mais que esperta em relação aquela louca, mas eu sabia que ia encontrar você assim.
—Mãe, eu estou arrependida…
—Quer conversar? — neguei e ela apenas ficou ali comigo ouvindo meus choros agudos. Eu estava arrependida de tudo, eu nunca fugiria, eu amava meus pais e queria a megera atrás das grades, mas ele nunca entenderia!
***
—Começaremos hoje o julgamento de Edna Salvatore, acusada por Michaela Gilbert e Peter Gilbert... Sequestro e cárcere privado, mantendo como álibi seu filho Damon Salvatore, que será julgado... Queiram sentar... — O juiz se sentou e todos fizeram o mesmo, assim que me ajeitei ao lado de meus pais e Nick, pude ver Damon me olhar ao lado da mãe e um senhor que era o advogado deles. Ele desviou o olhar de mim e eu assenti engolindo seco, ele estava magoado e eu ainda mais por tudo que havia escutado dele... Na verdade Damon não entenderia nunca o que é crescer longe da mãe, sem ter carinho ou ela por perto para cuidar de um machucado ou coisa do tipo, por mais megera que ela fosse comigo com ele Edna sempre foi a melhor mãe, claro que a minha sempre seria a melhor, mas ela se superava em relação ao Damon. Estava com um vestido preto solto, cabelos preso em rabo de cavalo e uma sandália preta, como se estivesse em um enterro... Meus olhos estavam inchados de tanto chorar e minha cabeça girava a medida que meu coração doía. Meus tios estavam lá, afinal Steff e Carol seriam importantes para depor, eles sabiam de muita coisa... E ainda tinha a tal testemunha final que Nick estava todo animado em saber que havia encontrado... Eu nem imaginava quem era, mas eles realmente estavam felizes com isso.
Minha mãe entrelaçou os dedos nos meus e meu pai fez o mesmo com a mão livre, ambos sabiam que seria difícil eu ter que descrever tudo que havia passado, para mim seria reviver tudo aquilo novamente. Nick estava sendo um fofo e sorria carinhoso a todo momento, mas o olhar de Damon sob nós não me deixava relaxar um minuto sequer. — Podemos começar com os depoimentos contra Edna, então comecemos com a prejudicada, Elena Gilbert, pode subir... — assenti e minha mãe sorriu alisando minha mão, fui até a cadeira e assim que me sentei, o advogado dos Salvatore veio até mim, Nick se levantou e parou ao lado para que nada me abalasse.
—Elena Gilbert, queira nos contar sua vida?
—Vida? — o encarei— ou mentira? — sorri sem graça— porque o que eu “vivi” esses anos foi uma mentira, eu sempre fui tratada como parte dos criados e nunca...
—Mentira! — Edna gritou e eu a encarei.
—Senhora Edna queira se conter?! — O juiz disse quase sem paciência e ela me encarou se ajeitando ao lado de Damon que passou a mão em seu braço para acalmar a mãe.
—Eu sempre escutei a história que havia sido abandonada na porta dela e o Giuseppe Damon a convenceram de que eu ficasse, desde os oito anos trabalhei fazendo coisas domésticas e pesadas, nunca tive muita mordomia e dormia em um quarto de empregadas, apanhei dela várias vezes— fechei meus olhos e quando abri vi que minha mãe chorava no ombro de meu pai. — Fui obrigada a fazer coisas que o senhor nem imagina, como ter que limpar a piscina em dia de frio, e muitas vezes ter que entrar nela para pegar alguma fuligem que a rede não pegava, fui muito humilhada, e meritíssimo, se eu estudei devo ao Giuseppe.
—Mas a minha cliente jura que você sempre teve comida, casa, e roupa e...
—Ei, eu fui sequestrada, e se tive tudo isso devo a Giuseppe e até mesmo ao Damon, ela nunca fez nada a mais por mim.
—Mas venhamos e convenhamos que foi muito fácil te roubar, será que sua mãe não fez um acordo com a babá para que ela se livrasse de você? — o encarei e minha mãe se levantou.
—Isso é um absurdo! — Senhora Michaela— o juiz interviu e Nick assentiu para ela sentar.
—Ah sim, com certeza, e agora o que ela vai ganhar em ver ela ser presa? — o olhei.
—Talvez o fato de colocar ela na cadeia por inveja— minha mãe estava indignada e eu o encarei com raiva.
—Inveja? — minha mãe levantou mais uma vez— Eu com inveja dessa mal amada?
—Senhora Michaela, da próxima vez vou ter que mandar que prendam a senhora até o fim, por favor... Contenha-se— meu pai ajudou com que ela sentasse e eu voltei à atenção para o velho gordo...
—E então, me diga... O que mais era feito com você naquela casa?
—Eu não podia sair muito, ela me proibia em ver meus amigos, e uma vez ela me deixou de castigo sem comer durante mais que vinte quatro horas... — minha mãe fechou os olhos e deitou no ombro do meu pai que afagava seus cabelos para que a desse conforto.
—Acho que tudo isso não justifica nada, não temos provas... Eu acredito que minha cliente não teria capacidade de fazer tamanha atrocidade, mas acredito que é o bastante... Sem mais meritíssimo! — eu o encarei, queria simplesmente voar em seu pescoço, não queria nem olhar na cara daquele imbecil... Assim que sai do local, Nick pegou minha mão para me ajudar a descer a escada e Damon nos encarou engolindo seco.
—Queira vir senhorita Caroline Forbes— O juiz chamou minha amiga e ela se levantou para ir até o local.
Notas finais
aaahhh comentem e recomendem...
:)
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