Friendship Project

12 Stray Cat's Cry 1.2


Notas iniciais
Olá! ♣ Ainda estou dentro do prazo! @w@ Mesmo assim, desculpem. Eu pretendia escrever mais cedo, infelizmente não está tão bem revisado o quanto eu gostaria e prometo que assim que tiver a oportunidade, eu vou revisar e, eventualmente, editá-lo. E, sobre a demora, bem... Eu recebi a notícia de que D.Gray-man iria retornar em 2016 e passei o dia comemorando, é. ♠ Boa leitura! [EDIT] Finalmente revisado! õ/ Desculpo-me pela demora. [/EDIT]

— Eu vou embora...

Ele segurou seu pulso.

— E você não deveria aproveitar este seu egoísmo também? Como um bom ser humano podre que você também é, por que não se aproveita da boa vontade dos outros? – Ele sorriu.

— Solte-me, – Ela puxou a mão de volta, embora não tivesse surtido muito efeito. — quem você pensa que é?!

— Não. Quem você pensa que é? Não acho que ficar sentada no meio da rua vá resolver seus problemas. – Ele permaneceu como estava, nem precisava de muita força para fazê-lo. — Anda, admita um pouco a sua humanidade: Aproveite-se dessa oportunidade de tirar vantagem dos outros.

— O que você está dizendo? Por que eu precisaria me rebaixar a este ponto? Eu–

— Porque você precisa de ajuda? Eu acho um argumento válido. – Ele a soltou. — Anda, você não tem nada a perder, tem? Vamos estar favorecendo os dois. – A menina de cabelos curtos virou-se para ele, recolhendo bruscamente a mão.

— E o que você pode fazer? O que alguém como você pode fazer?

— No momento, – Ele esticou o braço com o casaco na direção dela, oferecendo-o. — ouvir.

Ela, relutante, pegou o casaco e o vestiu. — Ouvir não vai adiantar de nada.

— Ouvir, não. Mas ser ouvido pode aliviar um grande peso. – Ele sorriu. — Depois nós podemos conversar sobre o que fazer a respeito; Não vou saber o que fazer se não me contar. – Ele abaixou-se, pegou as sacolas em uma mão e começou a caminhar.

— E-espera! Onde você está indo?

— Onde estamos indo. Esse frio é insuportável, vamos logo.

— Eu nunca disse que iria a lugar algum com você! – Ela, inerte, aumentava o tom de voz para que o alcançasse.

— Agora você disse. – Ele riu, sem diminuir o passo ou virar-se.

Suas maçãs do rosto se avermelharam ainda mais. E ela, misto braba e frustrada, acelerou o passo até tomar a dianteira e bloquear-lhe o caminho. — E onde você pretende ir?

Ele, sem moderar o passo, contornou-a enquanto falava: — Onde pretendemos ir.

— Você entendeu.

— Não vou dizer a menos que você diga direito.

— Quem é você? Meu pai, por acaso?

— Diga ou só vai descobrir quando chegar. ♪ – Insistiu.

Ela bufou. — Muito bem, onde vamos? – Enfatizou em tom de deboche.

— Ao Café que tem aqui perto. É um bom lugar, e quentinho.

— Você parece ter bastante problema com frio. – Ela sorriu maldosamente. — Frangote.

— Sinto muito por não ser feito de gelo, loirinha.

— Não me lembro de te dar permissão para me apelidar. – Ela fez uma careta. — Ei..! Falando nisso...

— Que é?

— Não sei seu nome.

— ... É Yuzuru. E você é..?

— Yuzuru de quê?

— Olá, Yuzuru de quê, como vai você? – Brincou.

Ela correu até a sua frente: — Pare com isso!

— Parar com o que, Yuzuru de quê?

— Aarg! – Ela começou a estapeá-lo com vigor. Chegava a ser mais engraçado do que violento: sua força física era quase nula, e ele permanecia com um sorriso bem-humorado no rosto. — Ora, vamos! Não é longe, você está nos atrasando, loirinha.

— Pare de me chamar de loirinha!

— Vou chamar de quê? Não sei seu nome. – Ela saiu do caminho e ele, sem delongas, voltou a caminhar.

— Sorin, Kimizuki Sorin.

— É um prazer, Kimizuki Sorin! Eu sou... Oh, – Ele parou. — chegamos.

À frente estava um estabelecimento antigo, com uma vidraça que permitia ver boa parte da loja do lado de fora, embora bem embaçada. Yuzuru segurou repentinamente a mão da menina, e a guiou até o interior do Café. — Finalmente, um aquecedor! – Ele soltou sua mão para acenar para o dono, que correspondeu com uma reverência e um sorriso respeitoso: — Um chocolate quente, certo?

— Sim! E para a mocinha um...– Ele virou-se para Kimizuki. — Ah, é mesmo! ...O que você quer?

Ela parecia um pouco envergonhada, fitava o chão às vezes, às vezes olhava em volta. — Eu não tenho dinheiro.

— Eu convidei, eu pago. Anda, peça logo ou eu vou pedir por você.

— Então eu quero um chocolate também. E... – Pôde-se ouvir um ronco alto vindo do estômago de alguém. Yuzuru sorriu como se adivinhasse de quem era. — E quero comer alguma coisa também. – Continuou.

Ele virou-se para o dono com os dedos médio e indicador levantados: — Então... Dois chocolates! – Em seguida, sentou-se na mesa isolada do canto, fazendo sinal para que a menina viesse junto. Ela o fez, sentando-se no banco em frente ao dele. — E então, Kimizuki Sorin, por onde começamos?

— Pelo seu sobrenome.

— Por que o interesse?

— "Vamos favorecer os dois", não? Você quer uma informação, eu quero outra. Além do mais, eu te disse o meu.

Ele fez uma careta: — Está bem...

— E então?

Ele suspirou, um pouco envergonhado. — Kaorigami Yuzuru.

Notas finais
Imagino se vocês ficam um pouco desapontados por, na maioria das vezes, os capítulos descreverem só uma pequena cena... ○ Hoje eu fui em um rodízio novo, conseguiram derramar meu suco na mesa, sujar a minha blusa, e ainda por cima... Urgh. Eu fui provar um crepe de mussarela, minha mãe disse "Tem só um pouquinho de gosto de alho." "Só um pouquinho", ela disse... Era 99% alho, mas aquele 1% mussarela. Adivinhem quem quase vomitou? Hakudoshi quase vomitou. É isso, espero que você tenha gostado do capítulo e não queira me bater pelo relato inútil acima. Por favor diga o que achou ~(•u•)~