Friendship Never Ends
12 Capítulo 12
Passados o café da manhã e almoço, Chuck não conseguia esconder que escondia alguma coisa. Alisha percebia. Ela teve que por a cabeça pra funcionar. Fingir amizade com Eduarda pra con-quistar a confiança de David. Não, isso não funcionaria. — Me deu vontade de tomar sorvete... — Num frio desse Alisha? – indagou David. — eita, não posso ficar com vontade de tomar sorvete mais não? — não briguem! – pediu Duda. – Tem sorvete lá dentro, Alisha, você quer? — Er... – ela pensa; “plano fracassado”. – É que era aquele de casquinha, sabe? — A ta. Você quer ir lá? Tem uma sorveteria aqui perto. – disse Duda, tentando ser gentil. — Bom... Acho que vou sim. — Alisha, só me responda uma coisa: você não está grávida, né? – perguntou David, com um aspecto assustado.
— eu acho que não. Só porque estou com vontade de tomar sorvete, significa que eu es-teja grávida? — eu só te fiz uma pergunta. Mas se você quer me dar varias respostas desnecessárias, fique a vontade. Você sabe que eu sou seu saco de pancadas. – respondeu ele. — David! – repreendeu Duda. – você fala que Alisha é grossa com você, mas você tem hora que é pior que ela. ela está certa dessa vez. — Vai ficar me corrigindo agora, mamãe? – perguntou ele, com ironia. — Não. Não devo fazer isso. Mas só não quero saber de confusão na minha casa. – disse ela, seria. – Alisha, quer ir lá? Eu vou com você. Se você quiser, claro... — sim... Quero sim. – disse Alisha, grata. – Isabella! Quer vir, meu amor? — Não mãe! Eu quero ficar aqui pra esp... Não, não quero sorvete, mamãe. Ta frio. — Tudo bem, eu que sou doida. – disse ela, sorrindo. – filha, vem cá.Alisha chamou Isabella no quarto e conversou com ela, cochichando. — O que você ia dizer? — Que horas? – perguntou a pequena,cochichando também. — Na hora que te chamei. — ah, não é hoje que o padrinho vem cá? — Você lembra disso? — Claro! Aniversario do papai, eles vão fazer festa surpresa pra ele. Você esqueceu mãe? — não. Eu achei que você tivesse esquecido. — moças, o que tanto cochicham? – perguntou Duda, na porta do quarto. — Segredo da Bella e da mamãe, tia Duda! – diz Bella. — então ta! As duas pararam de cochichar e voltaram pra sala. Chuck não se movia do lugar, a fim de não demonstrar alguma coisa. David foi insistido pra ir com elas. Resolveram sair. Bella ficou com Chuck, que mais tranqüilo, perguntou a ela: — Porque você não quis ir com seus pais? — Tio! Eu quero ver vocês fazendo a festa pro papai! Que horas o padrinho vai chegar?Chuck sorriu. Bella mais parecia com sono do que com vontade de ajudar. Chuck também. — Bebela, acho que o padrinho ainda vai demorar. Mas enquanto isso, eu acho que vou descansar um pouco. - posso dormir com você?- Pode!Chuck faz Bella dormir, enquanto esperava Pierre e Cia chegarem. Logo o telefone toca. Era ele. Ele tenta não fazer barulho pra não acordar a menina. Ele atende, sorridente: — alo? – diz Chuck. — Chuck! Chegamos! Onde que é a casa dela? — Onde vocês estão? — naquela referencia que você me deu. Em frente um prédio branco, próximo a torre. — vou ver perai. -Chuck chega na janela e vê o carro deles. – Faz um sinal aê, Pierre.Pierre começa a balançar o braço pra fora da janela do carro. — você viu? — Vi, idiota! Vira a esquerda que eu estou descendo.Chuck pega Isabella dormindo e desce com ela. Não arriscaria deixar ela sozinha dentro do apartamento sem proteção nas janelas. Chegando lá, o porteiro não queria abrir de jeito ne-nhum. — Mas Sr. Porteiro! É verdade! Nós conhecemos a Eduarda, ela mora nesse prédio. – dizia Pierre. — todos nessa cidade a conhecem. Sinto muito não posso te deixar entrar. Nem você nem esse pessoal todo que está ai. — Ah! – diz ele, enfezado. - Calma Pierre. – dizia Lachelle.Chuck veio e viu a tropa do lado de fora da garagem. Bella acabou acordando. No colo de seu tio, observava a situação e ainda com sono, ficou quietinha vendo eles se estressarem. — O que está acontecendo aqui? – perguntou Chuck. — ele não quer nos deixar entrar, Chuck. – disse Seb, calmo. — Sr. Porteiro, eu sou primo da Eduarda e tenho licença e direito de deixar eles entra-rem. — Pois só acredito vendo. Me mostre um documento então. — Criatura de Deus! Ele está com uma criança no colo, você quer que ele a coloque no chão só pra provar algo besta? Você acha que a Eduarda deixaria um estranho sozinho na casa dela? E COM UMA CRIANÇA? — disse enfezado, Pierre. — Pierre, apelar não adianta! – disse Jeff. — tudo bem! Tudo bem! Entrem! Mas se acontecer alguma coisa, a responsabilidade é de vocês! — disse o porteiro chato, abrindo o portão. Pierre, Lachelle, Jeff, Seb e Ashley entra-ram. — padrinho! *-* — disse Bella. — Meu amor! Vem no meu colo, vem?Ela estica os braços e vai pro colo dele. Pierre lhe da um beijo carinhoso e lhe abraça, sendo retribuído. — Eu achei que você não vinha mais. — Eu prometi que ia vir. Não ia deixar de cumprir.
— Bom, mas onde que ela mora, então? –perguntou Jeff. — Venham comigo. — disse Chuck.Os sete subiram com sacolas e um monte de coisas elevador a fora. Muita tralha pra arrumar com pouco tempo disponível. Eles não faziam idéia que horas os três iriam voltar. Então, deixa-ram pra observar o ambiente depois.
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