Friends With Benefits
2 Termos e condições.
Notas iniciais
Era um sábado à noite e eles estavam em casa, completamente entediados. Nenhum dos dois tinha dinheiro o suficiente para ir a uma boa balada e encher a cara até estarem na casa de um estranho transando até o suor escorrer em pingos grossos por suas costas e testa e gritos rasgarem suas gargantas. Para ambos, a merda em que estavam não poderia piorar.
– Cara, eu preciso de sexo! – Bill comentou com suspiro forte quando sentou no sofá, trazendo uma tigela cheia com pipoca.
Três meses e Bill estava subindo pela as paredes. Ele queria sexo, o calor de outra pessoa sobre si e algo mais grosso e mais longo do que seus dedos para estimulá-lo dentro de seu corpo. Sem compromisso, tudo o que lhe restava era o sexo casual com um cara aleatório que ele tinha que ter o trabalho de ir atrás. Além de ele nunca saber como mandar o cara – ou ir –embora após gozar e tendo que acabar dividindo a cama depois do sexo, às vezes ele voltava para casa da mesma forma que saiu: sozinho. Ou com Tom ao seu lado quando seu amigo também não conseguia ninguém, o que era bem frequente.
É... Para seu azar as coisas não estavam diferentes para Tom. Seu trabalho e faculdade cobravam muito de si e ele não tinha tempo — nem paciência — para flertar com alguém na balada, seja homem ou mulher, para fazer sexo e nunca mais se lembrar de quem era. Tudo o que ele queria era chegar de um dia cansativo, abrir a porta do quarto e encontrar alguém com as pernas abertas pronto para recebê-lo. Porém, o mais próximo que ele tinha disso, era sua mão direita.
– Somos dois. – Tom concordou, pegando um punhado de pipoca da tigela do amigo.
– É uma necessidade, como beber água. – Bill completou, brincando com a pipoca que rolava por sua boca.
Tom riu da comparação, pensando em como sexo supria a maioria das suas necessidades, como tédio, solidão, mágoa ou até mesmo raiva. Assim como pensava nas suas necessidades pensava também em todo o tempo que já ficara sem sexo, nenhum período sendo tão longo quanto este.
– Por que precisa de tantas complicações? – Bill continuou, tirando o pote de pipoca de cima de suas pernas. – Eu só queria pegar o telefone e marcar com alguém para fazer sexo selvagem, sem ter que sair de casa.
– Como ligar para um amigo para marcar uma noite de vídeo-game. Nós jogamos e tchau. Depois ligamos para marcar a próxima. – Tom comeu mais algumas pipocas, esparramando-se no sofá.
– Exatamente. E ninguém quer acordar do lado da pessoa que jogou vídeo-game na noite passada. – Bill completou, levantando-se do sofá. Pensando bem, porque as coisas não poderiam ser realmente assim? – Quer mais cerveja?
– Quero. – Tom respondeu e em seguida esvaziou a garrafa com um ultimo gole, entregando-a a Bill.
– Eu pego. – Bill murmurou assim que juntou a outra garrafa de cerveja e começou a recolher as embalagens vazias dos salgadinhos que comeram antes da pipoca.
Talvez Tom não tivesse reparado se ele não estivesse tão louco por sexo, mas foi inevitável não se sentir instigado quando viu o amigo praticamente de quatro na sua frente. Bill tinha a bunda empinada para o ar, mexendo-se enquanto limpava a mesinha que ficava na frente do sofá com uma posição muito receptiva e extremamente excitante. Até mesmo quando Bill já estava de pé, Tom não conseguiu parar de o olhar conforme o amigo andava até a cozinha. O rebolar suave de seu quadril o fazia delirar ainda mais, imaginando como seria tal rebolado sobre seu membro.
– Bill. – Ele chamou sem pensar, piscando seus olhos diversas vezes.
– O que foi? – Bill respondeu ainda na porta da cozinha. Como Tom não respondeu o outro adentrou a cozinha a procura de mais cerveja para os dois.
Tom tentou formular as palavras para explicar o que iria propor ao amigo e nada mais óbvio do que usar a conversa que acabaram de ter. Tudo estava claro para ambos desde o início, era praticamente uma proposta irrecusável.
– Vamos jogar vídeo-game? – Tom perguntou, sorrindo maliciosamente mesmo que Bill não pudesse ver.
– O quê?! – A voz de Bill tornou-se mais elevada quando ecoou da cozinha até a sala. Ele não sabia bem o que havia entendido naquela frase que desde a última conversa que tiveram adquirira um duplo sentido.
– Transar como se fosse uma partida de vídeo-game. – Tom disse indiferente, imaginando as várias posições em que transariam.
Bill riu alto e voltou imediatamente para a sala, trazendo as cervejas. Ele só conseguia encarar isso como uma brincadeira, até porque depois de viver tanto tempo com Tom, Bill não conseguia pensar em fazer sexo com ele. Se bem que, no momento, transar era a única coisa que ele queria independente de com quem fosse, ou como fosse. Bill aproximou-se mais de Tom, encarando-o com pequenos risos enchendo a sala, como se pudesse ler os pensamentos do amigo.
– Não ri, estou falando sério. – Tom disse quando pegou a cerveja que o outro lhe ofereceu.
A expressão divertida abandonou o rosto do mais novo. Mesmo que estivesse quase em crise por falta de sexo ele não conseguia levar adiante a proposta de Tom. Eles eram amigos, e onde misturassem tal relação tudo o que tiveram por anos seria rapidamente destruído.
– Cale a boca. – Bill disse, voltando para seu lugar no sofá.
– Qual é, Bill? Pode ser bom para nós dois. – Tom tomou um gole de sua cerveja, usando a mais pura e descarada persuasão.
Bill pegou o controle remoto e trocou de canal, fingindo não pensar no assunto, embora a ideia estivesse sendo seriamente cogitada em sua cabeça. Para seu azar, o canal em que havia parado começava a mostrar uma cena íntima de um casal qualquer, atiçando sua imaginação de como seria ter um amigo com esse “benefício”.
– Imagine... Você apenas teria que bater no quarto ao lado quando quisesse transar. Como agora. – Tom completou, aproveitando o estado evidente em que Bill estava, aproximando-se um pouco mais a ponto de sussurrar tais palavras.
– Tom, eu te conheço desde que tinha quinze anos. Não vou conseguir transar com você. – Bill não tirou os olhos da tela, passando a imaginar seu corpo e o de Tom no lugar do casal.
– Isso que é o bom. Nos conhecemos há tanto tempo que não iremos sentir vergonha um do outro, ao contrário do que transar com um estranho. – Tom brincou com uma mecha solta do cabelo de Bill próximo a sua nuca, soltando-a em seguida.
– Eu nem sei se te acho atraente. – Bill disse em um tom nervoso e quase indiferente, balançando a cabeça ao sentir o arrepio que o pequeno toque causara. Na verdade, ele já havia reparado no corpo de Tom milhares de vezes enquanto trocavam de roupa na frente do outro ou então quando iam à praia. E também, na verdade, o que acabara de dizer não passara da mais pura e ruim mentira.
– Está mentindo. – Tom riu, escondendo uma pequena pontada que sentia de nervosismo. Como Bill, que já havia visto seu corpo tantas vezes, não o achava atraente?
– Cale a boca. – Bill repetiu tentando disfarçar a tensão, usando o pretexto de desligar a televisão.
– Você balança a cabeça quando mente.
– Eu não menti, nem balancei minha cabeça, só fui desligar a televisão! – Bill revirou os olhos, irritado por não conseguir sair dessa. – O que você acha de mim? – Ele desviou o assunto.
Tom o olhou de cima a baixo, com um sorriso sacana. Ele estava se sentindo como um ninfomaníaco, mas a pele lisa, branca e delicada, os lábios cheios e rosados, os olhos castanhos como caramelo, o corpo magro que estava se tornando cada vez mais definido e o cabelo preto arrumado em um moicano não muito alto o atraíam como nunca. Tom até chegou a se perguntar como nunca reparou nisso tudo. Sinceramente, ele já reparou inúmeras vezes, mas nunca parou para pensar, muito menos para se importar.
– Sua bunda ficou deliciosa no jeans apertado que você usou hoje mais cedo. – Tom disse, bebendo a cerveja.
– Sério? Eu a acho tão pequena. – Bill comentou, franzindo as sobrancelhas.
– Para mim é do tamanho ideal.
– Ah, valeu. – Por alguns instantes o silêncio se instalou na sala, resultante dos dois homens pensativos e fantasiosos ali presentes.
Bill sorriu e seus olhos encontraram os do amigo. Ambos pensavam sobre o assunto e por mais relutante que Bill queria se manter a ideia era realmente boa. Uma “amizade colorida”, nada a mais, nada a menos. Eles não precisariam sair de casa para o sexo casual, como Tom disse, era só bater na porta ao lado. Eles não precisavam ter vergonha, muito menos qualquer tipo de emoção.
– Você jura que isso não vai atrapalhar a nossa amizade? – Bill perguntou, realmente preocupado, cedendo a idéia. Ele não queria que as coisas ficassem estranhas no dia seguinte, como geralmente ficariam.
– Juro. É só sexo.
– Sem emoções?
– Sem emoções. – Tom confirmou. – Seja como for, somos amigos.
Um silêncio estabeleceu na sala e eles não sabiam exatamente o que fazer. Estavam entrando em uma espécie de abstinência de sexo. Os olhos miravam os lábios um do outro, queimando pelo desejo que sentiam de beijar. E foi Tom quem acabou com a distância, selando-os. Seu corpo empurrou o do amigo, deitando-se sobre ele conforme sua língua o explorava com fome. Os dedos de Bill enrolaram o tecido da blusa larga de Tom e ele puxou com os dentes o lábio inferior do amigo, chupando-o em seguida. O beijo era realmente delicioso e não havia nenhuma emoção que não fosse o prazer, para ambos.
Em poucos segundos os lábios de ambos já estavam inchados e avermelhados, apenas convidando-os para que continuassem. Da mesma maneira que Tom se deitara sobre Bill no sofá ele o puxou de volta, sentando-o sobre o móvel, até que pudesse levantar. O tempo em que ficaram distantes fora suficiente para despertar ainda mais o desejo que tinham, fazendo com que ambos voltassem a se beijar com desejo e voracidade. Tom tentava conduzir Bill para seu quarto, parando completamente sem fôlego no corredor que o levaria para o lugar desejado.
– Não acredito que estamos fazendo isso. – Bill disse sobre os lábios de Tom, ofegando entre as palavras.
– Eu sei. – O mais velho concordou, empurrando-o para a outra parede, levando o beijo para o pescoço do amigo.
Ele chupou a pele, lambendo ao longo do pescoço de Bill e deu pequenas mordidas, escutando os sons de satisfação do amigo. Se continuassem ali acabariam transando no piso frio do corredor, o que nem seria percebido. Sem quebrar o contato Tom conseguiu conduzir Bill até o quarto, empurrando-o sobre a cama sem nenhuma cerimônia. E lá estava Bill, apoiado em seus cotovelos, com as pernas entreabertas, convidando o amigo a desfrutar da própria ideia. Tom foi até a cama, rapidamente se apressando em retirar a blusa de Bill, usando a mão que agora estava no quadril dele para empurrar o tecido para cima.
– Aqui não. – Bill disse, esquivando-se o máximo que pôde. – Vamos para o meu quarto.
– Aqui está bom. – Tom disse com a voz abafada por estar ocupando os lábios com a boca de Bill novamente.
– Não, sua cama horrível. – Bill o empurrou com mais força, forçando Tom a sair de cima de seu corpo. – Eu não quero ficar dolorido amanhã.
– É boa o suficiente para dormir e foder. – Tom resmungou, rindo das próprias palavras.
Bill o ignorou e andou para seu quarto, tendo certeza que seria seguido. Tom apenas esperou deitado em sua cama para contemplar mais uma vez o lugar onde estaria daqui a alguns instantes enquanto Bill se afastava. Com um sorriso divertido, quando seu amigo já estava fora do quarto, Tom se levantou e logo eles estavam juntos no quarto de Bill. Não era arrumado como o de Tom, obviamente, mas tinha um cheiro doce de perfume que era muito agradável, deixando a atmosfera ainda mais sexual. Quando Bill começou a tirar a roupa, Tom fez o mesmo.
– Eu sinto cócegas nas orelhas, tenho mamilos sensíveis e não force minha cabeça, nem puxe meu cabelo quando eu estiver te chupando. – Bill avisou, enquanto tirava alguns dos anéis que usava.
– E você vai me chupar? – Tom disse divertido, parando de retirar sua roupa por um breve momento.
Bill o encarou sério, rolando os olhos. Estava prescrito no roteiro desesperado e sexual dos dois boquetes, penetrações, beijos gregos e tudo mais o que tinham direito. A noite estava apenas começando, o que dava aos dois várias possibilidades, a maioria delas que faziam Bill delirar. Para seu azar seus delírios não duraram muito tempo, sendo despertado pela voz rouca de Tom que logo realizaria todas suas fantasias.
– Não puxe minhas tranças, não dê apelidos ao meu pau e já que você vai me chupar... – Tom deu uma pausa para abaixar a cueca boxer e se afastou deitando-se na cama macia de Bill. Mesmo contra sua vontade ele tinha que concordar que era muito melhor que a sua. – Pode começar agora.
Bill sorriu com uma sobrancelha erguida, observando o corpo do outro. A determinação e a falta de emoção estavam tornando tudo mais interessante. Tom tinha os braços flexionados embaixo da cabeça, dando uma visão ampla de seu corpo e Bill se deliciou ao olhar o peitoral largo e tonificado, podendo já se imaginar apoiando as mãos enquanto cavalgava na ereção do amigo. O pênis era longo embora não muito grosso, apenas do jeito que Bill gostava. Seu corpo o acomodaria deliciosamente, sem problemas.
Ajoelhando-se na cama entre as pernas do mais velho, Bill olhou a pele rosada do membro semi-ereto e envolveu as mãos. Com uma delas acariciava ao longo da extensão e com a outra usava os dedos para estimular os testículos. A carne foi se tornando mais dura, apontando em sua direção como se implorasse os lábios de Bill.
Atento as advertências que trocaram antes, Tom apertou firmemente os lençóis entre os dedos quando sentiu a boca do amigo sugar a umidade na ponta de sua ereção latente. Suas veias começavam a ficar saltadas, desenhando-se sobre sua pele morena. Mesmo em poucos segundos de uma chupada Tom queria gritar, simplesmente pelo fato de estar sentido algo que não fosse sua própria mão em seu pênis.
– Isso aí, baby... – Tom murmurou, ofegando.
– Não me chame de baby. – Bill reclamou, parando imediatamente para erguer o rosto e olhar para o amigo, cruzando os braços.
– Qual o problema? — Tom apoiou-se nos cotovelos, suspirando irritado por ter seu membro bruscamente abandonado.
– É muito íntimo.
– Bill, você estava com o meu pau na sua boca! Já estamos íntimos o suficiente, baby. – Tom disse enfatizando no apelido que dera ao amigo, revirando os olhos e jogando a cabeça com força no travesseiro, pronto para voltar ao prazer.
– Então posso chamar o seu pau de Tomizinho, não é? – Bill provocou também, não movendo-se ao ver o amigo atirar-se na cama.
– É Tomizão para você. Agora chupa!
Bill riu, gostando cada vez mais da atmosfera que criavam. Impressionante como mesmo na cama, na situação em que estavam, os dois ainda conseguiam ser os mesmo amigos implicantes e brincalhões um com o outro. O mais novo voltou ao que estava fazendo, abocanhando de uma vez só o falo pulsante de Tom.
– Como não pensamos nisso antes? – Tom perguntou retoricamente, ofegando e gemendo entre as palavras. – Você é ótimo.
– Eu sei. – Bill respondeu quase incompreensível, já que estava com a boca ocupada.
– Coloca as mãos. – Tom orientou e foi prontamente obedecido. – Agora chupa mais forte e... Oh! – Seu corpo estremeceu quando ele sentiu seu membro colidir contra o fundo da garganta de Bill, e o mais novo sequer se abalou com qualquer ânsia de vômito que o contato poderia lhe dar.
Ele apenas continuou se satisfazendo com a textura, o calor e o sabor almiscarado. Os lábios de Bill eram habilidosos, trabalhando com a velocidade e força sincronizadas, com pequenas chupadas em sua glande, depois os lábios deslizando suavemente, mas com pressão sobre sua extensão com a ajuda de sua língua até chegar a sua base e repetir tais movimentos. Depois da orientação de Tom as mãos estavam inclusas em todo o repetitivo processo, masturbando-o entre os movimentos.
Quando as costas de Tom arquearam sutilmente e as veias em seus braços se tornaram mais salientes quando ele apertou o travesseiro abaixo de sua cabeça, Bill parou. Seus lábios estavam mais inchados e avermelhados do que antes, o nariz também desfrutava de uma coloração avermelhada, assim como as bochechas. Antes que Tom questionasse, a língua do mais novo percorreu uma linha imaginária com a ponta da língua que o levava desde o quadril até o queixo de Tom, mordendo-o quando chegou ao destino.
– Pega o lubrificante. – Bill disse ofegante, sugando um dos lábios entreabertos do amigo.
Tom rapidamente inverteu as posições, deitando sobre o corpo menor que o seu e intensificou um beijo. O tempo que tivera livre não fora o suficiente para recuperar o fôlego, mas Tom não se importava com isso. Uma fina camada de suor começava a se formar em sua testa, resultante do prazer que sentia, não muito diferente de Bill que também já começava a suar.
Diferente das outras vezes Tom não continha os gemidos e palavras desconexas, não se importando com mais nada, afinal, ele não estava com um estranho qualquer, e tudo o que queria era sentir todo o prazer que podia, e até mesmo externá-lo. Bill logo se adaptou a posição, enlaçando a cintura do amigo com uma das torneadas e finas pernas, enquanto suas mãos estavam espalmadas nas costas de Tom, pressionando as pontas das unhas e a sensação da fricção de suas peles fervendo era delirante.
– Pega... – Bill murmurou manhoso, quase não conseguindo afastar seus lábios dos do amigo. Tom beijava bem. Muito bem. – Na gaveta. – Ele apontou com a cabeça para o lado.
Tom ofegou, era agora. Com uma das mãos ele apoiou o peso e esticou a outra para alcançar a gaveta. Não foi muito difícil encontrar o tubo cilíndrico, a embalagem do gel lubrificante era vermelha com um rótulo sugestivo. Rapidamente o mais velho apertou a válvula, despejando uma quantidade generosa do gel transparente em dois dedos, sendo cumprimentado por um cheiro doce de frutas.
Mesmo com os dedos lambuzados pela substância transparente em seus dedos Tom conseguiu melhorar a posição de Bill, afastando suas pernas. O falo do amigo estava tão estimulado como o seu, pedindo por algum tipo de atenção. As pernas de Bill não estavam completamente abertas, mas o suficiente para que Tom pudesse ter uma vista privilegiada da entrada rosada e ainda comprimida de Bill. A boca de Tom salivava ansioso para continuar.
– Você prefere o kama sutra ou a posição da embalagem? – Tom perguntou, pegando novamente a embalagem e analisando-a.
– Quem sabe os dois. – Bill riu, resmungando pela demora de Tom.
– Agora? – Ele perguntou com o olhar tão sugestivo quanto a embalagem do lubrificante, descendo a mão pelas costas de Bill.
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