Friends With Benefits

3 Desfrutando dos benefícios.


Notas iniciais
Hallo Leute! Para começar eu queria pedir desculpas pela demora, mas eu não sei já disse a vocês, eu cai da escada e rompi o ligamento do joelho a alguns dias atrás, e tive que ficar com a perna engessada. Como eu sentia muita dor não consegui ficar muito tempo no computador, mas por sorte, agora, eu só estou com uma tala no joelho. Agora falando sobre a fic...É MUITO IMPORTANTE QUE TODOS VOCÊS LEIAM ISSO. Contando spoilers do capítulo, terá uma hora em que vocês lerão uma piada sobre "frango assado". Para quem não sabe isso é uma posição sexual. AHUHUAUHA. Fora isso, enjoy it!

– Agora? – Ele perguntou com o olhar tão sugestivo quanto a embalagem do lubrificante, descendo a mão pelas costas de Bill.

– Não, amanhã. – Bill disse ironicamente, revirando os olhos. – Mete logo. – E assim se ajeitou novamente sobre a cama, esperando pelo amigo.

Tom riu, puxando uma das pernas do amigo para baixo até que os corpos estivessem novamente juntos. Bill flexionou as pernas afastadas, tendo o mais velho entre elas, aproveitando para debruçar-se mais uma vez nos lábios do amigo. Durante o beijo, um dos dedos lambuzados de Tom penetrou sem cerimônias o orifício do outro, sem muita dificuldade, e Bill gritou. Os dedos de Tom eram mais longos e sem o incomodo de uma unha comprida, sabendo exatamente o que fazer quando se curvaram dentro do corpo do amigo.

– Mais fundo. – Bill suspirou.

Tom obedeceu, umedecendo os lábios ao assistir dois de seus dedos sendo engolidos e só de imaginar que sua ereção estaria daqui a pouco sendo abraçada pelo interior fervente de Bill já o poderia fazer gozar sem aviso prévio. Bill prendeu as unhas nos ombros do amigo, puxando-o sem se preocupar em ser delicado, juntando os lábios novamente e iniciando o beijo já com a boca aberta, simplesmente o devorando. O mais novo arqueou as costas, colidindo a ereção no estômago do amigo e as pernas se abriram ainda mais quando Tom adicionou quase inconscientemente um terceiro dedo. A queimação em seu interior estava longe de ser incomoda, era gostosa e o fazia ansiar ainda mais pela hora em que estaria completamente preenchido.

– Agora vai mais rápido. – Bill pediu, começando a rebolar contra os dedos de Tom.

– Mais alguma coisa, senhor? – Tom disse ironicamente, imitando a voz de um garçom.

– Seu pau no lugar dos seus dedos seria uma boa pedida. – Bill respondeu no mesmo tom, revirando os olhos.

Mesmo com a ironia do pedido Tom o atendeu, retirando os dedos de dentro de Bill sem nenhuma cerimônia, como fizera quando os penetrara. Bill gemeu, reclamando pelo vazio que sentia, apesar de estar somente há alguns segundos sem nenhum contato. O lubrificante fora novamente pego por Tom, dessa vez estando próximo a Bill. A substância agora era aplicada em seu membro que pulsava, pedindo por algum tipo de toque ou movimento. Sua mão que estava com o gel transparente deslizava rapidamente por seu falo, não colocando muita pressão nos movimentos. Ele sabia que não precisava disso.

Os olhos de Bill praticamente comiam cada um dos movimentos que Tom fazia, escuros e sedentos por ser ele a tocá-lo, e a ser tocado. Bill apoiava seu corpo sobre os cotovelos, tendo uma visão privilegiada de Tom, que agora fechava novamente o tubo e o jogava sobre a cama. Não demorou muito para que voltasse a se aproximar, e para sua surpresa, Tom foi impedido por Bill, que colocara sua mão em seu peito, empurrando-o na direção contrária, até que ficasse novamente sobre seus joelhos. Tom não perguntou, deixando-se ser guiado, curioso sobre o que Bill faria.

– Senta. – Bill mandou, levantando-se da cama.

– O que vai fazer? – Tom perguntou curioso, mantendo-se na mesma posição.

– Eu não mandei perguntar, eu mandei sentar. – Bill disse autoritário, como sempre fazia em seu dia-a-dia.

– Delicado... – Tom disse rindo, sentando-se com as pernas entreabertas.

– Você vai ver o que é ser delicado. – Bill o encarou com um misto de ironia e autoridade, o que geralmente assustava a todos no trabalho, na rua, ou em qualquer lugar que fosse. Todos, menos Tom.

O moreno levantou-se da cama, andando na direção do amigo, até que estivesse entre suas pernas. Bill o encarou uma última vez da mesma maneira que fizera a poucos segundos, recebendo em troca um olhar irônico e divertido do amigo, algo que já era de se esperar. Bill começou a abaixar seu corpo magro e alto lentamente, até que estivesse na mesma altura que Tom, com o membro do amigo roçando em sua entrada. O contato visual que mantinham fora mantido por mais alguns segundos, como se fosse uma espécie de teste, esperando para ver quem iria ser o primeiro a ceder.

Tom não se movia, mordendo os lábios à medida que Bill forçava cada vez mais seu orifício contra seu membro, não sabendo por quanto tempo mais aguentaria, ainda pensando na resposta que o amigo lhe dera. Bill estava apenas observando-o, vendo cada reação que o estimulava cada vez mais, como se estivesse completamente viciado no “contrato” em que tinham feito. Além dos olhos de Tom, Bill tinha uma visão privilegiada de todo seu corpo, como seus ombros e braços musculosos, ressaltados pelo peso de Tom que se apoiava, do abdômen definido e até mesmo da quase penetração.

Embora Bill tivesse a visão mais privilegiada de todas Tom também aproveitava a sensual imagem a sua frente. Ele tinha uma perfeita visão do tronco de Bill, da pele clara contrastada pelas tatuagens, do piercing em seu mamilo, inclusive do membro grande e ereto do amigo. Suas mãos ansiavam tocá-lo, explorá-lo, degustá-lo, como se fosse uma criança em uma loja de doces após semanas de castigo. Depois de ajeitar-se discretamente sobre a cama para não precisar mais do apoio de suas mãos Tom as levou para a cintura de Bill, segurando-a por algum tempo, até começar a tentar deslizá-las pelo corpo de Bill, o que não fora permitido.

– Porque não? – Tom perguntou confuso, voltando somente a segurar sua cintura.

Bill não respondeu, apenas sorrindo maliciosamente. Ele lembrava muito bem o que tinha dito a Tom, o que o deixara muito confuso, até aquele momento. Bill, seguindo o clima de “sem cerimônias” sentou-se sobre o quadril de Tom, sendo completamente penetrado. O grito que ecoara da boca de Tom fez Bill rir, já estando completamente acostumado com a invasão. De certo a desejava tanto que não tinha tempo nem paciência para notar qualquer tipo de dor ou desconforto que a queimação do membro pulsante de Tom dentro de si poderia lhe proporcionar.

As mãos de Tom agora apertavam as coxas de Bill, deliciando-se com a sensação de algo mais apertado e eficiente do que sua mão ao redor de seu membro. A sensação era extasiante, o que o fazia pensar que poderia gozar a qualquer momento, sem nem ter aproveitado os “benefícios”. Seus olhos estavam mergulhados na luxúria, assim como seu corpo. Ele ignorou qualquer tipo de pergunta ou resposta, assim como Bill fizera, começando a movimentar-se dentro de Bill.

No início as estocadas eram mais lentas, até que finalmente ganhassem um ritmo uniforme, rápido e forte. Bill agarrava-se cada vez mais ao corpo de Tom, arranhando suas costas, e algumas vezes até puxando suas tranças. Seu rosto estava pousado em seu ombro, seus lábios ora ocupados com o pescoço do amigo, ora somente gemendo em seu ouvido, estimulando-o ainda mais. Bill fazia com que Tom aumentasse cada vez mais o ritmo das penetrações, sentindo-se cada vez mais cheio e estimulado. Os gemidos de ambos poderiam ser facilmente escutados até da rua, já que a cada segundo estavam mais altos.

Embora Tom estivesse no comando dos movimentos Bill também os coordenava, rebolando cada vez mais contra o quadril de Tom, e até mesmo masturbando-se. Tom não parecia estar consciente de nada, muito menos da força e agilidade dos movimentos que fazia. A cama chocava-se contra a parede, o suor escorria pelo corpo de ambos, suas gargantas chegavam a doer em alguns momentos, assim como as costas de Tom por causa dos arranhões do amigo, sendo assim a perfeita definição para sexo selvagem. Bill gritava pelo tesão que sentia, arqueando seu corpo, o que assustara um pouco Tom, que ao ouvir o grito do amigo parou com os movimentos.

– Bill, está tudo bem? Quando homens e mulheres gritam não é um bom sinal. – Disse ofegante, observando-o.

– Eu... Eu estou. CONTINUA! – Bill mal terminara de responder, voltando a rebolar contra o membro de Tom.

– Não. – Tom disse sério, segurando Bill pela cintura com certa força, impedindo-o de continuar.

– Porque não? – Bill perguntou em um tom choroso, cruzando os braços, até que começara a encarar Tom com seu olhar assassino.

Tom não disse nada, fazendo exatamente como Bill fizera antes que começassem a foder. Ele permanecia quieto, apenas observando Bill resmungar a sua frente, o que chegava a ser cômico, já que sempre estava com o amigo, mas nunca o vira tão desesperado por sexo. Depois de alguns segundos somente se encarando Tom aproximou-se de Bill, mordendo e chupando seu pescoço, deixando que Bill reiniciasse alguns de seus movimentos. A pele do pescoço de Bill ardia, e em alguns momentos chegava até a doer, o que ele estava adorando.

– Você lembra o que eu disse sobre puxar as minhas tranças? – Tom perguntou quando estava com os lábios perto o suficiente da orelha de Bill, dando-lhe uma pequena mordida.

Bill não respondeu, preocupado com o que Tom poderia fazer, e a primeira hipótese seria querer parar com o sexo, deixando-o ali, completamente necessitado. Embora o amigo não estivesse olhando para Bill ele sabia muito bem o que havia pensando, e riu com a idéia, apenas achando uma maneira para “castigar” o amigo. Mesmo que Bill fosse o passivo ele não gostava da ideia de encontrar-se completamente dominado, sem ter nenhum controle sobre a situação. E era isso que Tom iria fazer com ele.

Tom não teve problemas em segurar o corpo de Bill para que pudesse sair de dentro do amigo, somente escutando a reprovação que Bill externara em forma de um resmungo. Logo Tom estava ajoelhado sobre a cama, observando Bill sentado sobre a mesma com uma expressão divertida e até mesmo pervertida. Seu membro começava a doer, e sabia muito bem que não poderia demorar mais ou acabaria gozando só de pensar na palavra sexo.

– Vem aqui. – Tom mandou, esperando pelo amigo.

Bill o encarou um tanto desconfiado, pela primeira vez não conseguindo prever o que o amigo poderia fazer. Ele só iria saber se fizesse o que Tom havia mandado. Bill engatinhou até que estivesse próximo a Tom, esperando pelo que viria a seguir. O amigo apenas gesticulou para que se levantasse, até que ficasse na mesma posição que Tom, apoiado em seus joelhos. Novamente Tom gesticulara para que Bill se virasse de costas, e assim o fez, olhando para trás, realmente curioso e até mesmo preocupado.

Tom rapidamente puxou Bill para perto de seu corpo, quase perdendo o equilíbrio e levando os dois para o chão. Por sorte isso não aconteceu, embora Bill tivesse se assustado um pouco pelo amigo ser tão repentino. Finalmente Bill parara para pensar em como seu membro estava. Ereto, dolorido, necessitado. Mesmo que ele já tivesse uma ideia do que Tom fosse fazer ele iria aceitar e se deixar levar... Quem sabe, pudesse até gostar. Como haviam combinado, eles não teriam nada além de sexo, e como eram amigos poderia muito bem testar novas coisas, novas posições.

As mãos de Tom que estavam inicialmente em sua cintura começaram a descer por seu quadril, segurando-o com certa firmeza. Seu membro roçava entre as nádegas de Bill que ansiava por tê-lo novamente dentro de si. Tom inclinara seu corpo rapidamente, fazendo somente com que o tronco de Bill fosse para frente, ficando apoiado em seus braços. Bill, que logo percebera a posição em que estava desejou matar Tom e até mesmo arrombá-lo por estar fazendo aquilo, porque o amigo sabia muito bem que não gostava dessa posição, muito menos de ser totalmente dominado.

Mesmo que Bill quisesse trucidar Tom ele não teve tempo suficiente para elaborar qualquer tipo de plano, tendo novamente o amigo dentro de si. As penetrações logo voltaram a ter o mesmo ritmo que mantinham antes da pausa que fizeram, sendo certeiras no corpo de Bill, acertando diversas vezes sua próstata. Bill contorcia seu corpo, fazendo de tudo para que pudesse sentir Tom cada vez mais, agarrando o lençol debaixo de si. Assim como seu corpo que já tinha atenção seu membro também a deseja, e Bill não podia fazer nada no momento. E, também, nem fora preciso, já que Tom o agarrara com uma das mãos e iniciara uma masturbação tão forte e ritmada quanto as estocadas.

– De quatro, que nem uma vadia. – Tom sussurrou, gargalhando.

Todo o sangue de Bill concentrara-se em sua cabeça ao ouvir aquelas palavras, lembrando-se também de quando contara ao amigo que odiava quando os caras com quem transara o chamavam de vadia, ou coisas do tipo, dignas somente de uma... Vadia. Mesmo contra sua vontade Bill afastou-se de Tom, soltando-se do toque do amigo em sua cintura e membro, caindo sobre a cama, deitado. Os olhos de Tom estavam espantados, enquanto sua expressão estava dividida entre espanto e comédia pelas palavras que havia acabado de dizer.

– Você é um filho da puta mesmo. – Bill cruzou os braços, encarando Tom.

– Eu falei que não era para puxar as minhas tranças. – Tom entrou no jogo de Bill, imitando sua pose.

– E eu falei que odeio ficar que nem uma vadia! – Bill estava pronto para se levantar, quando fora surpreendido por Tom que rapidamente cruzou o espaço entre eles e selou seus lábios.

Era impossível falar algo, muito menos fazer qualquer coisa. Os lábios de Tom possuíam uma habilidade que Bill nunca havia provado antes. O beijo era intenso, rápido, habilidoso e com certa carga de tesão, o que deixava Bill desnorteado, e excitado. Além de estar suprindo sua maior necessidade ele tinha seu amigo, ao seu lado, fazendo-o rir até na hora em que transava. Uma amizade colorida nunca teve tantos benefícios como essa estava tendo.

– Acho que temos que rever nossas condições. – Tom riu, beijando o pescoço de Bill.

– Falando em condições... – Bill sorriu maliciosamente, afastando Tom um pouco de si.

– Ah Bill... Por favor, eu não vou aguentar, vou acabar gozando só de imaginar a palavra sexo. – Tom reclamou, reclamando quando Bill começou a afastá-lo.

– A pressa é inimiga da perfeição, conhece?

Bill não o afastou muito, somente o suficiente para que Tom pudesse ficar entre suas pernas. O amigo ainda não tinha entendido o que Bill queria fazer, por isso deixou que o moreno o conduzisse, tendo suas mãos segurando as longas e finas pernas de Bill, até que estivessem em seus ombros. O corpo de Bill tocava parcialmente o colchão, tendo somente suas costas apoiadas sobre móvel, enquanto a parte inferior de seu corpo estava suspensa, tendo apoio nos ombros do amigo. Sua entrada estava completamente visível, assim como seu membro pulsante, igual ao de Tom. Agora sim ambos poderiam gozar em paz.

Tom deslizou sua mão pelo interior da perna de Bill, passando por sua bunda até que chegasse a sua entrada, introduzindo-lhe novamente três dedos que foram bem recebidos pelo corpo de Bill. Tom os movimentava com força e rapidez, não perdendo o ritmo que mantinham, enquanto sua outra mão finalmente dava atenção ao falo desesperado de Bill, masturbando-o na mesma velocidade em que o penetrava com os dedos. Bill não precisava de qualquer tipo de apoio, mantendo-se na posição somente com o apoio de suas pernas, que em alguns momentos apertavam o pescoço de Tom pelo prazer que sentia.

– Tom, por favor... – Bill contorcia-se, agarrando a borda do travesseiro de baixo de sua cabeça.

– Por favor, o que, Bill? – Tom sorriu maliciosamente, falando com a voz rouca.

– Você não vai me fazer pedir. – Bill afirmou, encarando Tom.

– Se você quiser alguma coisa a mais de mim é bom pedir. – Tom sorriu ainda mais, fazendo mais força nos movimentos.

– Ahhh... – Bill gemeu ainda mais alto, sabendo que não iria aguentar muito mais tempo. – Porra, me fode, Tom. – Bill falou manhoso, revirando os olhos ao mesmo tempo.

Tom não pode deixar de rir do amigo ao vê-lo naquele estado, sendo ele mesmo ao revirar os olhos por não acreditar que tinha que fazer tamanha idiotice e falando manhosamente ao mesmo tempo, desesperado por sexo. Tom retirou seus dedos de dentro de Bill, penetrando-o de uma vez só. Bill não reclamou de dor ou desconforto, entregando-se ao prazer que sentia. Não demorou muito para que se movimentasse contra Tom, e Tom para estocá-lo. Os gemidos de ambos competiam para ver qual era o mais alto, algumas vezes Bill chegava a dizer o nome do amigo.

– Você vai ficar todo assado, Bill. – Tom disse entre os gemidos, olhando para o amigo.

– Por quê? Eu não entendi. – Bill não havia escutado o que Tom havia dito, muito menos entendido.

– Porque você é um frango assado. – Tom riu, perdendo um pouco o ritmo dos movimentos.

– Vai se foder, Tom! – Bill, que segurava um dos braços de Tom cravou as unhas na pele morena.

– Não. – Tom riu ainda mais alto, parando de penetrá-lo por alguns instantes. – Eu vou, e estou te fodendo.

Bill não respondeu, e não porque não queria. Ele simplesmente não tinha uma boa resposta para rebater Tom, o que raramente acontecia. No momento, também, ele não se importava. Ele tinha algo maior e mais grosso do que seus dedos estimulando-o, e uma mão maior que a sua, mas tão habilidosa quanto em seu membro. Seu corpo contorcia-se cada vez mais, pedia por mais, e a cada vez tinha mais de Tom. As estocadas seguiram fortes e ritmadas, atingindo o ponto de Bill várias vezes.

O moreno não teve tempo para dar qualquer tipo de aviso à Tom, vindo em sua mão. Tom, que também estava em seu limite acabou gozando dentro de Bill, sem nenhum tipo de aviso. Ambos estavam ofegantes, mas isso não significava que tinham que parar. Tom ainda estava dentro do amigo, movimentando-se contra ele, mesmo que mais lentamente. Bill entregava-se ao tão sonhando orgasmo, relaxando seu corpo sobre a cama. Logo Tom saiu de dentro do amigo, deixando seu corpo tombar sobre a cama.

– Nossa... – Bill disse ofegante, virando-se para Tom que estava ao seu lado.

Tom nada disse, muito menos fez. Seu corpo tremia e suava, completamente imerso em um intenso orgasmo que não tinha há tanto tempo. Também estava orgulhoso de si mesmo, já que agüentou tanto tempo dentro de Bill, o que quase nunca acontecia. Bill não estava muito diferente do amigo, embora já tivesse sua respiração mais estabilizada e o suor em seu corpo começasse a secar.

– Nós temos que fazer isso mais vezes. – Tom disse em voz baixa, fechando os olhos.

– É prático, bom, barato... – Bill riu, lembrando-se de quanto o amigo havia pagado por uma boa prostituta.

– Então quer dizer que além de boquetes também vou ganhar salário? Eu não poderia ter uma vida mais perfeita.

–Vai. E vai ganhar uma passagem de ida para o seu quarto. – Bill disse sério, puxando o lençol para cima de si.

– O que? Ah Bill, qual é. Eu estou cansado e sensível, você sabe como é. E além do mais, você mesmo disse que a minha cama é uma bosta. – Tom reclamou, ficando de costas para Bill.

– Você disse que ela era boa o suficiente para dormir e foder. Faça bom proveito.

– Você é realmente um merda, Bill. – Tom levantou-se, pegando uma peça de roupa no chão.

– Também te amo, Tom. Tenha uma boa noite. – Bill virou para o lado, fechando seus olhos. – Ah, e não se esquece de apagar a luz e fechar a porta.

Tom bufou, fazendo o que Bill havia pedido antes de sair do quarto. O caminho até o aposento não era longo, mas Tom sentia que estava prestes a desmaiar. Talvez o tempo que ficara sem sexo tivesse tomado parte de sua resistência, assim como um atleta quando ficava muito tempo sem praticar seu esporte. Mas como nesse caso, era tudo uma questão de prática, que teria todo dia. Ou não.

Notas finais
E então, o que acharam? Nos digam por um review! Indicações, algo? Até mais!