Friends, Loves, and Problems
7 Surpresa?
Notas iniciais
Pera! PARA TUDO! Ficando!
Nada contra colega. O mundo é gay. E a maioria do povo é enrustido, mas essa até Madre Teresa ficou espantada.
–Pera... Deixem-me ver se digeri certo. Vocês estão ficando?
– Sim amiga. Algum problema? – July me olhou incrédula com minha reação.
– Não amiga, de jeito nenhum. É que isso foi tão espantoso que eu meio que buguei por uns instantes. Mas agora... – comecei a sussurrar – Como vocês descobriram que vocês se gostam assim? – fiz aquele gesto com a mão que as pessoas fazem pra dizer que a pessoa tá tão próxima da outra que tão até coisiedando.
–HAHAHAHAHA... Ai amiga para com isso. Enfim foi mais ou menos assim.
Flashback On:
As garotas entraram na casa da July no maior silêncio, não queriam acordar o cachorro e o pai neurótico da July.
– Venham. Cuidados aonde pisam.
Claro que a tarefa não foi nem um pouco fácil para Maah, mas com um certo esforço conseguiu. Assim que entraram na casa foram correndo na ponta dos pés para o quarto. “E não me pergunte como elas conseguiram fazer isso, eu sou apenas um simples narrador”.
– Meninas vocês trouxeram os pijamas de vocês e outras roupas né? – elas assentiram.
– Ok. Podem se trocar eu preciso ir lá embaixo rápido e já volto.
Mary e Maah se trocaram no quarto mesmo e ficaram conversando enquanto July tinha ido ao andar de baixo pegar o refrigerante e o brigadeiro de panela pra conversa ser mais interessante.
July entrou no quarto e fechou a porta, as meninas falavam algo sobre uma amiga antiga delas chamadas Flávia. Mary e Maah são amigas a mais tempo, então tinham várias coisas em comum, Maah sempre foi mais avoada e um pouco problemática quando o assunto é saúde e como Mary era mais velha dois anos, era sua “responsável”.
– Quem é essa Flávia? – July falou tirando um pouco de brigadeiro da panela.
– Uma amiga nossa do médio. Ela fazia balé e quando estávamos pra sair da escola ela recebeu uma bolsa de estudos pra ir pra Londres dançar numa companhia muito famosa de lá. – Maah não perdia a mania de falar de boca cheia.
– Nossa que incrível.
– É. – Mary falou dessa vez – Nós três fomos muito próximas na escola. Mas depois nossa comunicação ficou rara com ela. A última vez que nos falamos foi quando ela disse que viria pra cá no segundo semestre.
– Ela sempre foi louca, — Maah não conteve os risos – ela uma vez pegou um nerd só pra pegar cola durante uma semana de provas porque ela ficou doente e não foi pra escola, logo ela perdeu a revisão. Só que no dia em que eles ficaram um conhecido passou e tirou fotos e no outro dia a escola toda ficou sabendo.
– Ela ficou com mó cara de bunda quando viu as fotos. – Mary ria horrores – a gente riu no início, mas teve que parar pra não deixar ela mais pê da vida.
– HAHAHA... Eu com certeza me enterrava por um mês. – July disse por fim.
A noite ainda teve muitas histórias divertidas, emocionantes, e comoventes. Até que elas viram que já tava dando três e meia da manhã e elas concordaram que tava na hora de dormir. Maah pegou tão rápido no sono que as outras garotas ficaram espantadas.
– Nossa! Eu preciso aprender essas técnicas milenares com a Maah de como dormir só encostando a cabeça no travesseiro.
– Eu to sem sono, preferia ficar acordada me entretendo.
July olhou com um olhar malicioso pra amiga como se ele soubesse o que a mesma estava pensando.
–AH! Não. – July fez um bico de poxinha. – Você sabe que isso só pior as coisas.
– Piora nada.
Mary e July descobriram que são lésbicas a muito tempo atrás, logo que se conheceram brincando de Verdade ou Desafio.
– Hoje você não me escapa.
Desculpe-me ser desse jeito, mas vai um pouco de Lemon pra vocês.
July puxou Mary pra cama já que Maah tava deitada num colchão mais perto da central de ar. Ela adora o frio.
July ficou em cima de Mary e assim fez com que seus lábios se encostassem de maneira voraz e faminta. As mãos de ambas deslizavam pelo corpo da parceira. Então foram tirando parte de suas roupas.
– Me mostre do que é capaz. Deixe-me louca. – Mary sussurrou no olvide July deixando a morena mais cheia de tesão.
– Pode deixar.
July deu beijos desde o pescoço de Mary e foi deslizando até a área V da garota.
Lá ela começou uma série de oral feat. Dedadas na vagina da Mary.
–Isso... Meu deus... Como você é boa nisso... Ah... Isso... Faça-me gozar... Oh July.
A morena ria e continuou até Mary chegar ao ápice e gozar descontroladamente.
–Agora... é minha vez. – Mary já estava ofegante.
– Me faça delirar.
Mary então desceu até a vagina de July e começou o mesmo trabalho que July teve, fazendo a morena se contorcer de prazer.
– Isso... Isso... Uau... Que boca é essa?... Ah...
Mary continuou mais um pouco até July gozar e então começaram a se acariciar. Depois se vestiram e conseguiram pegar no sono.
Flashback Off.
– Eu só queria saber o porquê de vocês namorarem não detalhes da primeira relação sexual de vocês. – senti-me desnorteada com tantas informações.
– Ok. Amiga. Desculpe –nos por ti fazer passar por isso assim tão rápido, mas é que a gente tava ansiosa pra ti contar.
– Sim , mas...
Fomos interrompidas pelo professor mandando todo mundo se arrumar que as primeiras palestras iriam começar. E a primeira seria com dois médicos que por sinal eram bem gatinhos e fofos.
– Bom esses são Carlos e Junior, eles vão dar a palestra agora sobre vários fatores cruciais e bem importantes para um médico na hora de uma cirurgia.
– A gente fala disso mais tarde. – sussurrei pras meninas e elas assentiram.
– Bom primeiro e tudo, bom dia a todos. – quem falou primeiro foi o Carlos – Já que nos vamos falar de algumas coisas bem preocupantes que muitos médicos ultimamente fazem que é a falta de higienização dos produtos utilizados nas cirurgias. Se não esterilizarmos isso causará sérios problemas, principalmente metais já que na maioria das vezes eles trazem bactérias, fungos, e às vezes até complicam o estado do paciente em vez de ajudar.
E assim eu aguentei essa palestra não tão interessante a não ser pelo fato deles serem gatos. Que me deixaram atenta por muito tempo. Era meio chato saber como esterilizar um instrumento de trabalho. Amigo! Hello! Acho que não nasci ontem não.
Mas enfim o falatório se seguiu até umas dez horas que foi quando o professor disse que seria nosso intervalo e que dez e meia teria outra palestra.
Eu e as meninas fomos para a lanchonete, a fome já me consumia.
– Olá. – alguém tocou no meu ombro.
– Olá. – virei –me e vi o médico da apresentação Carlos na minha frente.
– Desculpa vir assim sem ao menos saber de você, mas será que podemos conversar em particular?
– Claro. Mas agora?
– Não. Melhor um lugar mais reservado. Que tal uma saída hoje à noite. Topa?
– Com certeza. – Virei-me pras meninas. – Vocês se importam?
– Não. – elas responderam em coro.
– Ti pego na sua casa as sete. Ok?
–OK.
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