Notas iniciais
Se houver alguém com amigas que tenham apelidos iguais não se assustem. Na verdade foi uma prima que pediu para que eu fizesse essa fic com esses nomes.

Seis Meses Antes.

Eu estava sinceramente muito ansiosa e nervosa também na nova “escola”, na verdade na faculdade. Era difícil entrar na Universidade Estadual De San Francisco. Além de concorrida, o curso de medicina ainda era um dos que tinha maiores cotas, mas graças a deus eu consegui entrar. Aquilo era a realização de um sonho meu e dos meus pais. Ah! Antes que eu me esqueça, minha mãe se chama Lucy e meu pai se chama Louis. Eu e minha mãe somos do Brasil, já meu pai (que na verdade verdadeira é meu padrasto) é nacional de Los Angeles.

Mudamo-nos a cerca de uns 4 anos para cá por conta do trabalho do meu pai. Minha mãe conseguiu um emprego num escritório conhecido daqui, já eu estava entrando na universidade.

– Filha! Tem certeza que não se esqueceu de nada e está bem?

–Sim mãe. Não se preocupe está tudo bem, caso aconteça eu ligo, ou mando um sinal pro Batman. – rimos.

Ela foi embora, mesmo não gostava desse jeito super- protetora comigo eu gostava do fato dela ser assim. Bom o que importa agora é me achar nessa universidade maior do que não sei o que.

Os portões eram enormes pareciam daqueles de entradas de mansão de filmes. Por dentro ela tinha um lindo jardim acompanhado de um grande campo de esporte e lazer. Olhei meu papel e vi que meu bloco era o B – Sala 201. Enquanto lia e andava acabei não percebendo que alguém vinha correndo em minha direção, apenas senti algo forte me derrubar no chão com uma força descomunal.

– Desculpa! — disse o moço alto, de cabelo castanho enrolado, e olhos claros.

– Ok. Estou bem. – respondi me limpando

– Não foi minha intenção. Meu nome é Bradley Pittchers, mas todos me chamam de Brad Pitt por conta do ator. – falou lançando um sorriso de canto de boca.

– Está tudo bem, já disse. Meu nome é Lully Carter.

– Muito prazer. – disse indo embora.

Nossa! Aquele chacoalhão valeu a pena mesmo, ele parecia ser lindo e simpático, mas também um daqueles que só querem se aproveitar das boas moças. Eu realmente me distraí. Agora vamos ao que interessa e vamos achar a minha sala antes que eu perca o primeiro horário.

Eu entrei na sala que mais parecia que eu tava me enfiando num freezer de tão frio que lá estava. Sem falar naquele momento mega- constrangedor que você entra num local e todo mundo ti olha com aquela cara de bunda sem o menor por quê.

Sentei numa fileira em que havia umas três meninas cochichando algo. Senti não ser percebida por elas, então continuei tranquila na minha. A primeira aula era mias apresentação do que aula, quem entrou foi o diretor para fazer aquele famoso sermão das normas da universidade, coisas que pode ou não fazer, do sistema de ensino e blah, blah, blah. Aquilo era totalmente desgastante.

– Posso fazer uma pergunta? – olhei pro lado e uma das meninas do trio do cochicho.

– Pode sim. – queria ser extremamente doce, depois de imaginar várias maneiras de quebrar a cara daquele Braddley que me derrubou mais cedo.

– Como se sente depois de dar de cara com um dos garotos mais desejados da universidade? Além do mais os corredores estão comentando que depois que ele falou com você ele saiu com um sorrisinho de quem quer algo?

– Eu realmente não sei. Parece estranho me sentir bem depois de um brutamonte me jogar com tudo na frente de todos no pátio da universidade.

– Sério? – disse a outra do lado dela, uma ruivinha com uma imitação de piercing no nariz.

– Sim. Afinal eu não estou num filme aonde um garoto vai me derrubar e depois vamos ser um lindo casal apaixonado.

– Que pena! Se fosse eu, já tinha aproveitado e me jogado nos braços dele.

Rimos todas com aquela revelação extraordinária.

– Desculpe não termos nos apresentado. Eu me chamo Mary, essa é a Maah. – disse apontando para a ruiva com o piercing- e essa é a July. – agora apontando para a que ia se jogar nos braços do brutamonte.

– Prazer. Me chamo Lully.

– Prazer.

(Barulho do Sinal da Próxima Aula)