Notas iniciais
Desculpa a demora. Eu tava sem criatividade e saiu mais ou menos legal. Eu acho que o próximo promete muitoooo. Hehehe...

Meu sono veio rápido, mas o sonho que veio junto não tanto. No meu sonho eu estava andando por um lugar bem florido cheio de cor e pessoas brincando conversando, era uma rua legal, animada, tinha várias casas, mas eu ia em direção a uma.

Eu não reconhecia a frente e nem a rua por onde eu tinha vindo, mas reconheci quem veio atender. Era o Brad, ele tava sorrindo de um jeito fofo e estranho, me puxou e me levou pra dentro. Acho que só tava ele em casa. Não vi outro ser humano além de mim mesma e ele.

Foi aí que tudo ficou mais estranho e picante. Ele começou a tirar minha roupa e eu a dele, e nós nos beijávamos de maneira intensa e calorosa. Eu sentia os beijos como se fossem muito reais. Então ele me jogou na cama e começou um oral em mim me deixando extasiada e pronta pra recebê-lo e aí ele começou uma penetração lenta e excitante. Ele me dava chupões deixando várias partes de mim marcadas.

Foi então que acordei super assustada, suada, e decidi tomar banho. Aquele sonho me deixou muito ofegante. SENHOR!!

Entrei no banheiro, me despi e liguei o chuveiro. A água tava gelada e conforme ia me molhando lembrei-me de cada toque do Brad no sonho, cada marca deixada. E fui relembrando até me dar conta disso então fui dormir.

O dia tinha amanhecido nublado do melhor jeito possível e o frio tomava conta do quarto, mas aí minha prima vagabunda desligou a central por causa do frio extremo. Devia mandar essa peste pro Pólo Norte isso sim, assim ela ia saber o que era frio.

Entrei no banheiro e coloquei o chuveiro pro modo inverno, mesmo que eu goste do frio eu ainda não sou um pinguim então vamos alterar colega. Tomei um banho rápido e fui me arrumar.

– Bom dia filha.

– Bom dia pai, mãe.

–E aí como foi lá?

– Foi bom. Nada de exageros.

– Hum...

– Bom dia família – meu irmão falou se espreguiçando

–Oi.

– Oi tio, tia. Ah! Ontem a gente se encontrou lá no mesmo shopping.

–Sério?

–Sim.

Agora é sério alguém aí me dá uma arma pra eu fuzilar essa muleca. PQP mano. Ela tem carne moída em vez de cérebro, ou quando venderam ela pra mãe esqueceram de falar que tava com defeito.

– Que bom. E você pode nos dizer algo sobre o acompanhante da Luh?

–Pai!

–Não tio. Eles foram à pizzaria e eu e o Brad fomos para um restaurante.

–Atá.

–Acabou o interrogatório? Que bom né colega. Precisamos ir. Vamos Karol se não a gente se atrasa.

– Tchau.

Puxei ela e fomos direto pra garagem pegamos as bike e rumamos em direção a universidade.

Chegamos em dez minutos lá. Logo na entrada encontrei com a Mary e a July andando de mãos dadas.

– Oi meninas. – enquanto eu falava eu colocava a bike no lugar das bike.

–Oi luh. E aí como foi lá? – Mary sempre curiosa.

–Foi bem legal... E olha. – mostrei o anel que ganhei dele.

–Nossa. Já assim tão rápido? – July examinava o anel na minha mão.

–Hahaha... Não, nós ainda não estamos namorando. Mas não nego que não seria uma boa ideia.

–Enfim, o bom é que se divertiu né? – Mary disse por fim.

– Sim!

– Oi meninas. Vocês nem vão acreditar!

–Oi Maah. Nós estamos bem e você? Ah legal. – olhei pra ela séria.

–Ah! Luh. Deixa disso, o negócio é o seguinte o pessoal “popular” daqui irão fazer uma festa super louca sábado. E aí como eu tinha saído com um deles ele me deu convite pra nós irmos. E aí vocês topam?

–Festa? Sábado? To lá. – July disse — E vocês?

– Por mim tudo bem. – Mary disse dando ombros.

–Então eu vou.

Fomos pra sala conversando sobre garotos e sobre a festa.

Chegando na sala o professor já tava lá. Ele é muito pontual e chega sempre antes dos alunos.

–Garotos, hoje vocês vão pegar essas apostilas e resolver esse questionário do material da semana. Vale cinco pontos pra média final de vocês nesse semestre.

Hã? CINCO PONTOS. Me dá isso que agora eu vou ser a melhor aluna dessa classe.

A gente pegou e foi cada uma pra sua cadeira. A apostila tinha cinco folhas e 100 questões.

–Meu senhor. Isso é castigo?

–Não. Isso se chama dever de casa. – Mary respondeu com a cara na apostila

O tempo passou rápido, nem tivemos intervalo. Quando bateu o sinal da saída eu tava marcando a resposta da última questão.

Aquilo foi realmente torturante. Minha cabeça e meus neurônios já estavam pedindo arrego.

Até que meu celular vibrou.

‘Quem vê o sol sem óculos escuros consegue apreciar seu maior brilho. Quem enxerga você sem óculos consegue ti amar incondicionalmente. Bom dia.’

Aaaaaaaaaaaaaaah! Já posso começar a pirar.

–Meninas! Olhem isso. – mostrei a mensagem pra elas. E a Maah deu seu gritinho épico.

–Ai meu deus. Ele tá tão na sua! – a gente olhou pra Maah com uma cara de tipo “Ok Greg Versão Feminina”

– Isso pode ser verdade amiga. – July me encarou – Ele realmente pode estar ti querendo.

– Eu nem falei pra vocês de outra coisa. – mostrei a mensagem do Brad no meu celular. – Ele me mandou a noite depois que eu e o Carlos encontramos ele e a Karol no shopping.

FALANDO NOS FILHOTES DE CRUZ CREDO.

–Oi gente. Luh eu tenho que ti contar algo... Eu e o Brad... Nós estamos namorando.

Levantei da cadeira e abracei ela e começamos a pular de alegria. Não sei porque eu fiz isso, mas foi tão automático que não deu tempo nem de pensar.

–Nossa que legal. Eu desejo muitas felicidades para o casal.

–Oh! Lully. – a mary levantou o celular me lembrando da mensagem.

–Shiu! Esquece isso.

–Esquecer o que Luh?

–Coisas do curso. – Sorri – Então vejo você mais tarde?

–Sim. Até mais.

O Brad saiu me encarando que parecia que ele tava com raiva da minha reação super eufórica após a bomba do mês.

– Amiga acho que o Brad não ficou feliz com sua felicidade estampada ao saber que ele tá pegando sua prima.

– Eu sei Mary, mas não posso fazer nada. Aquilo foi muito automático, e eu to feliz também, assim eu não tenho que me bater com ciúmes.

–Humm... OK. Mas agora vamos, temos que ir , mais tarde vamos nos reunir pra ver que roupa vamos usar na festa.

– Mas a festa não é sábado?- falei estranhando.

–Amiga. Amanhã é sábado.

– Putz....

Sério que amanhã era sábado? Jesus, eu to mais perdida que cega em cidade grande.

Cheguei em casa mega cansada da universidade, mamãe tava fazendo comida, e meu irmão e a minha prima ainda não haviam chego. Então fui pro quarto, mandei uma mensagem pro Carlos perguntando como foi o dia e ele me respondeu dizendo que foi corrido e trabalhoso.

Sorri ao saber que mesmo não sendo meu Namorado-Oficial, a nossa relação parecia tão legal. Mas a história do Brad tá namorando a Karol ainda me deixava encucada, foi muito rápido e porque logo namorar? Ai ai. Vai entender.

–FILHA!

–Oi!

– Vem comer!

–To indo.

Minha mãe sempre foi doce igual a um bombom de alho e isso só melhorou, digo, piorou depois que eu e meu irmão viemos a Terra. O estágio devolutivo dela começa: legal com a gente quando criança, e aí o Godzilla guardado dela se liberta depois dos treze, ou quatorze.

Desci pra cozinha e minha prima chegou.

– Luh. Por que você não me esperou?

– Eu não te vi lá, então eu vim embora. Tava mega cansada com o exercício de hoje.

–Filha. Por que você não esperou sua prima? Sabe que ela não pode vir sozinha por aí. – mamãe dizia me olhando de cara feia.

–Hã? Eu agora além de prima ainda tenho que ser guarda costas? Eu não to sendo paga pra isso!

– Tudo bem tia. – Karol falou por fim querendo cortar a briga. – O meu namorado me trouxe. – falou dando ênfase em “namorado”

–Hum... E quem é seu namorado minha querida?

– É o Brad!

– Ah! Aquele moço parece ser um bom rapaz.

AH! Pelamor colega, você nunca viu ele e agora vai querer dizer que ele é um bom rapaz? Por isso que eu detesto quando o perfil falso dos meus pais assume o lugar dos verdadeiros. Isso é uma tortura infinita.

Almocei e fui pro quarto estudar, mais tarde sairia com as meninas e não queria está com vontade de matar alguém ao sair de casa.

Carlos mandou mensagem:

‘Oi. Passei pra ti dizer que vai ter uma festa sábado do pessoal da Universidade. Você tá sabendo?

Sim. Sim. Eu soube. Você vai?

To querendo. E você?

Eu vou com as meninas.

Então já to lá. Tchau’

Me arrumei e saí do quarto. Já tinha ligado pras meninas e tínhamos marcado pra nos ver em quinze minutos no shopping.

–Pai.

–Oi.

–Pode me dar dinheiro. Amanhã eu e as meninas vamos sair pra dar uma volta na cidade.

– E eu tenho cara de banco?

–Não. Tem cara de um homem que está me criando e me dando de comer e de...

–Tá. Tá. – papai me interrompeu e me deu dinheiro.

Saí pra fora e peguei o ônibus porque eu não tinha carro e o papai depois dessa não ia me levar de carro nem que eu pagasse.

O ônibus demorou um pouco, quando chegou eu já tava com bastante pressa. Passei pela catraca e tinha um lugar no fundo e só uma pessoa lá. Sempre adorei o fundão, mas nunca soube que essa seria a primeira vez que eu iria me arrepender de sentar no fundo.

– Oi Luh!

–Brad?????

–Ah! Oi Lully. Não sabia que você pegaria esse ônibus!

– Eu também não, mas já que tá aqui né fazer o quê.

Me sentei na janela distante um pouco dele, e coloquei meu fone.

A viagem foi um pouco longa, mas enfim cheguei ao shopping. E logo avistei as meninas.

– E aí! – Mary acenou.

–Por que tu demorou tanto? – July me abraçou.

– O bonde demorou e eu não tinha como vir de carro com o papai.

–Ok. Agora vamos que hoje parece que todo mundo decidiu vir ao shopping comprar alguma coisa.

– Vamos.

O shopping realmente estava cheio então decidimos ir às que tinham menos pessoas. E assim passamos mais de quatro horas batendo perna e conversando sobre tudo até sobre melhores posições sexuais.

– Sério que você ama 69 July? – Maah falou um pouco alto que fez uma senhora que estava passando ao nosso lado nos olhar com uma cara assustada, fazendo a gente rir muito.

– Dá pra falar mais baixo Maah. E sim eu gosto muito.

– Eu prefiro espanhola... – me arrependi na hora de falar.

–HAHAHAHAHAHA- todas elas riram bastante.

–Ok. Depois dessa nós com certeza precisamos pegar dicas de posições com a Lully.

– Já chega né gente. – já tava vermelha parece um tomate de vergonha lá.

– Tá bom.

Fomos pro carro da Mary, o da July tava no concerto. Olhei pra trás e vi que o Brad tava junto de uns amigos saindo de lá e olhou pra mim. Eu não sei o que é, mas parece que o Brad ainda chama a minha atenção mesmo eu gostando do Carlos.

E olhar pra ele me fazia lembrar do sonho super louco que tive e manhã. Aquilo me deixou ofegante.

– Terra chamando Lully. – Maah passava a mão na frente do meu rosto. – Ei amiga. Volta pro real. Tá viajando no país das maravilhas e esqueceu de falar foi?

– Desculpa. Vamos.

Entrei no carro e ela me deixou em casa. A viagem foi mais rápida e quieta falamos pouco, ficamos mais cantando as musicas sem saber ao certo se era o nosso inglês que tava errado ou se era o cantor que ia rápido demais na música.

Cheguei em casa mega cansada e o papai já havia saído, deixou um bilhete dizendo que meu irmão ia dormir na casa de um amigo (lê-se: iria pra alguma festa escondido, ou ia pegar alguma garota).

Deixei o bilhete e fui pro quarto largar as coisas lá, minhas pernas já não me aguentavam em pé.

–Oi Lully. – a Karol tinha espalhado uns trezentos vestidos pelo quarto. – Preciso que me ajude a escolher um desses vestidos pra festa de amanhã.

–Se eu conseguir entrar no meu quarto eu verei como posso ti ajudar. – eu ia andando como se estivesse em um campo minado.

– Ah! Cuidado.

– Garota tira esse milhares de vestido do chão. Eu ainda quero me movimentar aqui colega.

–Ai! Pera se não você vai amassar todos. – ela foi catando um por um pra poder eu olhar.

–Olha eu acho que esse aqui tá melhor. – era um vestido não tão grande que tinha umas rendinhas super fofas. – Acho que vai valorizar seu corpo.

–Humm... Ok. Eu vou com ele.

– Legal.

A festa de amanhã ia trazer muitas surpresas. Boas ou não?

Só o tempo vai dizer.

Notas finais
A festa vai ser muito loca e os vestidos eu coloco o link amanhã de como eles são. Inté povo. Reviews. Algo que queiram me digam.