Freedom

2 Quando devemos aproveitar a chance


Notas iniciais
Hey pessoal! Os números que a fanfic teve foram muito bons, embora muita gente tenha deixado de comentar. Resolvi esperar o Enem passar para postar. Os capítulos vão intercalar. Em um a Rose narra e no outro o Scorpius, ou outra pessoa, mas mantendo a ordem "um capítulo da Sonserina, em seguida outro da Grifinória". Quero agradecer a todos que comentaram, favoritaram e estão acompanhando! Comentem maaaais! Vejo vocês nos comentários ou no próximo capítulo! Enjoy it.

Quando devemos aproveitar a chance

A noite estava sendo agitada. Estávamos todos reunidos no Salão Comunal jogando o jogo da garrafa desde que o jantar terminara. A animação era evidente. Muita gente ficara de fora, apenas observando. Todos os Weasley’s estavam ali jogando, o que contribuía para deixar tudo mais animado ainda. Bem, quase todos estavam ali.

– Ok, minha vez de girar! – Dominique anunciou encerrando as risadas. Muita gente ainda se recuperava do ataque de risos da revelação de Dominique sobre seu fetiche que envolvia fantasias de Merlin e Morgana.

A loira girou a garrafa que caiu com a boca para Lily. Ambas sorriram cúmplices.

– Lily, ah, doce Lily. – Dominique começou a batucar os dedos na garrafa. – Verdade ou desafio?

– Desafio. – a ruivinha mordeu o lábio e todos no Salão ovacionaram. Tomei mais um gole de meu suco de abóbora, sorrindo.

– Desafio você a beijar o garoto que você está afim no momento. – mais agitação e Lily corou um pouco, se levantando. Todos começaram a fazer coro para que Lily agisse, enquanto ela olhava para cada um pouco envergonhada, mas achando graça.

Seus olhos passaram por mim e ali permaneceram, até que a voz da diretora soou em nossos ouvidos e todos se calaram.

– Já para as camas, agora! Já passa do horário de recolher. — todos começaram a se levantar rapidamente. – E o senhor, Malfoy, é Monitor. Deveria dar o exemplo.

– O jogo estava sendo civilizado, diretora. Não envolveu álcool nem ações obscenas, isso eu te garanto. Jamais deixaria isso acontecer de baixo dos meus olhos. – assegurei e Minerva amoleceu um pouco.

– É bom saber que é um aluno e Monitor aplicado, senhor Malfoy. Sei que posso contar com o senhor. E quero desejar-lhe boa sorte na seleção. É um dos meus alunos mais brilhantes. – “um dos”. Claro. Sorri em agradecimento e desejei-lhe boa noite, indo em direção ao meu dormitório.

– Hey Scorp! Entre na aposta também. – Lorcan Scamander me chamou e comecei a rir, já imaginando do que se tratava. Fred Weasley II, Charlie Benson e Ezra Finnigan estavam deitados em suas respectivas camas, provavelmente fazendo parte da aposta, que certamente envolvia...

– Lily Potter! – Ezra exclamou e Lorcan se jogou na cama, sorridente.

– Quem seria o garoto que ela tanto queria beijar?

– Os idiotas ali estão achando que ela queria beijá-los. – Fred comentou revirando os olhos.

– Ei, eu não estava pensando nada! – Charlie se defendeu. – Não sou um patético apaixonado por Lily Luna como o Finnigan e o Scamander ali. – ele indicou os dois, que sorriam feito idiotas.

– Ela ainda será minha. – Ezra garantiu, fechando os olhos castanhos e sorrindo.

– Vou querer viver para ver esse dia chegar. – falei tirando minha camisa do uniforme e me jogando na cama.

– Também vou querer. Espero encontrar uma pedra filosofal rapidamente. Acho que mais de seiscentos anos serão necessários para isso. – Fred zombou e Ezra apenas ignorou.

– Você perde tempo demais admirando a Lily, que não te dá atenção alguma, enquanto poderia estar, de fato, sendo feliz. – argumentei, mas Ezra era cego demais.

– Sou feliz quando ela fala comigo. Sou feliz quando ela me olha. Ou quando me pede a pena emprestada...

– Ela só fez isso uma vez... – Fred encarou-o abismado.

– E sorriu agradecida! – Ezra se levantou da cama com os cabelos castanhos bagunçados, e um olhar sonhador.

– Ela sequer lembrou do seu nome! – foi a vez de Charlie argumentar.

– Caras, desistam. – Lorcan tinha uma queda por Lily também. Eu não podia negar que a Potter era realmente bonita, mas não me despertara nada de especial. Na realidade garota alguma tinha despertado em mim algo de especial até então.

Já tive alguns relacionamentos e vários rolos, mas nada que realmente fosse bom. Cheguei a namorar uma trouxa certa vez. Ela era incrível, mas Hogwarts me mantinha longe dela por um ano letivo inteiro. Um namoro de verão não agradava a ela.

...

Logo pela manhã os ânimos estavam agitados. No horário do almoço saberíamos os aprovados para o grêmio. Um número consideravelmente grande de pessoas tinham se inscrito, mas isso não me deixava menos confiante. Modéstia a parte eu era um excelente aluno.

– Sua auto-confiança é digna de um sonserino. – Fred zombou e eu ri pelo nariz, comendo minha torrada. – Somos amigos há tantos anos e fazer piada com seu parentesco e seu sobrenome continua sendo inevitável. – ele deu uns tapinhas nas minhas costas e voltou a devorar seu café da manhã.

– É tão bom ter um amigo como você, Weasley.

– Digo o mesmo, Malfoy. – nós dois rimos e Hugo Weasley se sentou de frente para nós dois.

– Malfoy e Weasley. – ele torceu o nariz ao dizer isso. – Lembro-me como se fosse ontem quando meu pai...

– Disse a sua irmã para ficar longe de um Malfoy, um sonserino, sangue puro. E de como ela deveria me bater em todos os exames. – completei com ironia. – Toda santa vez você repete isso, Hugo.

– Foi mal, Scorp. Mas é muito irônico. Sério.

– Ah, jura? – perguntei retoricamente, sem emoção.

– Quando a Rose foi nomeada monitora da Sonserina meu pai soltou um suspiro alto. Ele estava sim orgulhoso dela, mas se fosse pela Grifinória ele com certeza teria ficado mais feliz. – o ruivo comentou enquanto passava geléia na torrada. Suspirei baixinho. Não queria saber nada sobre Rose Weasley. Ela não me despertava a atenção em nada, tão pouco queria saber sobre sua relação com a família após se tornar a ovelha verde.

Por um lado eu a entendo. Quebrar séculos de tradição é realmente apavorante. Quando fui selecionado para a Grifinória meus pais ficaram chocados assim como minha avó, mas levaram tudo muito bem.

Já meu avô teve uma reação péssima. Meu pai, por ter se regenerado, não ficou tão revoltado, mas não estava muito satisfeito. Querendo ou não o orgulho Sonserino era forte nele. E seu único filho vai para a Grifinória. Grande ironia.

De repente me vi curioso para saber mais sobre Rose Weasley. Afinal, a família dela é muito mais numerosa que a minha. E você possuir um Grifinório em uma família cheia de Sonserinos é diferente do que ter uma Sonserina em meio a tantos Grifinórios.

– Ela é muito próxima da família? – perguntei casualmente e Lily, Dominique e Roxanne me encararam céticas.

– Ela é um tanto... Fechada. – Dominique começou e demos uma leve olhada para onde ela estava, conversando tranquilamente com Albus, Catherine Nott e Anthony Zabini. Tony me notou e acenou, atraindo a atenção dos outros três. Albus acenou, Catherine sorriu minimamente e Rose ergueu as sobrancelhas. Logo eles voltaram a conversar, sem olhar em nossa direção novamente. – Eu falei.

– Não sei o motivo do interesse súbito após tanto tempo, Scorp... – Lily comentou casualmente me encarando com os olhos castanhos.

– Pois eu sei! – Hugo sorriu abertamente e eu ergui o dedo, para contra-argumentar, imaginando do que se tratava.

– Ah, não é nada disso! Eu só queria saber se...

– VOCÊ ESTÁ A FIM DELA! – ele exclamou em alto e bom som e alguns alunos se viraram curiosos. Fiquei vermelho de raiva e ralhei com Hugo.

– Fale mais alto, Weasley! Seu pai não conseguiu escutar daqui! – bati a mão na mesa, tomando meu suco, enquanto as pessoas próximas explodiram em especulações.

– Calem a boca! – Fred pediu e todos o encararam.

– Foi apenas uma pergunta! – falei exaltado.

– Caso vocês não sabem nossa priminha vai competir com ele pelo cargo na Romênia. – Fred argumentou e todos fizeram um “ah” de compreensão. – Nada como conhecer o inimigo. – ele piscou para mim e me deu uma cotovelada. Agradeci em silêncio e voltei a comer em paz.

– Pensando bem, minha irmã é tão rabugenta que não atrairia garoto algum. – Hugo comentou dando os ombros e Lily, Dominique e Roxanne riram.

– Eu diria sincera. – ouvimos a voz de Al e todos pararam de rir. – Bom dia família. – ele sorria abertamente, mas não pude deixar de notar o tom irônico em sua voz.

No nosso primeiro dia de aula nos tornamos amigos. Mesmo sabendo nossos sobrenomes. Lembro-me de como Rose era quieta. Catherine discutia freneticamente com Anthony. Eu os conhecia há anos, já que nossos pais eram amigos nos tempos da escola.

Al e eu nunca ligamos para sobrenome, mas quando fomos parar em casas totalmente opostas àquelas que todos esperam que nós entrássemos, a coisa inverteu um pouco o papel.

Meu primeiro ano foi um porre. Todos me olhavam torto por pertencer ser um Malfoy na Grifinória. E todos tentavam bajular a Weasley e o Potter, mais especificamente o Potter.

Até que um dia, Albus cansado de toda aquela pressão por possuir o sobrenome Potter deixou uma pobre garotinha traumatizada ao berrar em plenos pulmões que, antes de ser um Potter, era um Albus. E apenas Albus Severus.

Amanda Lore era a garota. Era uma grande fã de Harry Potter, e se encantou ao saber que seu filho estudaria com ela. Ela enchia James Potter com perguntas sobre o pai e a época de Hogwarts. Ele, orgulhoso, respondia a tudo. Amanda chegou até a passar o natal na casa dos Potter. O primeiro e último.

Um belo dia, Amanda foi falar com Albus e ele explodiu no meio do Salão Principal. Em seguida Rose Weasley retirou o primo do lugar, mandando todos voltarem às suas tarefas inúteis. Amanda saiu correndo e foi chorar no banheiro feminino. Fui atrás dela e vi três garotos da Sonserina zombando dela devido aos seus cabelos encaracolados e aparelho ortodôntico. Defendi-a e desde então nos tornamos grandes amigos.

Desde esse dia nos tornamos amigos, Hogwarts passou a me amar e os três garotos morderam as línguas, querendo ficar com Amanda Lore, uma nascida trouxa muito inteligente e atraente, que exibia os aparelhos com orgulho.

– Família e amigos. – Al acrescentou olhando para mim e Amanda, ao lado de Fred, que até então estava tão absorta em sua leitura que não falara nada. E com Albus não foi diferente. Ele se pigarreou e nada. – Bom dia! – exclamou ele fechando o livro dela.

Oh, merda.

Amanda ergueu os olhos para Albus no mesmo instante e semi cerrou-os.

– Estava sendo um bom dia. – ela pegou o livro com selvageria da mão do Potter de olhos verdes e voltou a ler, sem dar mais atenção para ele, que soltou um muxoxo.

Sorri de canto. Albus Potter mordendo a própria língua. Quem diria!

– Vim desejar-lhe boa sorte. – Albus falou me encarando, sorrindo. – Desde que não vá competir com Rose pelo mesmo cargo, pois aí devo desejar-lhe muito azar. – ele falou sério e eu ri.

– Se eu fosse sua prima não ficaria tão auto-confiante. Mas eu te perdôo por apoiá-la.

– Família em primeiro lugar. Sempre a família em primeiro lugar. – a indireta e o tom ácido em sua voz eram evidentes. Um desconforto se instaurou na mesa, mas Albus apenas sorriu rapidamente e deu as costas, indo para sua aula.

– E tapa na cara da família Weasley! – Hugo comentou se levantando e pegando uma maça da mesa. – Bom dia para vocês. – e saiu correndo.

– Você vai se sair bem, Scorp. – Lily sorriu para mim. – Albus é apenas um garoto revoltado, assim como Rose.

– Acho que você deveria ser mais compreensiva com eles. São sua família. – falei me levantando também. Lily arregalou os olhos, perplexa, e me seguiu.

– Perdoe-me, Scorpius, mas eles preferem se isolar.

– Tudo porque a família não aceita os dois como eles realmente são.

– Você não entende... – ela falou irritada.

– Ah, acredite, eu entendo. – frisei encarando-a e ela desviou o olhar, dando meia volta e indo para sua aula.

...

Na hora do almoço um alvoroço enorme se formava no Salão Principal em torno do mural de avisos. Tentei chegar lá com ajuda de Fred, mas muita gente estava empenhada em ver o resultado. Afinal, apenas quatro seriam selecionados.

– Com licença, com licença. – pedi, dando algumas cotoveladas. Assim que cheguei ao mural sorri, mas alguém acabou trombando comigo.

– Me desculpe... – era Rose Weasley. Ela se calou e me encarou. – Foi sem querer. – a ruiva se recompôs e olhamos o mural ao mesmo tempo.

Selecionados para o Grêmio Estudantil

Grifinória

Scorpius Malfoy

Corvinal

Lysander Scamander

Lufa-Lufa

Amélia Miller

Sonserina

Rose Weasley

Sorri abertamente. Lysander tinha pavor de Dragões e Amélia declarava desde o primeiro ano que queria ser jornalista. Quanto à Rose Weasley...

Virei para encará-la ao mesmo tempo que ela também virou para me encarar. Nunca tivemos diálogos muito longos, mas eu sabia que ela era extremamente inteligente e ela sabia que eu também era. Competíamos vez ou outra em provas, mas apenas porque Albus apostava. Éramos bons. Éramos ótimos. Merecíamos o cargo. E era justamente esse plural que me deixava preocupado. Nós dois éramos incríveis. Mas havia vaga para apenas um.

– Se está sem coragem de perguntar, Malfoy, sim, eu tentarei a vaga na Romênia.

– Não ouse falar em coragem justamente comigo, Weasley. – ri irônico e ela ergueu uma sobrancelha.

– Sabe que eu já ganhei, não sabe?

– Sei de muitas coisas, Weasley. Essa não está na minha lista.

– Pois vou ensiná-lo. Senhor Malfoy.

– Terei prazer de provar-lhe que está errada, senhorita Weasley. – ofereci minha mão a ela que apertou e deu as costas.

Eu não fazia o tipo que tinha rixas com alguém ou que era capaz de odiar. Portanto eu não odiava Rose Weasley. Só éramos bons demais, e até então nunca tínhamos entrado em conflito. Agora não era um O em Transfiguração que nos deixavam preocupados. Era nosso futuro.

Eu tinha a teoria que Rose Weasley desejava mais esse cargo do que eu. Mas era apenas um palpite. E não era da minha conta.

...

No fim do dia eu e Amanda estávamos nos jardins fazendo nossos deveres de Defesa Conta as Artes das Trevas. Ela havia me parabenizado pelo resultado e estava botando plena confiança em mim.

– Espero realmente que consiga sua tão sonhada vaga, Scorpius. – ela sorriu enquanto me olhava. – Trabalhar com dragões sempre foi seu sonho, não foi? Ainda mais em um cargo tão alto!

– Vou poder estudá-los de perto, depois administrar todo o processo, desde a criação deles, o que podemos obter... Combater os maus tratos, o contra-bando. Tudo relacionado a dragões. – falei animado e ela sorriu mais ainda, como se fosse possível.

– Estou muito feliz por você, Scorp.

– Não esqueça que tenho uma concorrente forte. – alertei-a e ela revirou os olhos.

– Você tem uma mente infinitamente mais brilhante. – ela comentou dando os ombros, enquanto prendia os cabelos cacheados em um coque.

– Você diz isso porque é minha amiga. Albus diria o mesmo sobre Rose. – Amanda revirou os olhos ao ouvir o nome do garoto, e eu ri. — E por falar nele... – indiquei a ponta da pena logo atrás dela, que fechou os olhos respirando fundo.

– Amanda! – ele se sentou ao lado dela. – Como vai?

– Bem. – ela respondeu secamente, voltando a escrever.

– Não vai perguntar se estou bem? – Albus fez um biquinho, mas Amanda não notou, pois sequer olhava para ele.

– Não estou interessada. Não faz meu tipo ser tão retórica. – ela sorriu amargamente.

– E eu? Faço seu tipo? – ele perguntou presunçoso e eu tive que rir.

– Oh meu deus, isso foi tão James Potter. – Amanda olhou com desgosto para Albus, que deu os ombros.

– Só que melhor.

– Só que pior! – ela corrigiu-o.

– Quem sabe assim eu te conquiste. – Albus não desistia, por Merlin!

– Acho que será impossível me conquistar como James me conquistou. – ela sorriu abertamente e tanto eu quanto Albus ficamos estáticos. – Vou voltar para o Salão Comunal. O ar está meio pesado aqui... – e simplesmente saiu.

– Espera. – Albus falava sem compreender muito bem. – Espera... – ele estava finalmente assimilando tudo e ergueu-se de um salto. – Ela e James... Meu irmão e ela... Eles estão saindo? – Al me olhou acusadoramente e eu ergui os braços em rendição.

– Estou tão surpreso quanto você!

– Ah, deve estar! – ralhou o garoto, passando a mão nos cabelos. Ele murmurou algumas palavras desconexas e saiu sem falar mais nada. Verifiquei meu relógio e arrumei minhas coisas, logo a primeira reunião sobre o Grêmio começaria.

Fui em direção até o escritório da diretora e encontrei todos lá.

– Me atrasei? – perguntei um pouco relutante. Se algum dos observadores estivesse ali presente eu já teria pontos descontados.

– De forma alguma senhor Malfoy. – Minerva sorriu e eu me sentei ao lado de Amélia. – Vamos dar início a reunião.

Ela se levantou e começou a rodar a sala.

– O objetivo do grêmio é analisar vocês quatro e o espírito de liderança, responsabilidade e vocação para a área desejada. Vocês vão participar avidamente dos projetos da escola. Ao fim do ano os observadores podem se pronunciar, dizendo qual dos selecionados vão querer para suas áreas, e fica a critério de vocês escolher a área de interesse. Muitos alunos quiseram esse privilégio, e apenas vocês conquistaram-no. Aproveitem.

– Começaremos quando? – Rose Weasley perguntou.

– A primeira missão será organizar um baile para o Halloween. Mas não se trata apenas da parte decorativa. Quero que separem entre si as tarefas e façam relatórios. E para essa tarefa poderão escolher dois alunos para auxiliarem-nos. – ela se sentou novamente na cadeira. – Quanto ao restante do processo vou revelar aos poucos. Nada sobre a opinião dos observadores será revelado até o final do ano letivo. Lembrando que apenas porque um de vocês será selecionado automaticamente para uma vaga, não deverá se esforçar para os NIEM’s. Os NIEM’s terão peso na avaliação final dos observadores.

– Entendido. – falamos com segurança e Minerva sorriu.

– Estão dispensados. E aproveitem a chance. – ah, com certeza vou aproveitar.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Comentem, quero saber o que estão achando, quais são seus palpites sobre a fanfic e etc, etc. Beijos