Fragile
9 Extra: Birthday
Notas iniciais
Pra encher linguiça u.u ASHUAHSUAHSUAHSUAHS ~
Esse capítulo não tem nenhuma ligação com os outros ~apenas com o lemon do capítulo VI por causa de uma única frase~ por isso é extra, beleza? u.u
No Lemon, eu fiquei ouvindo umas músicas que eu acho que pode combinar, sabe ASHUAHSUAHSUAHSU Caso queira ver se combina e me dizer, tá aí:
http://www.youtube.com/watch?v=oU2dP7GCR44 (é meio irônico ler lemon ouvindo isso mas ok XD)
http://www.youtube.com/watch?v=eu-xFvLaE68
Boa leitura )o)
O som um tanto irritante do despertador invadiu os ouvidos do jovem Nightray, que abriu os olhos sonolento, um tanto irritado por ter sido acordado. Apertou o botão do topo do aparelho — que gritava sobre a hora — que o fazia parar com o barulho desajeitadamente.
Esfregou os olhos, sentando-se na cama. Nem precisaria olhar para o relógio para saber que eram 6:00 AM. Logo dirigiu seus orbes de coloração azul intensa para o lado, onde Leo deveria estar. Já iria cumprimentá-lo, se não percebesse que estava sozinho no quarto.
Logo indagou como Leo poderia ter o deixado sozinho bem no dia do seu aniversário.
Do lado de fora, Leo conversava com Charlotte, que o arrastara para fora do quarto para falar sobre o aniversário do Nightray. Leo não gostara muito do que a rosada falara, mas mesmo assim, preferiu continuar a, ao menos tentar, ser gentil com a Baskerville.
— Porque... o senhor vai dar um presente para ele, não vai, mestre Glen? — Charlotte sorriu radiante, colocando as mãos na cintura.
— Hm... não sei. Estou em dúvida ainda. — Leo não fez questão nem de se mostrar um pouco interessado na conversa, apenas revirou os olhos suspirando impacientemente.
— Mas... o aniversário dele é hoje, senhor! — Charlotte já começava a entrar em pânico pelo próprio mestre, cerrando os pulsos e levantando os braços.
— Eu sei. Se ele não me dizer nada desagradável, posso pensar em dar alguma coisa à ele. — deu de ombros, bocejando. — Agora, vou só por isso que você me acordou... ?
— Na verdade... eu queria que você desse um jeito de convencer o Vincent-sama a fazer uma festa surpresa para o Elliot aqui, de preferência. Ele não vai topar se eu pedir. E além do mais, já está tudo bolado, o único que não sabe da festa aqui é o Vincent-sama e o garoto Nightray. — a rosada bufou irritada, cruzando os braços.
— Você já tentou pedir para ele?
— ...Não. — Leo arqueou a sobrancelha esquerda, logo estreitando os olhos.
— Então devia tentar antes de me pedir algo assim.
— Mas se você pedir, ele vai concordar, com certeza!
— Eu só vou tentar dar uma ajudinha se ele negar o pedido de todos os Baskervilles. Aliás, você e ele tem uma boa relação, creio que ele vai concordar com isso. — Charlotte sorriu para o mestre, esperançosa. Leo desfez a expressão gentil, colocando uma emburrada no lugar. — Agora posso ir?
— Hm, mas o senhor não vai me ajudar?
— A fazer o quê?
— Pedir permissão para o Vincent-sama.
— Eu já disse as condições para você. — o Baskerville já começava a se irritar com a rosada, que apenas fazia um biquinho com os lábios. — Aliás, me chame de "você", eu não gosto dessa formalidade forçada.
— S-sim, senhor!... Er, digo... sim, você! Não, espera... — a outra parecia confusa com a própria frase, e logo colocou o dedo indicador nos lábios interrogativamente. Leo riu da reação, bagunçando os cabelos da Baskerville.
— Vai pedir isso para o Vincent logo. — disse um tanto irritado. Charlotte corou ao sentir o mestre tocar-lhe os cabelos, logo assentindo e saindo de perto do jovem decidida.
Leo voltara para o quarto depois do diálogo, ainda sentindo um pouco de sono. Ao abrir a porta, sentiu certo impacto de um travesseiro contra sua face. O Baskerville estreitou os olhos, tacando o travesseiro de volta.
— Onde você estava? — Elliot perguntou, com uma expressão irritadiça. Seus cabelos estavam bagunçados e seu olhar ainda cansado. Leo logo presumiu que o herdeiro acabara de acordar.
— Lá fora. — o loiro fuzilou-o com os olhos.
— Me diga o que estava fazendo.
— Não.
Assim que os dois começavam uma discussão novamente, Charlotte corria entre os corredores procurando por Vincent. E logo que o achou, sorriu abertamente, andando até ele.
— Vincent-sama! — pronunciou o nome do homem como se cantasse as sílabas e só pelo modo que a rosada aproximava-se com um sorriso maroto, ele já sabia que ela queria alguma coisa.
— Olá, Lottie. — disse o loiro, virando-se para encará-la com um falso sorriso no rosto.
— Você sabe que dia é hoje?
— Hm... dia oito, se não me engano. — Vincent arqueou ambas as sobrancelhas, cerrando os olhos.
— E você sabe o motivo de ser um dia tão especial? — Charlotte entrelaçou os próprios dedos uns com os outros e colocando a mão em cima do peito.
— O mestre Leo está de bom humor? — perguntou esperançoso, encarando a rosada.
— Er... não. Poxa, Vincent-sama! Você não lembra do aniversário do próprio irmão?!
— ...É hoje?
— Claro que é! — exclamou, apontando para a face do loiro irritada. — E eu queria a permissão para dar uma festa surpresa! Ele vai poder desestressar e xavecar o mestre Glen! — sorriu. Vincent franziu as sobrancelhas, nervoso.
— Xavecar o mestre Glen? — repetiu, logo mexendo a cabeça para espantar tais pensamentos desagradáveis para si. — E por que você precisa necessariamente da minha permissão? Quer dizer, já falou com o Leo?
— Ele me mandou falar com você, então acho que está tudo bem. — levantou os braços, empolgada.
— Se está tudo bem pra ele... — murmurou.
— Ah, quer dizer que era tão fácil assim te convencer?
— Hm? — gargalhou com o comentário, logo bagunçando os cabelos da rosada. — Vamos fingir que foi uma ordem direta do Leo, se isso está te incomodando. — a Baskerville sentiu seu rosto esquentar sutilmente, mas deu de ombros e saiu correndo animada, pronta a preparar melhor a festa.
Segundo ela, a festa ocorreria no salão principal da mansão — como já havia avisado praticamente todos os convidados. Chamara Ennie também apenas para tocar algo, e quem sabe, apresentá-la para Elliot.
Correu até o quarto do mestre, batendo na porta, com um sorriso radiante estampado no rosto. Assim que Leo a abriu, teve a visão da Baskerville; bem alegre, por sinal.
— Olá, Charlotte. O que foi? — perguntou seco.
— Eu... — a rosada espiou para dentro do quarto, percebendo Elliot no canto do mesmo, aparentemente distraído com a vista do jardim que tinha da janela do quarto. Charlotte abaixou o tom de voz, apenas para não correr o risco. — Eu preciso que o sen... digo, você distraia o Elliot até às 19:00. — Leo encarou-a arqueando ambas as sobrancelhas.
— E como você acha que eu vou conseguir fazer isso?
— Ah, sei lá. Dá um bicho de pelúcia pra ele. — formou um biquinho com os lábios, cruzando os braços. — Mas acho que a janela está se saindo melhor do que qualquer coisa. — fitou o loiro, que encarava fixamente a janela. Leo olhou para trás, encarando-o por poucos segundos.
— Então tá. — empurrou a porta para frente, afim de fechá-la. A Baskerville empediu-o de o fazer colocando o pé direito na frente da mesma.
— Você vai me ajudar mesmo?
— ... — ponderou uma própria ideia, para assim estreitar sutilmente os olhos. — Posso tentar.
— Oh, obrigada, obrigada, obrigada! Você é demais, Mestre Gle—
Leo fechou a porta antes que a rosada terminasse a sentença, suspirando e virando-se para Elliot.
— Charlotte? — o loiro perguntou um tanto entediado.
— É. O que prende tanto a sua atenção? — arqueou uma sobrancelha, sem esboçar muito expressão.
— ...Nada demais. — Leo bufou com a resposta, sentindo um sentimento no mínimo descrito como desagradável.
"Estou com ciúmes porque ele dá mais atenção para a jenela... ? Patético."
(...)
Leo segurara Elliot praticamente o dia inteiro dentro do quarto. Ele não poderia ir a lugar algum, e isso já estava o deixando irritado e um tanto desconfiado.
E Elliot sentia-se um tanto confuso já que tantos sentimentos tomavam conta dele. Já se sentia um tanto atraído pelo mestre há tempos, e ainda a confusão de sua mente feita por indignação, raiva e tristeza por ter quase certeza que esqueceram completamente sobre ser o seu aniversário.
E ninguém poderia esquecer o aniversário de Elliot Nightray, se não quisesse ouvir um longo discurso sobre a vergonha alheia que o loiro sentia...
O ponteiro do relógio acabara de dar exatamente 19:00, e logo Leo ouvira seu celular tocar. E como pensou, era Charlotte, avisando-o que já poderia levar Elliot até o salão principal — mas queria que Leo aparecesse por lá antes or algum motivo —, e avisar quando estiverem próximos para que possam gritar "surpresa!" a chegada do loiro. Leo não achou que seria uma boa ideia, mas daria um jeito.
Elliot parecia entendiado, mais do que o normal. Se distraia com a própria parede, enquanto Leo aproveitou a deixa para dizer-lhe que iria até o salão e correr até o local.
Ao abrir a porta, os convidados acenderam as luzes e gritataram "surpresa", recebendo um olhar reprovador de Leo.
Charlotte andou até o mestre, franzindo o cenho.
— Mestre Glen! Eu arranjei um presente perfeito para você dar ao Elliot.
— Era isso que você queria me dizer?
— Sim! — Leo suspirou, dando-se por vencido.
— E que presente seria esse?
— Hmm... uma coisinha que eu aposto que Elliot vai adorar. — o mestre franziu o cenho. — Mas você tem que me prometer que não vai arregar quando eu te dar o presente.
"Vindo da Charlotte, não pode ser coisa boa..."
— Me diga o que é, pelo menos. — insistiu.
— É uma surpresa, esqueça isso. No final da festa eu já te entrego, e prometo que não vou espiar vocês dois...
— Espiar? Não vai me dizer que é um vibrador. — forçou um sorriso irônico na face, fazendo Charlotte gargalhar.
— Não, mas acho que vai dar na mesma. — sorriu, colocando as mãos na cintura.
— Não acho que seja uma boa ideia dar uma coisa erótica para ele, Charlotte. — comentou, estreitando os olhos e desviando o olhar.
— Ah, calma. É tipo... um presente para vocês dois.
— Camisinhas? — franziu as sobrancelhas, com uma expressão um tanto desagradável.
— Não. Por quê? Você queria camisinhas? — Leo abriu a boca para falar algo, mas ao perceber que a pergunta da rosada era séria, apenas fez um sinal aleatório com a mão e deu-lhe as costas.
Leo notou a decoração do salão, que estava melhor do que achou que estaria.
Pois não podia negar que achou que espalhariam bexigas rosas pelo salão e depois jogariam glitter em tudo.
Logo ouviam passos próximos à porta e contornaram a mesa central. Leo preferiu ficar no fundo da sala, próximo à Ennie. Assim que o loiro abriu a porta, os jovens que cercavam a mesa aplaudiram-no, deixando-o um tanto sem reação.
E após um pequeno período de tempo, entendeu que não tinha realmente esquecido o seu aniversário. Procurou Leo com os olhos, somente o achando quando algumas pessoas liberaram sua visão. E o de olhos negros estava encostado numa mesa, segurando uma taça de vinho. Ennie trocava palavras com ele, mas ele parecia desligado de alguma forma.
Na realidade, estava pensando em qual seria o presente de Charlotte.
(...)
A festa ocorrera bem, e estranhamente, Elliot não teve muitos ataques de raiva. Assim que todos os convidados se retiraram e Elliot fora para o quarto, Charlotte correu até Leo, entregando-lhe o tal presente e dizendo-lhe para aparecer na frente de Elliot vestindo aquilo.
O mestre deu de ombros, ao ver o que era aquilo. E assim que o vestiu, Charlotte já o encorojava a sair do banheiro para mostrá-la como havia ficado. Aquela roupa era insuportavelmente desconfortável.
"Ela só pode estar de brincadeira..."
Olhava-se no espelho de todos os ângulos e não conseguia ver o que tinha de especial naquilo tudo. Se Elliot o visse daquele jeito, ou riria de si ou verificaria se o mesmo estava doente.
Aquilo era ridículo.
— Você acha que eu sou uma menina?! — exclamou Leo, de dentro do cômodo para a rosada.
— Mas, mestre Glen! Se eu já sonhei com você vestido assim, imagine o garoto Nightray! Por favor! — Leo franziu o cenho com o comentário.
— Você é lésbica? — abaixou o tom de voz, estreitando os olhos inutilmente.
— Hein? Não! Só seria legal te ver assim. — completou, sorrindo.
— Que pena.
— Mas... mas você vai se mostrar para o garoto Nightray assim, né?
— ... Se algum desastre acontecer, a culpa vai ser sua e as consequências irão pra cima de você.
— Quer dizer que se você ficar grávido, sou eu quem vai ter que pag—
— Charlotte, dá o fora. — ordenou rudemente, fazendo com que a Baskerville saísse apressada do local.
Leo observou-se novamente no grande espelho presente no banheiro.
"Me sinto como uma atriz de filme pornô."
Saiu do banheiro, andando desconfortável por sentir o tecido da roupa subir por suas pernas a cada passo dado.Andava em passos curtos e rápidostemendo que alguém o visse vestido daquele modo.
Chegando a porta do quarto tanto seu como de Elliot, respirou fundo. Levou a mão até a maçaneta da porta, girando-a lentamente e abrindo a porta. Assim que deu o primeiro passo dentro do quarto, Elliot percebeu a movimentação no mesmo, logo começando:
— Leo, eu ia até dizer que estava de... — o loiro interrompeu a própria frase ao ver o mestre, que suspirou irritado.
A visão do Nightray era a do mestre vestindo apenas um vestido avermalhdado vindo até o começo de suas coxas, com uma faixa preta mais apertada na medida da cintura. As mangas estufadas e alargadas um pouco antes de apertar os braços do Baskerville deixavam-o com um ar um pouco mais sofisticado, mas ainda assim não lhe parecia o jeito como Leo normalmente se vestia. Também usava uma meia acizentada um pouco transparente, seguida de uma bota de salto igualmente preta e vermelha.
O de cabelos negros fechou a porta com força, irritado. Em passos pesados, passou por Elliot, abaixando um pouco mais o vestido para que cobrisse suas pernas.
— Não me olhe assim. — reclamou, desviando o olhar. Elliot sentiu seu rosto esquentar sutilmente.
— P-por que... está vestido desse jeito... ? — se levantou, aproximando-se do mestre com as sobrancelhas franzidas.
— Por quê? — encarou-o nervoso. — Pergunte para a Charlotte. — o mais novo andou até estar mais próximo do closet no quarto. — Eu vou tirar esse negócio. Se Charlotte perguntar algo sobre isso, diga que tivemos uma noite cheia de... sei lá, sexo selvagem. — o mais novo murmurou. Estranhou o fato do loiro não reclamar sobre o pedido, mas na real, Elliot não estava realmente ouvindo o que Leo dizia.
Elliot suspirou, sentindo-se um tanto pressionado por uma parte de si mandar-lhe fazer o que queria. Mas ele tinha certeza de que aquilo era errado.
Ele nunca ligou para o que era certo ou errado, com o mestre. Apenas procurava uma desculpa plausível no momento.
Mas ele quase não tinha mais a linha de raciocínio árdua que tinha antes. Ele não conseguiria se conter com o mais novo vestido daquele jeito.
Aproximou-se de Leo, tocando levemente em seu ombro. O jovem virou a nuca para o loiro, parando de andar. Elliot segurou o queixo do mais novo, levantando a sua face para que conseguisse o alcançar, e logo aproximou seus corpos; enfim selando seus lábios.
Leo arregalou os olhos surpreso com a ação repentina, mas deixou-se levar pelo longo selinho, relaxando após alguns segundos. Ao faltar ar, Elliot afastou-se de Leo lentamente.
— Desculpe. Eu... — antes de terminar a frase, Leo deixou os braços contornarem o pescoço do loiro, atacando seus lábios e o impedindo de continuar a frase.
Elliot deixou-se relaxar ao sentir os lábios do mestre pressionatem os seus, permitindo-se pegar-lhe pela cintura e colar seus corpos mais do que antes estavam.
Aquele gesto queria dizer muito coisa para Nightray. Com elas, conseguia confirmar o que sentia.
Passou sua língua pelos lábios do mais novo, pedindo passagem; que foi-lhe concedida quase que no mesmo momento. Aprofundaram o beijo, enquanto Leo sorria por trás deste.
Leo deu um passo a frente sem interromper o beijo, como se dissesse para o mais velho o que fazer. O loiro entendeu o recado, guiando o mestre até a grande cama no centro do quarto, jogando-o na mesma e separando-se do Baskerville. Elliot ficou por cima de Leo, roçando seus lábios em seu pescoço, que sorriu de canto.
O loiro olhou novamente para o mestre, como se pedisse permissão ao mesmo para continuar o que estava fazendo, logo assim beijando o pescoço do mesmo antes de destribuir carícias por este, fazendo questão de deixar ao menos uma marca na pele do Baskerville.
Passeou a mão livremente pelo corpo do mais novo, após retirar as botas do mesmo. Escorregou a meia pela pele do mestre, assim tirando-a. Subiu suas mãos para a barra do vestido do Baskerville, levantando-o devagar mesmo sem tirá-lo.
Ao fazê-lo, Leo puxou-o pelo colarinho de sua blusa, quase que juntando os seus lábios com os dele.
— Espero que saiba o que fazer agora. — sussurrou, fazendo Elliot corar de leve ao lembrar-se da última vez que fizera aquilo com o mestre. Ao ver a reação do loiro, Leo sorriu vitorioso, puxando-o para um beijo caliente.
Elliot livrou-se rapidamente das peças incômodas que continuavam nos corpos de ambos, revelando seu membro já ereto — assim como o do parceiro. Fez com que o mestre abrisse as pernas o permitindo se posicionar na entrada do mestre, que com um aceno de cabeça permitiu-o penetrar-lhe.
O Nightray colocara a cabeça de seu membro no menor, que contorceu-se, franzindo as sobrancelhas. Elliot parou com os movimentos por alguns segundos, logo afundando o resto de seu pênis na entrada de Leo.
Parou de se mover para o mestre acostumar-se; — mas não achou que aguentaria muito tempo parado — o que demorou muito. Com um breve movimento de quadril, continuara a penetrar-lhe lentamente.
Em poucos minutos, os movimentos tornaram-se frenéticos e histéricos. A cama rangia e batia contra a parede na violência dos movimentos, e pouco depois os dois chegaram ao limite, acabando por sujar os lençois da cama.
Ambos tentavam recuperar o ritmo normal da respiração, porém não trocaram uma palavra sequer; apenas olhavam-se nos olhos uma vez ou outra.
— Não é como se eu gostasse de você... — o Nightray murmurou antes de adormecer ao lado do mestre, fazendo um sorriso gentil esboçar-se nos lábios do mesmo.
Leo murmurou "feliz aniversário" para o herdeiro, logo após o mesmo acomodar-se na cama.
Aquele não fora um aniversário tão ruim no final das contas.
"Era isso que Charlotte queria que acontecesse... ?"
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Notas finais
Gente, mil perdões por esse capítulo ser tão corrido mas é que tipo, eu resolvi deixar ele pra última hora e acabei de acabar de escrever e eu estou morrendo de sono XP Tipo, ontem eu fui dormir às cinco da manhã pra acordar às oito, ó azideia AHSUASHUAHSUAHSUAHSUAHSUHAS (Inner: Anteontem a Madoka fez a mesma coisa =_=) Então não estou conseguindo nem pensar direito >.
MAS VOCÊS ME PERDOAM QUE EU SEI ♥ (Inner: Sim, porque eles te amam ¬¬) Isso é ironia? :B
Nem precisa falar que o lemon tá um lixo que eu sei TuT *chora*
Mas se você chegou até aqui e não jogou o computador pela janela, eu te dou uma bala e um troféu joinha ~entrega bala e troféu~ #apanha
Obrigada por ler e digam o que acharam nos reviews, seu lindjos ♥
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