Fragile

20 Chapter: XIV. Distant Whispers


Notas iniciais
Deu treta aqui pra pôr as notas dos capítulos, mas eu criei coragem pra vir botar aqui de novo HAUSHAUSHAUSHAUSHAUHSUAHSUAHUSHAUHS
Já falei que não tava afim de reescrever tudo, mas vamos lá. u_u
Hoje eu estou feliz, sabem por quê? Porque essa fic recebeu a sua 4ª recomendação! TSUNI-CHAN, VEMK ME ABRAÇAR, SUA GOSTOSA *Q* (eu já falei isso pra ela, né? qn)
Vai ganhar cupcake e brigadeiro. sz qn
Sabe o que eu percebi também em Fragile e fiquei inconformada com como eu não tinha percebido antes? Que 7 pessoas já adicionaram a fic nos favoritos. ♥ Cara, vocês são uns lindos e gostosos, até os que não mandaram reviews. sz
Enfim, enjoy o capítulo curtinho e até lá em baixo~

Leo voltava do seu devido discurso aos outros da mansão, sendo seguido por membros da família Baskerville — todos encapuzados, como de costume; mesmo sem haver necessidade. E assim que chegaram, retiraram o capuz e bocejaram — quase que juntos, aquilo já virara parte da rotina: A primeira coisa que faziam ao chegar era tirar o capuz.

O líder da família tirou o capuz e o sobretudo, largando-o no sofá. Estava cansado. Além de ter de ficar falando com as pessoas praticamente o dia inteiro, fora seguido por Vincent e Elliot — e não foi deixado sozinho nem por um minuto. Depois daquele dia, provavelmente teria de aguentar os guardas — que ficariam falando sobre Break querer algo doce e estar entediado na prisão. Ah, sim. Teria de matar aqueles membros da Pandora também.

Aquilo era entediante.

Charlotte observava Elliot e Leo de longe, esperando os mesmos começarem um diálogo; o que foi feito sem muito demora por parte do Nightray, que aproximou-se do mestre e tocou-lhe o ombro.

Ao sentir o toque, o Baskerville afastou-se ligeiramente.

— Não me toque de um jeito tão informal. Não hoje, pelo menos. — murmurou irritado. O loiro franziu o cenho.

— Vai fazer birra agora?! — Leo suspirou, buscando por paciência.

— O que você tem a dizer? — perguntou calmo, virando-se para encarar o herdeiro.

— Sobre ontem.

— Então é melhor permanecer calado. — os outros empregadas (e membros da família) paravam o que faziam a ouvir atentamente a conversa dos dois. Leo virou-se novamente, preparando-se a andar para longe dali. Vincent achava melhor não se intrometer enquanto os dois garotos acertavam as contas. Ele sabia muito bem que aquilo podia ser perigoso, tanto para si quanto para os outros dois.

— Mas, Leo! — exclamou, cerrando os punhos.

— Eu estou te mandando ficar quieto, Elliot. — disse rude, encarando o servo de canto de olho. Aquele dia, Baskerville sentia-se irritado e era um momento péssimo para que Elliot tentasse falar qualquer coisa que fosse para si.

— ... — respirou fundo, enraivecido. Olhou em volta, logo percebendo um dos motivos da irritação do mestre.

Todos presentes na sala os encarava e ouvia a conversa.

— Será que dá para você me ouvir pelo menos uma única vez?! Nesses dois anos, eu não me lembro de ter conseguidoumaconversa normal com você! — o Baskerville cerrou os olhos forçadamente ligeiro, grunhindo e encarando o loiro fixamente.

— Você já percebeu que é sempre você quem começa as discussões?! — enfatizou quem era o culpado, levantando o tom de voz assim como o Nightray.

— É porque você leva tudo para o lado pessoal! E eu já te disse isso incontáveis vezes e sempre acabamos discutindo sobre a mesma coisa. Acho que o principal culpado de tudo aqui é você. — Leo arqueou a sobrancelha esquerda, sorrindo ironicamente.

— E sabe o motivo de eu levar tudo para o lado pessoal? — o herdeiro não respondeu, apenas continuou olhando para Leo impacientemente. — Você está sempre jogando indiretas sobre como as pessoas são mais importantes do que eu. Eu só poderia ficar maníaco com isso, sendo que você sabe o quanto eu gosto de você! — o Nightray franziu o nariz, logo acalmando a sua expressão.

— Eu só jogava indiretas quando nos conhecemos, e não é culpa minha se a Charlotte resolveu ligar bem naquela hora! — todos os que ouviam a discussão encararam Charlotte — que deu de ombros confusa — interrogativamente.

— Parte da culpa também foi sua, por resolver atender!

— Eu atendi porque você mandou!

— E eu mandei porque você estava prestando mais atenção naquela porcaria daquele celular do que em mim! — o outro fitou o chão, tentando disfarçar o que já era um fato.

O que Leo dissera era verdade. E logo pensava que o mestre tinha razão para ficar bravo com ele — mas nunca admitiria aquilo, obviamente.

— Aquele barulho estava atrapalhando, então eu—

— Estava encarando para ver se sumia? — ironizou, nervoso. — Você nem precisa dizer o que mais, porque eu tenho certeza que o problema não é a droga do celular, e sim você em si. — Elliot encarou-o surpreso pela afirmação. — Elliot. — abaixou o tom de voz, dando um passo em direção do herdeiro. — Você não precisa gostar de mim. — murmurou, enquanto o loiro olhava-o perplexo. — Então por favor, pare de inventar "meia-verdades" para me convencer disso.

— Se eu realmente gosto, eu não preciso e não quero te convencer. Você não precisa saber disso, afinal achei que já sabia. — os empregados apenas encararam-lhes tentando ouvir melhor a discussão que era trocado por sussurros distantes agora, tentando entender a tal proximidade. O Nightray deu-lhe as costas, andando em direção do quarto. — ... — pigarreou, logo apressando o passo e suspirando pesadamente.

O herdeiro saiu de perto de Leo, que apenas fitou-o relaxando sua expressão. Um sorriso impercebível esboçou-se nos lábios do Baskerville, que sentia gotículas de água se formarem no canto de seus olhos. Vincent aproximou-se de si, percebendo que o mestre estava à beira de lágrimas, colocando as mãos nos ombros do jovem.

— Leo. Já basta. — o mais novo olhou de canto de olho para o loiro, que tinha uma expressão preocupada — porém, forçada demais.

O Baskerville cerrou os olhos e abaixou a cabeça ligeiramente. Afastou as mãos do servo e deixou-o para trás, andando para o lado contrário que o Nightray fora.

— Com licença. — Leo saiu apressado de perto do outro, segurando-se para não deixar seu auto-controle de lado mais uma vez na frente dos servos.

Enquanto os dois jovens saíam de perto da multidão — de criados e Baskervilles em si — um tumulto se formava, e discussões eram ouvidas sobre o que os dois brigavam.

Além de que não entendiam o motivo da reação dos dois que deixaram-se aparecer um tanto chateados.

Charlotte, no final, finalmente estava entendendo que não deveria se envolver mais.

Notas finais
AI QUANTO DRAMA, CREDO (uq) /brinks
O capítulo ficou curtinho, né? sz
GENTEEEEEE, eu escrevi reescrevi esse capítulo umas três vezes. A primeira vez saiu mais banho de OOC do que já está. A segunda, imagine o Leo de Mary Sue cantando Innocence (Halestorm) ~eu escrevi a letra da música sem querer q~ HAUSHAUSHAUHSAUHSAUHSUAHSUHAS E a terceira vez foi o que está aí.
Três vezes. Três, cara. Três. Imagine se, pra mim escrever um capítulo normal acima das 1000 palavras como eu normalmente faço, eu demoro duas horas, quantas horas eu fiquei batendo a cabeça no teclado porque não conseguia escrever essa porra TuT HAUSHAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAS
Tipo, as duas vezes antes dessa que eu escrevi, parecia que eu tinha escrito com a bunda qn AHSUHAUSHAUSHAUHSUAHSUHSUHAUSH Tava uma merda, eu não ia postar um negócio daqueles pra vocês, queridos leitores, iriam perder pontos de QI. u_u
É porque eu estava morrendo de sono quando eu escrevi, então eu não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo AHUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUHAS Aí quando eu fui revisar os textos, nos dois eu não consegui nem chegar no 5º parágrafo que já caiu a ficha que elas não tinha salvação ç_ç HUASHUAHSUAHSUAHSUAHUSHAUSHUAHSUAHUSHUAHSUAHS Apertei Ctrl + A de uma vez e apaguei tudo :B AHSUAHSUAHUSHAUSHAUHSUAHSAHUSHAUS
Mas se vocês tiverem gostado, eu já me sentirei realizada. ♥ Então me digam o que acharam, sim? sz
Falei que não ia mais mendigar reviews, mas... bom, agora deixa quieto qn
Enfim, até o próximo capítulo, negada. )o)