Fragile

21 Chapter: XV. Apologies - Almost -


Notas iniciais
OMG!!! A MADOKA VOLTOU! É UM MILAGRE -QQ ~todos dança~ ~todos dança~ Bem. Olá. :B Mil desculpas pela demora, eu sei que estou um mês mais ou menos atrasada com esse capítulo, mas é que eu estava em época de provas e quase (achei) que fiquei de exame em uma matéria, mas tudo é culpa da troll da minha professora que me fez fazer recuperação quando eu não estava de recuperação ~aquela quenga ;-;~, então se forem tacar pedras em alguém, TAQUEM NELA Q ~se esconde~ Sei que deveria ter avisado, mas foi... súbito. ._. Mas voltando ao que interessa... eu fiquei imensamente feliz quando eu vi que aumentou o número de pessoas que estão acompanhando a fic. Mesmo vocês sendo leitores fantasmas, amo todos, ok? q AHUSHAUDHAUIHUAHSUAHSUAHSFIAD "Mas espera aí, Madoka! Seu dia de postar Fragile é sábado e domingo. E hoje é terça." Vou ser sincera, eu não ia postar esse capítulo hoje. Mas os leitores fantasmas me motivaram AHBFAUHSBAUHFBAFAFBABFA Tbm estou meio que sem nada pra fazer, então eu resolvi terminar esse capítulo que estava metade feito... :) Mas chega de enrolação, certo? ~ Boa leitura e até lá em baixo =w=

O líder da família Baskerville fora até o jardim mais cedo, e deu a ordem de que não queria ser mais incomodado. E logo que colocou alguns pensamentos no lugar, voltou para o quarto — e fora seguido pelo olhar de praticamente todos os empregados.

Entrou no quarto, sem nem mesmo bater — o que costumava fazer quando sabia que Elliot estava lá. Sua expressão estava cansada, e algumas olheiras encontravam-se abaixo de seus olhos. O Nightray encarou o mestre que entrou sem delicadeza. Leo fechou a porta do cômodo e sentou-se na cama, suspirando pesadamente e escondendo a face com as mãos. O Nightray logo achou melhor esclarecer algumas coisas com o mestre, que ainda não entendia direito os sentimentos do servo — além de estar claro.

O herdeiro aproximou-se do mestre, hesitante.

— Desculpe pelo o que eu disse mais cedo. — pronunciou como se estivesse se forçando a fazer aquilo, com uma expressão muito emburrada — porém amável, segundo o Baskerville. Leo sorriu visivelmente forçado para o loiro.

— Eu já disse que desculpas não combinam com você? — o Nightray sentiu seu rosto esquentar por um momento, mas nada que durasse por fazê-lo se atrapalhar nas falas como acontecera antes.

— Já. — pigarreou baixo, piscando os olhos um par de vezes. — Eu te constrangi?

— Hm?... — lembrou-se que discutiram algo um tanto íntimo na frente da mansão inteira. — Ah... não. Eu quem deveria perguntar isso.

— ... — Elliot arqueou a sobrancelha esquerda, sem mudar sua expressão completamente. Em pouco tempo, um sorriso folgado esboçava-se em seu rosto. — Você está enlouquecendo gradativamente, sabia? — comentou, estreitando sutilmente os olhos.

— Eu estou? — perguntou mais para si mesmo do que para o herdeiro.

"Sim, você está."

"Vocês, Glens*, não param de amolar o Leo. Eu acho justo."

"Cale a boca, Levi."

"Cale a boca você, Oswald."

Leo franziu o cenho em desaprovação. A tempos não tinha um dia normal sem discussões dos outros Glens presos dentro de si, e isso era o que mais acabava o irritando.

Ele continua vendo e ouvindo coisas afinal...

Elliot deixou escapar por entre os lábios finos um curto riso. Mas dessa vez o Baskerville sabia que era verdadeiro. Ultimamente, não conseguia ter uma boa conversa com o loiro e sempre sentia que estavam errando em algo. Mas dessa vez talvez desse certo.

— Sim. Eu sabia. — respondeu-lhe com um leve sorriso no rosto.

— Quando foi que isso começou?

— Isso o quê? — arqueou uma sobrancelha interrogativamente.

— Nós. — o herdeiro sentiu seu rosto esquentar levemente, e logo desviou o olhar, para descartar o deslize. — Quer dizer... estivemos nos distanciando esses dias. — Leo sorriu minimamente, piscando os olhos um par de vezes.

— A culpa é sua. — Elliot encarou o Baskerville, emburrado. Abaixou as sobrancelhas, franzindo o nariz de um modo impercebível.

— A culpa é da Charlotte. — cruzou os braços, irritado.

— Sabe, Elliot... é esse o seu problema. — o Nightray encarou-o um tanto confuso, mas sem tirar a expressão enraivecida do rosto. — Por que não admite que errou pelo menos uma vez? Se te faz sentir melhor, eu lhe peço desculpas pela grosseria. — Elliot olhou-o perplexo. Leo estava sendo tão...

Gentil.

— ... — observou-o por mais um pequeno período de tempo, para logo tomar coragem para perguntar-lhe o que lhe vinha à mente. — Aliás, por que você está tão estressado ultimamente?

— Por nada, Elliot. Eu sou... como você diz mesmo? Ah, sim. Eu sou violento. — enfatizou, com um sorriso amarelo. O loiro estreitou os olhos, sem coragem de olhar o mestre nos olhos novamente.

— Eu não quis dizer aquilo. Afinal, eu não quero discutir com você de novo. Já ficou chato fazer isso, você sempre acaba vencendo nessas discussões. — bufou, ajeitando-se na cama. Leo olhou-o de canto de olho, sorrindo.

— Você não sabe argumentar direito.

— Claro que sei! — contrariou, sobressaltando-se.

— Claro que sabe... — repetiu, irônico. — Mudando de assunto, o que você tanto faz com a Charlotte? — o Nightray paralisou por um momento.

Ele sentia que não deveria mentir mais sobre aquele assunto para Leo, mas seu orgulho com certeza não deixaria ele dizer que Charlotte estava tentando ajudá-lo a conquistar o mestre.

— Er... nada demais. — o mais novo aproximou-se de Elliot, colocando uma mão ao seu lado — cercando-o, para que ele não conseguisse esquivar-se de si. O Nightray sentia a atmosfera tensa que cercava o mestre, logo afastando-se por impulso. O Baskerville parecia querer matá-lo apenas com aquele olhar.

— Eu sei que tem coisa a mais. — argumentou, abaixando a sobrancelha esquerda e estreitando o olho do mesmo lado.

— Não tem, não. — insistiu, suando frio.

O Baskerville encarou-o por mais alguns segundos, para assim afastar-se ligeiramente do amigo. Diria mais alguma coisa se o barulho da porta que abria não o interrompesse. Os cabelos prateados de Júnia aparecem entre a porta, e o rosto avermelhado da mesma mostrou-se por entre as paredes. A empregada carregava um balde e uma vassoura. Elliot encarou-a nervoso, levantando-se. Leo logo presumiu que dali não sairia boa coisa.

Parecia que seria impossível para Elliot se controlar, afinal.

— O que diabos você está fazendo aqui?! — apontou para a empregada, que se assustou com o grito e logo virou-se para o loiro.

— Pergunto eu. Mestre Glen, ele está te atrapalhando? — Elliot olhou para a garota franzindo o cenho, achando tudo aquilo um absurdo. — Quer dizer, pelo o que eu me lembre, ele te magoou algum tempo atrás.

— Epa! — o loiro interrompeu, colocando a mão na frente da empregada. — Você invade o meu quarto, insinua que vai me expulsar e ainda me acusa de ter magoado o Leo?! — levantou o tom de voz, impaciente. O mestre logo achou melhor lembrar Elliot do que acontecera, ou ao menos tentar:

— Mas, Elliot, nós discutimos na frente da mansão intei—

— Cala a boca, Leo! — gritou, interrompendo o mais novo. Júnia logo encarou-o com um olhar mortal.

— Está vendo como você o trata?! — a de cabelos prateados exclamou no mesmo tom, tentando igualar-se ao servo. O mestre, incomodado com o grito da garota — não particularmente com o de Elliot —, pronunciou:

— Ei, nada de levantar o tom de voz aqui den—

— Eu sou o mestre dele!

— Servo. — corrigiu o mais novo, fazendo com que Elliot se contorcesse.

Por que aceitou ser servo do Baskerville mesmo?

— Ah, que seja! — a empregada deixou o balde que segurava cair no chão, molhando parte dele.

— Mestre Glen! Porque você não substitui esse servo sem educação por mim? — perguntou esperançosa para o Baskerville, enquanto Elliot sentia uma súbita vontade de bater a cabeça daquela garota contra a parede. Mas ele não iria fazer aquilo, afinal, já bastava os pesadelos constantes até aquele dia sobre matar seus irmãos; se tivesse que sonhar com mais alguém, que fosse com Leo — pelo menos este estaria vivo.

...Que tipo de pensamentos eram aqueles?

— Substituir Elliot por alguém que molha o chão do meu quarto? Não, obrigado. — logo apontou para o balde caído no chão; que chegou àquele ponto por um descuido da empregada. Elliot sorriu satisfeito com a reação, segurando-se para não começar a gargalhar.

— Eu limpo isso! — exclamou, procurando um pano pelo quarto.

— Não, deixa pra lá. — interrompeu Leo. Afinal ele sabia que se não interrompesse, a garota acabaria pegando uma de suas roupas para secar o chão.

— M-Mas mestre Glen! — a jovem correu até Leo, arregalando sutilmente os olhos. — Eu não te desrespeitaria como ele faz!

— E quando eu desrespeitei ele?! — rebateu Elliot, irritadiço. — Na real, é ele quem me desrespeita. — murmurou a última frase, que saíra por seus lábios por puro impulso.

— Você o mandou calar a boca!

— Porque ele me interrompeu!

— Ele tem prioridade!

— Prioridade de me interromper? Acho que você se enganou, Júlia!

— É Júnia!

— Tanto faz! — o Baskerville, que ouvia tudo entediado, levantou-se e parou no meio dos dois, separando-os. Júnia e Elliot se calaram ao vê-lo ali.

Leo apontou para Júnia, estreitando os olhos.

— Veio fazer o quê aqui? — a de cabelos prateados sorriu amarelo, apontando para o balde e a vassoura deixados no canto do quarto.

— Limpar.

— Vai limpar as janelas com a vassoura de novo? — o loiro ao lado teve de morder a própria língua para não começar a rir da expressão desnorteada da empregada, que logo depois balançou a cabeça negativamente; um tanto desesperada.

— Eu vim varrer e... lavar alguma coisa. — Leo arqueou a sobrancelha esquerda, surpresa com a falta de interesse. Não era nada interessante lavar um quarto, mas aquilo parecia até palavras de Elliot.

— ...Ok. Podem continuar a discussão então. — o mestre deu-lhes as costas, andando até a porta.

Elliot e Júnia se entreolharam e em uma questão de segundos, os dois já estavam praticamente grudados no mestre novamente; competindo pela atenção do mais novo. Leo bufou em desaprovação.

Bem quando as coisas estavam indo bem. Às vezes, o Baskerville achava que o universo conspirava contra ele. Não que não estivesse acostumado com os surtos de Elliot, mas ao achar que o loiro finalmente havia aprendido a se controlar — ou pelo menos conseguisse entender quando não deveria de jeito algum começar a gritar com as pessoas — já era algum tipo de decepção.

Notas finais
* = vocês lembram dos Glens que o Leo ouve, certo? Só relembrando tudo, né XD Júnia, Júlia, seja lá o que for, que decepção... qq HUABJDFAUHDBFAUDHFBAUHFBA Passei um tempo fora do Nyah! que nem lembro mais como eu ria q ahsjdbahudhfajsdhbajfhaj Elliot e Júnia foi tipo... raios saindo pelos olhos JHBFJDAJHDNFAHDFHABDFHA Me digam uma coisa, vocês acham que eu deixei eles muito OOCs? Eu fiquei um tempinho sem escrever sobre eles, desacostumei HDBJASJFBAFSKBAKDFHNKAN Estão vendo? Leo está aprendendo que não precisa se meter no meio das tretas não qqq UHSBHJAFHAHDBFAHDBFHAUHBDFAJHDF Deixa o Elliot ser cu doce sozinho, né... q Mentira, o Leo é outro que adora bancar o cu doce HGDBHFADJFAUIDHFJAHFAYUGSFHADHFAHDFADFAS Mas então, o que acharam? O capítulo ficou bom? Chato? Lixo? Ótimo? Perfeito? =w= Não esqueçam de me avisar o que acharam, não sabem o quanto vocês me deixam felizes.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.