Fragile
18 Chapter: XII. Confusion Unintentionally
Notas iniciais
Estava eu, navegando pelo Nyah!, entediada porque não tinha mais capítulo de uma das minhas fics favoritas para eu ler... então resolvi vim postar :B AHSUAHSUAHSUAHSUAHSAUHSUH #apanha
Nesse capítulo tem:
~ JÚNIA ~ AHSUAHSUAHUSHAUSHAUSHUA
HEEEEY PREPAREM-SE E NÃO TAQUEM SEUS COMPUTADORES PELA JANELA POR CAUSA DESTE CAPÍTULO AHUSHAUISDHIUASHDAHDF
ENFIM, deixa eu parar de enrolar o mundo aqui qqq AHUSHAUHSAUHSUAHSUH
Boa leitura e e até lá em baixo. ♥
— A senhorita é... ? — a doce voz de Leo invadiu os ouvidos da empregada, que encarou-o com uma expressão mais encantada do que antes.
Ela acreditava agora que, além de lindo e adorável, o garoto era educado. E aparentemente – mas só aparentemente – gentil.
— Er... e-eu sou Júnia. A empregada. Nós já nos falamos uma vez. O-o senhor é... Glen Baskerville, não é? — gaguejou. Já sabia a resposta, mas continuaria perguntando-lhe apenas para ouvir sua voz.
— ...Sim, sou. — o mais novo franziu o cenho. Era estranho uma empregada não saber quem era ele. Logo, induziu que tinha alguma coisa errada.
— Eu vim... limpar o quarto. — levantou a vassoura que estava em suas mãos, como sinal para o Baskerville de que era verdade.
— Então eu devo me retirar. — o jovem preparava-se para sair do cômodo se não fosse por um chamado vindo da empregada:
— Não! — Leo virou seu rosto de leve, para encará-la. Estava um pouco confuso, logo questionando-a mentalmente. — Digo... pode ficar aqui. É que... eu vou ser um incômodo se te mandar sair e en–
— Empregadas que querem limpar o quarto são incômodos de qualquer maneira. — murmurou para si mesmo referindo-se à Júnia, que se esforçou para ouvir o comentário. Leo encarou-a de volta, forçando um sorriso meigo a esboçar-se em seu rosto. — Não se preocupe, eu também tenho coisas para fazer.
— Não, é sério. O senhor... pode ficar no quarto... eu só recebi a ordem de... — tratou de inventar uma desculpa improvisatória, franzindo sutilmente o cenho. — ...limpar as janelas. — sorriu amarelo.
"Por que ela quer tanto que eu fique no quarto?"
— Com uma vassoura? — questionou, arqueando a sobrancelha esquerda interrogativamente.
— ... — a empregada logo percebeu que estava somente com um balde e uma vassoura em mãos, e limpar as janelas iria ser um tanto estranho com seu material de limpeza. — Oh... droga. Peguei o material errado. — riu nervosamente, coçando a nuca. O mestre estreitou os olhos, empinando o nariz de modo sutil.
— E o que está esperando? O material cair do céu? — zombou, cruzando os braços irritado.
Ele realmente tinha se cansado de fingir estar de bom-humor.
— ...Com licença. — Júnia correu até uma sala próxima no corredor ao lado, onde ficavam alguns materiais de limpeza.
Apenas encheu o balde de água e colocou alguns produtos, além de pegar um pano e deixar a vassoura de lado.
Correu até o corredor novamente, encontrando Leo escorado na parede, com um olhar entediado. Aproximou-se dele hesitante, logo lançando-lhe um sorriso gentil.
— Er... c-com licença, outra vez. — abriu a porta do quarto vagarosamente, adentrando o mesmo. Olhou para trás procurando por Leo; sem o encontrar. — O senhor não vem? — o mais novo apareceu por entre a porta, mesmo que sem adentrar o cômodo.
— Estou confortável aqui. — respondeu-lhe, rude. Júnia estremeceu, logo andando até a janela sobre a supervisão do Baskerville – que não desviava o olhar da empregada.
Júnia cerrou os olhos sem demonstrar muita confiança no que estava fazendo. Andou até a janela do quarto, apontando aos vidros o pano que encontrava-se em suas mãos. Molhou-o no balde e passou-o pela janela, mordendo o lábio inferior.
"Ele deve estar me achando bonita. Não para de olhar para mim".
— Senhor mestre Glen. — pronunciou a empregada, logo tentando fazer alguma pose "atraente". — Aquele seu servo... os senhores são bastantes próximos, né? — Leo franziu o nariz. Aquela não era uma pergunta digna a ser feitas por meras empregadas — segundo ele.
— Para limpar janelas, apenas suas mãos trabalham, senhorita. — pronunciou com um olhar duro, num pedido de silêncio. A jovem olhou para o vidro perplexa. Estranho, ela tinha certeza de que estava agradando.
— ...Posso te dizer uma coisa?
— Desde que essa coisa faça sentido, sim. — suspirou irritado.
— Seus olhos são muito bonitos. — o Baskerville abaixou as sobrancelhas nervosamente. Aquela garota estava o deixando mais irritado do que já estava.
— ...
— Não precisa me olhar assim. Foi só um comentário. — sussurrou, encolhendo os ombros.
Leo sentia-se péssimo. Era como se fosse ter um ataque de raiva ali mesmo.
Enquanto o Baskerville começava uma discussão com a empregada — que o cantava descaradamente, aliás — Vincent passeava pela mansão a procura de seu suposto irmão. Assim esbarrando com o mesmo em um dos corredores, fazendo uma careta ao encontrá-lo.
— Elliot, você está aqui. — murmurou, segurando o outro pelo pulso.
— O que você quer?
— Leo está nervoso ultimamente. O que você fez de errado dessa vez? — sussurrou irritado. O Nightray mais novo franziu o cenho.
— Eu achei que o culpado da irritação dele fosse você.
— Eu? Não seja idiota. Eu nunca o deixaria irritado, diferente de você.
— Pois saiba que o Leo reclama de você para mim, sobre ficar muito no pé dele. — cruzou os braços, com um sorriso vitorioso no rosto. — E ainda tem a ousadia de falar coisas assim para mim.
— ... — fitou profundamente os olhos azuis do mais novo, que apenas arqueou uma sobrancelha sem tirar o sorriso do rosto. — Tá bom, Elliot. Não precisa se gabar por isso. Afinal, não sou tão íntimo dele assim... — riu nervoso, logo induzindo Elliot a emburrar-se.
— Está insinuando alguma coisa?!
— Não. — mentiu, dando-lhe as costas. — Agora se me der licença, irei ver se a Júnia ainda está viva. — voltou a andar calmamente entre o corredor da grande mansão.
Ao ouvir o nome da empregada, o Nightray mais novo lembrou-se das palavras de Charlotte. Correu até Vincent, tocando seu ombro de um modo rude.
— Espera. — Vincent virou levemente sua cabeça para conseguir encarar o irmão, que encontrava-se ainda com a cara amarrada. — Júnia, você disse? — o mais alto franziu o nariz.
— Sim. Algum problema?
— Ela... ela foi cantar o Leo! — enfatizou a quarta palavra da frase, sacudindo o irmão desesperadamente — que formou uma expressão surpresa no rosto.
— O quê?! E eu deixei ela passar! — comentou consigo mesmo, indignado. — Precisamos ir lá.
— Para salvar o Leo. — completou, decidido. Os dois servos correram até o quarto do mestre.
Leo encontrava-se ainda escorado na parede ao lado da porta e sua expressão era visivelmente desagradável. As sobrancelhas curvadas para baixo, enquanto sua boca formava um arco não estava convidativo para ninguém. Parecia que o Baskerville estava com um péssimo humor. Vincent correu até ele, sendo seguido por Elliot.
— Mestre Leo! — o servo logo tocou os ombros do mais novo delicadamente. — Aquela Júnia fez alguma coisa com você?!
— Eu sabia que essa coisa de Júnia totalmente amigável era roubada. — Elliot começou, empurrando o irmão para o lado, assim colocando-se na frente de Leo.
— ... — o Baskerville pigarreou, apontando para dentro do quarto. — Aquela Júnia está ouvindo. — logo os cabelos prateados da garota revelaram-se entre a parede e a porta, na larga passagem ao quarto. Júnia cruzou os braços.
— Vincent-sama, eu não fiz nada de errado. — reclamou.
— Na verdade, ela ficou me cantando. — Leo intrometeu-se, com uma expressão calma. Vincent e Elliot soltaram um grito um tanto desesperado por saber sobre aquilo.
Por que eles insistiam em dizer que Leo era apenas um frágil garotinho?
— Júnia, você vai para o olho da ru—
— Não vai, não. — o mestre interrompeu novamente, impedindo Vincent de terminar a frase. Os dois servos o encararam confusos, enquanto Júnia o encarava aliviada.
"Eu sabia que estava agradando no final..."
— Eu até mandaria ela para o "olho da rua" como você diz, mas já que vocês estão tomando decisões sem nem mesmo me consultar antes, eu vou dar à ela mais uma chance. Agora, se ela me cantar de novo, virará jantar do Jabberwock. — deu de ombros. A empregada gelou, logo curvando-se diante do mestre.
— Desculpe. Isso não vai se repetir. Mas eu só queria dizer para o senhor que o seu servo deve querer só sexo, e nada mais. — assentiu para si mesma, convicta. Leo engasgou ao ouvir aquilo, logo encarando Elliot — que adotava ao rosto um tom rosado.
Júnia correu para longe depois de dizer aquilo, sem se importar em levar o balde que deixara no meio do quarto. Vincent, logo que viu a empregada partir, começou a gargalhar, mais especificamente da cara do irmão.
O Baskerville arqueou uma sobrancelha, um tanto intrigado com a frase da jovem.
— Elliot. — pronunciou lentamente, adotando uma postura rígida. — Pode me dizer o que foi isso agora?! E você, pare de rir. — apontou para Vincent, que tratou de morder a língua numa tentativa de abafar o riso ao ouvir a ordem.
— E eu lá vou saber?! Pergunte para ela, que disse isso! Se não foi minha culpa, foi da Charlotte. Não é essa a linha de raciocínio?! — Leo balançou a cabeça negativamente, desapontado.
— Entendi. — suspirou pesadamente, estralando sutilmente o pescoço. — Vincent, quando vão me apresentar como novo mestre para o restante dos Baskervilles mesmo? — tratou de mudar de assunto, antes que começasse a ficar nervoso outra vez — seu humor já não era dos melhores. — Eles tem que me conhecer alguma hora, desde que não seja do mesmo jeito que essa garota de agora.
— Na semana que vem, senhor. Espero que já tenha um pequeno discurso preparado. — pronunciou lentamente, ainda segurando a risada.
— ...Na verdade, eu não tenho. — estreitou os olhos, irritado. — E eu não vou preparar um.
— Hein? Mas o senhor precisa fazer o discurso para di—
— Cale-se. Eu falo o que vier na cabeça, e pronto. Não preciso gastar meu tempo pensando em que mentiras contar dessa vez. — empurrou os dois servos sutilmente, passando pelos dois e andando para frente. — Então se me dão licença, tenho de falar com... alguém. — achou melhor não especificar, mas claramente, para não ser seguido de novo.
Os dois Nightrays encararam-no até sumir totalmente da vista de ambos. Assim que teve certeza de que o garoto não ouviria, Vincent começou a gargalhar, logo apontando para a face do irmão novamente. Elliot sentiu o seu rosto queimar — não por constrangimento, mas apenas por raiva do outro — virando as costas e se retirando.
— Quer saber? Vai se ferrar. — deu-lhe as costas emburrado, perguntando-se onde Echo estaria para parar as risadas de Vincent sem conseguir outra discussão.
Afinal, conseguir acertar as contas com Leo era complicado para o Nightray, e ainda se Vincent se intrometesse no meio do assunto seria algo totalmente impossível.
Notas finais
VIIIIISH MUITA TRETA (8) QQQ #apanha
Até que a Júnia foi embora rápido, né? OU SERÁ QUE NÃO? AHSUAHSUAHSUHSUAHSUAHSUAHUS *acertada por pedras*
Leo deu umas patadas dumaw nessa Júnia aê, affe q HAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUHA Leo ser muito fresco, vai, pode falar u_u E o Elliot ~e o Vincent~ são uns idiotas, esse "pra salvar o Leo" foi o cúmulo da idiotice, e ainda a Júnia falando que o homi só queria sexo, vsf véi q HAUSHAUSHAUHSAUHSUHSUAHSUAHSUAHSU
Essa coisa de apresentar o Leo para o resto dos Baskervilles é coisa minha mesmo, porque a família deve ser formada por... muita gente. Digo, incluindo empregados que não tem "Baskerville" no nome. E não são todos que sabem quem é Leo; eles já ouviram falar muito sobre o mestre Glen, mas tbm não são todos que já viram ele. Entenderam? Não? Ok q
Uma curiosidade... me digam, você querem um lemon logo, ou deixa mais pro final? qqq Do jeito que vocês são tarados... u.u AHUSHAUSHAUSHUAHSUAHSUAHUSH #apanha# Mentira, vocês são meus amores, ok? ♥
Estão odiando muito a Júnia? HAUSHAUSHUASHUAS
Uma coisinha, fugindo totalmente do assunto: SABE O QUE VAI SAIR ESSE MÊS? POKÉMON X E Y *Q* Eu quero esse jogo, alguém quer me dar de Dia das Crianças? :v (nem saiu o jogo e eu já tô pedindo, aff qqq AHUSHAUSHAUHSUASH)
FALANDO EM DIA DAS CRIANÇAS... o que vocês acham de um capítulo de Dia das Crianças? qqq
Aí vocês dizem: "MAS QUEM É CRIANÇA NESSA PORRA DESSA FIC, MADOKA???"
Eu (você, e o Zoboomafoo q) qn [acho que colocaram alguma coisa na minha garrafinha de água] /brinks/ É sério, sou nem adolescente direito, mas não direi quantos anos eu tenho, sinto muito qn #apanha# Caham. Além de mim, o Leo u___ú qqq HAUSHUAHSUAHSUHAUSHAUSHAUHS Pro Vincent, ele é a criança 4ever da casa, além de ser o mestre, e o que a Charlotte aprontaria dessa vez? Putaria? q Bom, vocês decidem. Digam o que acham, e mandem algumas sugestões, me ajudariam bastante *Q* MAS CÁ ENTRE NÓS. Além de zoado, seria um Dia das Crianças parecendo Dia das Fujoshis AHUSHAUSHAUSHAUSHUAHSUAHSU /levatiro
E boa notícia pra vocês! Vou parar de mendigar reviews nas notas finais. @_@ Simplesmente mandem reviews se acharem que eu mereço, sim? ;P
ENFIM, até o próximo capítulo, seus lindos! ♥ ~~~~
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