Fragile
17 Chapter: XI. Plan
Notas iniciais
Nesse capítulo voltamos para o Elliot e seus planos infalíveis (Inner: Tadinho, ele tá pensando que é o Cebolinha ._.) HUAHSUAHSUAHSUAHUHSUAHSUAH Aff, que piada sem graça :B #apanha
Como sempre, tem treta u.u AUSHAUSHAUHSUAHUAHSUHA
Enjoy! ~
Elliot andara rapidamente até Charlotte e quando a encontrara, a mesma estava com companhia. O problema era que não se lembrava de ter visto aqueles dois antes...
Aproximou-se da Baskerville, que quando o viu, lançou-lhe uma expressão emburrada.
— Você é um burro mesmo, garoto mestre! — exclamou, dando-lhe um tapa na nuca.
— Claro! Você vai me mandar dizer coisas... coisas de menininha! Eu tenho cara de colegial apaixonada?!
— Ué, mas você não é? — Elliot congelou por um momento. Até a garota que o servia o chamou de menina – segundo ele, claro – então imaginava o que Leo achava dele. — Ah, ah! Eu quero te apresentar para eles aqui. — apontou para os dois homens que encontravam-se a seu lado, logo puxando Elliot para mais perto. — Esses são Fang e Doug. Eles perderam a muvuca toda...
— Oh. — murmurou o herdeiro, com uma expressão irritadiça.
— O Fang estava no hospital porque ele quase morreu, sabe. Então o Doug estava com ele e eles acabaram por voltar agora. Eu ia falar com a Lily sobre você ser um idiota mas os encontrei no caminho. — riu simpática, enquanto Fang e Doug acenavam para o Nightray. — Ah, eu vou pedir a ajuda de vocês, garotos. Esse cara aqui quer reconquistar o mestre Glen. — apontou para Elliot que encarou-a irritado. — Ele fez merda com ele e agora estão brigados e eu estava tentando ajudá-los, mas ele faz tudo errado...
— Então vocês acharam o novo Glen? — perguntou Doug, perplexo.
— Sim! E ele é muito mais legal que o antigo. — afirmou, sorrindo. Logo murchou seu sorriso, pensando um pouco. — ...Ou não.
— Então quer dizer que ele não nos xinga? — murmurou Fang.
— Eu não disse isso. — logo voltou a atenção para Elliot, que ouvia a conversa um tanto contraditório. — Está vendo? Até consegui reforços para você, garoto mestre. — colocou as mãos na cintura, confiante.
— Eu não queria nem a sua ajuda, agora você está piorando a minha situação. — reclamou.
— Que nada, você que faz tudo errado mesmo. — concluiu, formando um biquinho com os lábios.
— Eu tenho uma boa dica para você. — Fang disse, logo cerrando os olhos e sorrindo. Charlotte aproximou-se do homem, pegando seus ombros.
— Diga logo! — mandou, um tanto ansiosa.
— Joga indiretas. Eu não acho que o novo Glen seja tão burro a ponto de não perceber se você fazer com jeitinho. — Elliot franziu o nariz, irritado.
— Não tem alguma coisa que se faz sem jeitinho?! — o herdeiro gritou, cruzando os braços.
— ...Não. — Charlotte, Fang e Doug responderam, em coro.
— ... — o Nightray bufou, suspirando pesadamente.
— É que ele não sabe fazer nada com jeitinho. — Charlotte sussurrou, sem a intenção de fazer Elliot ouvir.
— Caso triste. — murmurou Doug.
— Ok. — a Baskerville levantou o tom de voz, alargando o sorriso. — Esse é o plano B. Indiretas. — Elliot olhou-a raivoso. — Eu escreverei suas falas em papeis de novo, ok, garoto mestre?
— Não.
— Então tá bom. Vamos lá agora mesmo!
A Baskerville deixou os outros amigos para trás, puxando o mestre pela manga da sua blusa. Marchou convicta até o quarto e o empurrou na frente da porta. Foi por fora da mansão, assim chegando na janela e pegando os papeis que jogara no chão mais cedo.
Escreveu algo neles, assim que Elliot tomou coragem para entrar no quarto. Avistou Charlotte e logo fitou Leo, que não mudara a posição desde que saíra.
— Desculpe pelo o que eu... disse. — leu um tanto hesitante, franzindo o cenho. Leo fuzilou-o com o olhar. — Sabe... eu não sei como agir quando estou perto... de você. — franziu o cenho.
"Charlotte está me fazendo parecer uma garotinha. Outra vez".
— E acabo dizendo coisas que... não deveria quando... estou nervoso... ? — disse num tom incerto, com uma expressão desagradável. Leo parecia estranhar o jeito do herdeiro, que logo na próxima frase, esgotou sua paciência. — Os seus olhos são realmente muito bonitos... — estava mais nervoso do que antes, logo partindo para a janela. — Qual é o seu problema, hein?! — os orbes perolados de Leo partiram para cima da abertura na parede e não tardou a avistar a Baskerville.
— Você tem que ser mais romântico, garoto mestre! Você é burro ou o quê?! — Charlotte, ao perceber que Leo a encarava, pegou um papel e escreveu nele:
"Olá, mestre Glen! E até mais tarde ♥"
A Baskerville desceu da janela apressada, temendo a reação de Leo. Elliot amaldiçoou-a por deixá-lo sozinho – novamente – e logo encarou o mestre, amedrontado – mesmo que tentasse disfarçar o sentimento tão "chato".
Leo olhou-o inexpressivo. Elliot estremeceu perante o olhar, recuando um passo por impulso.
— Você... é um acéfalo. — levantou-lhe a mão, na ameaça de acertar-lhe um tapa ou até mesmo um soco. — É um milagre você não ter virado comida para o Jabberwock. — moveu a mão rapidamente, logo desferindo-lhe um tapa no rosto. Elliot sentiu grande ardência na sua face esquerda, logo tocando o local levemente. A marca da mão do Baskerville logo transparecia em sua pele. O Nightray não conseguiria olhar nos olhos dos mestre, então apenas abaixou levemente a cabeça. — O que foi isso dessa vez, Elliot?!
— ... — o loiro tentava formular uma resposta plausível.
Ele não diria que pediu ajuda para reconquistar o Baskerville. Não mesmo.
— O que deu em você hoje?! — insistiu o mais novo, estreitando os olhos. Suspirou irritado, buscando pela paciência perdida. — Você está com algum problema? — perguntou-lhe já mais calmo. O Nightray tinha certeza que se errasse alguma palavra com o mais baixo, ele teria um ataque de raiva. Logo, não conseguia pensar no que dizer ao mestre. Qualquer resposta sua iria deixá-lo incomodado.
Era sempre assim.
— Não. — respondeu, um tanto surpreso por sua voz ter saído tão firme. Leo assentiu, perturbado. Elliot esperava por mais palavras grosseiras, que não chegaram até si.
Mas o Baskerville sabia que ele estava mentindo.
— Tá. — murmurou. Voltou a sentar-se na cama, logo olhando para porta e para o servo, fazendo-lhe um gesto. — Pode sair agora.
Elliot sentiu ser nervos se contraírem. Mas a última coisa que queria era discutir com o mestre de novo. Apenas deixou o cômodo com uma expressão desagradável, jurando para si mesmo que não encararia mais os planos de Charlotte.
Aquilo estava realmente piorando a situação.
Saindo do quarto, apressou o passo para chegar ao corredor principal da mansão e como previsto, Charlotte contava o que viu para Fang e Doug. Elliot aproximou-se da garota sem que a mesma notasse, gritando em seu ouvido:
— Você é uma idiota! — Charlotte pulou pelo susto e logo virou-se para encarar o herdeiro. Curvou as sobrancelhas para cima ao ver a marca vermelha na bochecha do loiro, logo cobrindo a boca com as mãos, surpresa.
— Caramba. Isso aí está feio, hein, garoto mestre? — comentou, assobiando.
— Isso tudo é culpa sua. Você deve achar que eu sou uma menina! Sabe qual é a gravidade disso?! Você pensa igual um... gay! — exclamou, irritado. Charlotte gargalhou, apoiando-se em Fang.
— Oras, garoto mestre! Pensa como toda garota pensa. E você pensa igualmente. — provocou, rindo divertida. O herdeiro se contraiu, para logo gritar impaciente – atraindo a atenção de empregados que passavam por perto.
— Penso igualmente uma ova! Depois eu sou o acéfalo da história. — reclamou, cruzando os braços. — Eu não vou mais te ouvir.
— Então ouça o Doug. Ele tem uma ideia. — recomendou. — Se não funcionar, ouvimos a Lily. E depois, ouvimos a Júnia. E se ninguém conseguir, chamamos a Ennie. — deu de ombros. — Vamos, Doug. O que tem a dizer?
— Eu estava vendo numa revista que se você for tentar pegar algo no alto e empinar o bumbum para o cara que você gosta, ele vai gamar. — Elliot o encarou incrédulo.
— E que revista você estava lendo? Todateen? — zombou, fazendo uma careta.
— Sim. — Elliot cuspiu, surpreso.
— Eu não vou fazer uma coisa dessas. Leo vai querer me matar. — enfatizou o herdeiro, nervoso.
— É? Se você fizesse isso para mim, eu te comia. — disse Fang. O loiro sentiu seu rosto queimar, logo tapando-o com as mãos.
— Eu nunca faria isso! — exclamou. Charlotte suspirou.
— A Lily disse algo como jogar charme hoje de manhã. — comentou a Baskerville. — Você poderia tentar.
— Eu passo essa. — Charlotte bufou, pegando o celular.
— Vou falar com a Júnia.
(...)
Assim que desligou o celular, pareceu surpresa. Elliot não havia gostado da reação de Charlotte ao falar com a tal Júnia.
— Ih, garoto mestre. Acho que piorei as coisas. — comentou, colocando o dedo indicador nos lábios. — Ela não gostou dessa história de conquistar o Glen. Além de eu a conhecer a pouco tempo, que a Paula me apresentou ela depois de eu fazer o presente do mestre Glen, ela me disse que não gostou. A Júnia é... apaixonada pelo mestre Glen. Eu me esqueci desse detalhe.
— E o que isso tem com o assunto todo? — Doug intrometeu-se.
— Tem que ela pode tentar roubar o mestre Glen do garoto mestre! — o herdeiro franziu o cenho, indignado.
— O quê?! — o Nightray exclamou. — Quer dizer que além de ter que resolver as coisas eu vou arrumar concorrência?! ...Charlotte, isso vai ter volta. — ameaçou, o que fez a Baskerville gelar. Deu-lhe as costas, voltando a andar pela mansão.
— Ei! Onde vai?! — gritou Charlotte.
— Achar essa Júnia aí. — a garota achou melhor nem dizer nada. Elliot iria piorar as coisas outra vez, e ela não queria levar a culpa.
Afinal, já sabia que parte dela era sua...
Enquanto Elliot procurava pela empregada que nem sequer sabia a aparência, uma jovem magra andava pelos corredores da mansão apressada. Seus cabelos prateados estavam presos num rabo de cavalo.
Ah, sim. Aquela era Júnia. Nem sequer havia conversado com Leo direito, as únicas palavras que lembrava-se ter trocado com ele eram "bom dia" — além da conversa da qual fez Elliot irritar-se e acabar por discutindo com Leo. Mas sempre fora fascinada pelo mestre da família Baskerville, e mesmo sem saber nada a respeito dele, assumia ser apaixonada por ele.
Mal sabia ela sobre o pavio curto do mesmo.
Correu até o topo da mansão, dando a desculpa de que esquecera algo próximo ao quarto de Leo à Vincent, que barrava a entrada de todos que não fossem próximos ao mestre. E claro, com aquele sorriso meigo, a deixou passar.
Júnia correu até a porta do quarto do mesmo, checando se ninguém veria o que iria fazer.
Pegara material de limpeza numa sala próxima ali e logo, batia na porta. Suas mãos tremiam pela ansiosidade, e logo forçou um largo sorriso no rosto.
E assim que a porta fora aberta, Júnia conseguiu a visão do rosto com traços suaves e delicados de Leo. Observou os detalhes do rosto do mesmo, encantando-se com seus olhos de coloração intensa. Na sua visão, ele era perfeito.
Ou aquilo tudo era apenas por seu título poderoso?
— A senhorita é... ?
Notas finais
Não liga, Leo. Elliot deve tá com fogo no rabo qn HAUSHAUSHUAHSUAHSUAHSUAHUSHAUSH /brinks
Júnia começando a fazer a filhadaputisse, aguardem u.u q HAUSHAUSHAUSHUAHSUAHSUAH #apanha
Elliot é idiota também, ao invés de ter uma conversa civilizada com o Leo, ele vai perguntar qual o problema da Lottie; se bem que ela tbm não ajuda né AHUSHAUSHAUSHAUSHAUHS QQQ
Quem tá curioso para o que a Júnia vai falar levanta a mão o/ AHUSHAUS'
Quem acertar o que ela quer o Leo ganha bombom sz qn HAUSHASUHASUHAUSHAS'
Ah, e esse lance de empinar o bumbum para o "gatinho" eu não peguei da revista Todateen não. Eu peguei de um site aí que eu não me lembro o nome. Mas acho que a Todateen tem algumas dicas um pouco idiotas (desculpe-me se você gosta, querido leitor u.u) para conquistar um cara, então coloquei o nome deles aí no meio. :B AHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHS' qq
Vocês não estão casando de mim, né? :,D
Enfim, mandem reviews dizendo o que vocês acharam. ♥
E aliás, eu sei que tem leitor fantasma aí! u.ú Vamos, não sejam tímidos. Não mordo não. ♥ HAUSHAUSHAUSHAUSHUAS'
Até o próximo capítulo! )o)
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