Fragile
6 Chapter: VI. (Not So) Innocent
Notas iniciais
AAAAAHAAAAAAAAAAAAA \O/
EEEEEHEEEEEEEEEEEEE )O)
UUUUUHUUUUUUUUUUUUU (O(
Ok. chega .__.
Boa parte do capítulo foi composta por um flashback, então as falas são marcadas com aspas e não com travessões (isso vale para todos os flashbacks que eu colocar de agora em diante), ok? :D
Tem uns personagens aleatórios aí só para compor mesmo, mas eles não tem importância :B AHSUAHSUHAUHSA
Boa leitura, minhas fujoshis lindas ♥
Elliot lembrava-se muito bem daquele dia, além de dizer que não recordava.
Bebidas sempre foram um problema com a verdade. Coisas que não deveriam ser ditas, coisas que não deveriam ser feitas. Nem Elliot, nem Leo tocaram no assunto no dia seguinte. A primeira coisa que o herdeiro perguntara – por puro charme – fora o motivo de estar semi-nu com o servo na cama.
Mas Leo não poderia reclamar. Ele mentiu também, afinal...
[Flashback#]
Aquele tinha sido um dia complicado. Provas, exames, horários... tudo aquilo atormentava o jovem Nightray.
Um amigo que Elliot insistia em considerar – chato – o chamou para sair junto com algumas pessoas. Leo odiava aquele garoto – por estar apaixonado por Elliot, assim como o quatro-olhos – e por esse motivo insistiu em ir também.
E saíram do internato no fim de semana. O nome do garoto quem convidara os colegas era Rick Akamura. E claro, convidar Ada Vessalius também era um capricho seu. A loira convidara seu irmão, que trouxe o servo Gilbert Nightray consigo. E o grupo partiu para um bar. Oz achou legal a ideia de falsificar documentos para conseguirem entrar e beber, já que nunca experimentara álcool. Gilbert não gostou dessa ideia, mas Rick insistiu em levar todos com esses documentos.
Elliot achara os seguranças burros por acreditarem, mas entrou no local mesmo assim. De manhã, durante o jogo da garrafa – que fora literalmente obrigado a participar – o desafiaram a ir com Rick para o bar.
E ele não iria falhar, de modo algum.
Optaram por uma mesa no canto do bar, pedindo bebidas diversas. E Elliot, incitado por Rick, acabou virando a garrafa de vodka afim de mostrar que aguentava bebidas.
Não que ele não tenha cuspido todo o líquido depois.
E naquela hora, Leo estava ficando irritado. Afinal, os olhares de Rick estavam fixos em Elliot e hora ou outra direcionavam-se à si. Cansado daquilo, levantou-se, com a desculpa de não estar sentindo-se bem.
Elliot estranhou ao ver Leo se levantando repentinamente. Logo, achou melhor seguir o servo. Em passos apressados, alcançou-o, colocando a mâo em seu ombro.
"O que foi, Leo?"
"Não estou me sentindo bem. Só isso, Elliot" piscou os olhos um par de vezes, sem virar-se para o loiro.
"Mas você nem bebeu nada" insistiu, estreitando os olhos.
"Só não me sinto bem. Estou com dor de cabeça" mentiu, fitando entre as sobrancelhas do jovem herdeiro, por não conseguir olhar-lhe nos olhos ao mentir.
"Hm. Quer voltar para a casa?" referiu-se à sua mansão.
"Seus irmãos vão me acusar de deixá-lo bêbado, ou quase isso".
"Eu não estou bêbado," soluçou, puxando Leo pela manga da blusa e andando ao lado oposto desajeitadamente. "Só me sinto um pouco tonto".
"Isso é o que 'estar bêbado' significa" disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo – e para ele, realmente era. "Elliot, seria melhor voltar ao internato" brincou, irônico.
"Se você acha, então voltaremos lá" disse, já passando pela mesa onde Rick e os outros se encontravam, dando-lhes a desculpa de que acompanharia Leo de volta à sua mansão – ou ao internato, nem o próprio sabia – pois o quatro-olhos realmente não se sentia bem.
Ao sair do bar, o servo começou:
"Você não consegue diferenciar se estou sendo irônico ou não?" zombou, abaixando as sobrancelhas.
"Claro que consigo" olhou minimamente para trás, tentando ver através das lentes grossas dos óculos do mesmo. "Eu não sou tão burro".
"Não parece".
"Mas você não quer ver meus irmãos".
"Exato" num piscar de olhos, viram-se em frente ao quarto dos mesmos no internato.
Elliot adentrou-o, abrindo espaço para Leo entrar – o que foi feito na mesma hora – e fechando a porta.
"Seus irmãos também me acusariam de ter estuprado você" comentou baixo o quatro-olhos, andando até a janela.
"Quem disse que seria estupro?" por impulso, perguntou à si mesmo. Leo encarou-o confuso, logo fazendo Elliot corar por perceber o que dissera. "Quero dizer... você nem deve saber".
"Sobre o quê?"
"Sobre como transar com alguém" respondeu calmo, apoiando-se na janela do quarto. "Você só fica na biblioteca o dia inteiro... por isso não deve saber nada sobre esse assunto. Além do mais, seus livros preferidos não são eróticos".
"Você está tirando conclusões antes de eu explicar algo, Elliot" irritou-se o quatro-olhos, rangendo os dentes.
"Por quê? Você não é virgem?" a vodka que tomara estava fazendo um efeito estranho em si. Ele não deveria estar dizendo aquilo.
Ele não queria estar dizendo aquilo.
"..." o servo bufou nervoso. Não iria responder aquela pergunta tão rude vinda do Nightray.
"Viu? Você nem deve saber fazer ou algo do tipo" a paciência de Leo abandonou todo o seu ser ao ouvir a frase. Sentiu seus nervos explodirem no momento. Virou-se irritado, empurrando Elliot para que o mesmo caísse na cama atrás de si, enquanto subia em cima do corpo do loiro, sentando-se em seu quadril e deixando cada perna de um lado do corpo do mestre.
Curvou levemente sua coluna, beijando impaciente o pescoço do herdeiro. Expulsou sua língua de dentro de sua boca e a passou pela pele alva do Nightray, deixando um rastro de saliva até o queixo do mesmo, onde mordeu levemente. O loiro tentou conter a onda de prazer que invadiu-lhe ao sentir a língua úmida do servo tocar-lhe o pescoço, ao suspirar prazeroso.
“L-Leo... por que está agindo assim... ?" perguntou ao conseguir reunir o resto da força que tinha, puxando de leve os cabelos do servo tentando chamar a sua atenção.
"Estou apenas mostrando-lhe o que sei fazer" sussurrou ao pé do ouvido de Elliot, sentindo-o estremecer abaixo de si.
O loiro tentou puxar os cabelos do outro novamente, numa tentativa inútil de fazê-lo parar. Leo não ligou para mais nada naquele momento. Ele queria fazer aquilo, só precisava de uma desculpa.
E aquela certamente era a desculpa perfeita.
Mordeu-lhe sem força o lóbulo da orelha. Elliot sentiu seu rosto queimar, não contendo um baixo gemido.
As mãos ágeis do quatro-olhos passaram numa carícia entre o pescoço e os ombros do herdeiro, chegando em sua camisa – que já encontrava-se amassada – e desabotoando seus primeiros botões delicadamente. Desceu sua boca ao pescoço do loiro novamente, dando-lhe leves mordidas. Logo com uma força a mais, ouviu o baixo gemido prazeroso sair da boca do loiro.
Queria ter certeza que deixaria marcas naquela pele clara e alva.
Quando o loiro abriu os olhos, deparou-se com sua camisa branca jogada num canto sem muita iluminação do quarto. Os lábios do servo tocaram-lhe gentilmente o peitoral, descendo para a linha dos mamilos do herdeiro. Analisou-os sutilmente – o que não passou despercebido pelo herdeiro, que ao olhar para servo, recebeu um sorriso malicioso – fazendo-o corar subitamente.
Levou sua boca ao mamilo esquerdo um tanto rígido do Nightray, lambendo a ponta do mesmo e recebendo um gemido em troca. Sua mão começou a fazer movimentos circulares em volta do outro mamilo de Elliot, logo apertando-o com o dedo levemente.
"A-ah..." arfou, cerrando os olhos e mordendo o lábio inferior afim de controlar os gemidos.
Em segundos, abocanhou o mamilo esquerdo que paquerava há pouco, mordendo-o delicadamente. Lambeu-o impiedoso enquanto ainda brincava com o mamilo do lado contrário com os dedos, tentando arrancar gemidos de Elliot, que lutava à não deixar seu orgulho de lado e entregar-se em gemidos histéricos.
"Até parece que você é o virgem aqui" o servo provocou, logo subindo seu rosto e passando a língua no pescoço do jovem, que contraiu-se, começando a achar as suas calças incômodas. Trocou a boca pelos dedos da outra mão, com um leve sorriso.
Elliot gemeu alto, mordendo fortemente o lábio inferior e sentindo um fraco gosto de ferrugem a acabar de fazer um pequeno corte no próprio lábio.
Parou com a carícia repentinamente, passando as mãos levemente pelo resto do corpo do loiro. O Nightray sentia seu corpo inteiro quente, enquanto ainda traçava uma guerra contra os gemidos que teimavam em tentar sair de sua boca a todo toque do servo.
Beijou o abdome do mestre, descendo sua boca lentamente – e dolorosamente, na visão de Elliot – por ele. Mordeu provocativo o cós da calça do loiro, levando suas mãos até o mesmo e o puxando levemente para baixo, enquanto sua outra mão livre colocava-se no órgão sexual já ereto do jovem, passando os dedos pela sua ponta – mesmo que coberto. O loiro arfou ao sentir as mãos do servo agarrarem-lhe o membro, gemendo prazerosamente.
"V-vai logo com isso, Leo" ordenou com certa dificuldade em meio aos gemidos, sentindo seu membro ser estimulado pelas mãos ágeis do quatro-olhos.
O garoto sorriu satisfeito ao ouvir as palavras de Elliot, tirando a calça do mesmo por completo. Sua mão começou a mexer-se calma pelo membro do Nightray, arrancando-lhe gemidos sôfregos pela lenta velocidade que Leo o estimulava.
"L-Leo..." chamou o jovem manhoso, logo mudando o tom de voz repentinamente. "Mandei você ir logo" anunciou impaciente, suspirando.
"Como quiser" respondeu calmamente, lambendo carinhosamente o abdome do mestre e retirando a box do mesmo, deixando-o completamente nu.
Passou a língua pela glande do pênis do loiro, ouvindo um alto gemido por parte de Elliot. Não demorou para que abocanhasse-o por inteiro, brincando com os testículos com os dedos. Trocou os dedos pela boca, sugando-lhe os testículos fortemente, enquanto masturbava o loiro; que no momento não estava mais conseguindo conter os gemidos, que saíam mais altos do que antes de sua boca.
Novamente, lambeu a glande do membro do jovem Nightray, sentindo seus cabelos serem puxados por Elliot, numa tentativa falha de descontar todo o prazer que sentia.
Sugou-o, chupando-o com certa violência. Olhava para Elliot, que estava com seu rosto úmido pelo próprio suor, enquanto os fios de cabelo grudavam em sua face em contato com as gotas que escorriam por sua pele. Os olhos cerrados e a face totalmente corada. Aquele era uma visão adorável, segundo Leo.
"L-Leo!... E-eu vou..." em meio aos altos gemidos e gritos que saíam da boca do loiro, tentou avisar, puxando mais fortemente os cabelos de Leo para que o mesmo se afastasse.
Pelo contrário; o servo apenas aumentou o ritmo.
Elliot, em meio à um gemido prazeroso, jorrou o líquido branco pelo próprio órgão sexual na boca do quatro-olhos, que engoliu-o rapidamente, lambendo os lábios e sorrindo maliciosamente.
O loiro parecia aliviado. Iria tentar se levantar se o servo não se sentasse novamente sobre seu quadril, sussurrando-lhe próximo à face:
"Ainda não acabamos" o herdeiro arregalou os olhos por um instante, tentando recuperar o ritmo da respiração descompassada.
Leo esfregou levemente o traseiro sobre o pênis nu do mestre, logo livrando-se das peças de roupa incômodas que ainda vestia.
Elliot aproximou-se do rosto do servo, passando a mão sutilmente pelo rosto do mesmo, colocando seus dedos a mexer nos seus óculos.
"Por que não se livra disso agora?" abaixou os óculos levemente, ainda sem conseguir a visão dos orbes perolados de Leo.
"Eu gosto deles".
"Sim, eu sei" retirou os óculos do rosto do servo, colocando-os no criado-mudo ao lado da cama. Leo tratou de esconder seus olhos com a franja rapidamente, recebendo um olhar reprovador de Elliot. "Eu quero ver você. Vamos lá, Leo" afastou os fios de cabelo do rosto do outro, revelando apenas os cílios do mesmo por seus olhos ainda encontrarem-se cerrados. "Abra os olhos" pediu. Numa fração de segundos, Leo os abrira lentamente, revelando os orbes escuros ao loiro, que sorriu satisfeito. "Seus olhos são lindos".
Leo não deu atenção ao comentário do loiro, logo lançando-lhe um olhar como se pedisse para o outro continuar por ele.
Elliot sentiu o suor correr frio por seu rosto novamente.
"Leo" o servo encarou-o.
"Algo errado?"
"Eu... não sei o que fazer agora" sentiu o sangue subir rapidamente para seu rosto, sentindo-o queimar. O servo sorriu divertido.
"Não deve saber nada sobre esse assunto" imitou a voz de Elliot, fazendo-o ficar com o rosto mais avermelhado que antes. "Não se preocupe. Deixe que eu faço isso".
Depois de brincar um pouco mais com o membro do jovem herdeiro – deixando-o desperto novamente – apoiou-se no abdome do jovem, logo movendo seus quadris para baixo.
Ajeitou-se – ou pelo menos tentou – sobre o pênis ereto de Elliot, sentindo a glande tocar sua entrada e finalmente entrar. Leo contraiu-se ao sentir parte do membro do mestre entrar em seu corpo, sentindo um grande desconforto e dor. Tentou fazer com que o resto do órgão do loiro entrasse em si – o que só ajudou para aumentar a dor.
Ao conseguir encaixá-lo inteiro em sua entrada, cerrou os olhos, tentando descontar a dor que sentia, mesmo que os suspiros e gemidos de Elliot o ajudassem a esquecer o desconforto.
"Quer parar agora?" o herdeiro perguntou preocupado, colocando as mãos nos ombros de Leo, que respondeu com um aceno negativo de nuca.
Pouco a pouco a dor sumira. O servo, já um tanto impaciente, moveu-se com certa violência sobre o pênis do loiro, o que o fez gemer alto.
Em poucos minutos, já estava movendo-se histérico sobre o membro do jovem, trazendo gemidos dos dois, por mais que tentassem segurar-se para tentar não incomodar os colegas de quarto.
Minutos passaram entre gemidos e gritos de ambos preenchendo o quarto pequeno do nobre. Logo sentiram uma onda elétrica passar-lhe pelos corpos.
"E-eu vou..." murmurou Leo, cerrando o olho esquerdo e tentando aumentar a velocidade das estocadas.
"Eu também" respondeu dificilmente, puxando-lhe os fios de cabelo, violento.
Gemidos satisfeitos e altos vindo de ambos ecoaram por seus ouvidos, e não demorou para que despejassem sêmen por seus membros.
Leo jogou-se ao lado de Elliot na cama, cansado. O loiro arrumou uma posição que mais lhe agradava no momento. O servo cerrou de leve os olhos, aconchegando-se no peitoral nu do loiro.
"Onde aprendeu tudo isso?" perguntou bobamente, com um pequeno sorriso no rosto.
"Livros. E com alguns outros nobres antes de você".
"Outros nobres?!"
"Sim, antes de você chegar, alguns deles me importunavam".
"E você já fez isso com eles?"
"Com alguns. Mas... é a primeira vez que a decisão parte de mim".
Elliot sorriu satisfeito. Aquela deveria ser uma péssima noite, mas como sempre, Leo tirou-o dos devaneios e castigos.
E no dia seguinte ainda teve a ousadia – ou tentou juntar seu orgulho novamente – de dizer que não se lembrava. Por aquilo, tinha certeza que irritara o servo.
[Flashback end#]
Fechou os olhos. Aqueles tempos em que saía às escondidas com os alunos eram bem divertidos; ao menos para ele, claro. Leo nunca achava divertido.
E claro, gostaria mesmo de repetir aquilo algum dia. Mas nunca admitiria isso – para Leo, ao menos. E se fosse admitir, teria de dizer que mentiu e se lembrava de tudo... e se desculpar, claro.
Desculpas sempre acabavam com o seu orgulho, no final das contas.
Notas finais
Com essa vocês não esperavam, vai, pode falar u.u AHSUAHUSHAUSHAUHS' /brinks
O Elliot deveria estar um pouco bêbado para falar aquilo, mesmo que ele tenha cuspido todas as bebidas alcoólicas depois XD Ele deve ter o organismo mais sensível, gente, calma u__ú ASHUAHSUAHSUHAHS'
Esse flashback foi mais para fazer sentido de uma frase num outro lemon de um capítulo (nem tão) distante então não me batam porque eu fiquei enrolando nesse capítulo e-e" /levatiro
Enchição de linguiça isso aí QQQ
MAS ESSE ELLIOT É UMA ANTA MESMO, COMO ASSIM???? FICA FALANDO QUE O LEO É O VIRGEM DA HISTÓRIA, UHUM ASHUAHSUAHSUHAUHSUAHS Er, me empolguei :B
Mas não entrem em pânico, queridos(as) leitores(as) o/ Logo logo eu faço outro lemon com o Leo como mestre, aí vai ser legal XD ASHUAHSUH
Me digam o que vocês acharam, onegai *Q* Se tiver pouca putaria, me avisem que eu faço o próximo mais... safado -Q AHSUAHSUHAUHSUAHS /levamurronacara
Obrigada por lerem! ♥
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