Fragile
4 Chapter: IV. Bitter Tears
Notas iniciais
Eu gostei do resultado desse capítulo! Tipo, gostei mesmo u3u
E aposto que as fujoshis malucas vão concordar comigo ~oh yeah! XD~. PORQUE ADIVINHA O QUE TEM NESSE CAPÍTULOOOO??? ROMAAANCEEEE!!! XDDDDD (Inner: Chega, Madoka. Chega o-o) Ok ú-u
ENFIM, até lá em baixo ♥ ~~~
"Por que ele entrou aqui?"
Elliot fingia estar falando com Leo. Não sabia se era ele – e achava que não era –. Mas de qualquer jeito, nada se resolveria.
Encarou o garoto que abaixou os braços e os largou folgado nas pernas. Espremeu os olhos.
— Se nós nos encontrarmos outra vez, vou achar que você está me perseguindo. — disse num tom brincalhão, um tanto mal humorado. O loiro arqueou uma sobrancelha, aproximando-se.
— E nós já nos vimos antes por acaso?! — perguntou irritado, cruzando os braços e fitando o chão.
Leo virou-se rapidamente, enchendo as bochechas de ar e as esvaziando ligeiramente. Cruzou os braços desapontado.
"Como ele pode se referir a mim como se não nos conhecêssemos?!"
Elliot olhou para o rosto do rapaz ao perceber o movimento repentino. Arregalou os olhos, surpreso. Começou a mexer as mãos envergonhado, enquanto batia o pé no chão numa tentativa inútil de descontar seu nervosismo. Mordeu o lábio inferior de leve, tentando não fazer Leo perceber o quanto ficara surpreso.
— Leo?! — deixou escapar o nome do "servo" por entre seus finos lábios sem querer, e assim que percebeu o que dissera, fez movimentos circulares com os dedos pensando em como consertar aquilo. — Er... e-eu sabia que era você... — murmurou, sentindo seu rosto esquentar por não reconhecer o melhor amigo.
— Você devia parar de mentir para mim. — reclamou. Elliot encarou-o raivoso.
— Se você parar primeiro. — aquilo foi como uma facada para Leo. Elliot acabara de abrir a ferida que começava a cicatrizar. Ele lembrou seu amigo do erro terrível que cometera.
— Eu sei que você deve estar bravo por eu ter mentido para você. Mas veio aqui apenas para tirar satisfação? — perguntou grosso. Aquela expressão sofrida e raivosa do Baskerville fez Elliot sentir-se culpado.
— N-não. Eu só... — encarou novamente a face de Leo, estreitando os olhos. Pigarreou, decidido que não iria continuar a frase e dar uma de idiota. — Afinal, o que raios aconteceu com o seu cabelo, Leo?! — Leo levou a mão direita aos fios longos de cabelo, arrumando-o delicadamente.
— Oh, sim. Você gostou? — sorriu amigavelmente, cerrando os olhos de um modo simpático. — Vincent cortou para mim.
"Vincent?"
Elliot sentiu um indecifrável sentimento. Por quê? Estava com raiva de Vincent?
Ou estava com ciúmes?
— Por quê?! — perguntou, já levantando o tom de voz.
— Eu cansei de me esconder, Elliot. — o loiro o encarou melancólico. Abriu a boca algumas vezes, tentando dizer algo. Mas sua voz se recusava a sair.
— Leo... me disseram que você foi sequestrado.
— Ah, então foi isso que disseram? — Elliot arqueou a sobrancelha esquerda interrogativamente. — Vincent me tirou de lá. As pessoas estavam me fazendo muitas perguntas. — o jovem olhou-o perplexo.
"Quer dizer que Leo e Vincent viraram... amigos?"
— E por que você não voltou para me dizer nada?! Você é meu servo, não é?! Não deveria se separar do seu mestre!
— Não, Elliot. — o loiro temeu qual seriam as próximas palavras do jovem. — Eu não sou o seu servo. Não mais.
Elliot sentiu como se o tempo tivesse parado. Seu corpo não queria lhe obedecer mais; não tinha nem o controle das próprias pernas. Piscou os olhos um par de vezes, tentando assimilar a ideia de viver sem Leo ao seu lado.
Estava tudo errado.
— Mas... — murmurou fracamente, dizendo algumas outras palavras sem nexo.
Esqueceu-se de tudo o que estava em sua volta. Andou em passos pesados e raivosos até Leo, puxando-o pelo colarinho de sua blusa.
Sua expressão continuava a mesma.
Aquele sorriso cínico ainda estava presente em seus lábios.
— Você não pode simplesmente dizer que não vai mais ser meu servo! Você aceitou a minha proposta, não aceitou?! — gritou, balançando Leo ao ar. — Você me prometeu que estaria ao meu lado! Não quebre sua promessa! — o sorriso do jovem garoto murchou-se.
Elliot ergueu o braço com o punho cerrado. Direcionou-o para a face do jovem Baskerville, que não se deu o trabalho de fechar os olhos e esperar pela dor incômoda no rosto.
O loiro mirou-lhe com o olho esquerdo, logo movendo bruscamente o seu braço e acertando a face direita do rosto do jovem. Soltou-o indelicado, fazendo-o cair no chão com a mão no local onde Elliot acertara o soco.
Sentiu gotículas teimosas de água começarem a descer por seu rosto jovial. Suas pernas estavam bambas, não conseguiu aguentar o peso do próprio corpo. Ajoelhou-se no chão, escondendo o rosto com as mãos. Elliot não queria que Leo o visse chorando daquele modo tão miserável.
Além de que, já deveria estar cansado de ver as suas lágrimas.
Leo olhou-o perplexo.
— Seu idiota... — pronunciou, enquanto tentava inutilmente manter a voz num tom normal. — Você sabe... que eu não consigo me virar sem você... — soluçou, manchando o tapete de onde estava com suas lágrimas. — Eu não ligo se você mentiu ou não para mim. Minha família inteira está morta. Você é o único que me restou, Leo...
— E-Elliot... — não imaginava que o herdeiro teria aquela reação.
Uma reação que fez o Baskerville gritar interiormente. Queria se destruir por fazer Elliot chorar.
— Seria melhor se nunca tivéssemos nos conhecido. — murmurou Leo, fazendo o loiro sentir-se um mero lixo. — Você não estaria sofrendo tanto. É minha culpa seus familiares estarem mortos. Me descul–
— Pare de ser idiota, Leo! — o Nightray interrompeu, fitando os orbes escuros do antigo servo. — A culpa não é sua. — sussurrou, limpando as lágrimas com as mãos. — Eu não deveria ter me irritado por você falar com Isla Yura.
— E eu deveria ter te contado. — Elliot encarou Leo, sem uma resposta. — Eu sou um servo ruim, Elliot. Não devo interferir mais em sua vida. Por favor, me esqueça.
— E você acha que se eu conseguisse fazer isso estaria aqui? — sentiu seu rosto queimar por dizer aquilo ao Baskerville, que encarava-o surpreso.
— ...
— Eu nunca me arrependi de ter conhecido você. — andou até Leo, acertando-lhe outro soco na face contrária. — Isso... é por você ter me abandonado.
— Eu... — esfregou levemente os dedos sobre o local que fora acertado.
O que estava fazendo? O que tinha de errado com ele? Estava fazendo Elliot sofrer mais do que deveria. Mas não poderia voltar atrás. Não mais.
Vincent ficaria bravo se mudasse de lado novamente. E a última coisa que queria era mais um inimigo.
Ao perceber o que estava acontecendo, pegou-se enlaçando os braços em volta do pescoço do herdeiro, abraçando-o. Elliot assustou-se com a ação repentina do garoto, mas aquele suave toque de Leo parecia-lhe confortável demais para recusar.
Elliot sentia seu rosto ser manchado ainda por gotas de água que saíam de seus olhos. Fazia tempo que não tinha aquele tipo de contato com Leo. E sinceramente?
Ele adorava aquilo.
Deixou seu corpo relaxar, levando suas mãos à cintura do jovem de cabelos negros, contornando-a. As lágrimas pararam por um momento – mas logo voltaram. Uma certa felicidade noltálgica tomara conta de si, por entender que Leo não o odiava.
E nunca odiou.
O de olhos negros tentava formular uma frase, aproximando mais seu corpo do de Elliot.
— Vincent é meu servo. — o loiro espantou-se com a frase, mesmo sem separar-se de Leo. — Então não posso mais encarar-lhe como um mestre, eu acho. — murmurou.
Elliot sentia desconforto ao ouvir as palavras calmas de Leo. Tinha alguma coisa errada. Ele sabia que o de olhos escuros nunca faria nada de mal à ele mas também sabia que Leo era instável; sempre fora louco daquele jeito.
Mas parecia pior.
— Nee, Elliot. — o herdeiro sentiu uma ligeira vontade de afastar-se de Leo pelo tom usado para pronunciar seu nome. Leo semicerrou seus olhos, abrindo um largo sorriso convicto. Puxou as sobrancelhas para baixo, formando nos lábios um arco. — Eu quero destruir tudo.
— Leo... — separou-se minimamente, olhando o Baskerville nos olhos. Olhava-o perplexo e um tanto surpreso, não imaginava que o de cabelos escuros chegaria a dizer algo assim.
Leo sorriu. Mas aquele não era um sorriso como todos os outros que recebia. Tinha algo errado com o Baskerville.
Levantou, estendendo a mão para Elliot.
— Vamos, levante-se e pare de chorar. — o loiro arqueou uma sobrancelha, perguntando-se como poderia o antigo servo dar-lhe ordens – e ainda sorrir amigavelmente. Bufou, pegando a mão do jovem para apoiar-se a levantar.
— Não me dê ordens. — irritou-se, colocando as mãos na cintura. Formou um biquinho com os lábios, fazendo Leo rir de sua reação.
— Como quiser. — Elliot encarou-o um tanto desapontado pela resposta do Baskerville. Poderia jurar que o mesmo ficaria nervoso. Mas não pôde resistir em provocá-lo ao menos um pouco.
— Você diz que não é mais meu servo, mas ainda age como tal. — sorriu irônico, mudando totalmente a sua expressão anterior. Leo retribuiu o sorriso amigavelmente, cerrando os olhos e inclinando a cabeça.
— Por quê? Quer que eu mude o meu comportamento? — gargalhou, vendo o loiro encher as bochechas de ar sem uma resposta para dar ao garoto.
— Não. — respondeu, grosso.
Iria responder algo mas o barulho da porta o fez parar. A madeira bateu levemente contra a parede, causando um baixo barulho. Os orbes de Elliot direcionaram-se à porta, assim como os de Leo. Um familiar rosto sorridente revelou-se no meio do corredor, junto com olhos bicolores que impacientemente procuravam por algo.
Elliot encarou o ser ali, sentindo novamente aquele sentimento estranhos remoer em seu peito.
Ciúmes.
— Ah, Leo. Você está aqui. — pronunciou calmo, sem perceber a presença do outro na sala.
Afinal, só tinha olhos para o mestre no momento – ou apenas quando longe de Gilbert, suspeitava o Baskerville.
— Vincent. — murmurou, lançando um olhar desafiador para Elliot, como se apostasse com o mesmo quem ganharia mais a sua atenção.
"Isso foi um desafio?"
Encarou por si o loiro. Afinal, o herdeiro não era de recusar desafios.
Notas finais
O Elliot está mostrando seu lado sensível e está mais uke do que o próprio uke, e quer ver que ele vai botar a culpa na Vanessa? u___u AÍ, PRODUÇÃO! PODE ISSO??? /levatiro
Depois ele reclama que o Leo fica tipo "POW ELLIOT PARE DE CHORAR DESSE JEITO, ISSO É COISA DE MENINA Ù_Ú" AHSUAHSUAHUSHAUH
ESSE VINCENT, VIU... tinha que ser tarado para começar a competir: QUEM GANHAR MAIS ATENÇÃO DO LEO, VENCE! Ò0Ó AGORA É GUERRA O/ ASHUAHSUAHUSHA Imagina a cena: Elliot e Vincent disputando pelo Leo QQQQ aí o ser fala "POW MADOKA. MAS O VINCENT TEM O GIL. U-U" Ok, mas ele quer o Leo no sentido de "comer" já que o Leo é gostoso e ele quer o Gil no sentido de "amar & comer" já que o Gil é mais gostoso ainda . Entenderam a diferença? u____u (não)
AINW ahgkhdbigyubdhb KI LINDJU U ERIOTU CUM CIÚMI *----* ASUHAUSHAUHSUHAUSHAUHSU
BOOOOOM. Quem gostou comenta! E quem não gostou... comenta também, oras. u-u ASHUAHSUAHSUA
Até o próximo capítulo, e obrigada por ler! o/
~ ♥
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