Notas iniciais
Aquele momento "Ué" da vida onde a pessoa surge do nada com um capitulo novo. Um super agradecimento atrasado a Julia Martins pela a primeira recomendação da fic

Eu esperei pelas batidas de seu coração ate que a pontasse ter me visto ali. Logo aquela saborosa sinfonia veio ao ar. Levantei meu olhar a ele, que mantinha sua boca no mais puro silêncio, apenas o ar passava-se ali. Aguardei paciente para que ele tomasse a primeira iniciativa.

–C-como… –Ele limpou rapidamente a garganta. –Como você entrou aqui? –Sua voz estava baixa, seu sangue corria rapidamente. O suave cheiro que tremulava não estava tão presente, ele não exatamente tinha medo de mim, seu temor era mais uma curiosidade desenfreada.

–Não quis ler o livro?-Murmurei com extrema calma e gentileza.

–O q-que? –Ele teimava em gaguejar.

–O livro… –Apontei de maneira vaga ainda olhando em seus olhos. Ele por sua vez os evitava, porém não era “rude” o suficiente para desviá-lo para uma distância maior, eles se mantinham olhando para qualquer outro ponto em mim, menos meus olhos.

–Como você conseguiu matar aqueles homens de maneira tão brutal? –Questionou após olhar por demorados segundo o livro.

–Eu fiz um favor a sociedade. –Murmurei desgostosa, virando o rosto, pelo foco de suas perguntas.

–Não precisava ter sido feito de forma tão brutal… – Eu ri pelo nariz ainda olhando para o lado. –Eu… eu deveria chamar a polícia…

Eu ri de maneira leve. Desci minha perna me sentando ereta, levemente inclinada em sua direção, com as duas pernas agora para dentro. Apoiei as duas mãos ao lado do meu corpo e fiquei olhando-o.

–Você não vai dizer nada?!

–O que quer que eu diga? Peças desculpas, por te livrar de assaltantes, que mais tarde poderia assaltar outras pessoas e ate mesmo estuprar alguém? –Ele ficou em silêncio.

–Acho que você errou de lado. –Murmurou. –O quarto de Clint, isso quando ele vem para cá, e do outro lado… –Disse após alguns segundos voltando-se a alguns papéis sobre a bancada onde estava.

Ah sim! Barton. Ele havia me ligado há alguns dias, mas disse que estava ocupada, pedi para que deixasse para outro dia.

Bruce olhou-me rapidamente como se esperasse por alguma reação mais concreta.

–O Senhor contou ao Sr. Barton sobre o que aconteceu? –Ele voltou imediatamente o olhar a mim. Sabia que ele não havia contado, mas queria manter nossa conversa sem torna minha presença mais constrangedora do que já era a ele.

–H-ham…- Ele gaguejou novamente e tentou se apegar aos papéis enquanto aparentemente tentava pensar no que dizer. –N-não… Eu… – Ele se pôs em silêncio e retirou os óculos voltando-se a mim. –Por que você tem me vigiado e seguido?

–Você pensa demais e faz perguntas um tanto quando desnecessárias…-Murmurei descendo da janela e começando a andar pelo lugar com passos lentos e casuais.

–E você invade lugares e vigia pessoas…

–Na verdade não. Apenas você… –Olhei algumas telas holográficas apenas para não voltar o olhar a ele.

–Você e alguma agente da S.H.I.E.L.D ou exército que está querendo algo ou informação do Hulk? Por que se for isso, você pode ser rápida porém não seria nada bom se você se aproximasse dele… –Riu sarcástico e com descaso no final desviando o olhar para o chão.

–Quem?- Não entendi o que ele estava dizendo, mas já havia ouvido falar da besta verde.

–Não precisa fazer joguinhos, se esta atrás do Hulk você vai falhar.

–Eu realmente não sei do que está falando…-Murmurei voltando-me a ele com a testa franzida e confusa.

Ele ficou em silêncio me avaliando por um tempo. Ouvi o elevador daquele andar apitar. Corri ate a janela, mas parei antes para olhá-lo dando um sorriso a ele antes de pular, fazendo-o se aproximar da janela assustado.

Me pus no prédio de frente e fiquei observando.

O famoso Tony Stark adentrou entregando algumas caixas a ele. Porem Bruce estava distraído, havia voltado a se sentar na bancada e fitava o livro que eu deixei a ele com a mão sobre o queixo. Fiquei observando-o por mais algumas horas antes de ir caminhar pela cidade.

Senti meu celular vibrar olhei o visor vendo uma mensagem de Barton. Talvez eu me aproximando mais dele descobriria mais sobre Banner.

Respondi com um “Onde podemos nos encontrar?

Ele optou em passar seu endereço onde logo eu me vi tocando o interfone. Subi ate seu andar e ele abriu a porta. Estava descalço e vestia um jeans despojado e uma camiseta roxa. Começamos a conversa de maneira casual. Ele logo serviu uma cerveja.

–Só não repare os fios. E que não sou muito bom em montar essas coisas! –Apontando brevemente para os fios de frente a TV todos enrolados. –Então, o que andou fazendo de bom essas últimas semanas?

–Nada apenas… nada. –Sorri de maneira misteriosa pensando no que andei fazendo.

–Adoro esse seu jeito, sabia… –Murmurou colocando uma mão sobre meu joelho enquanto virava seu corpo mais pro meu lado. –E como se você tivesse um grande segredo, mais ao mesmo tempo não fosse… come se… se você provocasse as pessoas a terem um. –Riu ficando com o seu rosto extremamente próximo do meu.

–Mesmo? –Ri tomando um gole da cerveja. Era apenas as bebidas alcoólicas que eu me dava o luxo de usufruir apenas para socializar.

–Você e linda, sabia? –Dei apenas um sorriso torto em resposta. –Mas e tão nova… –Completou se afastando um pouco a tomar a sua cerveja.

–Se diz… –Desdenhei.

Honestamente, eu estava focada em outra coisa naquele momento. Mas estava dividida… criaria em sua mente como se estivéssemos transando ou realmente faria numa tentativa de me distrair. Porem só não poderia o matar!

Como decisão, me virei rapidamente, tão rápido, quase como um descontrole, me sentando sobre o seu colo de frente a ele. Acho que o pior desse deslize, fora que ele percebeu.

Fiquei parada em seu colo, suas mãos não me tocavam.

–Como você fez isso? –Sussurrou me olhando demoradamente.

–Eu tenho algumas… habilidades. –O mundo estava se enchendo com elas e de certa forma eu não estava mentindo e nem afirmando o que eu era no final de contas.

Senti ele segurar meu braço e tentar inverte as posições tentando me imobilizar. Me movi mais rápido que ele, logo me desvencilhando. Observei-o correr o mais rápido que podia ate o arco e flecha mais próximo. Ele mirou diretamente em meu coração.

–Para quem você trabalha?-Questionou completamente sério.

–Eu não trabalho para absolutamente ninguém… –comecei indo me sentar, ele desviou a flecha acertando meu ombro. Suspirei me sentando ainda sim sem dar atenção ao seu feito. Retirei a flecha colocando sobre a mesa de centro e peguei a cerveja tomando um gole de maneira monótoma. – Na verdade eu nunca realmente trabalhei… E agradeceria se abaixa-se seu arco. Se eu quisesse te matar teria o feito no avião. A propósito, também, agradeceria se não comentar com ninguém a respeito de nos, principalmente ao seu amigo Banner.

–Diz que não trabalha para ninguém, então como sabe sobre Bruce Banner?

–O que desrespeita a mim e ao Sr. Banner não e de seu consentimento! –Murmurei um pouco mais arrogante. –Na verdade queria que me contasse o que há de tão assim nele para estarem desconfiando que eu quero algo tão importante dele! –Divaguei me colocando pensativa e ficando de pé.

–E porque quer saber sobre ele? –Murmurou um pouco mais tranquilo.

–Não sei ao certo… para falar a verdade. Os olhos dele são tão doces e obscuros… apenas queria saber o porque… –Refleti sem o dar muita atenção. Ele se aproximou ainda mantendo o arco e flecha em minha direção. –Você vai querer fazer sexo ou não?! –Questionei por fim querendo não lembrar o quanto Bruce Banner me deixava sedenta e confusa ao mesmo tempo. Ele abaixou o arco colocando-o sobre o sofá.

–Então quer dizer que temos uma admiradora aqui? –Ele sorriu de lado –Ah, entendo. Quer agarrá-lo, por isso está curiosa sobre ele. –Ele se aproximou, prensando meu corpo na parede –Não vai conseguir nada do doutor, docinho. Agora, tendo a mim, quem precisaria dele?

Semicerrei os olhos e o peguei pela sua blusa arremessando-o ate o andar superior onde era o seu quarto, não tinha paredes nem nada, era apenas como uma sala ampla o único acesso era pela escada. No mesmo momento que ele caiu sobre a cama eu já estava lá me sentando sobre ele.

–Nunca me chame de Docinho… –sorri me inclinando e o beijando. Senti suas mãos irem direto para minhas coxas e subindo para meus quadris.

O sonoro tapa sobre minhas nádegas ainda sob o jeans ecoou por todo o apartamento, enquanto eu me movimentava com cuidado sobre seu membro que estava começando a ganhar mais destaque entre nos.

Sorri vitoriosa. Gostava de ver a reação dos homens perante um mínimo estímulo. Suas mãos começaram a correr livremente pelo meu corpo. O beijei com mais desejo cogitando por um segundo aquela boca ser de outro. Clint desviou de meus lábios começando a beijar meu pescoço onde ele “tentava” me marca com chupões agressivos.

Eles desceu eles ate o vão entre o pescoço e ombro fazendo questão de afastar a blusa. Ele continuou se esforçando em deixar marcas. Macho primitivo, ri em pensamento. Suas mãos adentram minha blusa começando a querer retirá-las. Eu terminei seu serviço a jogando em algum canto de seu bagunçado quarto.

Suas mãos foram ate minha cintura apertando com força logo indo para meus seios e os apalpando sobre o sutiã preto básico. Sua boca logo veio sobre o tecido o mordendo eu dei um sorriso maléfico a ele enquanto ele subiu os beijos novamente em direção ao meu pescoço. Seus dentes começaram a querer chamar meus gemidos. Mordi o lábio e ronronei baixinho.

–Gosta de mordidinhas? –Riu ele em meu ouvido de maneira rouca.

Me afastei um pouco começando a abrir suas calças, puxei-as de uma única só vez, e isso sim ficaria a marca. Peguei-a e segurei suas mãos acima de sua cabeça e amarrei-as ali, na cabeceira da cama com o lençol. Tudo em frações de segundos.

–Você não imagina o quanto… –Sorri selvagem a ele arqueando uma sobrancelha.

“Haha, perguntar a uma vampira se ela gosta de mordidinhas? Por favor querido, faço isso bem antes de se tornar uma modinha entre jovens com hormônios a flor da pele!”-Ri em pensamento.

Retirei minha calça com a mesma velocidade que eu tirei a sua. Levei minhas mãos sobre sua camisa, acariciando seu corpo ele mordeu o lábio dando um sorriso safado. Rasguei-a ao meio logo agora, por fim, acariciando seu corpo semi nu.

–Leva essa boquinha linda ate lá em baixo, lindinha, leva… –Sussurrou movendo sua pelves levemente em aclamação para o feito.

–Acredite, se você não fosse humano, isso seria algo que eu faria com prazer, mas por toda via você e apenas humano. –Comecei alcançando o lubrificante que estava no criado-mudo, onde a primeira gaveta estava aberta.

Sorri a ele retirando meu sutiã de maneira sensual. Me levantei da cama e soltei seus pulsos da cama mas logo amarando-os as suas costas enquanto o colocava sentado na beirada da cama.

–Você e rápida não? –Riu ele.

Abri o lubrificante e derramei-o sobre sua ereção após dar o mesmo fim a sua cueca, que eu dei junto a sua blusa. Me ajoelhei diante a ele sorrindo torto. Segurei meus seios e os levei a envolver a ereção. Logo movimentando meu corpo, fazendo meus seios acariciarem seu membro. Sorri ainda mais ao ver sua respiração pesada e começando a se descontrolar.

–Vai, chupa ele… eu sei que você quer…

Mordi meu lábio sorrindo a ele, andes de inclinar meu rosto em direção a sua ereção e colocar a glande sensualmente dentro de minha boca. Comecei a chupá-lo tentando ter o máximo de cuidado. Sentia em minha língua a textura de seu membro, o sangue corrente por debaixo da pele sensível… aquilo estava me enlouquecendo. E tudo seria questão de concentração.

Vi ele cada vez mais próximo de seu ápice. Usava minha língua de maneira rápida e ágil, ele estava em puro delírio naquele momento, e me aproveitei disso controlando sua mente.

Controlei-o forçando a sentir ainda mais prazer. Deixei meus lábios se guiarem em direção a sua coxa, masturbei-o com uma mão enquanto isso. Olhei vendo-o com a cabeça jogada para trás gemendo quase que descontrolavelmente.

Eles estava suado já.

Beijei a parte interna de sua coxa, em seguida colocando minhas presas para fora. Mordi sua coxa e para evitar a dor, causei em sua mente a ilusão de mais prazer, ganhando gemidos altos de aprovação por isso.

O local era perfeito e juntando com a atual situação o sangue ainda fluía com mais sabor e vontade, me alimentando. Sabia que não poderia tê-lo ate a última gota. Ainda precisava dele vivo! Não retirei o suficiente para que causasse qualquer reação ruim, fora apenas um petisco.

Engoli o sangue ate limpar minha boca com o veneno, para não deixar rastros e logo voltei a chupá-lo e mal continuei e ele logo se despejou em minha boca e ao redor. Levantei o olhar para cima vendo-o aparentemente acabado e cansado.

–Mas já!?

Notas finais
Ué, mas já? HU3H3UHU3HU3HU3 tia paise é um arraso de muié :v então o que acharam do cap? enfim... bjs.