For You

5 Pegos pelo coração


Notas iniciais
E mais um cap, como prometido. Espero que gostem.

“É tão bonito... Engraçado, por que eu fiquei nervoso? Ele me deixa nervoso quando está perto. Não é normal... Se ele fosse uma mulher bonita dormindo ao lado, até que seria... Meu Deus!”

Yoochun retirou as mãos imediatamente e se afastou do rapaz adormecido. Compreendeu o que podia estar acontecendo ali e se assustou consigo mesmo.

“Será que eu...”

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Yoochun dormiu pouco o naquela noite. Ficou pensando sobre a idéia que passara por sua cabeça no instante em que tocou o rosto de Junsu.

“Meu Deus, isso é possível? Será por isso que nunca senti vontade ir à encontros com mulheres? Será por isso que eu não consigo suportar a HyeSoo? Eu nunca senti nada assim, nem quando ela me beijou. Desde o começo... No hospital, eu tive essa sensação, mas não reconheci o que era. Quando ele sorriu para mim... Eu... Eu... Não sei mais nada. Eu nunca gostei um homem, mas também nunca me apaixonei por uma mulher. Será que eu sou mesmo gay?”

As perguntas rodavam na cabeça de Yoochun, o fazendo ficar de olhos bem abertos encarando o teto do pequeno quarto quase durante a noite toda. Na manhã seguinte, notou que Junsu não acordou no horário de costume e se levantou para ver o que estava havendo. Mas antes de chegar até o colchão, notou que algo estava errado. Junsu suava tanto que seus cabelos estavam molhados, seu corpo todo tremia muito e seus lábios estavam muito brancos. Yoochun encostou a palma da mão na testa do menor e sentiu imediatamente a alta temperatura, alta demais. Parou por um instante pensando no que fazer, Junsu estava doente e não tinha a mínima idéia do que fazer. Saiu do quarto e foi procurar a senhora Shin para pedir ajuda, ela devia saber o que fazer.

– Bom dia senhora Shin! – Yoochun entrou apressado na cozinha.

– Bom dia Yoochun. Levantou cedo! Está tudo bem? E cadê o Junsu, ele já está de pé né, senão vai se atrasar e ...

– Senhora Shin, desculpa interromper, mas eu acho que o Junsu está muito doente. Ele está suado, tremendo e com febre, eu acho. A senhora não quer dar uma olhada? Não sei o que fazer.

A senhora Shin subiu as escadas apressada para ver Junsu. Só de olhar já viu que o sobrinho estava doente. Correu até seu armário de remédios, pegou um anti- térmico, uma bacia com água e toalhas. Yoochun não dizia nada, ficou ao lado do colchão de Junsu sem saber o que fazer.

– Precisamos acordá-lo, precisa tomar o remédio. – disse a senhora Shin entrando no quarto apressada.

– Hum... Acho melhor ele ficar na cama. – Yoochun disse e com um esforço colossal, pois ainda estava debilitado, colocou Junsu na cama. Este se mexeu e abriu lentamente os olhos e viu Yoochun ao lado de sua cama.

– Yoochun... – gemeu baixinho.

– Aqui querido, tome esse remédio. Vamos, tome. Precisa disso para melhorar. – a senhora Shin ergueu a cabeça do sobrinho e enfiou o remédio na boca dele, dando logo depois um copo de água. Junsu se esforçou para beber, mas logo perdeu as forças e deixou sua cabeça cair de volta no travesseiro.

– A febre está muito alta. É nisso que dá, não come direito, não dorme direito, só estuda. Eu disse a ele que ficaria doente se não se cuidasse melhor. Eu vou fazer compressas com essa água fria, assim ajuda a baixar. – a mulher dizia baixinho enquanto molhava a toalha. Yoochun observava tudo e não sabia se ela falava com ele ou se falava sozinha. – Eu também vou fazer uma sopa reforçada, ele precisa se alimentar.

– Senhora Shin, se quiser eu faço as compressas e a senhora pode ir fazendo a sopa. – Yoochun ofereceu.

– Mesmo? Ai que bom, então faça isso, eu vou lá fazer a sopa. Vá colocando na testa dele a toalha úmida até que a febre baixe. Se não adiantar teremos que leva-lo ao hospital.

Yoochun tomou o lugar da mulher e torceu a toalha que estava na bacia. Dobrou a toalha como se fosse uma faixa e colocou-a sobre a testa de Junsu. Em menos de um minuto a toalha estava quente. Yoochun molhou novamente e passou a toalha úmida pelo rosto de Junsu. Repetiu várias vezes o procedimento, enquanto observava os traços daquele rosto tão bonito.

Depois de uma hora, a febre diminui. A senhora Shin entrou no quarto com uma bandeja com um prato de sopa bem quente.

– Yoochun, como ele está?

– A febre está baixando.

– Que ótimo. Tente acorda-lo para que ele coma. Vou ligar na faculdade para avisar que ele está doente e vou ter que sair por um instante, vou na farmácia comprar um remédio para ele e passar na venda, pois meu marido precisa da minha ajuda. Não demoro. Será que você consegue tomar conta dele para mim?

– Claro, pode deixar. Eu vou tomar conta dele. Não se preocupe.

– Certo, obrigada, você é um anjo. Se ele voltar a piorar, não deixe em leva-lo à um hospital. Tem dinheiro para um táxi sobre a mesa da cozinha. Eu volto logo. – E saiu deixando os dois sozinhos.

– Junsu? – Yoochun chamou passando a mão pelo rosto do mesmo.

– Hum... – o menor gemeu e abriu lentamente os olhos encontrando o rosto de Yoochun.

– Junsu? Está me ouvindo? Precisa acordar. – Yoochun disse ainda acariciando o menor.

– Aham... – Junsu demorou um pouco mais abriu os olhos definitivamente e tentou se sentar.

– O que está acontecendo? Minha aula! Estou atrasado... – Junsu tentou sair da cama mas foi contido por Yoochun.

– Hey! Calma aí! Não vai levantar não. Você está doente. Estava gemendo e com um febrão até agora mesmo. Sua tia já avisou na faculdade que você está doente e imagino que fará o mesmo no seu trabalho. Ela saiu, mas deixou essa sopa. Te acordei para você comer.

– Ah, me sinto péssimo. Onde ela foi?

– Na farmácia e depois ajudar seu tio. Disse que não demora. Vamos, sente-se direito, vou te dar a sopa. Precisa se alimentar.

– Obrigado, não precisava se incomodar. Eu podia descer para comer – Junsu falava baixinho, um resmungo praticamente. Ainda não tinha noção de como estava péssimo.

– Aham, você acha que podia descer. Não tem noção de como está horrível. Vamos, abra a boca. – Yoochun exigiu. No começo achou estranho estar ali dando comida na boca de Junsu, mas gostou daquela sensação de poder cuidar do menor.

Junsu não reclamou, pois quando se ajeitou melhor na cama para comer sentiu que seu corpo estava muito dolorido e sua cabeça estava girando. Abriu a boca lentamente e deixou que Yoochun o alimentasse. Comeu pouco, seu estômago estava fraco. Yoochun o deitou novamente e ficou ali ao lado enquanto Junsu adormecia de novo. Uma hora depois ele despertou de novo, estava menos pálido, mas ainda tinha uma péssima aparência.

– Olha, eu esquentei a sopa, coma mais um pouco. – Yoochun disse ajudando-o a sentar na cama.

– Obrigado. Você é que deveria estar descansando. Como está sua cabeça? – Junsu disse baixinho.

– Eu estou bem. Não se preocupe. Você é o doente aqui. – Yoochun disse colocando mais sopa na boca de Junsu.

Quando a tia de Junsu voltou ele estava dormindo de novo, mas pelo menos havia tomado toda a sopa. A senhora Shin elogiou Yoochun, dizendo que ele era um bom enfermeiro.

Era quase noite quando Junsu acordou de novo. Yoochun estava sentado numa cadeira ao lado da cama.

– Oi! – Yoochun disse ao ver o menor encara-lo. – Como se sente?

– Acho que melhor. Minha cabeça não está rodando pelo menos. – Junsu disse ainda deitado encarando o outro.

– Que bom. Fiquei preocupado, você estava muito mal hoje de manhã. Me assustou.

– Desculpe, não queria te incomodar. Você ficou aí sentado o dia todo? – Junsu perguntou tentado se levantar e sendo auxiliado pelo outro.

– Sim, mas não se preocupe. Eu comi, tomei meus remédios e não senti dores de cabeça e nem tonturas. – Yoochun disse sorrindo.

– Nossa, relatório completo! – Junsu sorriu bem fraquinho.

– Eu sabia que você ia perguntar, então te poupei do esforço.

– Eu preciso de uma banho. Sinto-me grudento. – Junsu disse puxando sua camiseta.

– Bem, é que você apagou ontem quando chegou do trabalho e nem tomou banho e suou muito hoje por causa da febre. Precisa de um banho mesmo.

– Certo, então vamos lá. – Junsu se levantou devagar e depois com ajuda de Yoochun chegou até o banheiro. Insistiu que não precisava de ajuda e então Yoochun deixou ele sozinho, mas pediu para que não trancasse a porta, assim se precisasse de ajuda Yoochun estaria ali.

Depois de longos trinta minutos, Junsu saiu do chuveiro enrolado na toalha. Estava tão exausto que não se importou em desfilar de toalha na frente de Yoochun. Este já havia deixado uma troca de roupas do menor sobre a cama e saiu do quarto para buscar o jantar de Junsu enquanto este trocava de roupa. Quando voltou Junsu estava sentado na cama, com uma cara péssima.

– Junsu, o que foi?

– Nada, só um mal estar.

– É, vejo que passou muito tempo estudando e trabalhando como um louco e sem comer direito né... Olha só pra você, está péssimo. Venha, sente-se direito, trouxe o jantar para você.

Yoochun deu a comida na boca de Junsu novamente que logo adormeceu depois de comer e tomar o remédio. Yoochun permaneceu ao lado da cama acariciando Junsu enquanto este dormia profundamente. Nem percebeu, mas ficou assim quase a noite toda.

Estava quase amanhecendo quando Junsu acordou e viu Yoochun adormecido na cadeira ao lado da cama. Sentiu-se culpado por fazê-lo dormir daquele jeito. Sentou-se na cama e ficou olhando Yoochun por um tempo. Era bom vê-lo dormir, dava uma sensação de paz.

Yoochun acordou um tempo depois e notou que o outro estava acordado.

– Já acordou? Quer alguma coisa? – Yoochun disse se ajeitando na cadeira.

Junsu apenas sorriu. Aquele sorriso doce e inocente.

– Não, estou bem. Você é que devia dormir, ficou aí a noite toda né. Não devia, não precisava se preocupar assim.

– Mas claro que eu me preocupei, você estava mal. Mas não importa, agora você está bem, isso é que vale.

– Yoochun, você é um cara legal... – Junsu abaixou a cabeça. – Pensei que pudesse ser diferente por ter uma vida tão distante da que estou acostumado, mas você é bom, merece coisas boas, eu espero mesmo que consiga resolver seus problemas depois.

– Obrigado, mas não sou tão bom assim. Tenho muitos defeitos, mas ficar perto de você me fez sentir melhor. Acho que nunca cuidei de ninguém, mas gostei de fazê-lo por você. – Yoochun disse acanhado.

Junsu o encarou depois dessa declaração. Ficaram por um único instante se olhando e então Yoochun levou a mão ao rosto de Junsu.

– Você é especial... – disse passando seus dedos pela pele lisa e macia da bochecha de Junsu, o fazendo corar imediatamente.

Junsu não reagiu, ficou ali preso pelo olhar do outro, sentindo sua pele queimar sob o toque dele.

Sem perceberem começara a se aproximar, inclinados um em direção ao outro, como se um ímã os puxasse. Seus rostos estavam muito próximos, faltando apenas poucos centímetros para se tocarem, mas a porta do quarto foi aberta de repente e ambos se afastaram imediatamente.

– Bom dia rapazes! Como estão? – a tia de Junsu entrou com uma bandeja de café da manhã farta e bem organizada. Colocou sobre a escravinha e começou a catar algumas roupas que estavam espalhadas pelo quarto enquanto falava com os dois:

– Como está Junsu? Trouxe um café para vocês, imagino que você ainda esteja cansado e o Yoochun se esforçou bastante ajudando a cuidar de você. Achei que mereciam um agrado.

– Obrigado tia, não precisava se incomodar. Estou bem melhor, acho que amanhã posso voltar aos meus estudos e ao trabalha. – Junsu disse evitando olhar para Yoochun.

– Obrigado senhora Shin, o café parece delicioso.

– Então comam, mais tarde busco a bandeja.

– Eu levo para a senhora, não se incomode. – Yoochun disse rapidamente. Precisa de mais tempo com Junsu, queria entender tudo aquilo que estava acontecendo.

– Obrigada Yoochun, você é uma graça. Bom apetite e se alimentem bem. – e saiu deixando os dois a sós.

O silêncio durou pouco, ambos fitavam o nada, não tinham coragem de se encarar. Yoochun se levantou e pegou a bandeja colocando ao lado de Junsu, sobre a cama e se sentou na beirada da mesma.

– Coma, você precisa se alimentar bem. – Yoochun disse pegando um morango para comer.

Junsu não se moveu. Parecia lutar internamente para decidir seu próximo movimento.

– Junsu? – Yoochun chamou e então Junsu o encarou como rosto corado e os lábios trêmulos.

– Yoochun... Eu... Eu não sei como... Aquilo que aconteceu... – Junsu não conseguiu pela primeira vez em sua vida formular uma frase que fizesse sentido.

– Junsu, eu não sei o que está acontecendo. Acho... Não, também não acho. Na realidade não sei. Foi estranho isso que aconteceu agora, mas está tudo bem. Coma, pelo menos algumas frutas.

– Eu preciso ir ao banheiro primeiro. – Junsu se levantou lentamente e entrou no banheiro.

Yochun ficou encarando a porta fechada. Seus pensamentos estavam que nem um tornado dentro de sua cabeça.

“Junsu...” – se levantou e caminhou até a porta do banheiro.- “Eu também quero entender, quero falar com você... O que devo dizer?”. Levantou a mão e pousou sobre a porta, como se fosse atravessá-la. Queria bater e chamar por Junsu, sentiu vontade de abraçá-lo e dizer que estava tudo bem. Nunca desejou ficara tão perto de alguém como naquele momento.

Junsu estava em frente ao pequeno espelho. Encarou seu reflexo por longos minutos. Depois lavou o rosto para tentar se acalmar e voltou a encarar-se no espelho.

“Junsu, o que está havendo com você?” Colocou a mão sobre o próprio peito e sentiu que batia forte, mais rápido que o de costume. Decidiu sair dali, não podia se esconder para sempre no banheiro. “Não é nada demais, não houve nada.”

Junsu abriu a porta de uma vez e encontrou Yoochun bem em sua frente, de cabeça baixa, com os braços caídos ao longo do corpo. O maior levantou o rosto e encontrou os olhos de Junsu. O mundo parou novamente. Olhavam-se como se conversassem em silêncio. As dúvidas passavam como sombras sobre suas feições e não conseguiam se desconectar daquilo.

Yoochun levantou mais uma vez sua mão, como fez quando a porta estava fechada, mas desta vez tocou o rosto de Junsu ao invés da madeira clara. Ficou com a palma da mão protegendo o lado daquele rosto que achava tão especial.

Junsu sentiu a aceleração em seus batimentos cardíacos. Era quase uma cena em câmera lenta. Ouvia-se a respiração de ambos e era quase visível o fio de tensão que os envolvia.

Yoochun deu um passo para frente e Junsu não recuou. Yoochun se aproximou mais, deixando poucos centímetros separando seus corpos.

– Yoochun... – os olhos de Junsu brilharam e então aconteceu.

Ali naquele exato momento, deram início a um sentimento que carregariam por toda a vida. Ali selaram o começo de uma história que ambos jamais imaginaram que fossem viver. Sem que soubessem, ataram suas vidas uma na outra de forma que aquilo seria eterno, sem chances de escolha, sem retorno.

Yoochun uniu seus lábios aos de Junsu, que apenas fechou seus olhos, sentindo como se uma corrente elétrica passasse por cada terminação nervosa de seu corpo. Yoochun avançou mais, sem pensar em nada, envolveu a cintura de Junsu com seu outro braço e escorregou a sua mão que antes estava na face do mesmo para sua nuca. Junsu ainda permaneceu sem reação, se deixou beijar. Até que entreabriu seus lábios e cedeu. Quase um minuto inteiro e então Junsu pousou sua mão sobre o peito de Yoochun e depois o envolveu pela cintura. Sua mente ficou em branco desde o primeiro contato daqueles lábios com os seus. Não pensava mais, só queria ficar ali, para sempre, pois nunca havia tido uma sensação tão diferente e tão boa como aquela.

O ar acabou e ambos se afastaram de olhos fechados, sem saber o que fazer ou o que pensar. Suas mentes lentamente voltaram a racionar, mas ainda assim não conseguiram dizer nada. Suas mãos lentamente escorregaram e deixaram de tocar um no outro.

Uma batina porta os assustou e os fez abrir os olhos e se encararem, ficaram envergonhados e corados.

– Junsu, posso entrar? – a voz de Changmin chamava enquanto ele girava a maçaneta da porta.

Yoochun e Junsu saíram do banheiro e encontraram Changmin os encarando.

– O que estavam fazendo aí? – o primo os olhou com desconfiança.

– Nada, Yoochun sentiu outra daquelas tonturas quando foi ao banheiro. – Junsu disse tranquilamente sentando-se ao lado da bandeja para comer. Até mesmo Yoochun se espantou com a facilidade de atuação de Junsu. Sentou-se do outro lado da bandeja e começou a comer.

– Já tomou café Changmin? Não quer comer com a gente? – Yoochun ofereceu enquanto tomava um gole de suco.

– Não obrigado. Eu já comi. Só vim ver como Junsu está? Ficou mal mesmo dessa vez hein primo...

– Dessa vez? – Yoochun perguntou sem entender.

– É, não é a primeira vez que Junsu adoece assim. Desde o segundo ano de faculdade quando se afundou nos estudos e no trabalho, ele adoece de tempos em tempos. O corpo dele se recupera rápido, mas ele sempre é desleixado com a alimentação e com sua saúde. Aí dá nisso.

– Não exagera Chang, também nem é tanto assim. — Junsu tentou se defender.

– É sim Junsu, e você devia tomar cuidado, dessa vez foi muito pior que as outras vezes. Bem, eu vou lá, vejo vocês mais tarde. – Chang saiu do quarto e os deixou ali.

Ambos se olharam por um instante e mais uma vez se surpreenderam. Não desviaram o olhar e não disseram nada. Apenas sorriram, como se acabassem de se tornar cúmplices de uma travessura. Sorriram e continuaram comendo em silêncio.

Notas finais
Bem, o climão chegou... Yoo e Su entraram na fase confusa dos sentimentos. Impossível resistir ao Su né... fofis demais! Espero que tenham gostado. kissus