For The Greater Good
6 Capítulo 6
Notas iniciais
E aí pessoal, tudo belezinha? xD
Aqui estou eu com mais um capítulo pra vocês e com novidades no ar. hahah
Espero que gostem, então boa leitura a todos! ^-^
PS: Os comentários dos capítulos anteriores já foram respondidos. Obrigada galera! =D
Aqui estou eu com mais um capítulo pra vocês e com novidades no ar. hahah
Espero que gostem, então boa leitura a todos! ^-^
PS: Os comentários dos capítulos anteriores já foram respondidos. Obrigada galera! =D
– Regina... – O nome saiu em um soluço. – O que...? Me diz... o que aconteceu? Eu... eu fiz algo errado? – Aquelas palavras esmagaram o coração da rainha. – Por favor, Miss Swan. Deixe-me em paz. – A voz de Regina era mais firme que a de Emma, porém estava igualmente embargada pelas lágrimas. – É isso... isso mesmo o que... quer? – Emma passou as mãos no rosto, tentando livrar-se um pouco das lágrimas que a afogavam, mas só conseguiu abrir espaço para outras mais. Houve silêncio. Por longos minutos, a prefeita recusou-se a responder a pergunta de Emma. A loira soltou um soluço mais alto de choro, entendendo que o fato da morena ter se calado, se referia ao fato de ser o que ela desejava. A xerife levantou-se da cama e Regina ouviu os passos arrastados dela. A rainha permitiu-se virar de frente e viu os cabelos encaracolados quase desaparecendo pela porta. – Fique, Emma! – Regina soltou sem notar, no desespero do momento, fazendo a loira voltar imediatamente para dentro do quarto. – O que disse? – Havia um meio sorriso esperançoso nos lábios da xerife e muitas lágrimas ainda escorriam por seu rosto. – Eu disse para você ficar. – Regina também tinha um meio sorriso no rosto e parecia desconfortável em admitir o que queria. – Não era isso. Repita a frase que você disse antes. – Ela foi se aproximando da cama em que a morena se encontrava, mantendo os olhos verdes fixos nos castanhos. – Fique... Emma. – Ela sorriu, levemente corada, fazendo com que a xerife abrisse um sorriso lindo, gigante, e derramasse lágrimas emocionadas. – Você disse o meu nome. – Era a primeira vez que a loira o escutava sendo dito de forma tão doce pela morena. A mulher deitada não comentou a frase de Emma. Ela simplesmente apertou-se no canto da cama contra a parede. A xerife a encarou com um sorriso tão bobo no rosto que fez Regina sentir vontade de sorrir também, embora não o tenha feito, confusa como estava. – Quer mesmo que eu fique? – O tom dela era de quem não acreditava que aquilo pudesse ser verdade. – Miss Swan, apenas cale essa boca e deite logo aqui, antes que eu me arrependa. – A voz da prefeita era cortante, mas houve um sorriso gentil ao final da frase. A loira riu com aquilo e rapidamente deitou-se ao lado da morena. Ela encarou os olhos castanhos e passou a mão pelo rosto de Regina. Delicadamente, ela retirou o livro de Cora das mãos da prefeita, descansando-o sobre o chão e entrelaçou os seus dedos num gesto carinhoso. – Obrigada por ficar. – A voz da rainha era um sussurro. – Eu realmente não queria ficar sozinha nesse quarto. – Um dia irá me dizer o que diabos foi aquilo que deu em você? – Emma riu e a fez rir também. Ela se referia à interrupção brusca de um beijo tão bom. Acabou levando um tapa no braço por fazer brincadeiras fora de hora, mas Regina não achou, de maneira alguma, que a loira havia estragado o momento. Pelo contrário, ela conseguia amenizar sua dor como ninguém mais havia conseguido em todos esses anos. – Um dia. – Ela sorriu, havia uma promessa em sua voz. Um novo beijo apaixonado foi trocado, calmo, envolvente, longo. Quando o mesmo acabou, o silêncio imperou outra vez. Não eram necessárias palavras, estas só estragariam o momento. A loira aproximou sua testa com a de Regina, os cabelos loiros e negros juntando-se em uma única mecha misturada no topo de suas cabeças. Elas se encaravam, pareciam querer decorar cada traço uma da outra, pareciam querer eternizar aquele momento como em uma pintura. Emma finalmente deixou suas costas repousarem contra o colchão e puxou Regina para si. A cabeça da morena deitou sobre o vale dos seios da xerife e ela se acomodou na cama, aproximando mais os seus corpos. Os cabelos negros exalavam um cheiro adocicado, como toda a mulher ao qual pertencia. Elas ficaram rendidas ao momento de carinho, perdidas em seus próprios pensamentos e sentimentos confusos, até que ambas adormeceram. Nenhuma das duas notou a presença escura no pequeno quarto, observando-as enquanto dormiam. Um par de olhos brilhantes era tudo o que se podia distinguir dentro do breu que era aquele ambiente durante a noite. Mas a sombra enxergava muito bem os dois corpos adormecidos sobre a cama, com os dedos das mãos entrelaçados, um sorriso leve em seus rostos e com um carinho sem tamanho exalando no ar. O braço de Emma estava apertando Regina contra si pelo ombro de um jeito protetor e a rainha encolhia-se junto aquele corpo. Ele retirou-se de lá e sumiu na noite escura.
xXx O dia amanheceu na ilha, Hook foi o primeiro a acordar com o nascer do sol, não via a hora de voltar para o amado barco e seguir viagem. – Onde está o meu navio?! – Hook gritou assim que saiu da barraca e olhou para o mar vazio. – Hook, o que houve? – Disse uma Snow White ainda sonolenta. – Foi aquele maldito...! – Ele disse sem explicar, mas Gold apareceu, interrompendo-o e vendo que a desconfiança do pirata estava totalmente errada. – O navio sumiu. – Ele foi direto, enquanto apontava com a bengala o lugar deixado por Jolly Rogers. Na mesma hora, Snow e David olharam para o mar vazio, espantados. – Onde está nossa filha? – Disse o rapaz querendo partir para cima do pirata. – Eu não sei. Onde está o meu navio? – Ele encarou David enquanto Mary tentava separá-los. – Sua filha e aquela maldita bruxa o levaram! – Ele estava furioso. Não era a primeira vez que Emma Swan lhe aprontava algo como aquilo, mas Snow não acreditava que a filha fosse capaz de deixar os próprios pais para trás daquela forma. – Regina! – Marido e mulher disseram, ao mesmo tempo, enquanto trocavam um olhar preocupado e surpreso, tirando as piores conclusões possíveis sobre o que a rainha poderia ter feito à sua filha. xXx Longe dali, Emma acordou sentindo algo fazer cócegas em seu nariz. Ela piscou os olhos e avistou uma cabeleira negra diante de si. O cheiro de maçã que os fios emitiam fez ela abrir um imenso sorriso. Ela notou que, em algum momento durante a noite, ela e Regina trocaram as posições e ela agora estava abraçada à cintura da morena, de conchinha, e que sua mão ainda segurava a dela. Ou seria o contrário? Não importava, só o momento importava. Emma nem pensou em se levantar, não queria mover um músculo, desejava apenas que o momento se estendesse ao máximo. Aos poucos a prefeita foi despertando, aconchegando-se em seus braços. Isso apenas fez o sorriso da loira ser ainda maior. Emma apertou um pouco mais o abraço e deixou seu nariz aspirar o perfume do pescoço da rainha, fazendo-a se arrepiar. – Bom dia, Madam Mayor. – Ela sussurrou e sorriu. – Bom dia, Miss Swan. – Regina abriu um sorriso e virou-se de frente para Emma, que não desfez o abraço. – Por Deus, Emma, o que nós fizemos? – Dá para relaxar? Foi só um beijo. – Ela riu. – Do jeito que está falando parece que transei com você em todos os cantos desse barco. Não que eu não quisesse mas, olhe pra nós, ainda estamos vestidas. – Ela gargalhou, fazendo a prefeita ficar envergonhada e lhe dar um belo tapa no braço, porém acabou rindo também. – Sabe, Madam Mayor, essa cama é bem mais confortável do que a que eu estava dormindo com Mary. – Emma ergueu uma sobrancelha e riu. – É a cama da rainha, o que esperava? Que eu fosse dormir sobre um monte de feno que você chama de colchão? – Regina riu, encarando os olhos verdes com um ar superior. – Agora me peguei pensando em como seria dormir com você na sua mansão. – Ela fez uma cara pensativa, depois encarou os olhos castanhos e alterou seu olhar para a boca da prefeita, e de volta aos olhos, com um jeito malicioso. – Acho que Henry teria de estar fora, aquela casa é grande demais, seus gritos de prazer dariam muito eco. – Emma ergueu uma sobrancelha e gargalhou. – Quanta ousadia! Me solte agora mesmo, Miss Swan! – Regina se debateu nos braços de Emma, que só fez apertá-la mais contra si e lhe roubar um novo beijo. Regina já não conseguia mais fingir indiferença à loira. As mãos de Emma eram habilidosas e percorriam seu corpo, buscando um espaço de pele entre o tecido de suas roupas. Regina sentia-se queimar de desejo. Ela não lutaria contra aquela sensação, não mais. A boca da xerife desceu de seus lábios para o pescoço e a prefeita suspirou. As unhas de Regina marcavam a jaqueta de Emma ao arranharem-na, até que ela as fincou nos ombros da loira e a puxou mais contra si, fazendo a loira deitar-se sobre ela, exatamente no momento em que sentiu a boca macia da salvadora lhe morder de leve o pescoço e a coxa da mesma roçar-se contra seu sexo. Entretanto, o clima entre as duas acabou quando elas sentiram um forte solavanco no barco e ambas foram despertadas para a realidade de onde estavam. – O que foi isso? – O pulo de Emma na cama foi tão alto que ela bateu a cabeça na mesma prateleira à qual Regina já atingira. – Mas que inferno! – A loira levou a mão à cabeça e a morena não conseguiu conter um leve riso. – Parece que batemos em algo. – Regina já havia voltado a ficar séria e encarava a loira com um olhar confuso. – Como batemos? Estamos ancorados. As duas se entreolharam e se apressaram em levantar da cama. Elas se enroscaram na porta do quarto ao tentarem passar juntas e Emma deixou que a morena passasse à frente. Assim que chegaram ao convés, a visão que tiveram fez com que ficassem paralisadas. – Que lugar é esse? – Emma disse, espantada, olhando a enorme ilha à sua frente, à qual o barco havia encalhado. – Eu não sei... – Regina foi sincera, enquanto olhava ao redor e um aperto tomava conta de seu coração. – Mas sinto que estamos em Neverland.
Notas finais
O que acharam? Reviews com elogios, críticas, sugestões, lamentações são sempre bem vindos. kkkk Bjos!
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