For Only Zombie!
7 Capítulo 7 - Nunca diga adeus.
Notas iniciais
Legend bônus:
(Sbv)Sobrevivente.
(Sbv)Sobrevivente.
Três dias depois... 09:33
(Ga) – Feliz Natal, pessoal. (All) – Feliz Natal. (Ti) – Nessa situação, e ainda existe fé. ; Dizia ele caminhando por dentro do pequeno mercado no qual eles estariam. (Ga) – Se perdemos ela, por que vamos continuar a matar esses monstros? (Edu) – E por que matamos? (Igu) – Ta mas para diversão, do que para algo em especial. (Gui) – Que seja por diversão, estamos vivos, e juntos, é o que temos que continuar a fazer, até que isso tudo acabe. (Gg) – E se não acabar? (Gui) – Tem alguma chance de acabar. (Gg) – E de não acabar também. (Edu) – Se morrermos nunca vamos saber se vai acabar ou não. (Ga) – O Gustavo e o Lucas estão voltando... Ele dizia abrindo a porta de vidro para os dois passarem, entravam soltando as coisas próximo a porta. (Lulu) – Não tem nada a uns 700 (setecentos) metros a volta do mercado, limpamos bem a área, mas acho que eles podem notar isso. (Gu) – Eles tão levando todos do campo de helicópterinho para um campo de Porto Alegre. Todos ouviam aquilo, ficando mas pensativos, até a terra balançar e um enorme estrondo ser ouvido. (Ga) – Que merda ! ; Dizia o garoto já correndo a rua, procurando ver algo, assim via uma fumaça subindo do acampamento. (Ga) – Peguem as armas. 10:02 (Sbv) Sobrevivente. Iam já se aproximando dos portões do local, não teria ninguém a volta, nem vivo, nem morto, entravam tranquilamente, vendo o local em extrema desordem, algumas pessoas caídas no chão sangrando, e dois Helicópterinhos voando baixo em direção a Porto Alegre. Gabriel corria até uma das pessoas caídas no chão, ainda acordada e viva. (Ga) – Cadê todos os soldados? ; Dizia ele intrigado, o resto da turma caminhava em volta do local, vendo os outros caídos no chão. (Sbv) – Eles foram, nos helicópterinhos... (Ga) – E por que atiraram em vocês? (Sbv) — Faltou vaga, e tentamos tirar as pessoas que estavam infectadas a força... Mas eram parentes de alguns soldados. Ele colocava o homem escorado em um canto, pressionado a ferida. (Ga) – Igor, pega algum pano e me ajuda aqui. Ele soltava o homem que logo cairia para um lado, com um olhar seco e frio. (Ga) – Igor, esquece o pano. (Ti) – Tem algumas coisas que podemos usar aqui. (Edu) – Tinha infectados nos helicópterinhos né? (Ga) – É... Eles iam revirando todas as tendas por mais alguns minutos, o sol ia se colocando sobre a cabeça deles, finalmente um dia de luz em meio a tanta escuridão. (Gg) – Vamos voltar pro mercado, já é quase meio dia. (All) – Certo. Todos iam saindo, mas, Guilherme G ia um pouco mas a frente por já estar perto do portão, logo na saída, um estrondo ouvido e o garoto caia no chão em um grito de dor. Todos corriam para as laterais dos portões. (Ga) – Droga, isso foi um tiro? Gui? ; Ele falava um pouco baixo, para não fazer tanto escândalo. (Gg) — ... Aaaaah ! Ta, queimando ! Igor logo saia de dentro do portão, vendo outros três sobreviventes armados, que novamente disparavam contra ele, Igor puxava arrastando Guilherme G para dentro dos portões. (Lulu) – Aonde foi o tiro? (Gg) – Perna ! Perna ! Lucas se abaixava rasgando um pedaço da calça dele, olhando a ferida, a bala teria pegado de raspão pela perna, do lado da panturrilha. (Lulu) – Para de frescura. (Gu) – Como vamos sair agora? ; Dizia o garoto preocupado, temendo, assim ia se posicionando para sair com cuidado, quando outro disparo era ouvido, só que mas alto, Gustavo capotava no chão, e todos se surpreendiam se aproximando dele, vendo o tiro em seu ombro direito. ; AAAAAAAAAAAAA! Ca-Caralho ! Logo tudo a volta ia voltando a ficar nítido em seu olhar, enquanto o susto ia passando, ouvia os berros a sua volta. (Ga) – Aguenta Guilherme ! Não morreu para zumbi, não vai morrer pra um tirinho ! ; dizia ele levando à mão a frente do ferimento, que seria em seu braço direito, pressionado a ferida, mas percebia que não haveria bala ali. – Foi só de raspão. ; Ele amarrava um pedaço de pano no braço do garoto para estancar o sangue, logo alguns outros tiros batiam nos portões, enquanto todos se escondiam mais a dentro, os outros sobreviventes armados iam avançando para a frente dos portões (Igu) – Eles tão vindo ! ; Ele logo fuzilava a frente do portão, com vários tiros a frente, ouvindo um disparo auto, de uma arma mais potente, que passaria próxima a ele, que logo se esconderia ao lado novamente. Tierre e Guilherme T se movimentavam na frente, atirando contra os carros nos quais eles estariam escondidos, logo Gustavo também se colocaria para suporte. (Ga) – Edu e Lucas, ajudem aqui. (Gg) – Caralho ta ardendo ! Eu achei que ia morrer. ; Ambos vinham para perto, erguer Guilherme G e colocar ele escorado na parede, logo, novamente o tiro da arma mais potente, agora, certeiro em Gustavo, ele daria um semi mortal no ar, com a potencia da bala, o sangue cairia até próximo do Tierre e Guilherme T, Igor acertaria um deles, fazendo os outros dois correrem para mais longe, ia ainda assim disparando contra eles, os vendo sumirem de vista.
Gabriel olhava para trás, vendo Gustavo no chão, a onde Tierre já estaria junto a ele, perplexo. (Gui) – Filhos da puta... – Eu não pude sequer dizer adeus... Perdoem-me, amigos... Perdoem-me.
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