For Only Zombie!
8 Capítulo 8 - O ato final.
Notas iniciais
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Criado em 14 de novembro de 2012
Encerrado em 07 de março de 2013
Criado em 14 de novembro de 2012
Encerrado em 07 de março de 2013
“ Flashback “
(Gu) – Eu não estou sendo tão útil para o grupo, só tenho comido. (Lulu) – Nada, todos nós estamos nos ajudando de igual, tu é tão importante quanto o Igor, o Gui, Edu, Gabriel... (Gu) – Queria poder fazer algo grande por pelo menos um deles, não quero acabar como alguém que só acompanhou. Os dois caminhavam pelas ruas vazias da cidade, fazendo a “ronda”, na qual o grupo teria estabelecido em fazerem todos os dias. (Lulu) – Ali ! ; Ele dizia já se colocando atrás de um dos carros abandonados na rua, Gustavo acompanhava ele, e alguns soldados caminhavam até a esquina, e jogariam um corpo para o meio da rua. – Alguns provavelmente foram mordidos lá dentro. (Gu) – Qual é a do sinal vermelho ali? ; Ele apontava para um tipo de alarme dentro do acampamento, que não faria barulho, logo via algumas pessoas correndo para fora do lugar. (Lulu) – Acho que estão fugindo, como pensamos, aquilo é uma prisão para quem está ali dentro... “ Flashback “ Todos se juntavam a volta dele, Guilherme G prosseguia sentado e escorado lá, Igor checaria o pulso dele, ficando taciturno e cabisbaixo. Tierre, porem, prosseguia olhando para ele no chão, logo, cerraria os olhos, deixando uma gota de lágrima escapar do seu olhos esquerdo. “Flashback” (Gu) – Lá ! ; apontaria ele tentando mostrar para Tierre, um homem posicionando próximo a uma parada de ônibus, se preparando para atirar, com uma arma na qual haveria uma boa mira, logo Tierre olharia para Gustavo, tentando entender o que ele queria dizer, mas o jovem já estaria a sua frente, recebendo violentamente o tiro que teria sido disparado. “Flashback” (Ti) – Ele... Droga Gustavo... Ainda, todos, obviamente, muito abatidos ouviam um barulho, de novamente disparos e alguns gritos atordoantes, Igor com cuidado caminharia para o portão, vendo boa parte dos zumbis vindo em direção aos barulhos dos disparos, e atacando os que teriam, antes, fugido do acampamento. (Igu) – Tem muito zumbi na rua agora, como vamos voltar? (Gui) – Voltar para que...? ; Se jogaria sentado no chão, Eduardo permaneceria a olhar para Gustavo, Tierre também se sentaria, Lucas caminharia para o lado do Guilherme G, se escorando lá, Gabriel taparia o rosto do Gustavo com alguns panos, e acariciaria os cabelos de Tierre. (Edu) – O Gustavo deu a vida por um de nós, acha que ele fez isso para simplesmente desistirmos de sobreviver? (Ti) – E vai ser esse inferno até quando? (Edu) – Até quando pudermos aguentar! ; Vociferava ele, caminhando para perto do portão, junto do Igor. Todos apenas olhavam para os dois, que saiam caminhando pelo portão. (Lulu) – O Edu pode estar certo por um lado, mas quer dizer que vamos morrer um por um? (Gui) – Droga... (Ti) – Era para eu ter morrido. Gabriel se levantava saindo pelo portão também, ainda cabisbaixo, acompanhando Eduardo e Igor, que caminhariam para próximo aos zumbis. (Igu) – Cadê eles? (Ga) – Estão se lamentando, claro. (Edu) – Chega disso tudo, eu quero nossas vidas idiotas de volta. ; Eduardo apontaria sua arma a frente, e dispararia em tempos nos zumbis, derrubando alguns, mas fazendo todos se virarem para eles. Em seguida, logo Gabriel e Igor também começariam a disparar contra eles, derrubando alguns, não deixando muitos avançarem, logo um chegaria próximo a Gabriel, e ele rebateria a cabeça do mesmo com o braço da arma, e prosseguia a disparar contra os mortos vivos. (Igu) – Do lado ! ; Ele berraria para o Gabriel, que ao olhar para o lado, já teria um zumbi, um pouco grande, com fardas de soldado, se jogando para cima dele, que logo, capotaria para o lado, com um tiro recebido na cabeça, olharia para trás, vendo Guilherme T, com sua arma escorada no carro, seu sinal de legal, animaria Gabriel, o fazendo soltar a arma e arrastar seu bastão no chão. Os zumbis iam se aproximando cada vez mais, e mais, e mais, e mais, mas, com Igor e Eduardo disparando, recebendo o suporte de Guilherme T, conseguiam manter um ritmo para derrubar a linha de mortos vivos que se aglomeravam a sua frente, os que eles não derrubariam, Gabriel, rebatia com o taco já banhado de sangue infectado, passaria correndo pelo mesmo, Tierre, em um fraco vulto e rebateria algumas cabeças mortas vivas. (Ti) – Pelo Gustavo. Prosseguiam bravamente a “lutar” contra os mortos vivos que vinham se aglomerando a frente da rua um tanto estreita, Lucas também já estaria ao fundo atirando nos zumbis. (Lulu) – Iaaahul ! ; Gritava o garoto, enquanto Guilherme G passaria com sua mão em seu braço machucado, do lado do corpo do Gustavo. (Gg) – Valeu Gustavo, tu conseguiu salvar duas pessoas do grupo, dois amigos, vou sentir a tua falta... Iremos... ; Ele voltava a caminhar, e pararia no portão, soltando seu braço, e viraria de lado para o corpo do mesmo, assim estenderia sua mão a ele, de punho fechado. – A nossa vida também é sua, vamos nos ver de novo, eu prometo.
POA – Centro militar da Aero Náutica, 12:59 (Soldd) – Campo de Osório apresentando os sobreviventes senhor ! (Genl) – Bem vindo soldado ! (Sbv) – Aaaaaah ! O soldado olharia para trás, dentro do Helicóptero, logo se aproximaria e abriria a porta, vendo o zumbi se jogar por cima dele já em uma mordida violenta no seu pescoço, outros Helicópteros pousavam com dificuldade. O General sorria de canto, com um sorriso cínico e ambicioso, logo dispararia contra o Soldado e o zumbi. (Genl) – Matem todos, me tragam apenas quatro ratos....
Notas finais
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Agradecimentos: Tierre, Eduardo, Igor, Guilherme
Tonetto, Guilherme Gaspar, Gustavo e Lucas Eduardo.
Todos os direitos reservados a Gabriel da Rosa Ferreira.
Agradecimentos: Tierre, Eduardo, Igor, Guilherme
Tonetto, Guilherme Gaspar, Gustavo e Lucas Eduardo.
Todos os direitos reservados a Gabriel da Rosa Ferreira.
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