For Only Zombie!
6 Capítulo 6 - Mais um amigo.
Notas iniciais
Legend bônus:
(Sp) Spoiler.
(Lulu) – Mas que porra, eu não acredito que achei vocês ! (Ti) – HAHA ! Porra ! Lulu ! 10:33, (Lulu) – Ai eu pensei, zumbi não sabe nadar, teve ter poucos na praia, e vim pra cá, vocês tão na rainha já, tão indo pra Osório então? (Ti) – Sim, tem um comboio de sobreviventes no campo de aviação militar. (Lulu) – Vamos lá então. (Gg) – É sempre bom ver mais amigos vivos. Guilherme G dizia isso colocando na mão dele uma pistola, enquanto todos voltavam a caminhar, o sol não se atrevia a sair mais nesses dias de escuridão, as nuvens negras que pareciam que iriam cair a todo momento em água, cobriam o céu todo, o deixando por completo nublado. Já deixavam para trás tudo que tinham, família, casa, paixões, sonhos... Carregavam agora consigo apenas o fardo de proteger uma amizade, e se manterem vivos, aonde tudo teria começado como uma brincadeira e com sorrisos, agora, talvez, termine em choro e desespero. A angustia dentro de cada um era abafada pelo medo de cair em plena ignorância do medo que não satisfeito mastigava a pouca coragem deles, sucumbida por um pequeno teatro de força e fé, a cada disparo, ou a cada palavra de ênfase, cada amigo fazia o outro se tornar mais forte, alimentando o medo em um ciclo infinito, que seria quebrado apenas com uma imensa dor. Essa dor que deveria ter sido cobrida com a perda de seus familiares, mais a ficha talvez ainda não teria caído e dentro da inocência de cada mente, eles imaginavam que no final da tarde, iriam voltar para casa e reencontrar com sua família lá, mais por fora vestiam a mascara de conformados com a verdade e a dor da perda, nada ali se fazia real, nada ali se fazia mentira, tudo era a mesma coisa imaginada por uma mente banhada a uma imaginação dolorosa que entre um labirinto, acharia um jeito de camuflar tudo, e manter a todos vivos. “ Eu não quero mais acreditar que a mentira, se tornou a verdade mais cobiçada e pavorosa do mundo. “ 14:16... 14:17. (Gui) – Eu não aguento mais caminhar ! (Edu) – Depois eu sou o gordo. (Gui) – É ! (Ti) – Vamos lá Gui, não da pra parar... (Ga) – Vamos ter que subir logo, estamos andando a quase quatro horas com paradas de só dez minutos, não devemos estar longe. Já avistavam a placa estacada na areia da praia, falando que a partir daquele ponto, seria Atlântida Sul, iam subindo as dunas, a olhar por cima dela, vendo a estada, seus olhos se arregalavam, era inumerável a quantia de mortos vivos que caminhavam entre a cidade, já aparentava ter passado meses após o começo apocalíptico ali, era deserta de vida, mais presente a morte. (Ga) – Eles querem me dizer, que tem sobrevivente aqui...? (Ti) – É mais para dentro, é no centro de Osório, o campo, e tal... (Gui) – Vamos voando só se for. Guilherme G olharia de um lado ao outro, não enxergaria o fim da multidão. (Gg) – De onde saio tanta pessoa? (Edu) – O mais provável, é que eles tenham todos vindo pra costa, e os zumbis seguiram, ai acumulou eles aqui, então, no centro, vai ter pouco. *Ca,Ca,Ca,Ca,tika,tika * (Barulho de comida) Todos olhariam para o lado, vendo Gustavo estar comendo bolacha, olhariam com um olhar sério. (Gu) – Que foi? 14:52 (Lulu) – Ta, e se tentarmos ir entre eles, sem fazer barulho? (Igu) – Ta louco? (Edu) – O mais provável é que alguém vai fazer merda e vamos morrer. (Gui) – Tu só fala o mais provável? (Ga) – Tenho uma ideia melhor. 15:23 Gabriel caminharia em silencio para dentro do carro abandonado no meio da rua, voltado de zumbis, assim girava a chave, o ligando, fazendo barulho, chamando a atenção dos zumbis a volta, logo deixaria no ponto morto, e uma pedra sobre o acelerador, pulando sobre o banco e saindo pelo teto solar, em um salto longo caia próximo a calçada, correndo com cuidado em meio aos zumbis que iam em direção ao carro agora barulhento, todos passavam pela estrada, com mais tranquilidade, indo para o meio da cidade, já avistavam alguns carros camuflados do exército, alguns sorriam. (Ga) – Vivos, agora escolham, ficar em um abrigo com hora para dormir, tomar banho, comer, e ter segurança, mais viver como se estivesse em um presídio, ou achar um rumo. Todos paravam de caminhar, pensativos, refletir agora seria difícil, afinal, achar os sobreviventes era o objetivo de todos.
(Gui) – Então pra que viemos até aqui? (Edu) – Renovarmos as nossas esperanças. (Gui) – Ah... Não entendi. *Edu facepalm* (Igu) – Aqui é uma cidade maior, além de ter militares nela, podemos tentar sobreviver do nosso modo, e se algo der errado, temos aonde nos refugiar. (Gg) – Eu acho que seria melhor irmos para o abrigo. (Gu) – É... (Ga) – Então, cada um escolhe. (Lulu) – Como é? Vamos nos separar? (Edu) – ... Vamos votar. (Ga,Ti,Igu,Gui) – Continuar assim. (Gu,Gg,Edu) – Ir com os sobreviventes. (Ga) – Lucas? (Lulu) — ... Matar zumbi !
Notas finais
Legend bônus:
(Lulu) Lucas Eduardo.
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