For Only Zombie!

5 Capítulo 5 - Nova meta.


Notas iniciais
Legend bônus:
(R) Rádio.

7:43

(all) – Bom dia.

Todos iam se dando bom dia, Gabriel pegava seu celular, e começava a trocar as estações do rádio.

(R) — *Shhhh* ... *Shhh* ... *Shh, Isso... *Shhh*

(Ti) – Opa ! Ali, ouviu?

Todos ficavam apreensivos ao ouvir algumas palavras vindas do rádio, Gabriel se levantava indo para alguns cantos, tentando obter melhor frequência do rádio.

(R) – ..Loucura.. *Shhhh* ... Não há mais o que fazer... *Shhh*

(Gu) – Tenta...

(All) – Fica quieto.

(R) – Os militares já estão sem reação, atiram como se fossem animais, em todas as barreiras feitas, há sobreviventes em grande quantia protegida pelos militares em Osório, também há em Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Isso se tornou uma loucura, um filme, atenção para os sobreviventes que nos escutam sem proteção, fiquem em casa, e possível matem a qualquer desses mortos vivos que se aproximarem de vocês, o jeito mais fácil e acertando a cabeça, realmente como nos filmes... *shhhhh* ... da base *shhhh* ... Estarem ... *shhh*.... * Shhhhhhhhhhhhh*

(Ga) – O merda...

(Gg) – Então, vamos ir pra Osório?!

(Igu) – Claro, fica bem perto pra irmos com um carro.

(Edu) – A questão é se vamos chegar lá com o carro...

(Ga) – Funciona porra do caralho !

(R) – ...*shhh* ... Procurem não usar as principais brs, realmente elas viraram tumultuadas, procurem o campo de aviação da aeronáutica de Osório sobreviventes do RS, em Porto Alegre, há sobreviventes também nos campos militares... *Shhhhhh*...

(Ga) – Bom, vou desligar pra ter bateria.

(Gg) – Já sabemos o que precisávamos.

(Edu) – Agora temos que achar um outro jeito de ir pra Osório.

(Igu) – Claro, se não é pela RS, é voando! ¬¬’

(Ti) – Tira a opção de ir voando...

(Gu) – Vamos pela praia então ! ; Brincava ele rindo, e Guilherme T o acompanhava na piada, rindo. O resto fitava ele pensativo, assim os dois paravam de rir.

(Gui) – É, né, claro que não Gustavo. ¬¬

(Gu) – Foi ma...

(Ga) – Pode dar certo, se conseguirmos ir até a Atlântida Sul. Pode, não pode?

(Ti) – Claro !

(Edu) – Boa Gustavo !

Eles se animavam novamente, vendo que ainda tinham alguma esperança, iam se ajeitando e pegando algumas coisas da casa, Gabriel iria aos fundos da casa, procurando alguma coisa de útil lá, teria o gramado, cercado por muros, nem muito grande, nem muito pequeno, era ideal para uma casa boa, Gabriel ia caminhando, vendo a área de serviço, teria algumas ferramentas de carpinteiro, martelo, cerra, chaves de fenda, Philips... Caminhava mais suspirando, vendo poucas coisas que realmente eles precisam.

(Ga) – Arg...

Logo ele voltaria lá para dentro com o carrinho de mão, teria uma bolsa com algumas coisas ali dentro, ambos já estariam prontos, com as mochilas arrumadas e todos os seus objetos prontos, Gustavo viria de dentro dos quartos segurando algumas coisas.

(Gu) – Olha só.

Estendia algumas camisas que ele teria encontrado, de botões e algumas normais, assim colocava alguns livros, e algumas cartas.

(Gu) – E tem uma gaveta cadeada .

Gabriel pegava o martelo dentro da bolsa indo com o Gustavo para dentro do quarto, rebatia a fechadura da gaveta do guarda roupa, abrindo ela, assim a arrancaria lá de dentro, mostrando dois fundos.

(Ga) – Hum...

Dentro da gaveta teria duas caixas, e no outro fundo, uma sacola, e uma caixa maior, com um símbolo da marinha. Gabriel puxava as caixas da primeira gaveta, abrindo, vendo algumas balas gravadas com símbolos do exercito, marinha e aeronáutica.

(Ga) – Coleção legal... ; Abria a outra caixa vendo uma pistola da segunda guerra mundial, clássica e em bom estado, assim pegava a sacola, retirando as medalhas, brasões e colares de lá, também o uniforme do exército que teria ali.

(All) – Caralho...

Logo tentava erguer a caixa grande, mais não conseguia, apenas movia ela de lado.

(Ga) – Ahn... Igor, Gui, por favor.

Eles assentiam, erguendo a caixa que estaria em pé, teria quase um metro, e de largura uns sessenta centímetros, largavam sobre a cama, parecia realmente pesada, fechada por um cadeado, também com o símbolo do exército. Logo Gabriel rebatia o cadeado com o martelo, abrindo a caixa, seus olhos se arregalavam para tudo aquilo.

(Ti) – Mãe de Deus...

(Igu) – São três MP4, cara, que sonho ! ; Ele ia pegando uma, a erguendo com calma, seria uma grande coincidência terem ido na casa de um militar, Gustavo viria da cozinha, abrindo os envelopes.

(Gu) – Olha só, tem fotos aqui de um cara com um monte de arma, e jogando bola lá na praia, e ta escrito... “ Um presente meu, para que você possa de lembrar dos velhos tempos. “ nessa foto que ele ta com um outro maluco, eles tão fardado com uma roupa tipo essa ai... Pera... É igual essa ai. Nossa, quanta arma !

Eles olhavam as fotos, enquanto sorriam, agora, cada vez mais confiantes, Eduardo logo pegaria uma das armas, Tierre empunharia a outra.

(Ga) – Hehe, com calma, essas coisas não são pequenas... ; Ele se levantava voltando pra cozinha, arrumando o que faltava, ia caminhando para a sala, onde todos iam se reunindo novamente, já com suas coisas prontas.

(Ga) – Certo, está tudo arrumado? Temos comida o bastante?

Todos iam assentindo conforme iam revisando os objetos.

(Ga) – Ta, eu vou levar a vã, não é a melhor para se andar na praia, mais é a que cabe todo mundo, não disparem de não for necessário , menos barulho, menos zumbi, vamos chegar lá a tarde, hoje mesmo, se conseguirmos ir com a vã.

(Gui) – E se não conseguirmos? Como vamos dormir na praia?