For Only Zombie!

4 Capítulo 4 - Início, meio e... Fim?!


(Edu) Ta todo mundo cansado, vamos fazer dois ficam vigiando e o resto dorme, ai revezamos.

01:03, casa número 089, á seis quadras da praia.

A casa era consideravelmente grande, a janela da frente estava aberta, e podia se ver o portão, com o carro na frente do mesmo. Estariam sentados no sofá Gustavo, Guilherme G, Eduardo e Tierre, Guilherme T, sairia do banheiro alguns segundos depois de todos se sentarem, Gabriel voltava da cozinha.

(Ga) Tem água e luz, a geladeira funciona mais não tem nada dentro, casa de veranista é assim...

As armas estariam na mesa de centro, agora, eram quatro pistolas, duas trinta e oito e uma espingarda, os tacos estariam escorados na porta.

(Ga) Ta, agora que temos mais armas, graças á aqueles seguranças, temos mais garantia de poder nos defender de longa distancia, então, quem dorme, e quem vigia?

Gustavo já estaria dormindo sentado mesmo, Gabriel suspirava e apontava para o Guilherme T que concordava.

(Ga) Tem três quartos, ai vocês se acham lá, eu e o Gui ficamos até as quatro e meia, por ai, vamos ver o que fazer as nove.

Todos já muito desgastados iriam caminhando para os quartos, Tierre e Igor iriam para um, Eduardo e Guilherme G para o outro, Gustavo se ajeitava no sofá mesmo, Gabriel e Guilherme, se sentavam em cadeiras na frente da janela, cuidando os zumbis que se movimentavam lá fora.

(Gui) Cara, que droga, vamos ficar assim até quando?

(Ga) — ... Até quando estivermos vivos...

03:37

(Ga) Acorda ! Rápido, pega a... A.. Aaah !

Se ouvia os gritos do Gabriel de dentro do quarto, Eduardo se levantava rápido olhando para o lado, vendo que o Guilherme G não estaria ali dentro, ele logo saia de dentro do quarto, vendo alguns zumbis por cima do Gabriel, que tentava abatelos sem muito sucesso, Guilherme G disparava da cozinha nos zumbis, acertando alguns, mais sempre, mais e mais iam entrando pela porta, Guilherme T, já estava caído na parede, com mordidas pelo corpo, Gustavo sobre a mesa de centro, também com mordidas, Eduardo olhava para trás, vendo Igor e Tierre, ajeitarem uma pequena barreira entre a passagem para a cozinha.

(Edu) M-Mas, ai atrás não tem como sairmos !

(Ti) Não importa, se conseguirmos matar eles iremos sair.

(Edu) E o Gabriel, o Gustavo e o Gui ?

(Igu) Vem logo !

Eduardo iria pular pela barreira, e logo um zumbi caia sobre ele, Guilherme G daria alguns tiros no zumbi, o acertando, assim logo Eduardo se arrastava por baixo da mesa, indo para o outro lado, se escorava na parede ofegante, Igor erguia o bastão, acertando os zumbis que estavam perto, Tierre pegaria uma garrafa de álcool que teria próximo a churrasqueira, e molharia a toalha dentro, acendendo no bico do fogão elétrico e jogando até a porta, aonde estouraria e começaria a pegar fogo em todos os que estariam entrando. Eduardo ficaria sem reação, escorado na parede, com a mão em seu ombro direito, onde escorria sangue, Guilherme G caminhava até ele, apontando a arma para ele.

(Gg) Foi mal Edu...

Eduardo estendia a mão suja de sangue para ele, em pedido de misericórdia, estaria mordido e condenado, assim como os outros.

(Edu) N-Não, espera, n-nã, na...

*Bang*

(Edu) NÃÃÃO ! Se levantava totalmente encharcado pelo suor, seus olhos arregalados de forma assustada, Guilherme se levantava logo olhando para ele, e entraria pela porta um tanto assustado Tierre e Igor.

(Gg) Que foi caralho? ; Vociferava com pavor.

(Ti) Sem estrupo Gui!

(Igu) Ué,ué, Eduardo...

Eduardo colocaria a mão no rosto, se sentado do lado da cama, suspirando fundo.

(Edu) Foi mal...

04:02

(Igu) Gui, ta com sono ai?

(Gui) Pa caralho...

(Igu) Troca então, eu to bem agora.

(Gui) Ah, valeu... ; Ele se levantava indo para o quarto sem pensar duas vezes, se jogando sobre a cama, Igor, se sentava na cadeira do lado do Gabriel.

(Igu) Não ta com sono?

(Ga) Nem um pouco... Vou ir fazer café, fica de olho.

(Igu) Ta.

Gabriel se levantava indo para a cozinha, levando a mochila junto, aonde eles teriam entrado dentro da cafeteria do Nacional e pegado algumas coisas.

(Gu) Ficar reclamando da vida antes, sem nunca ter vivido isso, que hipocrisia.

(Igu) Continua a mesma coisa, pessoas matando pessoas.

04:21

(Igu) — ... Sim, ai sempre tinha que passar aquele pedaço da fase e tal.

(Ga) Café?

(Igu,Gu) Sim.

Logo, Gabriel entregava as xícaras pra eles, voltando para pegar a sua, assim se sentaria a frente da janela vendo tudo sempre calmo, as vezes passaria algum zumbi.

(Ga) Terça-feira é natal...

(Igu) Eu quero uma cano cerrado do Papai Noel !

Eles riam da piada, e iam conversando por mais algumas horas, até ouvir alguns pássaros cantar o sol já nascendo, todos iam se levantando, com calma, pegando o café já pronto, Tierre traria os pacotes de bolos, colocando sobre a mesinha do centro, com uma faca.

(all) Bom dia.

(Edu) Ta todo mundo cansado, vamos fazer dois ficam vigiando e o resto dorme, ai revezamos.

01:03, casa número 089, á seis quadras da praia.

A casa era consideravelmente grande, a janela da frente estava aberta, e podia se ver o portão, com o carro na frente do mesmo. Estariam sentados no sofá Gustavo, Guilherme G, Eduardo e Tierre, Guilherme T, sairia do banheiro alguns segundos depois de todos se sentarem, Gabriel voltava da cozinha.

(Ga) Tem água e luz, a geladeira funciona mais não tem nada dentro, casa de veranista é assim...

As armas estariam na mesa de centro, agora, eram quatro pistolas, duas trinta e oito e uma espingarda, os tacos estariam escorados na porta.

(Ga) Ta, agora que temos mais armas, graças á aqueles seguranças, temos mais garantia de poder nos defender de longa distancia, então, quem dorme, e quem vigia?

Gustavo já estaria dormindo sentado mesmo, Gabriel suspirava e apontava para o Guilherme T que concordava.

(Ga) Tem três quartos, ai vocês se acham lá, eu e o Gui ficamos até as quatro e meia, por ai, vamos ver o que fazer as nove.

Todos já muito desgastados iriam caminhando para os quartos, Tierre e Igor iriam para um, Eduardo e Guilherme G para o outro, Gustavo se ajeitava no sofá mesmo, Gabriel e Guilherme, se sentavam em cadeiras na frente da janela, cuidando os zumbis que se movimentavam lá fora.

(Gui) Cara, que droga, vamos ficar assim até quando?

(Ga) — ... Até quando estivermos vivos...

03:37

(Ga) Acorda ! Rápido, pega a... A.. Aaah !

Se ouvia os gritos do Gabriel de dentro do quarto, Eduardo se levantava rápido olhando para o lado, vendo que o Guilherme G não estaria ali dentro, ele logo saia de dentro do quarto, vendo alguns zumbis por cima do Gabriel, que tentava abatelos sem muito sucesso, Guilherme G disparava da cozinha nos zumbis, acertando alguns, mais sempre, mais e mais iam entrando pela porta, Guilherme T, já estava caído na parede, com mordidas pelo corpo, Gustavo sobre a mesa de centro, também com mordidas, Eduardo olhava para trás, vendo Igor e Tierre, ajeitarem uma pequena barreira entre a passagem para a cozinha.

(Edu) M-Mas, ai atrás não tem como sairmos !

(Ti) Não importa, se conseguirmos matar eles iremos sair.

(Edu) E o Gabriel, o Gustavo e o Gui ?

(Igu) Vem logo !

Eduardo iria pular pela barreira, e logo um zumbi caia sobre ele, Guilherme G daria alguns tiros no zumbi, o acertando, assim logo Eduardo se arrastava por baixo da mesa, indo para o outro lado, se escorava na parede ofegante, Igor erguia o bastão, acertando os zumbis que estavam perto, Tierre pegaria uma garrafa de álcool que teria próximo a churrasqueira, e molharia a toalha dentro, acendendo no bico do fogão elétrico e jogando até a porta, aonde estouraria e começaria a pegar fogo em todos os que estariam entrando. Eduardo ficaria sem reação, escorado na parede, com a mão em seu ombro direito, onde escorria sangue, Guilherme G caminhava até ele, apontando a arma para ele.

(Gg) Foi mal Edu...

Eduardo estendia a mão suja de sangue para ele, em pedido de misericórdia, estaria mordido e condenado, assim como os outros.

(Edu) N-Não, espera, n-nã, na...

*Bang*

(Edu) NÃÃÃO ! Se levantava totalmente encharcado pelo suor, seus olhos arregalados de forma assustada, Guilherme se levantava logo olhando para ele, e entraria pela porta um tanto assustado Tierre e Igor.

(Gg) Que foi caralho? ; Vociferava com pavor.

(Ti) Sem estrupo Gui!

(Igu) Ué,ué, Eduardo...

Eduardo colocaria a mão no rosto, se sentado do lado da cama, suspirando fundo.

(Edu) Foi mal...

04:02

(Igu) Gui, ta com sono ai?

(Gui) Pa caralho...

(Igu) Troca então, eu to bem agora.

(Gui) Ah, valeu... ; Ele se levantava indo para o quarto sem pensar duas vezes, se jogando sobre a cama, Igor, se sentava na cadeira do lado do Gabriel.

(Igu) Não ta com sono?

(Ga) Nem um pouco... Vou ir fazer café, fica de olho.

(Igu) Ta.

Gabriel se levantava indo para a cozinha, levando a mochila junto, aonde eles teriam entrado dentro da cafeteria do Nacional e pegado algumas coisas.

(Gu) Ficar reclamando da vida antes, sem nunca ter vivido isso, que hipocrisia.

(Igu) Continua a mesma coisa, pessoas matando pessoas.

04:21

(Igu) — ... Sim, ai sempre tinha que passar aquele pedaço da fase e tal.

(Ga) Café?

(Igu,Gu) Sim.

Logo, Gabriel entregava as xícaras pra eles, voltando para pegar a sua, assim se sentaria a frente da janela vendo tudo sempre calmo, as vezes passaria algum zumbi.

(Ga) Terça-feira é natal...

(Igu) Eu quero uma cano cerrado do Papai Noel !

Eles riam da piada, e iam conversando por mais algumas horas, até ouvir alguns pássaros cantar o sol já nascendo, todos iam se levantando, com calma, pegando o café já pronto, Tierre traria os pacotes de bolos, colocando sobre a mesinha do centro, com uma faca.

(all) Bom dia.