For All Time

9 Uma noite inesquecível


Notas iniciais
Cap escrito ao som de “For All Time”, música que deu título à história, e “Stop And Stare”, música do One Republic. Especialmente dedicado à minha titia Dark. Enjoy it!

Um salão grande, bem decorado e luxuoso, pontilhado com varias pessoas a socializarem-se em gostoso clima de animação, ao som de uma batida pop moderada e contagiante, foi a visão que Michael e Joelce tiveram quando cruzaram a entrada guardada por dois indivíduos enormes vestidos de terno.

Um certo nervosismo percorreu pela espinha da garota. Apesar de que ela normalmente não se importava se alguém não gostasse dela, não queria dar-se mal com as cunhadas ou qualquer pessoa que fosse importante para seu namorado.

Seu namorado. Sorriu internamente, olhando para ele que a pegava pela mão e a conduzia através do salão. Era tão lindo, num impecável terno preto.

— Olha quem chegou!

Ao som do comentário feminino, seguiu o olhar dele para a frente, onde duas mulheres sorridentes os aguardavam. Enquanto Michael sorria, ela olhou de uma para a outra, admirando o quão parecidas eram uma com a outra, e ambas com Michael.

A mais negra, de um chique vestido azul brilhante, longo e acetinado, parecia a mais nova. A outra, relativamente mais alta e mais clara também, estava de um conjunto branco de calças e blusa com laçada, e parecia a mais velha. Eram lindas.

— Até que enfim chegou, maninho, você demorou tanto que estávamos prestes a mandar o FBI investigar se ainda estavas vivo. — brincou a segunda, com um ar falsamente preocupado que fez Michael rir.

— Não invente, La Toya. — Michael balançou a cabeça, enquanto Joelce olhava para a primeira que dizia:

— Pelo menos ele trouxe a cunhada. Oi, cunhada, seja bem-vinda. — ela sorriu, um sorriso maroto e muito semelhante ao de Michael, e inclinou-se para beijá-la nas bochechas — Eu sou a Janet, é um prazer conhecer a sortuda que tirou o meu maninho da seca.

— Janet! — Michael advertiu, enquanto ela apenas ria, e também sua garota.

— Prazer, Janet, sou a Joelce. — apresentou-se, antes de ganhar beijos da segunda.

— La Toya! É um prazer conhecer a azarada que vai aturar o Sr. Anti-social.

Joelce afastou-se sorrindo.

— Estou confusa se sou azarada ou sortuda.

— As duas coisas. — La Toya piscou, ignorando o olhar fulminante de Michael e continuou — Espero que você seja muito extrovertida, por que o Mike é um verdadeiro tédio.

— Toya, desse jeito você afugenta a menina. — riu Janet batendo-a no ombro, embora eles rissem.

— Só estou falando a verdade.

Michael voltou a abanar a cabeça e voltou o olhar brilhante para sua companheira. Ela não era mais extrovertida que ele, mas ao longo dos dias havia descoberto que eles poderiam conversar sobre várias assuntos e rir durante horas.

— Fica à vontade, a festa é toda vossa, okay? — dizia Janet para ela, quando ele tomou um tempo a repará-la melhor.

Estava linda, num vestido preto simples, seu cabelo solto nos ombros e enrolado com um estilo à Marilyn Monroe, e sim, aquele batom vermelho que realçava seus lábios carnudos.

— Okay. — Joelce retribuiu o sorriso e olhou para ele, pegando-o com um sorriso bobo.

Então um novo elemento apareceu no grupo. O homem chocolatado, vestido de smoking com camisa de fundo às riscas, boné e um sorriso curvado nos labios carnudos, com uma taça de champanhe na mão.

— Boa noite, gente.

As respostas soaram, então ele prendeu o olhar em Joelce, estendendo a mão livre.

— Shaffer Chimere Smith, ao seu dispor, bela dama.

Joelce franziu o cenho, olhando para o sorriso brincalhão dele. Quem era ele? Michael lhe tinha dito que seu amigo se chamava Ne-Yo. Seria um apelido?

— Ne-Yo. — murmurou Michael, para seu exclarecimento.

— Oi, prazer... — disse ela com um sorriso suave.

— Prazer, mademoiselle. — Ne-Yo beijou-a na mão e Michael cerrou os olhos para ele — Qual é mesmo seu nome? Joana ou Joyce?

— Joelce! — riu.

— Ah, desculpa. — Ne-Yo gargalha, divertido — Eu sempre troco nomes, não pense que Michael me apresenta muita mulher por que não, ele não pega ninguém, aliás, estou até admirado que ele desencalhou. O que você viu nele?

Joelce ri e Michael bate no ombro do amigo, fazendo o mesmo.

— Eu disse a você que ele era um idiota, portanto não leve à sério nada do que ele falar. — lhe disse depois. Naquele momento, Janet e La Toya estavam voltadas para o outro lado, a receber mais convidados.

— Ei, Mike, é assim que você vende a imagem do cara que te ajudou enquanto sofria bullying na escola? — Ne-Yo virou-se para a garota — Ele já te contou sobre isso? Ele sempre foi magro como uma lombriga e os valentões adoravam se meter com ele, se não fosse o necessário aqui ele não sobreviveria à escola.

Joelce olhou dele para Michael que ria.

— Isso é verdade?

— Tem um pouco de verdade. Foi apenas uma vez que ele me defendeu, mas acostume-se com esse cara se vangloriando a cada segundo, isso é o que eu passo por tê-lo tornado meu amigo.

Joelce sorriu. Apesar da diferença de caráter ela podia sentir que eles eram grandes amigos, e achava aquilo precioso. Ela nunca havia tido a sorte de ter uma melhor amiga, suas melhores amigas eram suas irmãs.

— Você me lembra uma das minha irmãs. — disse para Ne-Yo.

— Você tem irmãs? — seus olhos se acenderam — Alguma solteira?

Ela riu novamente.

— Sim, ela mesmo. Se chama Edy.

— Eu quero conhecê-la. Vive com você?

— Não... eu sou de Angola, estou aqui apenas para estudar...

— Ah, pois, Mike me disse. Ela nunca vem aqui?

— Está para vir. Assim que ela vier te apresento.

— Legal, eu vou adorar conhecê-la. — Ne-Yo deu seu sorriso malandro.

— Ok, chega de ocupar a minha garota, vamos. — Michael tomou-a pela mão e a levou a se acomodarem numa mesa, deixando Ne-Yo a rir.

Assim que se sentou, Joelce olhou para algumas pessoas que dançavam no centro do grande salão, até que uma taça de champanhe apareceu diante dos seus olhos. Olhou para o dono da mão branca e magra que a estendia, então sorriu recebendo.

— Você bebe champanhe?

Ela deu um pequeno gole em resposta, fazendo-o rir.

— Isso responde a sua pergunta?

— Você é mais ousada do que demonstra. — observou Michael, intrigado.

— Eu só demonstro esse meu lado para pessoas íntimas. Sou um pouco reservada, mas não santa. Já fiquei bêbada uma vez… sou muito fraca com o álcool, três taças de champanhe é o suficiente para me deixar tonta.

A revelação fez Michael rir às gargalhadas, enquanto bebia da sua própria taça.

— Então vou me certificar de não deixar você passar de duas taças.

— Não se preocupe, eu não tenho a intenção de ficar bêbada essa noite. Eu tenho outros planos. — disse com um olhar provocante.

— Que planos?

— Vou deixar você adivinhar.

As pupilas de Michael dilataram e seus lábios entreabriram, mas antes que pudesse dizer alguma coisa Janet surgiu, eufórica.

— Ei, casal, vocês não dançam?

Joelce olhou para a pista, vendo que estava mais cheia, muita gente animada a dançar uma música eletrônica, e voltou para a cunhada, enquanto Michael a respondia:

— Daqui a pouco.

— Terminem suas bebidas e façam o favor. — Janet então se inclinou para a garota, segurando-a no ombro — Se Michael não quiser ir, você puxa-o à força, okay?

— Okay. — riu, vendo-a ir a dançar, antes de voltar o olhar para Michael — Suas irmãs são animadas, pensei que seriam como você.

— Como eu sou? — ele inclinou-se, tocando seu queixo. Sua sobrancelha levantou e ela perdeu a fala. Quando queria, e também quando não queria, Michael podia ser sedutor.

— Eu iria dizer calmo, mas a palavra que me vem na cabeça agora é atraente.

— Você me acha atraente? — ele parecia surpreso, o que fê-la revirar os olhos.

— Que mulher sã não te acharia atraente?

— É a primeira vez que alguém me chama disso. Normalmente sou só chamado de lindo, charmoso, sedutor… — começou a rir, vendo-a fazer o mesmo — Estou brincando.

— Claro. — vendo-o afastar, Joelce voltou a sorver um gole de seu champanhe.

Então ouviu o começo de uma música que conhecia. “Stop and Stare”, da banda One Republic. Ela adorava aquela música, lhe lembrava de quando começara a ouvir rock, antes de conhecer metal.

— Adoro essa música!

— Quer dançar? — Michael sorriu, fazendo-a olhá-lo assustada.

— Não, eu não danço.

— Não? — o homem encarou-a descrente.

— Não. A não ser que você considera dançar balançar a cabeça ao som de rock ou rebolar no chuveiro.

Michael desatou a rir imaginado ambas as cenas.

— Isso parece engraçado. Bem, eu também não sou um grande dançarino. Mas eu quero arriscar, com você.

— Não, eu não gosto de arriscar. Não quero cair aqui e passar um mico.

— Isso não vai acontecer. — Michael recebeu-lhe a bebida, pousando junto a sua na mesa, então a estendeu a mão — Dança comigo, pequena.

— Não... Não me pede com esse jeito tão carinhoso, Michael, eu não quero mesmo fazer isso. E se eu tropeçar nesses saltos?

— Eu te seguro. Vamos, me dá a sua mão.

— Não, Michael…

— Dança comigo agora senão eu te reprovo, menina.

Joelce desatou a gargalhar, mas finalmente colocou a mão sobre a dele.

— Bem, eu não posso reprovar, então acho que não tenho escolha.

— Bom! — Michael levou-a até a pista, que estava menos cheia agora, então tocou-a na cintura, enquanto ela o tocava nos ombros, e começaram a se embalar ao som da música.

Essa cidade está mais fria agora, eu acho que está cansada de nós

— Não acredito que está fazendo isso comigo. Minhas irmãs sempre tentam me fazer dançar nas festas, mas isso não dá certo, elas adorariam ver isso. — confessou encarando Michael, se deliciando com o sorriso dele.

— Sério? Vou me certificar de conseguir algumas fotos desse momento.

Suas palavras fizeram-na olhar para o fotógrafo que circulava pelo salão, tirando várias fotos dos casais que dançavam agora, inclusive deles.

— Merda!

— Será que você acabou de xingar, menina Duarte?

Olhou para Michael rindo. Ele nunca a tinha ouvido xingar?

— Não?!

— Essa sua carinha de santa realmente engana. Quantas surpresas você tem para mim essa noite?

— Muitas. — assegurou com um sorriso.

É hora de agir

Meu coração está ligado a qualquer lugar

Eu estou te encarando

Cada vislumbre está me matando

Pare e olhe, eu acho que estou me movendo, mas não vou a lugar algum

Sim, eu sei que todo o mundo tem medo

Eles estão tentando voltar, todos meus sentidos aguentam

Pés firmes, não falhem agora

Oh, você vê o que eu vejo?

~*~

Assim que entraram no carro, Joelce soltou um longo suspiro. A noite havia sido maravilhosa, suas cunhadas eram super simpáticas e ela e Michael estavam num gostoso clima de provocação, ela não poderia estar mais feliz.

Enquanto Michael arrancava o carro, inclinou-se retirando as sandálias, soltando um pequeno gemido. Ela não entendia como algumas mulheres usavam saltos todos os dias, elas era muito fortes.

— Pés doloridos? — perguntou Michael dando marcha ré, tirando o carro da fileira do estacionamento, e avançando.

— Um pouco…

— Gostaria de uma massagem neles?

Joelce o olhou, um sorriso brincava em seu lindo rosto enquanto ele olhava para frente.

— Viria mesmo a calhar.

— Eu faço se você quiser.

— Enquanto dirige?

— Depois.

— Hum… — fingiu-se pensar, levanto a mão à nuca dele e começou a fazer-lhe cafuné. Não era a primeira vez que o fazia enquanto ele dirigia, e Michael pareceu embalar-se.

— Eu gosto quando você faz isso.

— Eu gosto de fazer isso. — sorriu — Obrigada por essa noite, foi fantástica, diverti-me à grande. Foi uma noite agradável.

— Está só começando. — Michael observou, com um breve olhar apaixonado nela.

— Como assim?

— Se você quiser... você pode ir dormir comigo à minha casa.

O convite estremeceu com cada nervo dela, roubando-lhe o fôlego. Mas tratou de se recuperar, e com um sorriso respondeu:

— Eu adoraria.

Michael esboçou um sorriso.

— Então ligue para o Quentin e avise.

— Quentin… certo. — ela se lembrou, soltando-o, e puxou o telefone da carteira.

— Como está a festa? — perguntou o tutor, passados os cumprimentos.

— Muito boa… eu acho que vai continuar até o amanhecer. — viu Michael olhá-la com estranheza, e do outro lado ouviu Quentin a rir.

— Tudo bem, apenas volte inteira, Duarte.

Suas bochechas aqueceram e ela olhou para baixo.

— Ok, vejo você amanhã, Quentin.

~*~

Quando estacionou o carro, Michael olhou para a sua companhia e deparou-se com a visão dela adormecida. Oh! Pensara que ela estava só quieta a olhar pela janela, mas havia caído no sono.

Um sorriso se espalhou por seu rosto, vendo-a tão angelical, vestida do seu casaco com o qual passara a última metade da festa, após reclamar frio. Claro, ela estivera todo o tempo só com aquele vestido curto e muito atrativo por sinal…

Ele sorriu. Estava insano. Seria possível que estivesse a amar uma menina quase dez anos mais nova que ele?

Com algum pesar, retirou o cinto e inclinou-se sobre ela, afastando-lhe o cabelo do rosto.

— Hey, pequena, acorda, chegamos.

Joelce mexeu os olhos, lentamente acordando, e o olhou perdida.

— Não acredito que aterrei. — disse roucamente.

Michael sorriu.

— Mas você o fez. Anda, vamos descer.

~*~

A casa de Michael consistia numa bonita vivenda no centro de LA, detalhes externos de estilo veneziano e um alpendre digno de rei, com alguns degraus que davam para um salão amplo com meia-luz.

Assim que entraram, Joelce virou a cabeça quando Michael passou para a sua trás, tirando-lhe o casaco.

— Obrigada.

Michael o pendurou nalgum lugar perto da porta, antes de voltar-se para ela, que girava em seus calcanhares reparando na bonita sala, mobilada com móveis de estilo retrô.

— Você mora aqui sozinho?

— Sim.

— Uáu, sua casa é linda.

— Obrigado. — e estendeu a mão para ela — Vamos para o meu quarto.

Sua nuca se arrepiou, mas sem hesitação ela colocou a mão na dele, que a conduziu por uma escadaria, um corredor amplo, e abriu uma porta. Bateu o interruptor, permitindo que a luz fluorescente iluminasse o grande quarto, e a largou no centro.

— Fique à vontade, a casa é sua. Ou devo dizer o quarto.

Ela sorriu, passando os olhos pela decoração bonita com destaque no dourado e branco, e voltou-se para ele, sorrindo quando a atraiu pela cintura. Michael inclinou-se beijando-a, e retribuindo ela o tocou nos cotovelos.

Era um beijo cheio de desejo, que foi reduzindo aos poucos. Quando voltaram a se olhar, sorriram um para o outro, até que Michael observou:

— Você me parece estar cansada. Teve o suficiente por essa noite?

— Não, é só que... é o sono. Ter adormecido no carro me deixou um pouco mole. Só preciso de um banho, pode ser?

— Claro, entre naquela porta ali. — Michael indicou, e ela o beijou de novo, antes de ir.

~*~

Enquanto Joelce se dispunha de um banho, Michael tirou a gravata, abriu os primeiros botões de sua camisa branca e pôs-se à vontade deitado na cama. Quando a porta do W.C abriu, ele instintivamente olhou para lá, não travando um sorriso quando viu a garota surgir na soleira.

Tinha sua toalha amarrada no corpo, o cabelo salpicado e o rosto mais relaxado, ainda que molhado, como ele observou quando deixou a cama e foi até lá.

Joelce também caminhou até ele, e os dois se encontraram. Imediatamente, Michael moveu uma mão para o ombro húmido dela e se inclinou para beijá-la, um beijo lento e morno, que a incendiou por dentro.

Ela o tocou na cintura, magra e masculina, enquanto ele levava a outra mão aos seus cabelos húmidos. Era um beijo intenso, profundo. Ela se perdeu completamente, sentindo o cheiro perfumado, exótico e completamente excitante que Michael exalava.

— O sono passou? — ele perguntou depois.

— Yeah, estou firme como uma pedra. Desperta e disposta.

— Disposta a quê? — provocou, com um sorriso malicioso.

Joelce sorriu e mordeu o lábio inferior.

— Ao que você quiser.

Michael voltou a dar aquele sorriso cheio de intenções e a puxou mais para si, tomando seus lábios outra vez. Ela se deixou envolver, enquanto circulava as mãos por seu peito. Seus beijos se tornando mais urgentes.

— Você me quer? — ofegou Michael parando para olhá-la nos olhos.

— Quero. — respondeu Joelce sem hesitar, e foi presenteada por mais um dos sorrisos divinos dele, antes de ser tomada por seus braços.

Ele a ergueu para o seu colo, a toalha subindo para a sua cintura, e a levou para a cama, onde ela caiu e buscou-o com os olhos, circulando as mãos por seu peito, sentindo-o morno entre a camisa. A ideia de vê-lo nu fazia seu corpo queimar.

Michael a beijou, as mãos em suas coxas, nádegas. Removeu a toalha de cena e apreciou sua nudez. Parecia que ele tinha esperado um século para aquilo, seu membro estava mais duro do que poderia se lembrar.

Joelce não dispensou sentir entre os dedos cada botão e cada fecho que mantinha Michael vestido, tirando-lhe as roupas nos instantes seguintes, sem pudores, sem receios... Seu corpo por si revelava o quanto ela o queria, seria inutil fingir que não estava louca para tê-lo nu, então deixou que ele o soubesse pelos seus beijos, pelos seus toques, o quão necessitada dele estava.

Quando Michael deslizou a mão entre suas pernas, a beijou no pescoço, ouvindo brevemente seus gemidos em seu ouvido, seu corpo se contorcendo num calafrio. Michael a acariciou, traçando uma linha de chupões por sua clavícula.

Quando ela estava mais do que pronta para ele, o puxou a se encaixar sobre o seu corpo e ele a beijou, no momento em que a penetrava. Suas costas se ergueram da cama, um gemido profundo deixando sua garganta enquanto ele a preenchia, e agarrou-se à ele beijando-o.

Michael começou a mover-se sobre ela, ouvindo seus gemidos e inevitavelmente participando deles, sentindo-a acompanhá-lo, as unhas felizmente curtas tentando inutilmente arranhar suas costas e ombros, simplesmente aumentando seus arrepios.

Depois que ela se perdeu num orgasmo, ele deixou-se levar e gozou também, então caiu deitado ao seu lado e a puxou. Como um filhote, Joelce se aninhou nos seus braços, incapaz de abrir os olhos.

Ele a beijou na testa e antes que pudesse dizer alguma coisa, estava dormindo.

Notas finais
This is it! E aí, gostaram? Então, a história que eu estou escrevendo atualmente é um romance erótico sobre sadomasoquismo e não foi nada fácil detalhar sexo “baunilha” de novo. Rsrs… meio que me acostumei a detalhar sexo brutal, então espero que tenha ficado bem. Alguma crítica? Puxão de orelha? Até o próximo capítulo! Bjinhos…