Notas iniciais
Yeeey, fiquei feliz pelas reviews, eu realmente não esperava ._.
Já tenho alguns capítulos escritos, cerca de 3 ou 4, postarei seguidamente. Um por dia. Ou dois. Não sei bem. Dito isso, espero ter ido bem nesse. Mais tarde ou amanhã posto outro, já que esse tá curto.

Demi:

— Mas que merda! Eu quero esses filhos da puta nas minhas mãos! Não deixem eles saírem e lá!

Recebemos um chamado urgente mais ou menos às 10 da manhã. Uma dupla de assaltantes havia invadido uma agência bancária e trocado tiros com o segurança do local baleando o mesmo e fazendo as pessoas que estavam lá de reféns.

— É o seguinte, doutora! O engraçadinho aqui já levou a pior, a gente não tá brincando, caralho! Se vocês dificultarem as coisas, morre todo mundo aqui! — Um dos assaltantes gritava por uma brecha na vidraça estilhaçada pelos tiros. Eles mantinham os clientes e alguns funcionários presos do lado de dentro.

— Ei! Você não quer fazer isso. — Comecei a argumentar. — As pessoas aí dentro não tem culpa de nada. Solte elas e vamos poder conversar civilizadamente.

— Civilizadamente? Você só pode estar me tirando! Já avisei, se a gente não conseguir sair daqui por bem, vamos sair por mal! — Disse ele nervoso.

— Ele não vai ceder, capitã. — Falou o tenente Jonas. — Precisamos tentar de outro modo.

— Se invadirmos ele mata o reféns. — Contrapôs Zac atrás de mim.

Estávamos montando um cerco ao redor da agência já fazia mais de uma hora. As viaturas estavam à nossa frente, bem como dois blindados.

— Solicite reforços, tenente Jonas. — Ordenei.

— Sim, capitã. — ele atendeu prontamente.

Duas horas se passaram e as negociações não avançaram muito. Eu já estava perdendo a paciência. Equipes de reforços da Força Tática estavam no local tentando agilizar as coisas. A minha vontade era de mandar meus homens abrirem fogo contra aqueles desgraçados, mas a vida de pessoas inocentes estava em jogo.

— Ele está mais propenso à negociação, capitã. — Me informou um dos agentes da Força Tática.

— Vamos lá. — Falei impaciente me dirigindo à linha de visão do assaltante pra que fosse possível conversar com ele. — E então, rapaz? Pronto pra negociar?

— Doutora, é o seguinte. Eu vou sair com um dos reféns na minha mira. Se tentarem algo contra mim, eu faço uma besteira! — Falou ele claramente nervoso. — Eu e meu parceiro vamos sair pela porta da frente. Primeiro eu, depois ele!.

— Vamos logo com isso, então. — Respondi.

O assaltante sumiu do meu campo de visão por cerca de 2 minutos voltando com a arma apontada pra cabeça de um dos reféns. Uma garota. Ela estava com a cabeça baixa, os cabelos no rosto. O bandido a segurou pelo pescoço, agarrando-se a ela e fazendo-a se encolher, levantando a cabeça. Foi aí que senti meu corpo gelar. Não. Só pode ser um engano. A garota que o assaltante segurava bruscamente era ela. A garota do corredor. Ah, mas que inferno.

Notas finais
Já sabem, sintam-se em casa ;)