Fireproof
4 Before
Notas iniciais
gente, 1º de tudo, eu sei que demorei PRA CARAMBA e também sei que esse cap não compensa a demora... mas essa semana foi corrida, além do que a inspiração fugiu de mim completamente - se vocês acharem favor implorar para que ela dê as caras- .
Eu realmente peço desculpas e sério, depois desses caps inicias, a história vai se atualizar mais rápido!
Oito meses antes do acidente.
– Muito bonitos vocês dois! Onde já se viu! Pular num lago em pleno inverno! – Minha mãe repetia essa frase pela bilionésima vez.
Depois do episódio no lago, era de se esperar que ficássemos gripados. Porém eu não conseguia me concentrar muito no fato de meu nariz está congestionado, ou que meu corpo estava fervendo e minha cabeça parecia que ia explodir a qualquer momento. Não quando a lembrança de Harry me beijando naquele lago era mais forte do que qualquer sintoma da gripe.
–Harry! Está muito gelado! Não vou entrar! – me sentei na relva molhada e cruzei os braços, fazendo birra.
– Ah, não vai é? – ele veio até mim com os cabelos castanhos antes desarrumados, agora completamente encharcados.
E antes que eu pudesse cogitar sair correndo ele me pegou pelas coxas e me pôs em seus ombros.
– Me solta!
– Como quiser – e de repente eu estava encharcada, mas ele não havia me soltado em nenhum momento.
Ele me sustentou pela cintura durante alguns momentos e depois eu não ligava mais para o fato de talvez pegar um resfriado, tudo o que importava eram seus lábios nos meus...
Lábios que se moldavam perfeitamente aos meus. O beijo era quente, lento. Não continha desejo, apenas carinho. O que tornava tudo mais perfeito.
Depois que saímos do lago, Harry pegou seu celular e pediu para que um senhor que passava pelo parque com um chihuahua minúsculo, tirasse uma foto nossa. O senhor nos olhou espantando, mas tentou disfarçar (muito mal). Harry me disse que ele queria registrar esse momento onde quer que fosse possível.
Estamos deitados no sofá da minha sala, com cobertas até o pescoço e vendo um filme qualquer na televisão. Minha mãe tinha ido trabalhar.
Já era o segundo dia que estávamos de cama. O médico receitou que ficássemos pelo menos uma semana de molho; nenhum de nós reclamou.
Também fazia dois dias desde que o beijo no lago aconteceu. E, sendo sincera comigo mesma, eu não podia esperar para que acontecesse outro.
Harry estava deitado ao meu lado tomando suco de laranja. Toda hora ele se virava para mim e sorria, sabendo que eu sempre ia corresponder.
– Sabe Lu... Já são quase quatorze anos desde que eu assumi a culpa por você naquela guerra de lama – Ele puxou o assunto e meu sorriso se alargou.
– Foi... Aí eu me senti culpada por você ter ficado de castigo e fui te “libertar”.
Eu tinha tido a brilhante ideia de abrir a janela e tirar Harry do castigo – que deveria ter sido aplicado a mim- porém não deu muito certo, tendo em vista que eu tropecei e a professora nos flagrou. Depois ela chamou nossos pais para conversarem.
O que nenhum dos envolvidos sabia na hora era que esse incidente resultaria numa amizade de anos.
– Sabe o que eu pensei quando a gente começou a correr da professora? – Eu ri e balancei a cabeça negando – “Que menina corajosa, gostaria de ser amigo dela”. E eu não estava enganado – Nesse momento ele desliga a televisão e me encara – Luana, você tem tantas qualidades que, se eu fosse citá-las todas aqui, levaria tanto tempo que eu ia acabar fugindo do assunto, e também possui seus defeitos, mas é isso que te completa. Ninguém é perfeito. Mas você chega perto. – Ele pega uma de minhas mãos e chega mais perto – E por este motivo, além de muitos outros, que eu me apaixonei.
E ele me beija.
Meu coração está tão acelerado que eu me surpreendo que ele não consiga ouvir. Meus pensamentos não estavam a mil por hora; Eles estavam concentrados em apenas um fato: Harry.
Esse beijo foi diferente ao do lago. Teve mais... Ferocidade, no modo como nos lábios se moviam sincronizados. Uma batalha se travava entre nossas línguas.
Partimos o beijo respirando com certa dificuldade. Nós sorrimos um para o outro.
– Luana Martine, você aceita ser minha namorada? – Ele pergunta com as sobrancelhas arqueadas.
E em vez de uma resposta, eu achei melhor que meus atos falassem por mim.
E assim iniciamos um segundo beijo.
Notas finais
beeem me sigam lá no @cathy1direction assim a gente pode conversar slá..e vcs também vão poder me cobrar e saber o que está acontecendo para a história demorar tanto :s
bjoooos e mandem reviews (mesmo que eu não esteja merecendo :S)
p.s. @cathy1direction (só para reforçar, sabecoméné
p.p.s não esqueçam de falar que leem a fic ;)
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