Tonight, Imma give it to you harder. Tonight, Imma turn your body out. Come hear. Rude boy. Can you get it up. Is you big enough. Take it. Love me.

Percy engasgou quando me encostei no batente da porta do nosso quarto na casa do lago, colocando meu pé esquerdo na minha panturrilha direita e cruzando os meus braços na frente do meu corpo. Eu sentia tanta falta da época que eu tinha quer usar todo o meu charme para seduzi-lo, tendo que provoca-lo para tê-lo nas palmas das minhas mãos.

Por que quando é segredo, é tão melhor? A sensação de gostar de fazer algo errado, de ter consciência que tudo aquilo um dia podia ir a tona, que todos iriam te olhar e ver uma vadia. Aquela sensação era ótima, era uma motivação para a minha vingança, como combustível para que ela andasse.

Percy ainda era meu brinquedinho de ouro, aquele que eu me recuso a dividir com alguém, aquele que me faz entrar em um briga. Eu não precisei lutar muito para tê-lo para mim, o pouco que fiz foi o necessário para nunca mais querer soltar.

– O que é... Tudo isso? — ele arqueou a sobrancelha, arfando e indicando com ambas as mãos o meu corpo. Revirei meus olhos e estiquei meus lábios pintados de vermelho escarlate em um sorriso malicioso.

– Meu corpo delicioso... Já te disse que iria virar uma coelhinha da Playboy– me virei em meu próprio eixo, dando ele a melhor visão do maio negro com um pompom branco na minha bunda, indicando o rabo do coelho. Na minha cabeça tinha uma tiara com duas orelhas brancas de coelho. Estava atiçando o Percy da nossa primeira transa, aquele que me deixará toda roxa e dolorida por dias.

Soltei um riso alegre e encarei ele, colocando ambas as mãos em minha cintura e percebendo o seu desconforto.

Por mais que eu tenha deixado claro que esse final de semana seria um sinal de semana sem trabalho, Percy trouxe o trabalho. Ele passou praticamente todo o domingo com folhas e mais folhas espalhadas ao seu redor, enquanto eu me distraia pintando minhas unhas, tentando fazer o nosso almoço e encarava ele, enquanto ficava alucinando nós dois fazendo sexo selvagem. Era o primeiro final de semana que eu não tinha as malditas enxaquecas e ele me resolvia trabalhar.

Cheguei a seguinte conclusão: Irei provocá-lo até ele estar tão louco a ponto de rasgar todos os documentos. Não me importava se era trabalho dele, era para ser um final de semana cheio de gemidos, gritos e dores musculares. Nós transamos uma noite, discutimos sobre a minha vida no dia seguinte e então dormimos com a droga da conchinha, para ele terminar o final de semana trabalhando.

– Volte para os seus papéis, Percy, eu acho que irei passear em voltar do lago — eu disse provocativa, calçando os meus saltos pretos e então indireitando minha postura, vendo seu olhar incrédulo sobre mim. — O que?

– Vai... Assim? — ele arqueou as sobrancelhas.

– Algo contra eu ir... Assim? — usei o mesmo tom que ele, deixando meu olhar cair para o meu corpo, com um falso desentendimento. — Estamos no meio do nada, acha que um coelho vai me confundir ou algo do tipo? Por favor, acho que nem tem coelhos em Illinois.

Joguei meu cabelo nas costas e ergui o meu queixo, mandei um beijo no ar para ele e caminhei pelas escadas. Eu pude ver ele esticar seu pescoço para me seguir com os olhos, mas controlei a vontade de rir e deixar toda essa parte da sedução para o lado, quando eu tinha um plano em mente, ia com ele até o fim, tendo o vislumbre da minha vitória, porque, na maioria das vezes, eu vencia a competição.

Desci os degraus da varanda e fui na direção do pier, vendo o rosto de Percy na janela do quarto, sentindo seu olhar queimar sobre mim enquanto eu desfilava pela passarela em direção ao lago e sentia o vento morno bater contra o meu rosto e jogar meus cabelos para trás.

Ele viria atrás de mim. Ele iria tentar me beijar. Ele iria tentar ter algo a mais. Eu não ia dar esse gostinho tão facilmente para ele, por que ele iria pagar, a minha vida era um jogo de acerto de contas.

O vento fazia carícias nas minhas pernas e nos meus braços, eu respirava a pureza e o cheiro adocicado das flores e árvores que tinha ao redor do gigante lago e via a lua quase cheia brilhar no céu e refletir no lago negro. Foi um erro meu olhar para o lago.

Em Illinois podia não ter coelhos, eu acho, mas tinha cobras. E tinha cobras aquáticas indo na minha direção, fazendo a fobia de anos atrás crescer rápido demais no meu corpo e um grito alto e agudo escapar dos meus lábios, ecoando por toda floresta.

Eu queria ter força para me mexer. Eu era Annabeth Chase, a garota indestrutível, a garota que nada temia. Mas eu temia algo, temia algo que era maior do que eu, algo que é resultado da pior noite da minha vida. Eu era Annabeth Chase, a garota de treze anos que ficou presa dentro de uma sala com mais de dez tipos diferenciados de cobras.

O meu pânico só crescia cada vez mais o ver a cobra amarela nadar para a borda do lado, para perto do pier. Ela está chegando perto de mim, ela iria me envolver com o seu corpo molhado e gelado, iria colocar sua língua fina e nojenta para fora da sua boca e, então, ela iria se aproximar e se apertar cada vez mais envolta de mim...

– Annie... — um outro grito saiu da minha boca, de susto pelas mãos do Percy tocando meus ombros nus e da sua voz surgindo basicamente do nada. Eu queria poder me mexer, dizer alguma coisa que o fizesse ele me tirar dali, mas minha voz havia sumido, meus olhos seguiam os movimentos da cobra e todo o meu corpo tremia.

Não sei a que conclusão o Percy chegou, mas ele me pegou e me deitou nos seus braços, me levando de volta para o conforto que era dentro da casa. Engoli em seco, olhando por cima dos seus ombros o leve movimento da água. Talvez causado pela cobra, talvez causado pelo vento.

Meu coração batia rápido demais, o ar parecia queimar meus pulmões, então percebi que prendia ele, sendo apenas capaz de soltá-lo quando a porta foi fechada e trancada, tentando procurar em meu cérebro uma maneira de mexer os meus músculos.

Senti o sofá macio sob mim, Percy deslizando suas mãos pelas minhas pernas e retirando meus saltos, apenas sentia. Eu não sabia onde encontrar a minha voz, ou os meus movimentos. Meu olhar estava preso no nada e cada toque na minha pele me deixava inquieta.

A imagem daquela cobre gigante e amarela se mexendo no lago não iria sair da minha cabeça tão cedo. Eu não esqueceria esse trauma tão cedo. Tinha ele a mais de nove anos, nada havia resolvido essa fobia.

Fobia causada pela Rachel E. Dare, no dia em que ela decidiu me prender na sala das cobras do zoológico e duas cobras conseguiram sair do aquário sem água que as mantia lá. Eu gritei tão algo naquela noite que, quando o guarda abriu a porta na manhã seguinte, eu não tinha mais voz e duas cobras — felizmente não venenosas — enroladas nos meus pés.

O meu trauma foi tão grande que, em uma aula de biologia em que tínhamos que abrir uma cobra morta, eu alucinei que ela criava vida ali e me atacava. Eu tinha medo de cobras e detestava admitir isso.

– Ei, o que aconteceu? — desviei meus olhos do nada para os olhos verdes do Percy, sentindo o meu coração relaxar as batidas, sentindo minha sanidade voltar aos poucos e percebendo que estava segura ali dentro. Não tinha como a cobra entrar ali.

Balancei minha cabeça negativamente, percebendo minhas bochechas molhadas e os meus olhos lacrimejarem novamente. Respirei fundo, sentindo meu pulmão comemorar pelo ar e procurei meus movimentos, obrigando minha mente a mover minhas mãos, pelo menos, e então limpando as minhas bochechas.

– Vem cá — ele me puxou para os seus braços e eu aceitei o abraço, deixando ele me apertar contra ele. — Não precisa falar, respira e tente se acalmar... Quer que eu pegue água com açúcar?

– Isso nunca me relaxou, Percy — me afastei dele, abraçando as minhas pernas e encarando a porta. A cobra não iria passar por baixo dela, não tinha como. — É um medo bobo meu.

– Bobo? Annabeth, o que eu vi não parecia nada bobo para você... Seu estado, parecia ter visto o diabo — ele soltou um suspiro e me puxou para baixo do seu braço novamente, deixando os lábios colados em minha cabeça por quase um minuto.

Fiquei ali, por minutos ou talvez horas, apenas sentindo seus dedos dedilharem pelo meu braço, ouvindo as batidas do seu coração e a sensação do calor que seu corpo emitia aquecendo até demais o meu corpo.

Eu tinha um propósito para essa noite e, se não estivesse extremamente exausta, não iria conseguir fechar meus olhos e dormir. Eu precisava ir em frente com o meu plano, eu precisava me distrair e ir atrás do meu propósito, quando voltasse para Chicago, trabalharia mais fundo em destruir a Rachel.

Me afastei do sei corpo, com relutância me sentei no seu colo, com cada perna em um lado do seu corpo e faz questão de deixar nossas intimidades praticamente coladas uma na outra, acariciando seu rosto entre as minhas mãos e inclinando o meu rosto na direção do seu.

Ele separou seus lábios o suficiente para que eu encaixasse os meus, mas não o fazer, pouco antes de tocar nossos lábios eu desviei meu rosto e deixei a marca perfeita do meu batom vermelho escarlate no canto dos seus lábios, deixando vários outros até o lóbulo de sua orelha, onde eu mordi e sussurrei:

– Não me toque — disse enquanto afastava suas mãos da minha cintura, puxei mais uma vez seu lóbulo e comecei a beijar seu pescoço, enquanto dedilhava meus dedos até a barra da sua camiseta e começava a puxá-la para cima, vendo o bom grado do moreno em me deixar ele se livrar da camiseta.

Unhei toda a extensão das suas costelas dele e decidi meus lábios para o seu peitoral, descendo do colo dele e deixando meus lábios descerem cada vez mais até o cós da sua calça de moletom, deixando a marca vermelha dos meus lábios na sua pele pálida.

Mordi meu lábio inferior, passando meus dedos pelo elástico da sua calça e vendo seus olhos verdes se arregalarem e as suas pupilas se dilatarem tanto que, o esverdeado praticamente sumiu, se tornando um anel tão fino e quase invisível na imensidão negra de luxúria que tomou conta do seu olhar. Segui em frente, colocando a minha mão dentro a sua calça e procurando o cós da sua cueca, até colocar a minha mão ali dentro também, indo atrás do seu membro.

Agarrei ele, ouvindo um gemido nada surpreso sair da boca do moreno. Era música para os meus ouvidos e eu fiz questão de começar a massageá-lo com força, sentindo ele endurecer envolta dos meus dedos e ouvindo outros gemidos saírem dos seus lábios. Chegou uma hora em que eu bufei, tirando minha mão dali com rapidez e dando as costas para ele, ouvindo o muxoxo desgostoso do Percy.

Joguei meu cabelo para o outro lado, mordendo o interior da minha bochecha e me virando para ele, com um olhar de não saber mais o que fazer. Quase ri ao ver seu rosto e abdômen cheio de marcas de batom e percebendo a sua ereção na calça. Eu já havia dado prazer para ele, mas não havia recebido nenhum, porém não queria receber, queria me dar.

Decidi abusar da minha sensualidade. Ajeitei a tiara na minha cabeça e virei de costas, procurando pelo meu celular e indo até a mina playlist, onde procurei por Rabiosa, da Shakira, e coloquei para tocar no volume máximo.

Me virei de costas e encarei a expressão do Percy por cima do ombro, controlando a vontade de rir enquanto ele desviava seu olhar do meu celular para o meu corpo. Por fim apertei o play e deixei o ritmo da música consumir o meu corpo.

Comecei a rebolar minha cintura no ritmo da música, sentindo o olhar do moreno queimar nos meus movimentos e tendo isso como incentivo para ir mais fundo, fechando meus olhos e acariciando meu próprio corpo enquanto rebolava e descia até o chão, olhando vez ou outro para Percy, vendo que ele batia ajeitado sua postura no sofá e as vezes umedecia seus lábios com a língua.

Levei, com pouca dificuldade, meus dedos até o pequeno zíper do maio nas costas, abrindo ele lentamente e aos poucos relevando as minhas luas. Pude sentir ele prender o ar conforme eu abria até o meu quadril, deslizando meus braços rapidamente para prender o maio nos meus seios e rebolando até o chão, antes de deixar o pedaço de pano cair os meus pés e acabar completamente nua.

Me virei com o olhar e com o sorriso mais inocente do mundo, deslizando minhas mãos pelo meu corpo nu, apertando meus seios e deixando um gemido baixo sair dos meus lábios. Fechei meus olhos e joguei a minha cabeça para trás, deslisando minhas mãos mais para o sul e ouvindo o moreno a minha frente engasgar quando me penetrei com dois dedos, soltando mais um gemido e começando a fazer movimentos com os meus dedos, me dando prazer.

– Oh — gemi e aquilo pareceu a gota d'água para o Percy, ele caminhou com passos duros até mim e colou as minhas costas na parede gelada. Sorri internamente, sentindo ele afastar meus dedos da minha intimidade e penetrar os dedos dele no lugar, com seu corpo amassando o meu e uma das suas mãos massageando meu seio com força.

Eu não sentia a dor, porque eu queria tanto aquilo que havia transformado qualquer dor que ele pudesse me causar em prazer. Então não, eu nunca sentiria a dor dos seus movimentos, porque valia a pena, era prazer.

Mordi meu lábio, controlando um gemido e então apertei minhas unhas em seus bíceps, empurrando ele para trás e descendo as minhas mãos até as suas mãos, ignorando as mesmas e agarrando o cós da sua calça e da sua cueca de uma só vez, descendo ambas.

Eu sorri, de maneira marota e maliciosa, vendo ele sorrir da mesma maneira e, antes que pudesse respirar melhor, já tinha meu corpo suspenso na parede, com as minhas pernas abraçando o quadril dele e os lábios famintos dele nos meus, tão famintos quanto.

Abracei ele pelo pescoço e comecei a unhar sua nuca, sentido a sua língua ditar a batalha, com as suas mãos firmes nas minhas coxas, apertando elas e sustentando o meu peso leve. Quando ele me penetrou com brutalidade eu soltei um grito animado, encarando seus olhos dominados pelo prazer.

– Vamos lá, rude boy, acabe comigo — murmurei roçando nossos lábios, então deixei ele me beijar novamente. Suas estocadas começaram rapidamente, como da primeira vez, minhas costas batiam com força na parede, ele ditava nossos movimentos e eu lhe dava o caminho livre para o meu pescoço e para as suas mãos hábeis.

Tentei rebolar, mas sempre que começava a fazer algo ele parava brutalmente, me olhando feio e prendendo mais ainda meu corpo contra a parede, voltando a dar estocadas fortes e rápidas. A noite tinha começado minha e, sem uma resquício de dúvida acabaria dele.

Apertei seus braços, deitando minha cabeça no seu ombro e avançando meus lábios para o seu pescoço, mordendo; beijando e chupando enquanto sentia seus movimentos atingirem pontos meus que ainda me deixava surpresa depois de tanto tempo.

Gemi com desgosto quando ele saiu de dentro de mim, me olhando com o olhar mais vingativo que eu já havia visto na minha vida e, então, ele me penetrou novamente, sem aviso prévio, me fazendo soltar um grito misto de surpresa e prazer. Era disso que eu estava falando!

Prendi meus olhos nos dele, vendo a selvageria e a luxúria aparecer conforme suas pupilas voltavam ao normal. Gotas do seu suor caiam no meu corpo, se misturando com o meu e ambos estavam arfantes, mas não nos importavamos de parar para tomar um ar, o que importava era o aqui e o agora, se fosse para morrer agora, eu morreria da melhor maneira do mundo.

– Vamos... Rude.. Oh! — gritei cortando a minha frase e sentindo meus ossos virarem gelatina. Ele, se um resquício de dúvida, ainda me deixaria paraplégica e eu não ia suportar viver sem essa sensação.

Nossos não formavam mais um beijo certo, o que me sustentava nele era as suas mãos segurando e apertando as minhas coxas, ditando os meus movimentos e dando as suas estocadas. Eu estava voltando a ver pontinhos negros pela falta de ar, na segunda vez na noite, então tentei colocar algum ar dentro do meu corpo, mas nada parecia suficiente. Ele parecia suprir, de uma falta estranha, essa falta de ar, afinal, ele era o causador dele, desde o primeiro segundo em que o vi, ele me deixou sem ar.

Arfei e gritei o nome dele quando atingi meu ápice, sentindo suas estocadas ficarem mais lentas, porém fortes. Ele estava tão sem ar quanto eu e, desta vez, não importou de me deixar rebolar e então sentir o seu orgasmo me invadir. Nós continuamos ali, tentando retomar a consciência, com ele sustentando meu corpo que parecia pesar uma tonelada enquanto eu acariciava seus fios molhados de suor.

Respirei fundo e tentei mover as minhas pernas, soltando um muxoxo pela dor que senti nos meus músculos e jogando a minha cabeça para trás, sentindo a tirada me deixar com dor de cabeça e o meu cabelo grudando nas minhas costas, no meu pescoço e no meu rosto.

Puxei a tiara pela orelha do coelho e tentei jogá-la longe, todavia, ela caiu a um metro de nós dois e me fez soltar um risada baixa, enquanto escondia meu rosto na curvatura do pescoço do moreno, não me importando se estava suado ou não.

– Nós precisamos de um banho. — ele declarou cinco minutos mais tarde, fazendo meus pés tocarem o chão e me segurando pelos meus ombros. Eu acho que ele sabia que eu iria cair.

– Precisamos — trombei a minha cabeça no seu peito, sorrindo e deixando as minhas palmas espalmadas pelo seus braços, me apoiando melhor. — Preciso de você mais vezes daquela maneira.

– Para depois não conseguir andar — ele riu me pegando no colo e passando os olhos pela sala toda bagunçada. Eu não suportei e ri também.

– Talvez isso seja apenas mais um pretexto para você me carregar — beijei a sua bochecha, enquanto ele subia as escadas e me apertava mais nos seus braços.

Ele me olhou e abriu a boca para dizer algo, mas pareceu refletir sobre o que ia dizer e a fechou, deixando um sorriso morno se formar no seu lugar. Eu não sabia o que ele ia dizer, mas senti uma vontade maluca de chorar e implorar para ele fazer isso, mas não podia.

Me agarrei mais a ele e beijei seu ombro. Ele era o meu rude boy.

Notas finais
E, esse capítulo magnifico é dicado a sem graça da América que recomendou. Maldita, como sabia que eu ia postar ISSO? Well, não esqueçam de preencher o campo abaixo, é essencial para que a fanfic continue. Já leu aquele recado do Nyah!? Não deixe de comentar e não deixe Fire Starter morrer :) Pse pse pse pse. VOCÊS VIRÃO QUE A CARA VAI FAZER A MARGO EM CIDADES DE PAPEL? GENTE QUE PERFEIÇÃO, MARGO É DIVA DEMAIS E MERECE ALGUÉM COMO A CARA DIVA PERFEITA PARA FAZER ELA. AI, surtem comigo. PRÓXIMO CAPÍTULO TEM JASON GRACE E SE CHAMA WARRIOR, ALTAS BRIGAS. Beijos meus amores ♥