Finding Each Other
9 Hate, Love and Angst
Notas iniciais
Alguém Rumbelle por aí? Se sim, esse capítulo é especialmente para vcs! Não sei o que me deu para escrever Rumbelle ao som de Madonna ahahaha, mas enfim, me deu vontade. Portanto, a música usada foi "Justify My Love" da Diva aí mencionada, e se quiserem ouvir está aqui:
http://letras.mus.br/madonna/67958/traducao.html
NOTA IMPORTANTE: Apesar de ter dito que esta fic tem spoilers até ao episódio 2x11, é favor esquecer que Belle recuperou a capa de Bae para Rumple. Para todos os efeitos, a capa ficou perdida ...
Boa leitura!! =)
- Você é mesmo um idiota, capitão Hook. – Cora desdenhava zombeteiramente do homem todo machucado no convés do seu barco. – E um frouxo ao que parece. – riu sonoramente, trocista. O pirata não estava gostando nem um pouco de ser chacota da Rainha de Copas.
- Cora, eu juro que se você não se calar, eu te furo com o meu gancho. – ergueu o gancho com ar ameaçador para a mulher de ar ilustre. Cora com um movimento da mão fez o gancho desprender do punho de Hook e reaparecer na mão dela.
- Meu pobre pirata, esta terra está te fazendo mal ao juízo. – sorriu com escárnio e acrescentou com desprezo. – Primeiro, não dás conta de uma mulher indefesa … — assinalou uma pausa prolongada, notava-se que estava a saborear o resultado da sua chacota. — … depois, levas uma sova de um homem de bengala. E depois disso, achas que me consegues sequer ameaçar sem levar o troco? – com um novo acenar da mão devolveu o gancho ao lugar que pertencia, no punho de Hook. O homem olhou com desdém para a mulher, mas afastou-se, dizendo para o ar:
- Parece que te faltou dizer a outra merda que eu também fiz. – deu as costas para a mulher com o orgulho ferido.
- Sim … isso também. – a mulher deixou-se envolver pela fumaça roxa e reapareceu na frente de Hook, bem perto do seu nariz. – Graças a você, minha filha foi inocentada antes que eu chegasse nela. – cerrou o olhar fuzilante, mas sorriu – Mas não vou perder tempo com isso, e mais importante ainda, não vou perder nem mais um só segundo com você. – aproximou-se dos lábios do homem e a milímetros de os tocar, continuou – Nosso trato termina aqui, você está por sua conta. – e desapareceu numa nuvem de fumo roxo.
*** *** *** ***
Mr.Gold e Belle entravam juntos na loja de antiguidades. A mulher estava feliz com a atitude do homem, pois este havia conseguido dominar a sua raiva e sede de vingança pelo pirata sem escrúpulos, no dia anterior. Era certo que por enquanto, Gold apenas se limitava a não querer desagradar a Belle pelo amor que sentia por ela, mas a morena de olhos claros sabia que era questão de tempo até o seu amor verdadeiro se tornar numa pessoa melhor. Ela seria apenas o primeiro incentivo para isso. E mais importante, tentava sempre não o julgar pelo passado, sabia que se fizesse isso, seria como se consumisse um veneno que lhe asfixiaria as veias lentamente. E quem seria ela para julgar uma alma com um passado de tantos e tantos anos? Ela era apenas uma criança ao pé dele, mas uma criança torneada num corpo e cérebro de mulher, muitíssimo inteligente.
Gold tinha uma mão nas costas de Belle, conduzindo-lhe com ternura o caminho até ao balcão da loja. Ao chegarem ao balcão, o homem fez sinal para Belle esperar enquanto ele procurava algo numa gaveta, do outro lado do balcão. Retirou de lá uma caixinha pequena, vermelha aveludada, parecia ser uma caixa de joia, e regressou para junto da morena. Belle olhou para a caixa e de seguida para o homem com um leve arquear de sobrancelha que deixava a sua testa franzida num misto de curiosidade e surpresa. Gold levou a mão ao rosto da mulher e acariciou a sua bochecha com delicadeza, quase como se quisesse provocar uma sensação de cócegas e arrepio. Se a intenção era essa, Belle não sabia, mas o fato é que todas essas sensações lhe percorreram o corpo, acompanhadas de um frio na barriga e de algo pulsante e quente, mesmo abaixo do ventre. Fechou os olhos enquanto recebia aquele carinho, tão suave, ao mesmo tempo discreto e repleto de significado. A voz do homem a fez voltar a abrir os olhos e logo sentiu a ausência repentina daquela mão sobre a sua face.
- Belle, eu quero te confiar algo, algo muito importante para mim. – ao dizer isso abriu a pequena caixa que tinha nas mãos, deixando visível o seu conteúdo. A morena pode ver que era um anel prateado, adornado com uma decoração estranha e envelhecida. Ela não reconheceu o que era a forma ornamentada na parte da frente da pequena argola que fechava o anel. Era algo com uma ponta e uma inscrição demasiado pequena para se conseguir ler. Uma espada talvez?
- Um anel Rumple? – questionou sem saber o verdadeiro significado ou simbologia daquilo, se é que tinha alguma. Rumple retirou o anel da caixa e segurando a mão direita da mulher, colocou-o graciosamente no dedo anelar desta. O anel se ajustou perfeitamente como que por magia ao dedo dela, exibindo o adorno que o enfeitava à frente.
- Este anel é muito importante. – fez uma pausa enquanto acariciava a forma do anel no dedo de Belle. – Não sei se é percetível devido ao tamanho reduzido, mas os contornos da forma na parte da frente são os de uma adaga. – Belle arregalou os olhos ao ouvir aquilo. Tinha ouvido falar de histórias sobre The Dark One na Terra Encantada, mas não sabia se estava certa no seu raciocínio. Temia ser aquilo que pensava, o horror tomou-lhe a face.
- Não precisa ficar assustada. – Gold sorriu serenamente. – Eu quero que fique com isto, desta vez em forma de anel, porque eu confio a minha vida a você. – Belle sentiu os seus olhos lacrimejarem de emoção e medo. Não podia acreditar no poder que Rumple estava-lhe colocando nas mãos, neste caso, num dedo.
- Mas Rumple, é perigoso … e se alguém descobre? – perguntou temerosa enquanto segurava a mão do homem sobre a sua. – Além disso, eu não quero ter esse tipo de poder sobre você.
- Belle, não entende … — a morena franziu o cenho confusa. – Você já tem. A adaga não muda nada. – a mulher não conseguiu evitar que uma lágrima escorresse pela sua face tamanha era a emoção que sentia perante tal declaração de amor. Gold, com a mão que tinha livre, limpou aquela lágrima que chegara perto do lábio superior da morena.
- Eu te amo. – Belle confessara num misto de amor, angústia e paixão.
- Eu também te amo. – e o homem substituiu a mão que tinha no lábio da morena pela sua boca.
Depressa aquele beijo, que começava doce e meigo, se tornava ardente e urgente. Gold colocou uma mão na nuca de Belle enquanto a outra fazia gestos circulares sobre as costas dela. A mulher sorria e chorava naquele beijo que se tornava salgado pelas lágrimas e demasiado febril pela quentura provocada pela aproximação dos dois corpos. A morena segurava firmemente seu amor pelo pescoço, enquanto deixava que sua língua percorresse livre e solta por toda a cavidade bocal daquele homem completamente intoxicante e charmoso. Gold, afastando-se lentamente da namorada, encostou a sua testa na dela e segredou em tom baixo, quase inaudível, como se tivesse ficado momentaneamente inseguro de si mesmo.
- Quer ir lá para dentro? – Belle sorriu docemente, os seus olhos antes verdes claros, encontravam-se agora num tom de cor mais escuro. Ao mesmo tempo que a enternecia aquela repentina insegurança vinda daquele homem tão sempre seguro de si, também a envolvia e trazia-lhe uma excitação que lhe arrepiava cada pelo do corpo. Pegou na mão do homem e passando-lhe à frente, levou-o consigo para a parte de dentro da loja, em direção ao quarto do casal.
I wanna kiss you in Paris
I wanna hold your hand in Rome
I wanna run naked in a rainstorm
Make love in a train cross-country
You put this in me
So now what, so now what?
Belle sorria sedutora para o seu amor, companheiro, e agora, prestes a se tornar amante, mais uma vez. Puxou-o para si e o envolveu nos braços com a segurança de alguém muito mais experiente do que realmente era. O homem deixou-se envolver por aqueles braços cheios de amor e paixão e num movimento rápido encostou a bengala que carregava com ele na cómoda ao lado da cama. Apertou o corpo da morena contra si e a beijou mais uma vez, com languidez e com toda a ânsia de demonstrar o tamanho do seu amor por aquela mulher infinitamente Bela.
- Seu nome não faz jus à sua beleza, sabia? – galanteou a morena que por sua vez, sorriu abertamente para ele. Belle, aproximando a sua boca da cartilagem da orelha do namorado, mordeu de leve, e respondeu com outra pergunta, provocante:
- Sabe o que é que realmente não se compara à minha beleza? – Gold levantou a sobrancelha, curioso, meio rindo e meio sério. A mulher continuou – Nós dois, ali … — fez uma pausa e acenou com a cabeça em direção à cama atrás de si. — … juntos … — lambeu o nódulo da orelha do homem que ainda mantinha perto dos lábios — … fazendo amor. – e voltou-se para olhar Gold nos olhos.
Assim que voltou a encontrar o olhar fulminante de desejo da morena, ele não conseguiu mais se conter e a tomou num abraço apertado, beijando-a na boca com desespero exacerbado.
Wanting, needing, waiting
For you to justify my love
Hoping, praying
For you to justify my love
I want to know you
Not like that
I don't wanna be your mother
I don't wanna be your sister either
I just wanna be your lover
I wanna be your baby
Kiss me, that's right, kiss me
Roupas abandonadas, despidas de seus possuidores repousavam espalhadas pelo chão.
Os dois corpos deitados na cama, com a respiração ofegante e com as batidas aceleradas no peito, se debatiam em amassos contínuos. Coxas, braços, membro, quadris, seios, nádegas, pescoço, abdómen, pernas, e em todos os pedaços de pecado que uniam um ao outro, numa serenata cheia de melodia.
Wanting, needing, waiting
Gold sugava um mamilo rosado, rijo da excitação, com a vivacidade de um jovem no auge da apetência sexual. Enquanto fazia isso, descia as mãos pelas coxas de Belle que estavam perfeitamente encaixadas sobre as nádegas do homem que a levava ao prazer. A mulher arranhava levemente as costas do seu amante, enquanto tentava fazer com que este a penetrasse de forma plena. Não aguentava mais aquela provocação, teimosamente não a permitindo ser preenchida com aquilo que ela queria.
For you to justify my love
A morena estava ficando impaciente demais, excitada demais, molhada demais, e frustrada demais. Sentia o membro erecto do seu companheiro na entrada da sua vagina, mas este não a deixava engoli-lo como ela ansiava fazer. Queria senti-lo dentro dela, estabelecer uma ligação que era só dela e de mais ninguém. Só dela, com aquele homem, seu.
Yearning, burning
For you to justify my love
Foi quando já estava pronta para gritar a sua indignação que Gold a penetrou de uma só vez, forte e fundo. Era um homem sábio afinal de contas, desejoso de fazer a mulher que amava sentir as mais belas e inimagináveis sensações. Queria fazê-la feliz e queria que durasse, porque só assim podia se orgulhar de justificar todo o seu amor. Ela merecia.
What are you gonna do?
What are you gonna do?
Talk to me -- tell me your dreams
Am I in them?
Tell me your fears
Are you scared?
Tell me your stories
I'm not afraid of who you are
We can fly!
Gold segredava palavras de incentivo ao ouvido da sua mulher, enquanto, com a voz embargada de excitação e emoção, ouvia os gemidos de aprovação da morena aumentando de volume.
Belle ajudava ao movimento de entra e sem com as ancas, até encontrarem, juntos, o ritmo e sincronização prefeitos.
Poor is the man
Whose pleasures depend
On the permission of another
Love me, that's right, love me
I wanna be your baby
O homem estava a ponto de gozar, olhava para o cabelo colado do suor na testa da morena e para a sua expressão de puro êxtase, e temia não conseguir esperar. Mas não, ele era um homem às antigas, um verdadeiro cavalheiro. E ela, sua beldade de olhos verdes, merecia tudo neste mundo. Enquanto Belle apertava as nádegas de Gold contra o seu sexo para aumentar a pressão, este aproveitava para beijá-la no pescoço e apertar entre os dedos um mamilo dolorido.
- Eu acho que … — era a voz da morena despertando a atenção do namorado, também este, inundado em suor. Gold olhou para a cara da mulher, sem parar o movimento dos quadris.
- O que você precisa Belle, me diga. – ele disse com dificuldade, tentando se conter diante da imagem completamente erótica que estava por baixo do seu corpo. Belle conseguiu abrir os olhos que estavam inundados de água e tremeu.
- Eu vou. – a morena não teve tempo de terminar, foi cortada pelo beijo de língua molhado que o namorado lhe dera, enquanto, por fim, gozavam os dois, juntos.
Wanting, needing, waiting
For you to justify my love
I'm open and ready
For you to justify my love
O casal continuou se movimentando um contra o outro até as ondas do orgasmo se irem dissipando pelos seus corpos gradualmente. O amor habitava ali.
*** *** *** ***
Emma parou o carro bem na frente da mansão. Não conseguia deixar de ficar agoniada ao pensar que teria de encarar de novo a cara da Mayor. “O que uma pessoa não faz por um filho?”, pensou, olhando para o menino sentado no banco ao lado.
- Vem Emma! – o garoto chamava abrindo a porta do carro para sair.
- Henry, talvez seja melhor você ir sozinho. – a loira apelava, inutilmente, para o bom senso do filho. Henry voltou a entrar no carro, encarando a mãe com seriedade.
- Mas mãe, eu já falei que não quero ir sozinho. – fez olhinhos de cachorrinho abandonado. A loira olhou preocupada para o menino.
- Não me diga que você está com medo de Regina. Pensei que quisesse ficar esse fim-de-semana com ela. – o garoto aprontou-se a responder logo, tinha urgência em desfazer o mal entendido.
- Claro que não tenho medo dela. Eu sei que ela está diferente, e que agora, não me irá mais machucar. Ela provou isso já! – Emma surpreendeu-se com a defesa exacerbada vinda do menino. Não pode deixar de se sentir orgulhosa, esse era mesmo seu filho. Sentiu-se sorrir ao ver como parte dessa determinação devia ser resultado da educação de Regina.
- Ok, ok! Então, qual o problema em ir sem mim? – Emma questionava sem perceber a insistência do garoto em querer que ela também ficasse com ele na mansão. Esse pensamento só por si já lhe dava a volta ao estômago. Imaginem só: Regina, Henry e ela, debaixo do mesmo teto brincando de casinha, como se fossem uma família feliz. O garoto só podia estar doido! O menino respondeu apreensivo e com o semblante cabisbaixo.
- Tenho medo que Cora apareça … – a loira sentiu dó do garoto nessa altura, o pobre estava verdadeiramente preocupado com a mãe, talvez pela primeira vez na sua curta vida. Embora fosse preocupante a chegada de Cora em Storybrooke, o que é que a loira podia fazer? Ficar grudada o tempo todo em Regina armada em cavaleiro com uma espada em punho? Preparava-se para argumentar com o garoto, mas foi interrompida. – Posso ser criança, mas não sou burro, nem surdo! Eu ouvi vocês falando de como ela era perigosa e má. E ela vai ver que a minha mãe está tentando ficar boa e ela não vai deixar. E eu sei que nas histórias os maus sempre ficam tentando o herói para ver se ele desiste! – Emma colocou ambas as mãos sobre os ombros do menino com o intuito de o acalmar.
- Calma garoto! — Estava ficando muito inquieta com essa agitação toda do garoto, e não lhe agradava nada deixá-lo assim, cheio de ideias de vilões e heróis na cabeça. Ainda mais sabendo como ele era teimoso e que ainda podia se meter em sarilhos tentando salvar Regina. E realmente até que ele podia ter uma certa razão em estar tão preocupado com a aproximação de Cora. Decidiu concordar com aquela ideia estapafúrdia que o menino sugerira: Os três passando o fim-de-semana na casa da ex-Evil Queen. Ia ser digno de se ver!
*** *** *** ***
O casal, deitado na cama, ainda recém feito do coito, recuperava as energias progressivamente, e enquanto isso, nenhum dos dois conseguia deixar de se abraçar, dengosos. Belle olhava para o anel em forma de adaga e girava-o em torno do seu dedo, com um olhar perdido em pensamentos. Gold, atento aos movimentos da morena que tinha em seus braços não pode deixar de interferir. Agarrou na mão que ostentava o anel e trouxe-a até à sua boca, beijando-a sobre o dedo anelar da mulher.
- Em que está pensando? – perguntou gentil, mas com uma discreta preocupação no tom de voz.
- Em seu filho. – a resposta foi só essa. Gold esperou que a mulher elaborasse, mas nada mais veio.
- O que tem Bae? – não estava entendo o porquê daquilo agora. Já havia explicado à morena que a maldição tinha tido o propósito de achar seu filho, perdido numa terra sem magia. A morena voltou o olhar para o homem e deu um selinho no rosto dele antes de continuar.
- Estava pensando se já havia descoberto um meio de o encontrar. Que adianta ter criado aquela poção para não voltar a esquecer se não sabe nem por onde começar a busca? A capa de Baelfire se foi ... – a morena falava nostálgica, apesar de ter feito de tudo para recuperar a peça para Rumple, Hook havia conseguido desfazer-se definitivamente dela. Gold, inesperadamente, sorriu para a morena, misterioso.
- Não se preocupe querida, estou tratando disso. – a mulher levantou a sobrancelha para incentivar o homem a continuar. Apenas uma resposta vaga veio. – Mas não é bom falarmos antes do tempo. – Gold apertou forte e carinhosamente o ombro de Belle e fechou os olhos. – Ainda é cedo Belle, vamos aproveitar para descansar mais um pouco. Não pretendo abrir a loja de manhã.
A mulher sabia quando não devia insistir, e apesar de tudo, confiava em seu homem. Fechou os olhos e encostou a cabeça no peito de Gold, era bom poder desfrutar da moleza em que se encontrava daquela forma.
*** *** *** ***
Emma, respirou fundo, e olhando para Henry que sorria de forma ingénua e completamente alienado da realidade que a mulher enfrentava dentro dela, aproximou-se da porta e tocou à campainha. Apenas alguns segundos se passaram até a porta se abrir e revelar o rosto impecavelmente mascarado de qualquer sentimento de Regina Mills.
- Miss Swan. – cumprimentou a loira cordialmente, um sorriso forçado estampado na face. Logo se deu conta da presença do filho e voltou-se para ele, desta vez o sorriso era verdadeiro. – Henry! Ainda bem que veio. – colocou a mão no ombro do garoto que trazia uma mochila às costas e fez-lhe sinal para entrar. Assim que o menino passou pela porta de entrada, virou-se novamente para Emma. – Quando vem buscá-lo? – dizer que a loira não sabia onde se meter era pouco, comparado aquilo que sentia. E o moleque do seu filho safado que já subira pelas escadas da mansão! Estava sozinha, diante de Regina, prestes a largar uma bomba sobre a cabeça da mulher gélida, desprovida de qualquer sentimento bom em relação à loira.
- Eu não venho buscá-lo. – a morena enrugou a testa numa confusão genuína. Emma inspirou uma vez, e ganhando coragem, disse – Eu vou ficar aqui com vocês.
Notas finais
Muito obrigada =)
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