Notas iniciais
Hey guys, demorei um pouquinho de postar esse, mas para compensar fiz um capítulo grande e bem caprichado, enfim, boa leitura.

POV’S Klaus

O décimo quadro que eu pintei hoje foi atirado pela sala e se espatifou contra a parede. Pintar era uma espécie de válvula de escape para mim, mas hoje eu não conseguia pintar nada que fosse remotamente parecido com arte. Dei um gole no meu drink, já tinha perdidos as contas de quantos foram só hoje. Faziam quatro dias que Caroline tinha saído da minha casa e eu sentia a falta dela cada segundo.

Era tão bom vê-la pela casa, sair para passear, ouvir sua risada descontraída... Mas agora tudo que restou foi um vazio gigante como se eu não a visse a mais de um século. Ela tinha surtado quando descobriu sobre Hayley, eu tinha esperado algo do tipo, ela não era famosa por ser equilibrada. Só não esperava que ela fosse descobrir tão cedo. Se eu tivesse tido mais tempo com ela, talvez pudesse conseguir sua confiança, e contar de um outro jeito.

Eu queria muito estar com ela agora, mas se eu aparecesse em Mystic Falls, ela provavelmente iria tocar fogo em mim além do mais meu orgulho pesava quase uma tonelada e eu não queria ceder, porque se eu fosse estaria admitindo o quanto ela já estava entranhada em mim.

Me joguei na poltrona e bebi mais um pouco, gostar de alguém era uma fraqueza. E era exatamente assim que eu me sentia agora, fraco e impotente, querendo tanto uma mulher que eu não tinha nem controle sobre mim mesmo. Como eu fui deixar isso acontecer?

Ouvi duas batidas na porta e ignorei, não queria nem saber quem era, só queria ficar sozinho.

Mas eu ouvi a porta se abrir mesmo assim. Elijah se aproximou de mim lentamente como se estivesse com medo de eu surtar. Nem levantei os olhos para ele, estava cansado de ver a pena nos olhos dele, desde que ela partiu, todos me tratam como se eu fosse uma bomba relógio e estivesse prestes a explodir a qualquer minuto. O que não estava longe da verdade, porque até ouvir música agora me deixava irritado.

― Vá embora Elijah, eu quero ficar sozinho.

― Eu sei disso, mas você já está enfiado nesse ateliê a quase quatro dias irmão, acho que já esta na hora de respirar um pouco não?

― Me deixe em paz!

Ele deu um passo para traz e colocou um papel em cima da mesa ao meu lado.

― Você quem sabe o que irá te trazer paz irmão, e nesse momento suponho que essa paz esteja no Hotel Parque Evenue, quarto 504.

Me inclinei para frente pegando o papel.

― O que você quer dizer com isso?

― Nada. Talvez você devesse ir lá e perguntar pela hospede Caroline Forbes.

Ele saiu do ateliê e eu fiquei parado por alguns minutos. Meu cérebro ainda lutando para processar o fato de que ela ainda estava aqui, na minha cidade.

Mas o que eu deveria fazer? Eu queria muito estar com ela de novo, mas ela tinha escolhido ir embora, era ela quem deveria decidir voltar. Por outro lado eu vi como ela ficou magoada com minhas palavras, ela não iria voltar, e nem iria me escolher de novo. Eu me arrependi de tudo que eu disse, quase no segundo em que pronunciei as palavras, mas ela estava sendo totalmente irracional e eu não consegui me conter, depois meu orgulho me impediu de não deixar que ela saísse pela porta e fosse embora.

Cada fibra do meu corpo pedia para eu ir atrás dela, mas isso seria demonstrar que ela me controlava e eu não podia deixar isso acontecer. Levantei da cadeira e fui tomar banho. Deixei o papel em cima da mesa, tinha que resistir a ela.

Sai de casa pouco depois sem dar explicações a ninguém, eu tinha que me distrair com alguma coisa, porque pintar e beber definitivamente não tinham dado certo, então decidi que a essa altura só uma coisa podia tirar Caroline da minha cabeça.

Bati na porta de Genevieve, e ela veio atender só de camisola. Abriu um sorriso imenso quando me viu, depois deixou que eu entrasse. Forcei um sorriso para ela.

― Saudades, amor?

Ela passou a mão por meu rosto.

― Muita.

Depois me beijou, eu correspondi o beijou automaticamente. Mas a cada segundo, eu só conseguia pensar que não queria estar ali, que eram outros lábios que eu queria, que eram outros braços...

Bloqueei esses pensamentos e me concentrei nela, a empurrei sobre o sofá e me entreguei ao momento, ela colocou as mãos por dentro da minha camisa e me arranhou. Deixei que meus pensamentos vagassem para ela, fechei meus olhos e imaginei seus olhos, seus lábios...

― Caroline...

Eu suspirei e quase mordi a língua quando me dei conta do que disse. Ela me empurrou com força, e eu não resisti.

― Caroline? Você vêm me procurar depois de meses e ainda me chama pelo nome de outra mulher?

Não estava funcionando como planejado, então eu simplesmente sai enquanto ela berrava uma série de palavrões.

Sai andando da casa dela sem me dar contar de onde estava indo ou o que queria fazer. Só que queria apagar a sensação de vazio que tinha ficado depois dela.

Vi uma garota andando rápido do outro lado da rua, estava escuro e não tinha mais ninguém passando. Bom se não tinha dado certo de um jeito, daria de outro.

Deixei meu lado vampiro livre, senti meu rosto esquentar, e minhas presas formigarem, pulei em cima dela e cravei os dentes no seu pescoço com força. Seus gritos iam diminuindo a medida que sua vida se esvaia, era uma sensação incrível de poder, sentir que a vida dela estava em minhas mãos, que sua força vital se esvaia para me alimentar, ela não duraria mais muito tempo...

Só que nesse segundo eu pensei nela, e em como seus lábios ficariam contraídos em pensar que eu estava tirando uma vida, eu pude ver tão claramente sua decepção que senti meu rosto voltar ao normal, e recolhi minhas presas. Soltei a garota no chão e passei a mão pelos cabelos frustrado.

A garota no chão mal tinha forças para respirar, mordi meu pulso e dei meu sangue para curá-la, depois a hipnotizei para esquecer e fui embora. Nada faria com que eu me livrasse da sensação de que ela estava impregnada em mim, nada conseguia me fazer parar de pensar nela, e lembrar de que cada segundo ao seu lado eram momentos únicos e felizes.

Quando eu finalmente parei de andar e olhei em volta, estava em frente ao Hotel Parque Evenue. Que ótimo, eu me tornei o cãosinho domesticado dela!

Não demorei muito pensando sobre isso, sentir que ela estava perto fazia meu corpo praticamente implorar por ela. Subi para o quarto 504, eu me lembrava das palavras de Elijah e sabia onde encontrá-la.

Bati na porta duas vezes.

― Entre!

Ela respondeu do outro lado, e um calor se espalhou por meu corpo quando ouvi sua voz, girei a maçaneta e entrei. Ela estava de costas para mim vestida com um roupão e com uma toalha enrolada nos cabelos.

― Demorou menos do que eu pensei, estou faminta...

Ela se virou para mim e sua expressão congelou. Eu não sabia bem o que dizer, não sabia como esconder que vim correndo para ela por não conseguir suportar a distância.

― Você ainda está aqui.

Ela arqueou a sombra celha para mim e cruzou os braços.

― Não me diga! Conseguiu deduzir isso só por me ver, ou precisou de alguma outra dica?

Sua voz soava irritada e nervosa ao mesmo tempo, eu podia ver em seus olhos que ela estava muito magoada.

― Você disse que ia embora, então eu...

― Você pensou que eu fugiria como uma covarde e iria me esconder em Mystic Falls? Bom, tenho novidades para você, não é o fato de você ser um babaca mentiroso que vai fazer com que eu estrague minhas férias, então você pode me deixar em paz, e voltar para quem quer que seja que está te esperando agora.

― Os únicos que estão me esperando agora são Elijah e Rebekah, mas eles provavelmente estão muito felizes que saí de casa.

― Bom para você, agora quer sair, por favor?

Eu não tinha nenhum tipo de experiência em pedir desculpas, mas se quisesse tê-la de volta teria que aprender rápido, e depois do que eu tinha dito as desculpas teriam que ser bem convincentes.

― Caroline eu... Sinto muito.

O olhar dela estava irredutível.

― Eu também. É só isso?

― Você não está ajudando em nada sabia?

― Oh me desculpe, eu acho que sou mimada e superficial demais para isso.

Ela caminhou até a porta e a segurou aberta para mim.

― Pode ir embora agora.

Caminhei até ela e fechei a porta.

― Olha eu sinto muito, de verdade. Eu não... precisava ter dito aquelas coisas pra você.

Ela olhou para mim com raiva e cruzou os braços, mas seus olhos estavam tristes e magoados.

― Não precisava, mas é exatamente isso que você pensa de mim não é?

Ela abaixou a cabeça para esconder as lágrimas e eu senti meu coração se apertar diante isso.

Levantei seu queixo com o dedo para que ela me olhasse.

― Você é mimada e superficial. Mas também é inteligente, engraçada, sensível, forte e têm o maior coração que eu já vi. E eu sou um imbecil por ter mentido para você, eu não tenho muita experiência com relacionamentos, mas estou mais do que disposto a tentar se você me der outra chance.

Ele me olhou surpresa e eu continuei.

― Eu não importava com seus amigos nem com você, mas no dia em que entrei na sua casa para te curar daquela mordida, e você mesmo sofrendo e encarando uma morte iminente, me encarou sem medo, aquilo me surpreendeu muito, e mais ainda, você não me implorou pela sua vida nem nada, e naquele instante eu me encantei com você, me lembro perfeitamente de cada instante daquele dia, pois foi ali que decidi que queria você na minha vida.

Acariciei seu rosto de leve e me senti em casa tocando sua pele, seus olhos ainda estavam um pouco vermelhos, e uma ruguinha tinha aparecido na sua testa, do jeito que acontecia quando ela estava preocupada com alguma coisa.

― Mas somos diferentes demais, você não percebe? Eu sou só uma adolescente e você tem mais de mil anos de vida! Você segue sua vida de um jeito totalmente diferente do meu, e não posso simplesmente ignorar isso.

― Somos totalmente diferentes e é isso que me encanta em você, você sacudiu meu mundo de um jeito que nunca pensei que alguém seria capaz. Me fez sentir coisas que já estavam tão enterradas em mim que eu nem me lembrava.

Peguei suas mãos entre as minhas sentindo uma pontada de desespero ao pensar em perde-la para sempre.

― Tudo que eu peço é que não desista de mim.

Ela apertou minhas mãos e se inclinou para mim me dando um beijo de leve, não tenho nem palavras para descrever o quanto me senti feliz com aquele simples beijo.

― É sua última chance, não estrague tudo.

Depois se afastou de mim e desenrolou a toalha do cabelo. Acho que meu sorriso poderia ser visto até de costas.

― Então... Você quer jantar?

― Acabei de pedir, não sabia que você viria... falando nisso, como soube que eu ainda estava aqui?

Sentei-me na cama observando ela passar os dedos entre os cabelos e desejando poder fazer o mesmo.

― Elijah.

Ela pegou um creme na penteadeira e começou a passar nas pernas, meus olhos acompanhavam o caminho que suas mãos traçavam, meu corpo respondeu automaticamente a isso, mas tentei controlar, não queria que ela pensasse que eu só queria transar com ela.

― Você podia voltar para minha casa sabe, já mandei arrumar a desordem que você fez lá, está tudo pronto para você.

Eu a queria sempre perto de mim, e mesmo que minha casa não fosse o lugar mais calmo do mundo, era meu lar, e queria que fosse o dela também.

― Eu e Hayley na mesma casa? Sério?

Fui até ela e acariciei seus braços.

― Não estou querendo fazer vocês duas brigarem, mas o motivo pelo qual você não gosta dela, é porque ela traiu Tyler, só que ela só queria encontrar a família Caroline. E nós dois sabemos que você faria qualquer coisa pela sua família, ou até mesmo por Elena, Bonnie...

Me calei assim que disso isso, porque o rosto dela se endureceu e ela empurrou minhas mãos.

― E você está querendo dizer que não sou melhor que ela porque matei 12 bruxas para salvar Bonnie, não é?

― Eu não quis dizer isso, mas você entende como é, tentar proteger as pessoas que amamos Caroline.

― O que você viu nela afinal? E essa coisa de vocês morarem na mesma casa é...

Coloquei os dedos em seus lábios silenciando-a.

― Eu e Hayley não temos mais nada, e se eu fosse apostar sobre quem está apaixonando por ela, esse alguém séria Elijah.

― Elijah? Nossa, alguns Mikaelson não tem gosto mesmo para mulher... Mas eles estão namorando?

― Não.

― Porque não? Você não acabou de...

― Caroline, você me imagina sendo um pai? Trocando fraldas? Dando mamadeira para o bebê?

― Talvez...

Eu ergui a sombra celha para ela e ela se rendeu.

― Tudo bem, eu não vejo você como um pai.

― Então me diga, se Elijah e Hayley ficarem juntos, quem você acha que vai estar sempre lá? Quem você acha que meu filho vai chamar de pai?

Aquilo me incomodou desde o segundo eu que notei o clima entre eles, eu não era exatamente um pai amoroso, depois de muito tempo eu percebi que esse bebê era minha chance de provar que eu não era como meu pai, que eu podia ser melhor. E eu não podia perder o amor do meu filho para Elijah, não podia perder para ninguém.

Caroline segurou minhas mãos.

― Se você estiver sempre lá para ele, ele não vai chamar ninguém mais de pai.

Senti um nó na garganta com suas palavras. E passei a mão em seus cabelos.

― Você não precisa gostar dela nem nada, eu só quero você ao meu lado. Senti muito a sua falta.

Ela pareceu ponderar um pouco e colocou a mão sobre as minhas.

― Eu acho que talvez eu possa tentar... Ser superior não é?

Sorri para ela.

― É claro.

Puxei ela para mim e a beijei, ela passou a mão em meu cabelo, depois beijou meu pescoço, fechei os olhos aproveitando a sensação, mas ela se afastou bruscamente. Abri os olhos e ela estava com a testa franzida para mim, depois se desvencilhou dos meus braços e deu um passo para traz.

― Isso é perfume de mulher?

― Do que...

Me calei assim que me dei conta. Genevieve. Ótimo Klaus, assim que vocês fizeram as pazes... Baixei meus olhos sem graça.

― Você realmente estava com outra mulher antes de vir aqui?

Fiquei na defensiva na mesma hora.

― Eu precisava tentar tirar você da cabeça e me pareceu...

― Vocês homens são todos iguais mesmo, já foi correndo para outra no segundo em que eu dei as costas.

Ela estava exalando raiva, e era compreensível, só de pensar nela nos braços de outro já sentia meu sangue ferver.

― Você foi embora, e além do mais não deu certo mesmo, então tecnicamente...

― Tecnicamente uma ova, e não deu certo porque ela se tocou que você era um mulherengo e provavelmente já estava pensando em outra?

― Ironicamente ela realmente percebeu que eu estava pensando em outra.

Me aproximei dela e segurei seus braços, já prevendo uma cena igual a que aconteceu na minha casa.

― Eu estava pensando em você, e chamei seu nome. Depois fui embora.

Ela parou de tentar se soltar e me encarou como se avaliasse se eu estava falando a verdade, sua irritação se suavizou um pouco e soltei seus braços.

― Eu vou deixar uma coisa bem clara agora, não vou tolerar que você brinque comigo e fique com qualquer uma, ou você vai ficar só comigo ou vai cair fora do meu quarto agora mesmo e me deixar em paz.

Meu instinto quando recebia uma ordem era sempre de matar ou machucar muito, só para mostrar quem mandava. Mas eu estava de mãos atadas, se eu fosse me impor como macho alfa agora, ela provavelmente me daria um pé na bunda e eu acabaria sozinho de novo, então engoli cada gota de orgulho que me restou e assenti.

― O mesmo funciona para mim, só que no meu caso, está mais para morte e mutilações.

Um pequeno sorriso se formou em seus lábios.

― Ótimo, agora que já resolvemos isso...

Ela veio para meus braços e me deu um beijo ardente, qualquer outra coisa que me preocupasse sumiu dos meus pensamentos e eu só podia sentir seu corpo contra o meu.

Ela desabotoou minha camisa, e desceu seus beijos até meu peito. Meu corpo estava em chamas cada beijo que ela distribuía por meu peito conseguia me encher de desejo. Eu já não tinha controle sobre mim, tudo que meu corpo queria era se perder no dela para sempre.

Ela me encarava enquanto me beijava e se ajoelhou na minha frente, eu ofeguei surpreso e ela desabotoou minha calça, depois tirou minha boxer deixando-me completamente livre e exposto.

Ela passou a lígua nos lábios depois abocanhou por completo meu membro, eu puxei o ar por entre os dentes e pus as mãos eu seu cabelo. Seus lábios me provocavam e me incitavam de forma lenta e atordoante, olhou para seus olhos azuis que me olhavam cheios de desejo como se estivesse saboreando o prato mais delicioso.

Eu sentia que perdia o controle a cada segundo, eu ofegava e gemia enquanto ela me provocava com maestria, senti seus dentes roçarem em mim e senti a minha respiração ficar mais áspera.

― Caroline eu vou...

Ela não me esperou terminar e aumentou o ritmo fazendo com que eu chegasse ao clímax, abalando meu corpo inteiro.

Ela se levantou e me encarou com o olhar travesso, puxei-a pela cintura e capturei seus lábios nos meus com ânsia, empurrei-a sobre a cama e abri seu roupão. Beijei seus seios e sua barriga, ela entrelaçou os dedos por meus cabelos. Quando cheguei a sua intimidade notei que ela já estava lubrificada e pronta para mim, sorri contra seu sexo e a mordisquei de leve.

― Você gosta de brincar não é querida?

Ela deu uma risada curta que foi substituída por um gemido quando introduzi um dedo nela. Continuei a acariciá-la lentamente e podia ver seu corpo estremecer de leve, sua intimidade se contraiu em volta do meu dedo e eu dei outra mordia de leve, ela chegou ao clímax de forma intensa e eu a acaricie por mais tempo prolongando seu prazer.

Deite-me sobre ela e afastei suas pernas com o joelho.

― Você me quer?

― Hmmm...

Seu corpo ainda absorvia o clímax e estava muito sensível, mas eu queria ouvi-la falar, ter certeza de que estava tudo bem.

― Diga, Caroline, diga o que você quer...

― Eu quero você dentro de mim.

A penetrei de uma vez e ela arquejou e cravou as unhas em minhas costas. No começo mantinha um ritmo lento, mas depois meu corpo implorava por mais, aumentei o ritmo e senti que o corpo dela se contraía.

― Diga meu nome Caroline...

Sussurrei para ela enquanto beijava seu pescoço.

― Klaus... Klaus Mikaelson.

Senti seu corpo se contrair e ela se entregou ao clímax, impulsionando seu corpo contra o meu, e meu corpo entrou em frenesi, com uma intensidade assustadora, senti minhas presas despontarem, eu precisava sentir seu gosto, mordi seu pescoço e o sabor de seu sangue explodiu em minha boca, ela gemeu em meu peito e teve um segundo orgasmo ainda mais forte que o primeiro.

Quando um vampiro se alimenta de humano podemos sentir seu medo, e sua vida se esvaindo. Mas se alimentar de um parceiro durante o sexo transmitia tudo que estávamos sentindo, o prazer dela era o meu, e nossos corpos de conectavam de uma forma única.

Me afastei de seu pescoço e beijei seus lábios, ela ainda estava ofegante mas me beijou de volta. Abracei-a e rolei nossos corpos para que ela deitasse sobre mim. Ela se virou para mim, e eu mordi meu pulso e estendi para ela, minha mordida podia ser um veneno e eu não queria que ela sofresse nem por um segundo.

Ela aceitou e bebeu timidamente, depois se afastou e correu o dedo por meu rosto.

― Só para você saber, ainda estou brava com você por me chamar de mimada.

Não pude evitar de sorrir.

― Nem imagino o que você pode fazer quando estiver feliz comigo.

Ela riu comigo e deitou em meu peito. Eu fechei meus olhos e me senti em paz, total e completamente em paz.

Quisera eu saber naquele momento o que o futuro me reservava.

Notas finais
E então o que acharam? Não quero ser chata nem nada, mas queria que vcs favoritassem e recomendassem a fic, ajuda a divulgar e me deixa muito feliz. :) E então... o que será que o futuro reserva para nosso casal? 3:)