Fim Dos Tempos

99 Capítulo 99 - Reagrupando


Notas iniciais
Olá pessoas, mais um capítulo, o próximo será o ultimo, nem sei como vou fazer isso, espero que gostem.

Pov – Katie

Eu me sinto de novo forte, preciso, não posso me render agora, não eu que sempre soube o que queria, vamos sair dessa porcaria de encrenca e vai ser bem rápido.

Nos reunimos todos, sentamos no chão e faço um desenho no piso empoeirado, uso o dedo como lápis.

−Vamos lá! Eu peço atenção – Saímos por aqui! Aponto a direção que saímos – Não é amor? Confirmo com Daryl por que sou um desastre com essa coisa de mapas, ele afirma com a cabeça – Ótimo, Maggie e vocês?

Maggie aponta a direção que fugiu com Bob e Sasha, depois desenhamos a direção que Glenn pegou com o ônibus, desse modo o caminho que Rick seguiu fica mais claro, qualquer um dos outros ele teria encontrado com alguém que está aqui agora.

−Então fica claro que possivelmente ele foi nessa direção, talvez tenha passado pela linha do trem, Beth e Carl conhecem um pouco dessa direção, foi por aqui que chegamos a prisão.

−Isso é verdade, se Rick estivesse muito ferido se Carl ou Beth tivesse que guiar era por aqui que iriam por que conhecem essa região.

Daryl admite olhando para o desenho e então ele compreende.

−Aqui, bem nesse lado, seguindo para oeste temos uma vila, casas como as que estivemos pequena, talvez estejam por lá, posso chegar lá em uma hora de carro, vasculhar tudo e tentar encontrar com eles.

−É isso, nós ficamos aqui, prontos para partir quando chegarem, Sasha e Bob podem ir atrás de mais um carro e combustível, eu e Maggie mantemos a segurança com o Ty, vamos ficar trancados e silenciosos, caso uma horda apareça ou qualquer emergência seguimos para nosso segundo ponto de encontro e você nos acha!

Eu estou quase animada, todos concordam, a única coisa que me preocupa é Michonne ainda não ter voltado.

−Acha que Michonne pode estar com eles? Sasha me pergunta.

−Vamos ter que esperar por ela!

Decidido o que fazer nos separamos, Bob e Sasha juntando o que tinham de munição para sair em busca de um carro e combustível eu e Daryl vamos até os pequenos.

−Você tem metade do dia para ir e voltar antes de eu sair atrás de você! Aviso e ele me beija carinhoso.

−Adoro quando fica assim mandona, vamos conseguir pequena, eu sei que sim.

−Papai eu queria te ajudar a procurar o Carl! Megan pede com seus olhos cheios de lágrimas e apertando o colar que ganhara dele de presente.

−Me ajuda cuidando de tudo aqui!

−Certo, promete que toma cuidado? Ela abraça o pai chorosa.

−Sempre! Ele beija sua testa, depois pega Nick no colo – Ei ratinho, fique bem eu volto.

−Eu sei, você é muito forte, o pai mais forte do mundo, sempre volta!

−Então cuida da mamãe, e da Megan, sabe que são duas choronas.

−Pode deixar, eu cuido do Matt também, ele não é chorão.

Nisso ele estava certo, meu bebê quase nunca chorava e no momento dormia tranquilo ao lado de Judith.

Daryl coloca o filho no chão e vai até Matt, fica um tempo apenas olhando nosso bebê, não sei o que está pensando mas deixa meu coração em frangalhos, ele beija o pequeno suavemente depois se afasta, eu não consigo evitar as lágrimas.

−Você não desiste, eu não desisto! Ele me beija – Olhe para mim! Pede quando me aperto a ele chorando – Eu vou voltar! Me diz devagar, para me fazer entender cada palavra.

−Eu sei, não seria louco de fazer diferente!

Daryl pega a besta, aperta a mão de Maggie que está apreensiva, ela o olha agradecida, afinal ele está indo atrás de Beth também.

−Daryl...

−É minha família também Maggie, já nos tiraram demais.

Ele me deixa, não olha para trás e meu coração fica batendo descontrolado, Bob e Sasha saem logo em seguida, Tyreese se reúne a Glenn e as crianças, eu e Maggie ficamos de vigia.

As horas vão passando, Sasha retorna com um carro e dois galões de combustível, deixamos tudo pronto, e ficamos juntos, apenas quietos a espera do que viria a seguir, meu coração estava com Daryl, nada mais me importava, minha ratinha apertava a correntinha, era seu novo abito, se senta perto de mim e ficamos em silencio, Nick acaba adormecendo e o deito com o irmão.

Sinto um sobressalto, conheço essa sensação, eles estão vindo, olho para Maggie, ela me conhece bem, sabe que estou sentindo a presença deles, nunca vou entender como eles não sentem o cheiro, a pequena mudança no ambiente, sei lá, é tão evidente para mim, principalmente quando se trata de uma horda.

−Muitos? Maggie pergunta e todos me olham.

−Acho que sim! Respondo com a voz um pouco tremula.

Olho em volta, o depósito era grande, com portas de ferro que corriam para as laterais, nada de janelas baixas, apenas circuladores de ar quase no teto, não foi à toa que marcamos aquele lugar, mas acontece que as duas portas estavam do mesmo lado, a frente, ou saíamos por elas, ou não saíamos.

−Será que dá tempo de partirmos? Tyreese pergunta.

−Acho que não! Eu respondo.

Sasha segue até a porta abre uma fresta sem fazer barulho, e depois fecha, pelo seu olhar percebo que estamos em perigo, ela se aproxima.

−Muitos, como nunca vi antes, não dá tempo de arriscar.

Certo, se vamos ficar temos que fazer direito, em silencio empurramos algumas coisas para perto das portas, Maggie e Bob tampam as frestas no chão das grandes portas com cobertores que tínhamos trazido para dentro, sem som e sem cheiro, ou o mais perto disso, pegamos as armas que tínhamos, nos sentamos todos juntos, as crianças protegidas.

−Megan se seu irmão ou a Judith resmunarem fizerem qualquer som precisa tapar a boca deles! Eu sussurro, Nick abre os olhos, faço sinal para ficar quieto e ele nem abre a boca, se junta a irmã.

Só nos resta torcer e esperar, é o que fazemos, ficamos em silencio, ouvindo os passos arrastados dos mortos em sua passeata pela rua, ouvimos os gruídos que sempre nos acompanha, onde quer que estejamos, de dia ou de noite.

Sinto as mãos de Nick apertarem meu braço, ninguém se mexe, mal respiramos, quase uma hora na tortura de esperar que passem, é preciso que apenas um deles sinta nossa presença e então nada mais se pode fazer todos virão, agora rezo para Daryl não estar voltando, se ele chegar se vir todos esses zumbis nos cercando, nem quero pensar, felizmente estão seguindo na direção oposta à que ele foi, não acho que passou por eles ou vá passar isso me tranquiliza.

Daryl estava decidido a pegar um atalho pela floresta antes de achar um carro, esses mortos vem das rodovias, então não se cruzaram, penso nos outros e estremeço, se encontrarem essa horda, com Rick ferido, desesperados sem saber sobre Judith, nem sei como vai ser, Nick me aperta mais, me viro para olhar para ele.

Meu pequeno ratinho está chorando sem fazer qualquer barulho, apenas tampando a boca com olhos apavorados, não é justo eu penso abraçando ele e o apertando a mim.

Então o som vai diminuindo, não ficaram, estão só de passagem não sei o que querem, o que procuram, o que estão perseguindo, mas estamos quase seguros, demora mais de meia hora para nos arriscarmos a nos mover depois que o som desaparece.

−Olho? Sasha questiona, não saber me tortura, e acho que o certo é tentar olhar, faço que sim e Maggie e Tyreese também então ela segue até a porta, abre apenas uma fresta e quando volta está aliviada.

−Nada! Me sinto relaxar, continuamos falando baixo.

−Pronto ratinho, estamos bem! Aviso e ele vem para meu colo.

−Quero o papai! Choraminga.

−Ele já vem! Não estou mentindo, acredito nisso com todas as minhas forças.

−Eu sei, ele sempre volta! Nick me lembra.

Só nos resta nos manter esperançosos e prontos, o pior já passou, não acho que outra horda está a caminho e já sabemos para que lado não seguir quando Daryl voltar, isso ao menos é um ponto positivo.

Pov – Daryl

Começo minha caminhada pela floresta, acho que se seguir para o norte à pé, chego a uma rodovia secundária e posso achar um carro e continuar, não posso perder muito tempo, além disso sei que esse é o caminho que MIchonne faria se estivesse vindo de encontro ao grupo, quem sabe não encontro com ela.

Depois de vinte minutos andando ouço passos, não os arrastados que já conheço tão bem, quem sabe um sobrevivente, a questão é, inimigo, amigo ou desconhecido, decido não me arriscar muito e me escondo para ter certeza do que me espera.

O som se aproxima, e então ela surge, para meu alivio lá está michonne, cansada, mas de pé, caminha com sua espada em punho, eu decido me anunciar antes, ela é meio louca e pode me cortar a cabeça antes que perceba que sou eu, não estou afim de enfrentar a última samurai e sua espada mágica.

−Michonne! Ela para e então dou as caras, Michonne me olha assustada.

−Onde estão? Ela me pergunta tremendo um pouco, está com medo do que vai ouvir.

−Calma! Respondo e ela relaxa um pouco – Minha família, Katie e as crianças estão bem, Ty e Sasha também, Glenn e Maggie, as pessoas do ônibus, não conseguiram, só mesmo o Glenn.

−Carl? Sei o quanto ela gosta dele.

−Estou a procura dele, Rick e Beth também, Judith está conosco, Tyreese a resgatou, nem sei o que o Rick está pensando.

−Vamos! Ela me diz colocando a espada nas costas.

−Talvez prefira ir ao encontro dos outros, está cansada, eu...

−Quer brincar sozinho? Ela responde – Vou com você, se Katie me vê chegar, se sabe que o deixei na mão me atira uma daquelas facas voadoras dela.

Seria uma grande batalha eu penso, elas são de longe as mulheres mais fortes e prontas para uma guerra que já vi

Começamos nossa caminhada, explico o que decidimos e ela apenas concorda com a cabeça, depois ficamos em silencio, somos naturalmente calados e agora temos um grave problema para resolver, além disso ela está abatida pelo que aconteceu, acho um carro faço ligação direta e pegamos a estrada em direção a vila que pretendia começar minhas buscas.

−Não acredito que me deixei ser pega por aquele animal! Ela dá um soco no painel do carro me despertando – Estava relaxada demais, por um momento me esqueci dele, Hershel conversava comigo, estava feliz por termos trazido a medicação, e então aquele desgraçado me apagou com uma coronhada, típico daquele covarde de merda.

−Estava com Hershel, mesmo que ele não tivesse te apagado você teria se rendido, sabe disso, para proteger Hershel.

−Cacei aquele maldito até meu ódio acabar, depois continuei caçando por puro abito e quando finalmente decidi desistir o infeliz veio mais uma vez atrás de nós.

−Ele está morto agora, você fez isso, então só podemos seguir em frente.

−Enfiei minha espada no coração daquele diabo, não matei, apenas atravessei seu peito e deixei ele lá, queria que visse que fui eu, queria que virasse uma porcaria de um zumbi e soubesse como é.

A estrada estava tranquila, eu me concentro no caminho a minha frente e ela continua.

−Ele iria matar o Rick, estava quase fazendo isso, realmente não sei como o Rick pode estar, eu o ajudei a se levantar, ele saiu em busca do Carl, foi numa direção e fui em outra, mas então nos perdemos, se ele não encontrou o garoto...

−É o Carl, aquele garoto é durão, está bem aposto! Preciso desesperadamente acreditar nisso, por ele e por Megan.

−Hershel...

−Eu sei! Eu a corto, ainda não posso falar sobre ele, ainda não consigo olhar para aquele momento, talvez um dia, não hoje.

Depois de mais de uma hora de carro no mais completo silencio me aproximo do lugar que pretendia ir, paro o carro e olho para ela, precisamos decidir o que fazer, seguir de porta em porta, andar pelas ruas de carro, a pé não sei bem como podemos achar alguém assim, não nesse mundo maluco e doente que temos agora.

−Por mim descemos e caminhamos, eles podem nos ver por uma janela, ouvir passos e nós também podemos ouvir melhor se estivermos andando.

Eu apenas concordo com a cabeça e descemos, seguimos por uma rua arborizada, com casas grandes, tudo está abandonado, a grama crescida, lixos revirados, nada de zumbis, nada de coisa alguma, pegamos outra rua lateral e continuamos, um zumbi caminha para nós, ergo a besta, é um velho decrepito, sujo e rasgado como todos os outros, Michonne me faz abaixar a arma com um movimento, está furiosa ainda eu sinto quando ela caminha decidida e corta a cabeça do zumbi, seguimos em frente depois de ela enfiar sua espada na cabeça que mantinha a boca abrindo e fechando daquele jeito frenético que não nos assusta mais.

Ouvimos uma voz, ficamos em silencio, apenas caminhando e então de longe eu e Michonne podemos ver Carl, ele caminha armado, anda de costas chamando dois zumbis, apressamos o passo, ele os chama como se fossem cachorrinhos treinados.

Que merda Carl eu penso, mas sei que ele não pode atirar, para não chamar mais e nem lutar com eles porque é claramente mais fraco e menor.

Apenas não entendo porque não correu, fugiu e o que faz sozinho.

Carl então tropeça, assim que cai os zumbis avançam sobre ele e enquanto Michonne corre eu armo a besta, o garoto segura os dois pelo pescoço, grita, minha flecha atravessa a cabeça de um deles e no momento seguinte Michonne enfia a espada no outro depois de puxa-lo de cima de Carl.

Ele se ergue chorando, não um choro de medo, chora de raiva, nos vê, quando seu olhar me encontra fica pálido.

−Cadê ela, deixou ela para trás? Ele pergunta andando para trás, como se quisesse fugir da resposta – Onde está Megan?

−Bem! Eu digo para acalma-lo – Segura com a Katie, vim atrás de você, seu pai a Beth?

−Comigo! Ele diz para meu alivio.

−Vem vamos pegar o carro e busca-los de uma vez! Eu o puxo pelo braço e começamos a caminhar para o carro, ele chorava ainda, mas lutava com as lagrimas.

−Porque estava andando por ai com esses imbecis na sua cola?

−Precisava entrar na casa que ficamos estavam na porta, eu só pretendia afastá-los o suficiente para entrar.

−E o que estava fazendo sozinho?

−Meu pai não está bem, a Beth fica com ele e eu saio em busca do que precisamos, queria achar algo para ele.

Entramos no carro e dirijo até onde ele me indica, descemos e assim que entramos Beth me abraça.

−Ai meu Deus Daryl! Ela chora convulsivamente em meus braços, nem sei como lidar com aquilo.

−Estão todos bem Beth! Precisamos voltar logo, então me afasto dela e sigo até Rick, ele está desfigurado – Vamos! Eu o ajudo a ficar de pé, não temos tempo a perder, temos alguma coisa no galpão, remédios que encontramos e Bob pode dar uma olhada nele.

−Vem pai! Carl o ajuda também e levamos ele até o carro, Rick está meio fora de orbita, não sei o quanto está ferido ou apenas em choque, deixo para Bob decidir isso.

Michonne dirige e seguimos em silencio absoluto, vou levar Carl para minha ratinha, isso é tudo que importa.

Entramos na cidade, passei metade do dia fora, mas acho que foi a busca mais fácil da minha vida, era bom nos conhecermos tão bem, sempre sabíamos o que o outro poderia decidir.

−Paro o carro e descemos, ouço a porta se abrir e então Megan corre para Carl, estou apoiando Rick e assisto o abraço de Beth e Maggie, mas meus olhos então se grudam em minha pequena ratinha, no sorriso lindo que se abre quando vê que cumpri minha promessa, ela e Carl se abraçam, eles se amam, mas ainda é um amor inocente, não tem nenhuma cena de beijo, apenas o abraço apertado cheio de alivio e saudade.

−Pensei que tinha perdido você também! Ele diz chorando, ela também chorava.

Ty vem para auxiliar Rick, Bob faz o mesmo e entramos todos, Beth ainda chorando muito nos braços de Maggie, choram a morte do pai e sinto por elas.

Então quando estamos todos dentro do depósito com as portas fechadas algo surpreendente acontece, Rick, Beth e Carl veem Judith sentadinha no cobertor, brincando com algo colorido.

Beth precisa se apoiar em Maggie, Rick chora tentando caminhar até ela e Carl corre para a irmã, estranhei não terem perguntado por ela, mas nunca esperei tal reação.

−Judy! Rick diz abraçando forte a filha quando Carl traz a pequena para ele, os quatro se abraçam.

Katie me olha, sei o que está pensando, não contou a eles seu grande paspalho?

−Quem? Beth pergunta já com nossa bravinha no colo.

−Eu, Lizzie atirou em dois soldados me salvou, não tinha mais o que fazer eu os chamei para fugirmos, mas eles voltaram correndo para dentro os segui e estavam com a Judith escondida, peguei a menina e fugi.

Rick e Beth abraçam Tyreese, depois olham para Lizzie.

−Vimos a cadeirinha dela, eu procurei ela por todo canto, mas então quando achei Carl e Rick a cadeirinha estava suja de sangue e vazia.

Beth conta soluçando de emoção.

−O sangue espirrou nela, tirei ela de lá e escondi, era ruim carregar ela naquela cadeira precisava de dois de nós! Lizzie explica.

Passado os momentos de emoção Rick é tratado por Bob, Glenn e Sasha então bem, temos combustível para a viagem e alguma comida, apenas precisamos decidir para onde e quando.

O dia estava chegando ao fim e decidimos ficar mais uma noite, seguiríamos viagem na manhã seguinte, depois de muito pensar formamos um plano.

Me junto aos meus pequenos Nick se senta no meu colo.

−Veio um monte deles papai, fiquei com medo, mas eles não viram a gente, quero ir embora daqui.

−E vamos! Aviso, Megan e Carl estão sentados de mãos dadas, de vez em quando sorriem um para o outro, Katie está com Matt no colo, sentada ao meu lado, olho em volta estamos aqui, todos nós estamos.

Perdemos, sim o apocalipse nos tirou muito, não sei quantos de nós vão cair ainda, se vamos algum dia achar um lugar seguro, quão dura pode ainda ser nossa jornada.

Tudo que sei é que hoje eu tenho tudo, eles estão aqui, meus irmãos do apocalipse, meus três ratinhos e ela, minha pequena, a mulher que um dia me olhou nos olhos e disse que me amava, que eu era sua escolha.

Ela é a minha, sempre foi, sempre vai ser, somos uma coisa só.

Notas finais
E então, o que acharam? Já estou meio agoniada, vai ser bem difícil me despedir de Fim dos Tempos. Beijos