Fim Dos Tempos
79 Capítulo 79 - De volta a torre
Notas iniciais
Aqui estamos nós de novo num mundo repleto de zumbis!
Queria aproveitar e convidar vocês a darem uma olhada numa fic que minha amiga JujubaAliceW acaba de começar sobre TWD e com o lindo do Daryl Dixon, não sei postar Link então vou colocar o nome. "STATE OF GRACE"
Esperando comentários.
Pov – Daryl
−Um dia! Eu digo para minha pequena assim que a vejo abrir os olhos, ela me sorri carinhosa, tão linda e doce como sempre foi, me beija e o mini ratinho choraminga, nos viramos para ele ainda entre nós – Com fome é? Eu falo, ele me procura com os olhos, aquilo é tão fantástico, ele me conhece, me prefere sempre, dorme nos meus braços tranquilo, sorri com o olhar.
−Papai! Nick me chama, mal abriu os olhos, ele ama o irmão, mas não consegue não sentir ciúme, em um segundo já está entre eu e o irmão, me exigindo atenção e o fato é que nada mudou, ele ainda é meu ratinho e eu ainda o amo como sempre amei.
−Bom dia, estava ansioso para você acordar! Digo a ele – Senti saudade!
−Eu também! Ele me abraça.
−E eu? Katie pergunta – Só quer saber do papai? Ele sorri e dá um tchau de longe, não queria mas acabo rindo, ela me faz uma careta – Pare de se achar o irresistível! Ela diz – Eu tenho leite! Esse aqui ainda vai me preferir a você por pelo menos... uns meses!
−Vai nada! Nick responde e ela o olha de olhos arregalados, depois o puxa para ela e morde sua bochecha, ele ri sem tentar se libertar.
−Bom dia! Megan diz manhosa – Você são tão barulhentos! Ela reclama.
−Está querendo morar sozinha senhorita independente! Minha pequena brinca com ela que se junta a nós.
−Eu não! Ela responde – Posso ficar ai no meio um pouco também? Katie se afasta e lá estavam nosso pequeno ninho de ratos, depois temos de levantar, o dia na prisão começava cedo, todos tínhamos nossas rotinas e hoje eu tinha de sair, detesto sair principalmente agora, quero ficar olhando meu bebê crescer, assistir cada pequena mudança.
Beth e Rick estavam sentados no refeitório Hershel já convivia bem com a ideia que eles namoravam, mas não sei como seria com essa história de dividirem uma cela, o que sei é que minha pequena e Maggie não falavam em outra coisa, depois que decidiram que são irmãs, cuidam da vida uma da outra como se nada mais existisse e a pobre Beth sofria as consequências de ser a mais tímida.
Timidez não era um defeito ou qualidade de minha pequena, não mais, não havia assunto que a incomodasse.
−Bom dia! Nos cumprimentamos todos, Carl se senta em outra mesa com minha ratinha, Jimmy e Mary, Jimmy parecia um menino, continuava no poleiro e se Nick não fizesse algo morreria ali.
−Quem vai hoje? Maggie pergunta parando ao meu lado, olho para minha pequena que sei detesta que eu vá, e detesta mais ainda não ir, mas nosso mini ratinho mamava de três em três horas, não podíamos arriscar.
−Michonne, eu, você e o Glenn! Aviso.
−Também vou! Rick avisa e Beth o olha apreensiva – Quero ir Beth, preciso, faz tempo que não vou, desde que o Daryl voltou para as ruas que não saio.
−Sim eu entendo! Ela diz e olho para minha pequena.
−E você tudo bem? Ela se recosta em mim, com nosso pequenino dormindo em seus braços.
−Nunca vai ficar tudo bem, sabe que me sinto péssima quando sai, mas não temos escolha.
Eu a beijo de leve e me levanto precisamos nos organizar, escolher um lugar separar armas e munição, vamos todos fazer isso e quando chegamos do lado de fora fico incrédulo, ao lado do carro, armada com um fuzil esperando pelo grupo.
Ela caminha como se sair fosse algo natural em sua rotina, estava calma demais eu sabia que logo voltaria a me cercar e provocar minha pequena, mas era bom que soubesse que minha pequena não estava mais frágil e assustada, para diante de Rick.
−Estou pronta vou com vocês! Diz séria com seu olhar de rancor, minha pequena estava ao meu lado com nossa família reunida, eu tinha muito a perder para me arriscar nas ruas com uma mulher rancorosa que só quer encrenca.
Sem pensar duas vezes entrego minha arma a Rick que me olha sem dizer nada.
−A decisão é sua! Aviso, ele pega minha arma, então Maggie faz o mesmo.
−Pode apostar! Ela diz olhando para Carol enfrentado seu olhar, vejo Glenn um tanto confuso, mas um olhar para Maggie e lá estava ele fazendo o mesmo.
−Vai ter que montar outro grupo hoje Rick! Glenn avisa.
−Carol, não acho que seja uma boa ideia para você sair em busca de suprimentos, é sempre uma viagem difícil cheia de imprevistos, arriscar a vida de quatro pessoas assim é tolice, se não tivéssemos escolha, mas não é o caso.
Michonne que saia do nosso bloca despreocupada se aproxima mas assim que vê Carol armada arregala os olhos surpresa.
−Qual é? Ela diz irônica – Não estão falando sério, estou fora! Maggie não seguro a riso, Maggie era o tipo de pessoa que nunca segurava o riso.
Carol olha para Katie destilando todo seu ódio, entrega a arma a Rick e nos dá as costas. Pegamos nossas armas de volta e começo a me despedir, beijo meu mini ratinho, depois Katie, então pego Nick no colo para apertá-lo forte, e Megan me abraça com seu sorriso triste de quando papai tem que sair, beijo minha pequena mais uma vez, sempre que saio quero levar seu gosto comigo.
−Você não desiste, eu não desisto! Sussurro em seu ouvido – Amo você!
Ela apenas concorda, não pode falar por que está chorando, sempre está quando a deixo, e também quando volto.
Olho para minha família, é exatamente onde vão estar quando eu voltar.
A estrada está deserta como sempre, silenciosa, eu dirigia com a atenção voltada para estrada, sou muito atento agora, mais focado que nunca.
−Acho que já disse que sem a Katie isso é bem chato né, que vocês são caladões? Maggie nos diz.
−Já Maggie todas as vezes que saímos! Eu aviso e ela dá de ombros sentada no banco de trás.
−Só para constar! Ela resmunga voltando sua atenção para estrada, temos quase nada por perto que ainda não estivemos, voltamos em algumas cidades por que já passamos, nunca nada está diferente, mas desta vez quando entro na cidade algo mudou, parece muito revirada, um grupo talvez, carros batidos empilhados numa esquina, fechando um quarteirão, um tanque de guerra, eu penso.
−Acham que é possível que um tanque de guerra tenha passado por aqui? Pergunto e Michonne me olha firme, acho que ela concorda que sim, Rick ergue uma sobrancelha, parece concordar.
Viro uma rua e a destruição continua, ficamos em alerta, mas o que quer que tenha passado por aqui não está mais, e acabamos descendo numa esquina, Glenn e Maggie ficam pegando combustível e olhando o perímetro enquanto eu e Michonne entramos< Rick faz a guarda na porta.
Nada de zumbis, as portas estavam abertas e quando isso acontecia era difícil achar algum zumbi, eles estavam sempre em movimento, não sei o que move aqueles corpos famintos, mas nada os faz parar, eles nunca descansam, nunca silenciam.
Não tinha zumbis, mas também não tinha nada de muito valor, comida já nem era nosso gênero de primeira necessidade, estávamos quase alto suficientes, mas combustível, remédios, higiene, armas, isso era importante.
Encontro um pacote de velas e caixas de fósforos, recolho poucas coisas, Michonne também e deixamos a loja, ao lado havia uma farmácia, mas nem entramos, não havia mais nada lá, vejo uma oficina mecânica no fim da rua, estava tudo calmo e seguimos a pé enquanto Glenn terminava seu trabalho de retirar combustível.
Acho que ninguém dá muita importância a oficinas mecânicas, ninguém sequer chegou perto daquela, eu penso empurrando as grandes portas laterais, e o dono nem mesmo conseguiu sair de lá, um zumbi sujo de graxa nos ataca faminto, esse vai morrer sem conhecer o gosto de carne humana, acerto uma flecha na sua testa ele cai para o lado.
Escuto o carro parar na frente, olho e confirmo que era Glenn, então volto minha atenção para o lugar, recolhemos todo que é útil, peças, pneus, ferramentas, Jimmy iria gostar disso, combustível, vamos carregando tudo e depois nos reunimos e decidimos abrir a porta dos fundos, devia ser apenas um cômodo, talvez a casa dele, ou quem sabe um escritório.
Mas era muito melhor que isso, era a casa de um belo colecionador de armas, e munição, sorrimos uns para os outros quando começamos a recolher tudo, quem pensaria que um lugar assim seria um belo forte, ele tinha facas também, belas facas de caça e acho que minha pequena ficaria louca com aquilo, levamos tudo, depois seguimos para os limites da cidade.
−Acho que por hoje chega, não acham? Glenn pergunta – Quem poderia imaginar que teríamos tanta sorte?
−Tem razão e não vamos brincar com ela, vamos para casa, além disso essa cidade está muito estranha, não sei se é tão vazia quanto parece.
Continuamos pela estrada em direção a prisão, tínhamos três horas de estrada, três horas de silencio.
Dessa vez é Michonne quem dirigia, Rick estava sentado atrás distraído, Maggie e Glenn também estavam sentados no banco de traz abraçados, sinto falta de sair com minha pequena, da adrenalina que era, de como tínhamos menos medo quando ela estava, uma horda nunca nos surpreenderia com Katie por perto, mas ao mesmo tempo, tinha medo do dia que ela quisesse retomar sua rotina, Megan e Nick tinham se acostumado com o fato de que agora nunca estavam sozinhos, e meu mini ratinho era a coisa mais indefesa que já vi, sinto calafrio só de pensar que algo poderia acontecer e nenhum de nós estar em casa.
Não houve mais nenhum atentado, não sei se o terrorista maldito desistiu ou se está mesmo morto como Bob nos fez pensar, mas o fato é que no momento tudo seguia bem.
Passamos por uma cena que eu não via a muito tempo, Michonne até diminui, alguém era devorado no acostamento por dois zumbis, ainda haviam pessoas andando por ai, pessoas sozinhas?
−O que acham? Eu pergunto, se minha pequena estivesse aqui teria uma teoria, e logo sua teoria se confirmaria, por que ela tinha um instinto de sobrevivência que era alucinantemente superior ao de qualquer outro.
−Só dois zumbis é bem estranho! Maggie diz, mas não era disso que eu estava falando.
−Me perguntava sobre a pessoa, quem anda por ai sozinho e a pé? Comento e recebo silencio como resposta, um longo silencio.
−Alguém aqui já se deu conta que vocês são bem caladões, e que sem a Katie isso é bem chato? Eu brinco imitando Maggie.
−É o que venho tentando dizer! Ela suspira, rimos, sim, rimos, mesmo depois de termos acabado de assistir a um desconhecido caído no chão morto e sendo devorado por dois zumbis.
Isso não é mais novidade e esse é o problema com o ser humano, a gente se acostuma, se acostuma com tudo, se adapta, e se às vezes isso nos torna frios, é também o que nos fez sobreviver, e recomeçar, não sei se as coisas vão um dia voltar a ficar realmente ruins como um dia já foram, mas se acontecer então de novo vamos nos adaptar, por que simplesmente é assim que somos.
Adoro chegar em casa, assistir o sorriso de minha pequena se abrir por entre as lágrimas, e vê-la com meu mini ratinho no colo, meus pequenos a sua volta, esperando ansiosos.
Uma vez ou outra fico parado me perguntando se isso é mesmo tudo meu, se é por mim que esperam, se conquistei tudo isso, mas então ouço os gritos de papai e tudo se torna real, sim eles são meus.
Sou abraçado, e beijado por meus ratinhos, mamãe não se mexe, sempre fica parada à minha espera e me diz que é por que não tem forças para caminhar até mim, que suas pernas ficam bambas.
Eu a beijo, um longo beijo, depois beijo meu bebê, ele está me olhando e sou obrigado a pegá-lo no colo enquanto caminhamos para dentro.
Estou faminto e Beth que estava abraçada a Rick e Carl que agora andava mais próximo do pai e acho que o namoro com Beth era a razão, nos chama para comer, minha pequena também se serve é claro que não comeu, não come se não estou, olho feio para ela.
−Não desce amor, não briga comigo, falta um dia! Ela diz fazendo manha, me lembrando que a contagem regressiva finalmente está chegando ao fim, e que temos de conseguir uma babá, por pelo menos o tempo que temos entre uma mamada e outra.
−O que foi? Ela me pergunta quando me vê sorrindo feito um idiota.
−Já conseguiu uma babá? Pergunto.
−Ofereci o emprego ao Jimmy, ele aceitou, vai cuidar dele a Mary vai ajudar e hoje fiz um curso intensivo enquanto estava fora, Jimmy trocou todas as fraudas.
−Fez mesmo isso com o pobre! Eu riu.
−Ele gosta, enquanto trocava o Matt eu ia enumerando suas qualidade para Mary, foi um bom acordo, ela ficou encantada.
Depois de comer nos sentamos lá fora, abraço minha pequena e ela me olha preocupada, Jimmy estava de longe exultante com o que trouxemos para sua oficina de tudo que era quinquilharia que encontrávamos.
−O que foi amor? Ela pergunta – Deu algo errado?
−Não, foi um dia assustadoramente tranquilo, mas não sei, a cidade estava diferente, já estivemos por lá, esteva comigo, dessa vez tinham carros empilhados em uma esquina, carros que antes estavam apenas estacionados, e depois mais um monte deles num outro ponto fechando uma outra rua, como se um tanque tivesse passado por lá.
−Estão fechando um perímetro, construindo um forte? Ela sempre tem que ser mais esperta que todos nós juntos? El olho para ela, Rick que estava por perto nos ouvindo balança a cabeça concordando.
−Vimos um homem sendo devorado na estrada por dois zumbis, a quanto tempo não nos deparamos com algo assim.
−Talvez alguém rumando para a cidade, para um forte, ou saindo dele! Se tem algum grupo de sobrevivente por perto não é tão estranho ver alguém por ai sozinho, às vezes tem um de nós aqui por perto, fazendo uma ronda, recolhendo alguma coisa.
−Espero que se for um grupo não esteja em busca de problema, pode ser que nos encontremos por ai um dia desses.
−Mais atenção de hoje em diante! Ela me diz.
Depois de fazer todos os nossos pequenos dormirem eu abraço minha mulher, temos pouco tempo para ficar assim apenas namorando, eu a beijo longamente, trago ela para meus braços.
−Retiro o que disse! Ela diz depois de um longo beijo.
−O que disse? Eu pergunto confuso.
−A dois mil anos atrás quando nosso ratinho nasceu eu disse a mim mesma que namorar como no tempo do poleiro também era bom!
−É uma tortura boa! Eu brinco e volto a beija-la.
−Que dia longo! Ela me diz — Vamos dormir para chegar logo amanhã e nossas férias da torre chegarem ao fim.
−Uma ideia fantástica! Eu a beijo mais uma vez e ela se afasta para colocar nosso mini ratinho de novo entre nós, se Nick acordasse e não estivesse grudado nos cabelos da mamãe ele teria uma sincope.
−Sabe que não posso tomar o remédio por enquanto não sabe, então somos do time do preservativo agora, não me apareça na torre sem eles! Ela podia me dizer qualquer coisa, eu rio com gosto.
−Pequena você não existe, quem mais é desse time?
−A Beth e o Rick, porque nenhum dos dois quer falar sobre comprimidos com o Hershel! Ela me diz rindo.
−Amo esse seu jeitinho maluco de ser! Roubo um último beijo e decidimos dormir, não por muito tempo é claro, nosso mini ratinho acorda chorando de fome na hora marcada um relógio biológico infalivelmente preciso.
−A Beth devia fazer comida para ele! Nick resmunga sem nem abrir os olhos.
Nos despedimos do nosso bebê no colo de Jimmy um tanto ansiosos, e preocupados.
−Jimmy qualquer coisa grita! Katie diz a ele.
−Podem ir, eu vou ficar bem! Ele responde, acho estranho tratar de algo assim com ele, afinal Jimmy entende perfeitamente o que vamos fazer, mas Katie parece achar natural e eu realmente não estou em posição de discutir, faz tanto tempo que parece que é a primeira vez, chego a estar nervoso.
Subimos os velhos degraus de mãos dadas e silenciosos, olho a vista que não via a pouco mais de quarenta dias, tudo como antes, nosso colchão estava arrumado.
−Vim dar um jeito aqui ontem! Ela me diz sorrindo – O sonho da Beth é conhecer as delicias da torre! Ela começa a rir e eu a abraço.
−Fala muito sobre esse lugar? Pergunto.
−Esse lugar é tudo para mim, foi aqui que tudo que me importa aconteceu, desde nossa primeira vez ao momento em que contei do nosso bebê, aqui é nosso paraíso, amo esse lugar e sabia que só podia ser aqui que estaríamos hoje.
−Minha pequena atiradora de facas! Eu a beijo, nem acredito que não preciso me conter, que posso toca-la sem ter que recuar e respirar para meu pulso voltar ao normal, ela se entrega, começo decidido a ter calma, vou despindo minha pequena e beijando cada parte dela, matando a saudade, ninguém diria que acabara de ter um filho, tudo estava como antes, não que me importasse, amo minha mulher e sempre vou amar e sua aparência é o que menos me importa.
−Nunca senti tanto sua falta! Ela me diz feliz – Amo você senhor Dixon! Eu a beijo quando já estamos no colchão.
−É minha vida senhora Dixon! Respondo e estamos entregues aquela coisa de ter calma vai para o espaço, faz tempo demais, tudo é urgente, o tempo para e nada mais existe como sempre foi, ainda é perfeito inacreditavelmente perfeito, e depois de muito tempo chegamos mais uma vez ao nosso paraíso particular, de mãos dadas, entregues, arrebatados como ela sempre diz.
Ficamos imóveis, os olhos fixos um no outro, gostamos de nos olhar nesse momento, gostamos de saber onde o outro está, e sempre estamos no mesmo lugar, somos uma coisa só.
−Como pode ser sempre assim? Ela me pergunta – Nunca diminui, só fica mais forte, mais intenso! Seus olhos se enchem de lágrimas e eu a beijo.
−É como somos pequena, esperei tanto por você, uma vida toda! Ela sorri, me beija, pisca e uma lágrima escorre.
−Meu! Ela me lembra como se pudesse esquecer.
−Minha! O paraíso nos convida a voltar e seguimos felizes.
Notas finais
bjs
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