Fim Dos Tempos
58 Capítulo 58 - Tiros
Notas iniciais
Eu ando caminhando nas nuvens ultimamente.
Recebi mais recomendações, pode isso? O único objetivo de vocês é me fazer chorar, só pode!
Quero agradecer, Thays você é muito querida, sempre me acompanhando e participando com seus comentários, Bella sua linda, maluquinha também sempre presente, e Jussara Cullen, uma fofa que começou a comentar agora e é uma querida, nem tem como agradecer, isso é emocionante, sou muito grata, Obrigada!!!!
E agradeço também todos que leem e comentam e os que leem e não comentam também, afinal o mais importante é ler, comentar é um bônus! O capítulo vai para essas três lindas!!!!
Pov – Daryl
Uma família completa, era isso, eu, Daryl Dixon, irmão de Merle Dixon, o velho encrenqueiro e criador de caso de todos os lugares por onde passamos, era casado, pai de dois filhos e dono de um coelhinho branco!
Quem poderia dizer, quando toda aquela coisa de mortos andando de novo começou só pensei em seguir em frente, até que um deles cruzasse meu caminho, me pegasse desprevenido, então as coisas foram acontecendo, o tempo foi passando e minha pequena entrou na minha vida e revirou tudo, transformou tudo, fez tudo parecer melhor, me deu um motivo, um sonho, quero essa família, cada um deles, e quero mais do que isso, quero cada um deles felizes.
Jimmy nos deixa um tempo depois, se não tomasse cuidado ele se mudaria para nossa cela, era um bom rapaz, devia ter pouco mais de dezoito anos, mas as vezes parecia menos, Nick adora ele, por isso fiquei ainda mais furioso com Carol, ela tinha usado justo ele para nos atingir.
–O que ele vai comer? Nick pergunta sentado no colchão com o bichinho no colo, Megan e Carl com ele, não dava para ver o coelhinho por que todos eles faziam carinho no bicho ao mesmo tempo, pobre animal! Eu penso.
–Folhas, plantas, mas desde que não seja a horta do Hershel! Eu o lembro – Não pode deixar que ele a encontre! Ele não tinha ideia do estrago um bichinho daquele podia fazer.
–Prometo! Nick avisa – Megan como vamos chamá-lo?
–É menino ou menina?
–Papai! Nick pede socorro.
–Traz ele aqui! Eu peço, pego o coelho o viro e olho, essa era uma das vantagens de ter crescido na floresta – Menina!
–Oba!!! Megan comemora, eu devolvo o coelho para Nick – Pode ser um nome bem delicado, que acha Carl?
–Megan é um nome delicado! Garoto infernal, pequeno galanteador de filhas alheias.
–Mas precisamos de outro né Carl, se não vamos confundir as duas! Nick responde – Mamãe! Ele pede muito ansioso, nunca mais vamos dormir, ele nunca mais vai soltar o pobre bichinho.
–Não sei filho, vocês que tem de escolher! Minha pequena diz encostada em mim, depois de um momento tão triste estávamos de novo relaxados, ela os olhava cheia de amor.
–Que tal Lily? Megan fala e Nick olha para o coelho.
–Oi Lily! Ele diz trazendo o bichinho para perto – Ela tem mesmo cara de Lily, pode ser.
–Então vai ser Lily! Megan anuncia.
Beth entra na cela com a Bravinha, se senta com eles e o bebê bate os bracinhos encantada com o bichinho.
–Vim conhecer o novo morador! Ela faz um carinho no bicho.
–É menina e se chama Lily! Nick anuncia – Quer pegar um pouco?
–Claro! Ela ergue a Bravinha em minha direção e eu pego nosso bebê, ficamos brincando com ela fazendo ela rir, ela sempre ria para mim, apertava meu nariz se debatia contente e tentava emitir algum som.
–Pronto! Nick pega o coelho de volta assim que me vê com Judith – Pode devolver o bebê papai! Ele me diz e escondo um sorriso, meu ratinho era ciumento ao extremo no que diz respeito a Bravinha.
Levo o bebê para Beth, ela a aconchega nos braços.
–Eu preparei uma sopa, todos já comeram e o refeitório está vazio, acho melhor comerem um pouco.
Sabíamos que ela tinha feito isso para evitar a carne de porco e o sofrimento de Nick.
–Beth você não existe! Katie diz se levantando para abraçá-la.
Descemos todos, Nick com o bichinho no colo e eu com a caixa na mão, como se não bastasse tudo agora era guardião de um coelho.
O bichinho fica na caixa enquanto Nick come ou engole a comida às pressas. Jimmy entra no refeitório trazendo algumas folhagens.
–Presente do Hershel! Ele anuncia – Ele mesmo que pegou para você Nick! Nick coloca as folhas na caixa com o coelho e minha pequena providencia um pote com água e ele arruma tudo na caixa.
–Está frio mamãe, a Lily precisa de um cobertor!
–Vou pegar algo quando subirmos!
Arrumamos um canto para a caixa e algo para fechá-la, o coelho podia fugir e minha vida se transformaria em um inferno, Jimmy estava definitivamente na minha lista negra.
Depois de darem boa noite para o bicho cento e cinquenta vezes os dois se deitam para dormir.
–Mamãe quando acordar posso pegar a Lily e trazer para nossa cama? Ele pede.
–Pode! Ela diz quando ele se misturava nos seus cabelos sonolento.
–O Jimmy é meu segundo melhor amigo! Ele nos conta.
–Quem é o primeiro? Minha pequena pergunta.
–O papai! Responde como se ela tivesse perguntado uma grande bobagem e eu sinto meu coração aquecer.
–Nem quero saber em que posição estou! Minha pequena brinca, eu rio dela e logo Nick dormia, ela se deita em meu peito, passa a perna sobre a minha, se enrosca toda como de costume – Oficialmente afundados até o pescoço no mundo dos coelhinhos brancos! Me diz de olhos fechados.
–Há muito tempo! Eu respondo – Te amo!
–Eu também, boa noite meu amor! Ela adormece e acabo pegando no sono.
–Que linda, quer passear é, isso... cuidado com a mamãe! Eu acordo com a voz doce de Nick sussurrando, me lembro do coelhinho, fico de olhos fechados ouvindo ele brincar – Lily, quer acordar a Megan?
–Um rato! Minha pequena quase grita, subindo em mim, eu rio e ela se senta assustada.
–Não pequena, dois ratos e um coelho! Não acho que conseguiria parar de rir dela.
–Que susto! Ela diz pálida e me abraça – Senti os pelos do bichinho em mim e acordei achando que tinha um rato na cama! Ela estremece com a ideia.
–Desculpe mamãe! Nick ria dela também e Megan, ela nos olha brava.
–Vocês são ridículos sabiam, os três, quase matam a mamãe de susto e ainda ficam rindo?
–Bom dia minha pequena! Eu a beijo, ela ainda tremia um pouco.
–Espero que seja mesmo, por que começou com um belo susto! O coelho passeava pela cama dava pequenos pulinhos cheirando tudo, não tenho certeza se é um bom animal de estimação, de todo modo meu ratinho nunca estivera tão feliz.
Descemos para o café com Nick carregando o bichinho e eu a caixa, mais uma vez.
–E você era o cara que andava por aí com uma besta nas costas! Minha pequena ria de mim, assim que chegamos Hershel pega o bichinho para examiná-lo, e fazer recomendações as crianças, mais crianças se aproximam o bichinho vira atração.
Depois do café eles seguem para o pátio, recomendo não soltarem o bicho com medo de ele fugir.
–Jimmy vai com eles! Eu mando, afinal a ideia foi dele – Agora é o segundo melhor amigo, isso dá trabalho! Jimmy fica feliz com a notícia e os acompanha.
–Quem vai hoje? Minha pequena pergunta quando nos reunimos.
–Eu vou e o Carl também! Rick avisa – Maggie está com enxaqueca então pensei em vocês dois e a Michonne.
–Tudo bem! Eu digo, não podíamos ficar para sempre ali dentro mesmo que eu quisesse.
–Gostaria de acompanha-los! Bob anuncia – Quero tirar a má impressão e também preciso de umas coisas e sei que não vão procurar para mim! Bebida eu penso.
–Acho uma boa ideia! Rick diz mas me olha eu concordo se ele estava aprontando era melhor tê-lo por perto, principalmente se meus pequenos ficariam sem nossa proteção.
Rick pega o mapa, Glenn se senta conosco para saber que caminho seguiríamos, caso fosse preciso uma busca, nos decidimos pela mesma cidade que tínhamos em mente no dia que encontramos o Walmart na estrada.
–Certo! Glenn marca o local – Mas não é muita gente?
–Acho que tudo bem! Rick comenta, se pudesse deixaria Carl em casa, as coisas estão muito feias lá fora, mas Rick era o pai e no fim a decisão era dele.
Sigo para o pátio com minha pequena quando já estávamos prontos para partir, vejo minha ratinha de cara amarrada e braços cruzados enquanto Carl parecia muito concentrado em se explicar, chamo Jimmy que brincava com Nick, ele caminha para mim prontamente.
–Jimmy, eu sei que tinha planos de nos acompanhar, mas acho que realmente prefiro que fique com meus filhos.
–Depois do que fiz ontem eu entendo perfeitamente, foi uma crueldade com o Nick.
–Jimmy isso não é uma punição, pelo contrário, estou confiando a você o que tenho de mais importante! Eu aviso, a culpa não era dele, se fosse teria sido mais fácil ele estaria com o nariz quebrado e eu muito mais calmo, mas não podia quebrar o nariz da Carol embora minha pequena tenha feito um bom estrago.
–Certo, fico com eles! Ele sorri.
–Ótimo, mas passe o máximo de tempo lá dentro por favor, Glenn, Tyresse e Sasha vão cuidar das coisas aqui fora, então apenas fique de olho neles.
Entrego a ele uma pistola porque sei que ele nunca está armado quando estamos dentro da prisão.
–Vai me deixar...
–Acho que posso confiar não é, você precisa ficar armado, mesmo aqui dentro, agora tenho de ir.
Caminho para Nick, ele vem para meu colo junto com o bicho.
–Não gosto que saia papai! Ele reclama – Quem vai cuidar de mim e da Lily?
–Glenn, Tyresse e Sasha vão cuidar da coisas aqui fora e você e o Jimmy vão cuidar das coisas lá dentro, pode fazer isso?
–Eu? Ele pergunta orgulhoso.
–Sim, preciso que cuide do bichinho e da Megan! Peço, minha pequena para do meu lado.
–É Lily papai, arruma sempre outros nomes! Ele ri – Vou cuidar de tudo então! Eu beijo Nick e o coloco no chão, Katie faz mil recomendações dá mil e um beijos e depois beija o bichinho também.
–Se comporta em bebê! Ela diz e ele caminha para Jimmy, Megan caminha para nós de mal humor.
–Porque ele tem de ir junto? Ela reclama.
–Isso é com o Rick ratinha, mas acho que não devia ficar brava com ele! Minha pequena diz – Vamos estar lá fora e acho que devia deixá-lo tranquilo e não preocupado, não é justo com ele.
Ela tinha razão, eu nunca diria aquilo, nunca fazia nada para magoá-los, mas Megan não podia ser tão exigente com o menino, ele tentava ser adulto, se antes era difícil nesse novo mundo era quase impossível.
–Desculpe mamãe, tem razão, boa sorte lá fora! Ela abraça Katie e beija a mãe depois me abraça carinhosa, tinha um sorriso triste, os olhos marejados – Vai todo mundo que amo! Ela diz, isso é estranho para mim, ela ama o mini xerife?
–E vou trazer todos de volta! Eu prometo – Se não fizer isso a mamãe faz, ela sempre salva o dia! Brinco com minha ratinha.
–Certo, vou dar tchau de novo para o Carl, concertas as coisas! Ela não me olha e acho bom porque não consigo achar aquilo natural, quero ardentemente que diminuam, se tinha zumbi por ai porque eles não podia diminuir, um novo vírus quem sabe.
Megan e Carl se despedem com um abraço um beijo no rosto e o sorriso orgulhoso do mini xerife, entramos no carro, eu e Rick vamos na frente minha pequena segue atrás com Carl, Michonne e Bob.
Fico imaginando que deve ser chato para ela viajar com gente tão silenciosa, normalmente ela e Maggie passam a viagem toda tagarelando sem parar.
Mais de duas horas depois passamos de novo na frente do Walmart, nada de estacionamento cheio de zumbis, me pergunto para onde aquela horda tinha seguido, passamos por um caminhão de água saqueado e dois carros batidos, corpos em decomposição ainda dentro deles, mesmo que os mortos voltassem para suas tumbas ainda seria um caos limpar todo aquele estrago.
A estrada estava razoavelmente limpa, nada nos impedindo de transitar, às vezes sinto vontade de saber como estavam os grandes centros, acho que depois que acabaram com tudo as hordas estavam seguindo para as cidades menores, tenho medo do dia que chegassem a prisão.
Os primeiros prédios surgem a nossa frente, era como toda cidade pequena por que já passamos, prédios baixos dois ou três andares, casas e comércios, ruas vazias e silenciosas, me lembro do tempo que fugia para floresta em busca de paz e sossego.
–Acho que dessa vez temos de dar umas voltas antes de carro, ver como estão as coisas! Eu aviso.
–É melhor mesmo! Rick concorda.
Estávamos naquela tensão de sempre, vidros fechados, armas em punho e o silêncio brutal que a ansiedade e o medo criava.
Vemos algumas lojas, um pequeno mercado, dois ou três bares, um errante sem os braços, outro preso num carro, ainda com o cinto de segurança, viro uma rua, e mais casas e comércio, loja de roupas, sapatos, brinquedos, decoração, tudo que o mundo conhecia, e que hoje não importava mais, mais uma rua, três errantes caminhando juntos, se viram para acompanhar o carro quando passo, as mesmas coisas e então cruzo a rua principal paro bem no meio olhando para os dois lados.
Nada de coisa alguma, acho que não teríamos problemas com hordas, isso era bom, porque Carl estava comigo e tinha de leva-lo de volta.
–Tem um mercado ali, e uma farmácia! Rick nota apontando – Vamos pegar a direita.
Entro a direita e paro na frente do mercado, descemos e mesmo tenso, me estico um pouco, as viagens estavam ficando longas, minha pequena vem para meu lado.
–Vamos primeiro na farmácia! Ela pede – É menor e vai ser mais rápido.
Carl fica na porta com Michonne e entramos, tudo como sempre, prateleiras caídas, vidros quebrados e tudo espalhado, recolhemos tudo que restou, não entendo nada disso, então pego tudo, Katie e Bob fazem o mesmo, Rick encontra fraldas, chupetas, mamadeiras, uma infinidade de coisas para bebê, ele passa muito tempo recolhendo aquelas coisas, coisas que nossa bravinha teria de usar até os quinze anos para gastar, mas enfim, ele era pai e eu o entendia.
Saímos sem qualquer problema, deixamos tudo no carro, então fico com Katie na porta enquanto eles entram no mercado.
–Calmo né! Minha pequena diz olhando para os lados, depois ela puxa uma de suas facas e um zumbi vira a rua a uns quatro metros de nós, adoro como ela simplesmente sabe, ele caminha um pouco mais e então ela o acerta – Cara feio! Ela diz e eu sigo rindo para buscar sua faca.
–Eles estão cada dia mais nojentos! Comento voltando para seu lado.
–Olha amor uma pet shop! Ela me aponta uma loja um pouco mais à frente do outro lado da rua.
–Para que serve uma pet shop pequena? Eu pergunto.
–Para o bichinho do Nick, precisamos de uma gaiola, se ele fugir o Nick vai ficar arrasado e tenho medo de tentar segui-lo, sei lá, quero uma gaiola.
–Pequena mandona! Eu brinco – Deixa eles voltarem! Eles começam a sair com coisas, nada demais.
–O de sempre! Carl conta colocando as coisas no carro.
–Vamos ali no pet shop, só um minuto! Katie avisa quando estavam todos do lado de fora e atravessamos a rua.
A loja estava quase inteira, o que deixa tudo triste, pequenos filhotinhos de cachorros em suas gaiolas, peixes boiando em aquários, porquinhos da índia, todos mortos, mas quase tudo estava lá, minha pequena estava chorando quando recolhia algumas coisas, ração, e remédios.
A velha história de coelhinhos brancos que a deixavam emocionada.
–Alguns servem para gente também! Ela avisa e dou de ombros, encontro uma gaiola grande o bastante e não posso deixar de sorrir ao pensar na alegria de Nick, deixamos a loja com cuidado, quero muito abraçar minha pequena, dizer que tudo bem, mas as ruas não deixavam espaço para momentos de delicadeza, não mais.
–A Lily vai gostar! Carl sorri quando nos vê caminhar de volta.
–E então? Rick questiona – vamos entrar em mais algum lugar?
–Pensei em irmos naquela loja de esportes e caça, está na rua de trás e tem mais um mercado e um bar... – Bob avisa e entendemos, sempre era bom buscar algo que servisse como arma.
Vamos com o carro, em outros tempos seguiríamos a pé, mas agora era tudo uma grande ameaça.
Entro com Katie e Michonne, Rick fica do lado de fora com Carl e Bob atravessa a rua para entrar no bar, ficava sempre surpreso de ver como ele tinha chegado até aqui com esse vício.
Recolhemos algumas latas, sacos, mas cada dia a comida ficava mais rara e a maior parte podre.
–Doces! Katie diz ao abrir uma caixa esquecida no chão, eu carrego para o carro ainda ouvindo sua comemoração e volto para dentro.
No fundo do pequeno estabelecimento havia uma escada e uma porta no fim, nos olhamos os três.
–Pode ser um deposito! Eu digo.
–Melhor tentarmos! Katie fala – Quem sabe encontramos o suficiente para umas férias! Era só um lance de escada, pouco mais de dez degraus, parecia razoável.
Subimos em silencio, estava trancada, sempre acho que portas trancadas são mal sinal, mas chuto e ela se abre, um zumbi salta para fora e Michonne o ataca, a cabeça rola a escada e o corpo cai, Katie faz cara de nojo, entramos estava claro lá dentro e como pensei era um depósito.
Muitas caixas fechadas e sorrimos comemorando, fico na porta enquanto Katie e Michonne começam a abrir tudo, separar o que era bom e importante, mais doces, ouço minha pequena dizer, sorrio, bebida, comida enlatada, elas iam me avisando e depois de separarem muitas caixas decidimos pedir ajuda.
Bob estava de volta na porta com Rick e Carl quando me aproximo.
–Precisamos de ajuda, tem um deposito cheio! Eles parecem aliviados – Algumas boas garrafas Bob! Eu aviso e ele me acompanha com Carl, Rick continua de guarda.
Leva algum tempo mas recolhemos tudo, volto pela última vez para dentro, Katie e Michonne ainda estavam lá, Bob descia as escadas e Carl estava do lado de fora com o pai e então, quando caminhava para dentro, ouço um tiro, depois mais um e um grito.
Sacamos as armas, eu Michonne e minha pequena, só penso nela, em levar minha mulher para casa, para meus filhos, me aproximo dela, ela me olha assustada, pensava o mesmo.
–Cuidado! Eu digo quando começamos a caminhar para fora.
Notas finais
Juro que posto o outro amanhã, sei que acabou no suspense!
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