Fim Dos Tempos
39 Capítulo 39 - Briguinha de namorados!
Notas iniciais
Oi gente, mais um capitulo, dessa vez bem fofo!KKK
Quero agradecer as duas recomendações que recebi, nem acreditei.
A SUJHNNY que é uma fofo e já considero uma amiga, obrigada!
E a MICAELLA, adorei que recomendou, fico boba quando alguém faz isso.Obrigada!
Obrigada a todo mundo que comenta, me anima a continuar.
Pov – Daryl
O céu começava a clarear quando avisto os muros da prisão, felizmente estava voltando para casa, penso em Katie, minha pequena, sabia exatamente onde a encontraria, sentada diante do portão à minha espera.
Exatamente onde eu estaria se ela estivesse aqui fora, viro o carro e Glenn começa a abrir o portão eu a vejo onde imaginei que estaria, ela se levanta enrolada num cobertor, o rosto estava coberto por lágrimas, sorrio e desço assim que paro o carro, envolvo minha pequena e ficamos calados, apenas matando a saudade.
Ela me beija e toca meu rosto, me examina, só depois desvia o olhar para saber se tínhamos voltado todos e noto seu alivio, ela me abraça mais uma vez, aspiro longamente aquele perfume de flores.
−Nunca mais! Ela diz – Nunca mais quero passar por isso! Eu faço que sim.
Jimmy contava a Glenn o que tinha acontecido, como tudo tinha dado certo, Maggie estava com ele, o resto devia estar dormindo, pego minha pequena pela mão, quero entrar e envolve-la em meus braços, beijar meus pequenos mesmo que isso os acorde.
−Obrigado! Digo mais uma vez olhando para Michonne e Jimmy, eles sorriem, Katie me solta e segue até Michonne a abraça e sorri depois faz o mesmo com Jimmy, não gosto disso, uma tolice de homem possessivo e ciumento, de alguém que nunca teve nada e agora que tem morre de medo de perder, depois ela volta para mim, acena para todos e entramos.
−Eles ficaram bem? Eu pergunto.
−Nick não entendeu muito, mas ficou meio agoniado eu percebi, Megan sabia que tinha ido até lá, está crescida, é mais difícil iludi-la, mas fingiu que estava tranquila, para me consolar eu sei.
−E você como foi?
−Dei o maior vexame! Eu a envolvo e sorrio.
−O que fez? Andávamos pelos corredores em direção a nossa cela e falávamos baixo.
−Tive uma crise de ansiedade, foi o que Hershel me disse quando achei que estava tendo problemas respiratórios, ele me acalmou um pouco, cuidei das crianças e depois fui te esperar.
−Sabia que estaria exatamente ali! Eu digo beijando seus lábios quando entramos, depois paro um pouco e fico os olhando dormir, eram mesmo dois ratinhos, escondo um sorriso e começo a me desarmar, depois sigo em silêncio até eles, beijo Megan e quando ia me afastando ela me segura.
−Chegou papai! Ela me beija – Falei para a mamãe que era forte! Ela volta a fechar os olhos e pega no sono de novo, vou até Nick, ele quase sempre parecia um bebê, beijo ele e ele abre os olhos.
−Já posso acordar? Ele me pergunta quando me deito com ele.
−Melhor voltar a dormir! Ele faz que sim e começa a procurar por Katie.
−Mamãe! Ela se deita tirando os cabelos das costas e entregando a ele que volta a dormir.
−Se um dia cortar o cabelo nunca mais dormimos! Eu brinco puxando ela para meus braços, ela se aconchega e suspira.
−Eu te amo! Minha pequena me diz e eu a beijo – Lembra quando disse que me recupero rápido?
−Mulher insaciável! Rio dela – Ainda está com pontos!
−Você sabe ser bem gentil quando é preciso, como na primeira vez lembra?
−Nunca vou esquecer! Eu digo cansado – Vamos ver como o dia corre, se achar que a senhora Dixon está mesmo bem concordo, vai ser um esforço enorme, mas vou abrir uma exceção.
Ganho uma mordidinha sexy e decido que ela tinha razão, se recuperava rápido e merecíamos uma tarde romântica na torre.
Não tinha nada melhor do que acordar com abraços de bom dia, mesmo dormindo tão pouco, decreto feriado Dixon, nada de saídas ou rondas, vou passar o dia com minha família.
Converso com Rick depois do café explicando como tudo tinha acontecido e riscamos aquela maldita cidade do nosso mapa, por que agora sabíamos que ela estava repleta de zumbis, decidimos seguir mais ao sul da próxima vez que saíssemos, depois vou ensinar Nick a atirar com a besta, era só uma brincadeira, ele mal conseguia segurar a besta sozinho, Katie nos assistia sentada com Megan a seu lado, depois passamos toda manhã do lado de fora, só entramos quando Sasha nos chama para o almoço, ficamos sentados juntos, Katie conversando com Beth sobre dar aulas para as crianças agora que Beth tinha desistido das ruas, passamos muito tempo ali e quando Beth segue com as crianças para sala de leitura que tínhamos montado eu pego minha pequena pela mão, sim eu me lembrava dos nossos planos ela sorri e quando passamos por Maggie ela chama Katie as duas falam baixo e Katie volta rindo, não pergunto, nunca perguntava por que juntas elas eram terrivelmente indiscretas.
Era um longo lance de escadas e olho para minha pequena, ela pisca sedutora e eu a pego no colo, Katie era leve chego com ela lá em cima e ela ria de mim.
−Quer uns minutos para descansar? Eu faço careta, mas até que não era má ideia.
Olhamos para fora, depois daquela horda de zumbis as coisas estavam de novo calmas, nem uma dúzia a nossa volta, aquilo era estranho demais, mas não queria pensar naquilo e a envolvo em meus braços.
−Tem certeza que está bem? Pergunto preocupado, seria constrangedor ter que pedir a Hershel para refazer pontos.
−Absoluta! Ela diz solene eu a puxo para mim com delicadeza, ela passa os braços pelos meus ombros e nos beijamos, depois eu a ajudo a se despir, íntimos demais para constrangimentos, ela fica me olhando enquanto tiro minha própria roupa, provoco um pouco me demorando mais que o necessário.
−Senhor Dixon! Ela reclama eu a beijo de leve e me afasto termino de me despir e nos deitamos, ela me beija e ficamos um pouco só nos olhando, faço um carinho no seu rosto.
−E essa mão? Eu pergunto vendo a faixa na mão esquerda.
−Ela pode ficar quietinha apenas de expectadora! Ela me puxa para si e me beija – Você me faz feliz! Isso era bom de ouvir, por que era só o que queria.
−Você também me faz feliz! Eu conto em seu ouvido e depois beijo seu pescoço, aspiro seu perfume, acaricio sua pele, e procuro ser delicado e gentil como na primeira vez, não quero machuca-la, mas preciso dela tanto quanto ela de mim.
Gosto de ouvir meu nome ser sussurrado por ela, de ter seus dedos passeando por meu corpo, de seus olhos fixos nos meus, e de ser lento e prolongar aquele momento, simplesmente estar ali.
−Amo esse lugar! Ela me diz mais tarde repousando em meu peito – Aqui parece que o mundo ainda é o mesmo.
−Aqui ele ainda é! Declaro e depois a cubro com uma coberto – Está gelada, estive pensando que vamos ter problemas no inverno!
Ela ri e me olha
−Outro dia eu e Maggie conversamos sobre isso, você e o Glenn vão ter de fazer algo!
−Vocês duas são inacreditáveis! Resmungo.
−Amor isso é sério! Ela faz bico – Temos ratos na cela, não dá mais para brincar de silencio!
−Isso não mesmo! Beijo seus cabelos – Vou pensar em algo, quem sabe limpar um bloco de celas para encontros amorosos! Rimos da ideia –Sente-se bem, está doendo alguma coisa? Ela faz que não com a cabeça depois me beija e se encolhe.
−Agora vai me esperar para sair de novo não é?
−Prometo, e isso vai ser apenas quando tirar essa faixa da mão.
−Será que minha mão vai continuar precisa como antes?
−Acho que sim, Hershel colocou tudo no lugar, nossa aquilo foi dramático, ainda bem que estava apagada.
Ela fecha os olhos sonolenta se aconchega e eu adoraria ficar ali mais um pouco, mas fico preocupado com sua saúde.
−Vamos pequena melhor eu te levar para nossa cama, aqui não é lugar para dormir, está frio e precisa descansar.
−Você é mal! Ela reclama eu a ajudo a se levantar e se vestir – Quando sarar vou sentir falta disso.
−Sempre que quiser, estarei à sua disposição! Brinco quando abotoava sua blusa, ela faz aquele ar sexy de quando queria me provocar, mas que sempre nos fazia rir.
Desço com ela no colo e depois seguimos para nossa cela, eu a deixo lá e vou procurar meus ratinhos para nos fazer companhia, Nick brincava com a bravinha e Beth.
−Oi ratinho cadê sua irmã? Pergunto despreocupado.
−Não sei! Ele me responde.
−Vou procura-la e a mamãe está na nossa cela, não quer ir ficar com ela?
−Eu vou! Ele sai correndo.
−Não corre! Eu grito e me sinto uma tia velha. No que esses ratinhos me transformaram? penso enquanto caminho à procura de Megan depois de me certificar que ele não tinha me dado ouvidos e continuava correndo ao encontro da mãe.
Eu escuto a voz de Megan e Carl, e sabia que escutar conversas atrás de uma porta era muito feio, mas aquilo era uma grade, então tudo bem, me escondo.
−Você falou que ia falar com a Katie! Carl reclama.
−E você disse que ia pedir para o meu pai! Ela responde.
−Como? Fico chocado, aquilo era uma briga de namorados, sinto uma vontade enorme de esgana-los – Daryl nem me deixa chegar perto de você, viu o que ele fez no jantar, nem me deixou sentar do seu lado, se eu for pedir a ele para nos deixar apenas andar por ai de mãos dadas ele vai me atirar do outro lado da cerca!
−Mamãe tá machucada temos de esperar ela melhorar! Megan avisa, decido deixar aquela faixa na mão de Katie até Megan fazer trinta anos.
−Mas podemos ficar perto e conversar e posso segurar sua mão quando estivermos sozinhos! Espertinho eu penso.
−Não só depois que o papai deixar! Essa é minha menina, não dá mole ratinha, comemoro internamente.
−Com tanta gente por que tinha de escolher justo ele para ser seu pai? Ele reclama, no fundo eu sabia que aquilo não era sério, éramos amigos.
−Não diz isso! Noto que minha ratinha estava chorando, o outro lado da cerca até que não era má ideia – Ele é muito bom comigo, cuida de mim e do meu irmão, e eu não quero que ele me veja segurando sua mão e fique bravo...
−Não quis dizer isso! Carl se defende arrependido.
−Se ele ficar bravo e não quiser mais ser meu pai eu nem sei o que eu faço.
−Só falei que ele é bravo, mal humorado, não foi...
−Ele não é nada disso! Ela chora mais.
Cala a boca Carl! Eu penso sabendo que nós homens estávamos sempre dizendo a coisa errada nessas horas.
−Megan! Ele suspira – Só queria mesmo ficar um pouquinho com você, tem sempre alguém por perto, o Daryl não vai deixar você.
−Como sabe? Ela soluça e quero muito ir até lá e abraça-la, mas me controlo – Meu outro pai... ele era muito ruim me machucava todo dia, não quero contar, não quero me lembrar...
−Não chora! Carl pede e sinto que sua voz estava embargada, não quero ter pena dele – Desculpe!
−Eu queria que ele fosse meu pai desde que vi ele e a mamãe ajudando as outras crianças a arrumar as coisa lá em Woodbury, preciso fazer tudo certo, não quero que mais ninguém me machuque.
Meu coração estava apertado por que conhecia aquela dor e aquela sensação de não estar no lugar certo de não merecer coisas boas, Katie, ela tinha de vir tirar minha pequena ratinha daquela enrascada, me afasto em direção da nossa cela e no meio do caminho decido que era eu quem tinha de fazer aquilo, dou meia volta e então Megan corria chorando ela me vê e me abraça, eu a pego no colo, mesmo ela sendo quase uma mocinha, mesmo sabendo que acabava de ter uma briguinha de namorados, Carl vem logo atrás.
−Megan! Ele diz abatido.
−Depois Carl! Eu digo por ela, ele baixa a cabeça e se afasta, fico com pena, mas não muita e levo Megan para nossa cela decidindo como lidar com aquilo.
−Desculpe papai! Ela soluça.
−Está tudo bem ratinha! Eu tento acalmá-la e entramos na cela, Katie se assusta e se levanta.
−O que foi! Ela se aproxima investigando Megan — Caiu, se machucou? Estava tensa, faço que não com a cabeça e me sento com minha pequena ratinha no colo.
−Chorando de novo! Nick reclama.
−Ela e o Carl brigaram! Eu conto com muito má vontade e Katie me olha de boca aberta.
−Desculpe! Ela diz de novo, Katie me olha brava.
−Não fiz nada! Eu me defendo antes que sobrasse para mim um castigo no cercadinho dos porquinhos.
−Não chora ratinha, está tudo bem! Digo de novo, tentando convence-la sabendo que seria inútil, Katie até hoje lutava para me convencer que eu a merecia e eu ainda tinha minhas dúvidas.
−Megan não quer me contar o que aconteceu? Katie pede – Vamos ratinha, não precisa ter medo.
−Não quero ir embora! Ela diz e eu penso que talvez eu precisasse dizer as palavras, aquelas que tive tanto medo de dizer a Katie e que agora eu repetia a cada minuto.
−Olhe para mim! Eu peço determinado e ela se esforça para se afastar um pouco do meu ombro onde escondia o rosto – Amo você ratinha!
−Só ela? Nick reclama impaciente.
−Também amo você! Eu digo e ele sorri e continua nos olhando de onde estava – E nunca vou mandar você embora! Olho nos olhos dela — Nem quando eu ficar bravo, nem quando eu ficar muito bravo!
−Acho que vai! Ela diz soluçando.
−Acho que você é que vai me mandar embora quando souber que ouvi sua conversa com o Carl.
−Ouviu? Ela fica assustada.
−E agora vai me mandar embora? Ela faz que não e se esconde de novo – Eu também não vou – Olho para Katie ela não parecia muito contente com minha confissão – Agora pede para mamãe não me mandar embora também! Os dois olham para Katie muito atentos, ela acaba rindo.
−Acho melhor ninguém mandar ninguém embora, agora vamos ao que interessa, o que afinal aconteceu? Katie pergunta cansada daquela conversa.
−Você me ama igual ama a mamãe? Ela me pergunta tentando ter certeza.
−Sim! Depois olho para minha pequena – Carl e Megan querem andar por ai de mãos dadas, e ela ficou com medo de me eu manda-la embora! Minha expressão era suficiente para Katie saber o que achava de tudo aquilo, ela nem se atreve a rir de mim como de costume.
−O papai nunca faria isso ratinha! Minha pequena acaricia seus cabelos.
−Eu ia pedir para você mamãe quando sarasse e o Carl para o papai, mas ele disse que o papai vai jogar ele do outro lado da cerca! Ela soluça e minha pequena tem uma grande dificuldade de controlar a risada que com certeza magoaria nossa ratinha.
−É o que você quer? Katie pergunta e eu detesto a pergunta por que se ela me pedisse eu deixaria e não quero fazer isso, ainda quero que ela diminua.
−Era! Ela chora – Mas agora brigamos! Acho isso ótimo, podem ficar brigados uma década.
−Logo ele te pede desculpas, eu acho! Katie diz.
−Quando eu crescer não vou pedir desculpa para nenhuma menina chorona! Nick constata decidido a irritar a irmã, olhamos para ele os dois quando Megan desata a chorar de novo.
−Sinto muito ratinho, mas posso apostar que vai, e nem vai querer saber se está certo ou errado! Conto a ele que me olha pensativo.
Mas eu ainda tinha um problema, mãos dadas, respiro fundo tomando coragem e então olho Megan afastando ela de mim.
−Quando daqui umas semanas, sei lá, talvez meses, nunca se sabe como essas coisas são, se ficar de bem do Carl e ainda quiser andar por ai nessa chatice desnecessária de mãos dadas, mande ele falar comigo certo?
−Vai deixar? Ela pergunta se escondendo mais uma vez.
−Vamos ver! Eu viso – Primeiro quero ouvir o que ele tem a dizer, mas não vou brigar com você nem te mandar embora, nunca por nenhum motivo.
−Nem jogar ele do outro lado da cerca?
−Não! Prometo sem muito ânimo.
−Por que me ama igual ama a mamãe? Ela me pergunta
−E eu também! Nick a lembra
−E o ratinho linguarudo também! Eu brinco ele ri e ela se esforça para ficar séria.
−Pronto Megan agora pode parar de chorar e vamos brincar de alguma coisa que já, já a mamãe vai mandar a gente tomar banho jantar e depois eu preciso dormir.
−Tem algum compromisso amanhã ratinho? Eu pergunto começando a me preocupar.
−Tenho aulas com você e com a Beth, ela vai ser minha professora, e das outras crianças também.
−Uma agenda cheia! Katie brinca depois faz mais um carinho em Megan que continua escondida –Já estou com saudade de ver o rostinho da minha ratinha que está muito escondido.
Ela se afasta de mim, não chorava mais, Katie seca seu rosto e arruma os cabelos dela, então ela deixa meu colo e se abraça a Katie, mas não chora mais.
−Sabem o que aprendi hoje? Nick que não gostava de silencio decide nos contar e a meia hora seguinte é só dele, Megan fica quietinha entre eu e minha pequena, num misto de vergonha e tristeza.
A rotina da noite é feita no mais absoluto silencio de Megan, ela se senta entre eu e Katie e come muito pouco de cabeça baixa, Carl aparece apenas por uns instantes e some para dentro do bloco de celas, depois subimos e ela custa a pegar no sono.
-Não acredito que tiveram uma briga de namorados! Eu resmungo quando finalmente os dois dormiam.
-E eu não acredito que ficou ouvindo! Katie me condena — Mas no fim foi bom, viu que ela não tem intensão de fazer nada pelas suas costas.
-Agora ela está triste! Abraço minha pequena — Não gosto dela assim!
-Precisa decidir, ou não quer vê-la assim ou não quer ela de mãos dadas!
-Eu sei, pode ao menos me dar um tempo! Peço — Sou confuso com essa coisa de gostar das pessoas.
Ela me abraça beija meu pescoço, eu acabo me acalmando.
-Não acredita mas sempre faz a coisa certa, não vai ser diferente desta vez! Eu beijo minha pequena ela se enrosca a mim, sonolenta por conta dos analgésicos e adormece, faço o mesmo afinal feriados Dixon não duravam para sempre.
Notas finais
Estou esperando.
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