Fim Dos Tempos
28 Capítulo 28 - Compras
Notas iniciais
Pov – Katie
Dois dias haviam se passado desde o encontro com aqueles monstros, as coisas estavam calmas, ficamos em casa, tínhamos comida e reforçamos a segurança, as pessoas de Woodbury pareciam ter no fim entendido do que se tratava tudo aquilo e os sentia mais próximos.
Afinal as pessoas da prisão é que tinham dado o primeiro passo para encontrar a pobre Laureen, e depois caçado seus assassinos, éramos nós a fazermos o trabalho pesado, fiquei mais tranquila em deixar as crianças soltas entre eles, principalmente agora que Carl estava sempre por perto, mesmo sob o olhar torto de Daryl, eu tinha de admitir o garoto era corajoso.
Agora eu era uma mãe, e não tinha dúvidas era de longe a mãe mais requisitada da história das mães, Megan e Nick me chamavam o tempo todo, e Daryl tinha razão sobre o talento deles em inserir palavras em qualquer contexto, papai e mamãe estavam em qualquer frase que saísse daquelas boquinhas lindas.
Eu não conseguia esquecer que Daryl tinha ficado sozinho com Carol na cela dela, por mais que ele me garantisse que me amava e eu realmente acreditava nisso, Carol era uma mulher experiente e sim eu tinha muito medo dos truques que uma mulher como ela podia usar, passei toda minha vida ouvindo que homens tinham certo talento para separar amor de sexo, e eu não tinha muita experiência sobre isso, só o que tinha era um amor infinito por ele.
Meu ciúme até que não era assim tão ruim por que meu amor ficava ainda mais carinhoso quando me sentia insegura, e tivemos duas tardes perfeitas e românticas na torre, além de muito quentes, meu coração acelera só de lembrar.
Estava sentada no pátio depois de minha aula com as crianças minha ratinha tinha acertado seu primeiro alvo e estava determinada a contar para toda população da prisão, nesse momento eu podia vê-la contar a Maggie e Glenn que estavam de guarda próximos ao portão, Nick estava com ela e Carl os observava de longe.
Olho para torre o que será que Daryl estava fazendo? Eu me pergunto e então ele se aproxima.
−No que está pensando? Ele me pergunta quando se senta ao meu lado e me puxa para seus braços, olho para torre e ele sorri – Nisso! Daryl me beija – Temos uma hora antes de substituirmos Maggie e Glenn na guarda, acho que podemos subir e vigiar um pouco! Ele lembra.
−Segurança em primeiro lugar! Eu brinco aspirando aquele cheiro de Daryl que eu reconheceria mesmo vendada.
−Minha ratinha me contou que acertou o alvo hoje! Ele diz me ajudando a me levantar – Vai ficar tão boa quanto a mamãe!
−É o que espero! Eu digo enquanto caminhávamos de mãos dadas para o paraíso – Depois de amanhã ela faz doze anos, pensei em sair para buscar suprimentos amanhã e tentar achar um presente para ela.
−Falei com o Rick, temos mesmo que sair amanhã, achamos algo para ela.
Subimos de mãos dadas, ele me abraça e ficamos olhando a vista, a floresta a nossa frente, o céu azul de fim de outono, o vento leve e folhas pelo chão, olho para nossas grades uma dúzia de zumbis caminhando a esmo, gemendo e cheirando a morte, me aperto a Daryl.
−Acha que sempre estaremos seguros aqui? Pergunto.
−Não sei! Ele me responde – Mas estamos agora e isso é bom por que nesse momento quero me concentrar em minha pequena e nesse talento que ela tem de me deixar sem controle.
Eu me viro para olhar para aqueles olhos azuis e infinitos, como o céu de outono, passo meus braços por seus ombros, o puxo para mim, ele me beija longamente e sinto meu sangue jorrar mais rápido, minhas pernas enfraquecerem e meu coração dançar, só meu amor podia me deixar assim fora de mim.
Suas mãos passeavam por meu corpo, deixando um rastro de fogo por onde quer que passassem, eu tinha tudo que precisava para ser feliz, me abandono naqueles braços e me entrego ao meu corpo deixando que ele guiasse minhas ações, estava no paraíso e ali tudo era permitido.
−Fica cada dia melhor! Ele me diz ainda sobre mim, quando ainda éramos uma coisa só, me beija o pescoço e aspira meu perfume – Amo você! Ele me diz com os olhos preguiçosos – Minha pequena!
−Sua! Eu concordo por que era verdade – Nunca pensei que pudesse me sentir assim tão completa. Quando me entrego a você é quando fico mais inteira! Ele me beija feliz com minhas palavras.
−Ainda é difícil para mim acreditar que tenho você, que esse sorriso no olhar é meu, ainda acordo no meio da noite caçando você com medo de ter me deixado! Eu sabia que era verdade, por que as vezes acordava com ele se enroscando a mim, me puxando para ele beijando meus cabelos e sussurrando que me amava, mesmo achando que eu dormia.
Tão carente quanto meus ratinhos eu o beijo e acaricio seu rosto fazendo o contorno de seus traços.
−Não precisa me caçar, sou sua, nunca vou deixar você!
Ele me beija, ainda nem tínhamos acabado e eu já estava de novo queimando por ele, nunca entenderia como era possível amar tanto alguém.
Fazemos a guarda com nossos ratinhos a nossa volta, correndo e rindo, agora eles se sentiam mais relaxados, já não tinham tanto medo de que um dia os mandássemos embora.
−Mamãe podemos chamar o Carl para jogar com a gente hoje. Deixa papai! Megan nos olha e eu fico muda por que o nome de Carl na boca de Megan era quase um palavrão para Daryl.
−Você ensinou esse olharzinho para ela, admita! Ele me diz e eu ergo uma sobrancelha – Pode ratinha! Ele responde resignado.
Os dois se afastam correndo e ele me abraça eu o beijo de leve e voltamos ao nosso trabalho, depois Rick e Michonne nos substituem e seguimos para dentro com o sol se pondo.
Começamos a rotina noturna, Daryl levava Nick para o banho, eu era mãe, mas ainda era menina, depois Megan tomava banho comigo de guarda, eles ainda eram crianças assustadas com o fim do mundo e depois do ataque estavam ainda mais cuidadosos, então eu e Daryl tomávamos banho e nos reuníamos ao grupo, para jogar conversa fora e esperar o jantar.
Entramos no grande refeitório em meio ao burburinho de conversas, nos sentamos com Beth e Rick, que brincavam com a bravinha, Maggie e Glenn chegam em seguida de mãos dadas e sorridentes.
−Quem vai amanhã? Maggie pergunta.
−Nós quatro e Michonne. Tyresse e Sasha vão fazer a ronda em volta da prisão e Rick cuida das coisas aqui dentro.
Daryl responde e Beth me olha e sorri.
−Posso ir também? Ela pede.
−Não! Rick responde por todos e ela o olha concordado simplesmente – Não é seguro Beth.
Ele diz mais suave, eu era uma romântica e já começo a enxergar olhares românticos, decido ficar com minha boca bem fechada por que da última vez que a abri Daryl se transformou no pai mais ciumento do mundo e Carl ganhou um perseguidor obstinado.
Carol se aproxima e eu involuntariamente me enrosco a Daryl, ele me abraça carinhoso beija meus dedos e não dirige a ela um único olhar, só para me provar que eu era uma ciumenta idiota.
−Seria bom se encontrassem uma farmácia amanhã, estamos sem material para curativos, depois dos últimos incidentes, se é que podemos chamar assim! Ela nos dá as costas e apenas nos olhamos mudos.
Jantamos e as coisas começam a se acalmar com as pessoas se recolhendo para seus quartos, Rick e Daryl seguem para fazer a última ronda da noite dentro da prisão, uma nova rotina para nós, fico com Beth e as crianças conversando e Nick se deita no meu colo e adormece.
Olho em volta e não vejo Megan, chamo Carl que se aproxima imediatamente.
−Viu a Megan? Eu pergunto.
−Foi atrás do Daryl quando viu o Nick dormir, quer que vá busca-la? Ele se oferece muito rápido.
−Por favor! Eu respondo e ele se afasta, um homenzinho eu penso, não estava preocupada com ela, acho mesmo que ela devia estar de mãos dadas com Daryl fazendo a ronda, mas era sempre bom garantir.
POv – Daryl
Eu caminhava com Rick pelos corredores da prisão, tínhamos dois blocos de celas para cuidar e muitos sobreviventes, depois dos últimos acontecimentos era sempre bom ter certeza de como as coisas estavam, não gostava de fazer aquilo, me sentia meio que como um carcereiro, mas tentava me convencer que era para a segurança da minha família.
Tinha tido uma das melhores tardes da minha vida e estava relaxado e tranquilo, Rick agora também parecia despreocupado, as coisas começavam a se encaixar e estava feliz por que o inverno estava chegando e eu não gostava de me lembrar dos dias lá fora, principalmente agora com minha família só aumentando.
Os corredores estavam silenciosos e eu e Rick não querendo incomodar ninguém apenas caminhávamos ao lado um do outro.
−Ei garotinha, pode me ajudar? Ouço uma voz meio mole como a de um bêbado, olho para Rick e ele me olha.
−Fica longe dela! Carl diz e automaticamente apertamos o passo e viramos um corredor, vejo o cara que tinha se anunciado como ex militar com uma garrafa na mão diante de Carl e Megan e as malditas mãos dadas do dois, eu sabia que esse dia chegaria.
−Calma garoto só quero achar minha cela, isso aqui é um labirinto! Ele diz meio cambaleante.
−Principalmente quando se está assim completamente bêbado! Eu me aproximo irritado.
Olho para aquele par de mãos que se soltam imediatamente o homem nos olha e depois para Carl que tinha uma arma apontada para ele.
−Pode abaixar a arma Carl! Rick pede e ele obedece – Leve Megan, vamos acompanhar nosso amigo aqui! Rick estava tão contente com a situação quanto eu.
−Vamos! Pego o homem por um braço e Rick pelo outro e seguimos com ele.
Assim que entramos em sua cela começo a vasculhar tudo, não estava nem ai se aquilo era educado ou não, junto uma mala com pelo menos meia dúzia de garrafas de vodka.
−A coisa é assim aqui! Rick diz furioso – Não aceitamos bêbados, temos mulheres e crianças e zumbis do lado de lá da cerca, não vamos arriscar nada, tem duas opções, pode ficar e viver sem a bebida ou pode pegar suas garrafas e sumir da prisão tentar a vida lá fora, tem até amanhã para decidir! Ele ameaça.
−Enquanto não decide as garrafas ficam confiscadas! Eu continuo – Se decidir por elas as entregamos no portão quando estiver de saída.
Deixamos o homem parado nos olhando e voltamos para nosso bloco, eu não conseguia esquecer o par de mãos entrelaçadas, eu sabia que Carl só estava protegendo minha filha e que estava sendo mais cuidadoso do que o necessário, por que o homem não parecia ser assim uma ameaça, mas ainda era estranho, ela era minha ratinha, meu bebê.
Encontro Megan com minha pequena e Nick dormindo, os três estavam no refeitório e Beth estava com eles, Carl que não era bobo tinha desaparecido de vista uma ótima ideia me dou conta.
Pego meu ratinho no colo e subimos, eu o coloco na cama e Megan me olha assustada.
−Papai está bravo comigo por que fui atrás de você, mamãe me disse que não foi boa ideia? Ela me olhava com os olhos marejados e me dou conta que as garotas choravam com um único objetivo, nos fazer sentir culpa e eu estava me sentindo um monstro.
−Não ratinha não estou! Eu digo a abraçando, não queria que ela tivesse medo de mim, não aceitaria nunca que me olhasse como eu olhava para meu pai, cheio de medo e magoa – Acho que não foi boa ideia devia pedir para mamãe antes de sair de perto dela, mas tudo bem, era só um cara bêbado.
−Desculpe! Ela se abraça a mim – O Carl me encontrou, acho que me perdi um pouco!
−Certo agora vamos dormir! Eu a coloco na cama e me deito ao lado de Katie que me abraça.
−Eles estão se sentindo seguros, não sei o quanto isso é bom, era só um bêbado mesmo?
−Era! Eu respondo – E o mini xerife estava lá, como sempre!
−Você prometeu! Ela me lembra.
−Eu sei! Respondo cheio de má vontade.
−Ficou com o Rick o tempo todo? Ela me pergunta – Não visitou ninguém? Não consigo evitar um sorriso, ela nunca me deixaria esquecer que tinha ficado um minuto sozinho com Carol, pior com o olhar de Carol o que quer que aquilo significasse, decido que da próxima vez que fosse mandar Carol ficar longe da minha família eu escreveria uma carta.
−Sim o tempo todo com Rick algum tempo com o bêbado da prisão e uns minutinhos com a sua filha de mãos dadas com Carl!
−Cuidado! Ela sorri me abraçando – Está me fazendo lembrar de coelhinhos brancos!
Acordo e os três estavam rindo e conversando, Megan e Nick me olham e sorriem minha pequena me beija e esqueço que o mundo tinha acabado.
Nos reunimos para decidir que caminho seguir, eu tinha um plano, precisava encontrar uma joalheria, Katie tinha de entender que era minha vida e acho que um anel a deixaria mais tranquila, mulheres gostavam disso e a muito tempo queria dar a ela um símbolo.
−Estive pensando! Maggie nos dizia enquanto olhávamos o mapa – Essa cidade aqui tem um pequeno shopping fica logo na entrada da cidade, estive lá uma vez em férias, podemos tentar a sorte, duas horas de viagem e shopping é sempre um lugar cheio de possibilidades.
−Perfeito! Respondo, era exatamente o que queria, encontraria o que precisava e além disso um presente de aniversário para minha ratinha.
−Certo, duas horas é uma distância razoável! Rick concorda.
−Eu quero ir pai! Carl anuncia e Rick o olha já ia recusar quando ele insiste – Pai estou pronto, não é a primeira vez que saio e realmente quero ir.
Rick me olha, dou de ombros, Carl era atento e preparado, não seria um problema leva-lo.
−Vai me trazer meu filho de volta vivo? Rick me pergunta parando do meu lado.
−Certo! Eu digo, as crianças se aproximam Megan me abraça e depois abraça Katie, então abraça Carl e lhe deseja boa sorte, ele fica tímido e o pai sorria e me olhava.
−Me prometeu trazê-lo vivo! Rick brinca eu faço cara feia.
−A Judith não vai ser um bebê para sempre, não é Nick? Eu o provoco e quando vejo seu olhar assustado me sinto vingado – Vamos as compras! Chamo os outros e partimos.
A viagem não é longa e Maggie e Katie fazem toda ela conversando sobre as coisas que queriam encontrar, o restante de nós fica silencioso.
O shopping não era dos maiores e realmente ficava na entrada da cidade, isso era bom com todas aquelas hordas que agora eram tão comuns, o estacionamento estava quase vazio e isso era um bom sinal, começamos juntando toda gasolina dos cinco carros no estacionamento, depois seguimos para porta principal.
Bato no vidro fazendo barulho.
−O que está fazendo? Glenn pergunta.
−Melhor chamarmos logo todos os zumbis de lá de dentro, saber se é ou não boa ideia! Ele concorda e esperamos uns minutos, dois zumbis com roupas de segurança aparecem e resolvemos que devia ser seguro, a porta era daquelas que abria com sensor e estava travada, abrimos com um pé de cabra e entramos.
A primeira coisa que vemos é a praça de alimentação e depois de pegarmos os zumbi seguimos para ela, encontramos muita coisa em bom estado ainda.
Enchemos o porta malas de comida, depois voltamos, Katie e Maggie se comportavam exatamente como garotas no shopping, distraídas olhando vitrines, era inacreditável, vejo uma loja de celular e uma de eletroeletrônicos, as duas saqueadas e me lembro que no começo de tudo os idiotas roubavam isso ao em vez de comida e armas.
−Roupas! Maggie anuncia — Precisamos disso e tem sapatos também!
−Fico de guarda! Eu digo quando vejo a joalheria logo a frente, seria minha chance de fazer minhas compras sem ser visto.
−Eu também! Carl me diz e eu o olho irritado, eles entram tudo estava tranquilo – Vou até aquela loja! Carl me avisa apontando a joalheria.
−Nem pensar fica aqui, eu é que vou lá, quero achar um anel para minha pequena.
−Vamos os dois, você procura seu anel e eu faço o que tenho de fazer! Ele diz corando.
−E o que tem de fazer? Ele fica tímido, olhando para o chão me dando uma boa ideia do que queria fazer.
−Quero dar um presente para Megan de aniversário! Ele me olha – Ela é minha amiga, só isso! Se defende.
−Quer dar um presente para Megan vá achar um ursinho de pelúcia! Eu esbravejo.
−Vamos mesmo ficar aqui discutindo, eles vão voltar! Eu reviro os olhos e entramos juntos na loja – Nada de anéis! Aviso.
−Anel é coisa de velho! Ele me responde.
−Não está melhorando muito sua situação! Eu aviso ele dá de ombros.
Vejo Carl pegar uma correntinha com uma pequena pedra azul e enfiar no bolso, bem rápido, mas eu continuava indeciso sobre o que levar, acho um par de alianças de prata, ela iria gostar que eu usasse algo assim, mas fico pensando se não estava sendo muito ridículo e decido que estava, mesmo assim coloco no bolso, depois acho um anel, delicado e brilhante, não sabia se era caro ou não e nesse mundo em que vivíamos isso já não tinha qualquer valor, se não era de comer ou matar zumbi, então não servia para nada.
Pego o anel e Vejo Carl me esperando na porta saímos e entrego o par de alianças para ele, onde quer que guardasse Katie encontraria já que ela estava sempre arrumando minhas coisas sempre misturadas as dela, fico só com o anel, por que pretendia dar a ela o mais rápido possível, as alianças eu teria de tomar coragem antes.
−Guarde para mim e bico calado! Eu digo, ele enfia a caixinha no bolso e voltamos para nossa posição e logo depois eles saem.
Estavam carregados de coisas e levamos tudo para o carro, depois vamos mais a frente e damos de cara com dois zumbis eu pego um e Katie atira sua faca em outro, achamos uma loja de brinquedos e fazemos nova limpa, depois disso procuramos apenas por uma farmácia, encontramos coisas boas remédios e curativos, não era muita coisa, mas era melhor que nada.
O inverno estava chegando e levamos cobertores e roupas de cama, ainda acho uma loja de caça quase toda saqueada, mas encontramos meia dúzia de coisas úteis.
Passamos quase três horas dentro daquele lugar e decidimos partir.
Todos pensamos na possibilidade de dar uma volta na cidade, mas desistimos, se podíamos evitar o perigo por que nos enfiaríamos nele.
−Podíamos voltar uma outra vez, em dois carros, levar uns colchões, enfeites, tornar aquele lugar um lar! Maggie comenta.
−Quem sabe! Eu respondo.
−Acho que antes disso podíamos dar umas voltas pelas fazendas da região, ver se sobraram animais, olhar pelos celeiros, deve ter muitas coisas guardadas nos celeiros! Minha pequena diz em mais uma de sus ideias brilhantes.
−Não tem ideia do tipo de coisa que se pode guardar num celeiro! Eu lembro e vejo Maggie fazer uma careta pelo retrovisor.
Chegamos e os ratinhos correm o nosso encontro, adorava aquilo, era uma das melhores coisas do mundo ver o quanto eles ficavam felizes apenas por nos ter por perto.
Notas finais
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