Fim Da Justiça

12 Acerto de contas


Notas iniciais
Olá, pessoal. Quero agradecer a todos que acompanharam essa fic até o presente momento. Seja desde o início ou depois. Meu muito obrigada! Especialmente ao Beto El, Dimitri, Je4nGrey e BWayne. Pelos comentários, o favoritismo e incentivos. *.* Bom, chegamos ao último capítulo. Peço desculpas pela demora, já que o refiz várias vezes... Sou uma escritora amadora, isso foi o melhor que pude fazer! ><' Hahahahah' Mas, ainda assim, espero que gostem. Boa leitura!

Lex estava em seu jato particular como planejado. Tinha a mais absoluta certeza que seu plano dera certo, após receber o okay final. E, ao mesmo tempo, perguntava-se a que ponto a loucura do Coringa chegara para cobri-lo com o manto da sabedoria naquele momento exato, o qual entrara em seu escritório sem ser convidado e discorrer todos os detalhes das ações que se seguiram. Na verdade, não importava como ele sabia que um dos heróis tinha planos contra os outros. O mais importante era que agora Luthor tinha a faca e o queijo na mão. E um anel dos Lanternas Amarelos, a Liga dizimada e a aniquilação de Superman como prêmios.

A aeronave decolou.

— Sr. Luthor, deseja algo mais? – dizia sua leal guarda-costas.

— Somente que o mundo inteiro saiba que essa democracia não está funcionando, Mercy. Que, diferente de todos, eu resolvi tomar uma posição. A qual se resulta em ter o nosso planeta de volta, como era antes. Da humanidade, não de alienígenas e monstros fantasiados. – Estava mergulhado em devaneios enquanto fixava seu olhar no anel, já em seu dedo.

Mercy o conhecia, ele queria ficar sozinho em seu próprio mundo, pensamentos. Contudo, mesmo com a diferença de status, a guarda-costas, em segredo, dava-se ao luxo de se preocupar com a saúde de seu chefe. Estava mais magro e aparentava a cada dia mais uma fraqueza que não se via em Lex Luthor. Mas o que ela poderia fazer? Nada, além de protegê-lo de qualquer coisa, com a sua vida, se necessário.

—--

Depois de alguns minutos de viagem, Luthor, que permaneceu em sua poltrona a todo momento, ouviu uns vozerios estranhos vindo na parte de trás do avião. Mercy, que se acomodara na poltrona próxima, levantou-se para checar, após o meneio de seu chefe.

Outros barulhos esquisitos foram ouvidos e nada de Mercy aparecer para informá-lo do que ocorria. Quando cogitou em checar ele mesmo, acabara por levar um soco tão forte que o deixara desacordado por alguns instantes. Instantes esses que deram ao intruso, tempo de solicitar aos piloto/copiloto suas retiradas da aeronave. Na cabine, forçou o manche, direcionando-o para baixo. Atirou seu gancho de tamanho menor no chão e amarrou a corda na alavanca de comando, fazendo assim, o avião elevar-se ainda mais.

Luthor ainda estava desacordado quando Batman colocou-lhe o cinto e atou-o nos braços do móvel, usando um tipo de gel-cola nas fivelas e nas cordas para que o mesmo não conseguisse sair. Em seguida, borrifou um spray no rosto de Lex, que fez menção de despertar. Ainda relativamente próximo, não pôde deixar de observar o novo acessório na mão esquerda do vilão. O Morcego, simplesmente, retirou o anel amarelo e o guardou em seu cinto. Logo, deu um tapa na cara de Lex para fazê-lo despertar de uma vez, dizendo:

— Acorda, senão vai perder a viagem. – O herói usou um tom de deboche que não era de costume.

Lex estava desorientado. E quando percebeu-se amarrado, só assistiu ao Batman, à sua frente, acomodar-se na luxuosa poltrona e colocar o cinto de segurança, calmamente. Neste momento, a turbulência dava indícios que seria incômoda devido a grande altitude que o aeroplano atingia. Lex Luthor tentou sair do estofado, sem sucesso.

Após notar que estavam sozinhos naquela parte do avião, Lex questionou, pacatamente:

— O que pensa que está fazendo?

— Isso é a consequência do que você fez, Luthor. – Voltara a usar seu tom soturno de sempre.

— Hm... Você não devia estar aqui.

— E onde mais eu deveria estar?

— Bem, deixei isso por conta do palhaço. Mas, nessas circunstâncias, devo deduzir então que, se você está vivo, todos estão.

— Lamento dar notícias ruins.

— Ah, já consigo imaginar o que vem a seguir. Daqui há pouco seus amigos da Liga estarão aqui para me prender e—

— Não, Luthor... Não desta vez.

— O que quer dizer com isso?

— Você é inteligente, eu não deveria explicar... Não haverá ninguém da Liga para salvar ou a mim, ou a você desta situação. A Liga não terá mais problemas e nem a humanidade se a gente morrer.

— Isso demanda um intrincado plano – zombou.

— Só estou fazendo um favor... Algo que deveríamos ter feito.

— Uma viagem? Poupe-me, Batman... Você não é do tipo tagarela ou que faz piadas, então, vamos resolver isso de outro—

Lex parou de falar no instante em que não vira o anel em seu dedo. Conhecia a condição em que o anel se tornaria “leal” ao indivíduo, o que não era o caso, já que Lex se apossou do anel sem ser o escolhido. Mas queria desfrutar de conhecimentos válidos, dissecando aquela pequena fonte de poder, ou experimentando seu potencial no intruso herói. Uma pena.

Batman, por sua vez, parafraseou seu opositor.

— Vamos resolver de outro jeito. Num avião, totalmente sem controle... Sem surpresas.

— Você não pode estar falando sério... Não pode—

— Por acaso, estou rindo?

A aeronave começara a tremer muito – estava muito alto para um avião de pequeno porte –, e os dois presenciaram a asa direita se destroçar. Foi o momento em que o avião começou a tombar para o mesmo lado. E da outra, surgiram sinais de faíscas, que logo transformaram-se em fogo. Luthor caiu na real, começara a sentir um pavor quase incontrolável. E, numa atitude desesperada, tentou chutar seu inimigo à sua frente, mas as botas do outro eram mais resistentes e, sem dó, Batman revidou a gentileza em Lex, que teve a impressão que estava com suas canelas fraturadas.

— AGGGRR!!! VOCÊ ESTÁ LOUCO!!?

— Não...

— Olha, já trabalhei e lidei com gente pior, Batman. Pessoas que MATAM outras por motivos mais banais e você não é esse tipo de—

— LEX! – Batman aumentou seu tom para fazer o outro se calar. — Eu SOU louco. Você só não sabia disso ou não acreditava. Mas a prova disso é que eu estou aqui. Não o Coringa.

— Você está blefando... Recebi o sinal do Coringa que o plano havia sido concretizado. Está tentando me convencer que... A Liga não virá, porque eles te expulsaram... – Sua boca estava seca, ficava mais difícil seguir uma linha coerente de raciocínio com aquele medo inexplicável, que o dominava, entretanto, continuou a discernir a verdade que ele acreditava. A Liga da Justiça estava acabada. E tudo graças ao próprio fundador. Irônico. — Mas, na verdade, você está frustrado, pois não conseguiu salvar seus amigos. Talvez, este fosse o plano do palhaço... Te deixar vivo e sentir-se culpado pela morte dos outros heróis.

Por essa informação, sobre o “sinal”, Batman não esperava. De fato, era a prova de que o palhaço ainda estava vivo. Só precisava saber onde se escondia. Porém, usaria essa informação a seu favor.

— Um sinal? Quem garante a você que foi o Coringa?

Batman soava como se ele tivesse dado o sinal para ludibriar Lex. Por outro lado, verdadeiramente, Lex não sabia se, de fato, fora o palhaço maníaco, pois o mesmo não havia dito sequer uma palavra. Somente, fora dado um sinal de que o plano tinha sido finalizado. Entretanto, Luthor não entraria no jogo do detetive, percebera que o medo sem motivo que sentia era por conta do gás do medo do Espalhado.

— Nada do que está fazendo vai funcionar. Gás do medo? Você não me assusta...

— Você foi burro ao roubar meus planos e decifrar a criptografia. Acabou se denunciando. Usou nossas ferramentas para nos enganar e acabou mostrando para nós onde cada vilão que você contratou estava. E agora, outra coisa em que você está completamente equivocado. Você deveria temer.

O avião já encontrava-se em queda, sem controle. Todos os botões piscavam e apitavam no painel, ao mesmo tempo. Devido ao atrito com o ar e a velocidade da descida, a parte de trás do avião, juntamente com os, diga-se de passagem, restos da asa esquerda, foram arrancados. Batman ainda encontrava-se calmo. Mas teve a necessidade de gritar para que o outro ouvisse, por conta das rajadas fortes de ventos que invadiam o compartimento ainda inteiro do avião, onde eles se encontravam.

— BOA VIAGEM, LEX!

— NÃO! POR QUE VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO ME INTERROGOU?

— PORQUE NÃO ME INTERESSA SABER SEUS MOTIVOS, QUE ALIÁS, SÃO SEMPRE OS MESMOS... DERROTAR O SUPERMAN, HUMILHAR A LIGA E DOMINAR O MUNDO.

— EU SÓ QUERIA PROVAR A ELES QUE VOCÊ ESTAVA CERTO EM CRIAR PLANOS CONTRA ELES, PORQUE—

— EU JÁ DISSE QUE ISSO NÃO ME INTERESSA! E PROVAR QUE EU ESTAVA CERTO SÓ LHE TROUXE ATÉ AQUI.

— NÃO! VOCÊ NÃO PODE! TEMOS QUE MOSTRAR AO MUNDO QUE A LIGA PODE, UM DIA, SE VOLTAR CONTRA A HUMANIDADE E—

— LEX! CALA ESSA BOCA!

Lex não queria morrer daquele jeito, ou de qualquer outro. Recentemente, descobrira uma doença terminal e estava indo para um dos seus laboratórios em Nova Zelândia para saber se desvendaram a cura. Não havia dito à ninguém sobre sua debilitada condição. E Lex só causou esse estardalhaço contra Liga para não ter a sensação de que não aproveitara a sua última chance de acabar com os (mal)ditos heróis. Infelizmente, para a sua desgraça, um dos cretinos estava acomodado na poltrona, à sua frente, ameaçando derrubar o avião.

Tentou com todas as suas forças sair daquela poltrona, porém, teve sua atenção voltada para o herói, quando o mesmo pronunciou:

— A PROPÓSITO, EU TINHA PLANOS CONTRA A LJA, MAS NÃO HAVIA DOCUMENTADO PLANO ALGUM CONTRA MIM...

— EU DEVO ADMITIR QUE VOCÊ É O MAIS PERIGOSO, MORCEGO. É TÃO ARROGANTE QUANTO APARENTA SER. MAS ESSA PARTE, COMO HAVIA DITO, DEIXEI PARA AQUELE MANÍACO CUMPRIR... MAS ELE FRACASSOU...

— ELE NÃO FRACASSOU. ELE SOUBE A MINHA IDENTIDADE...

— ENTÃO, VOCÊ DEVERIA IR ATRÁS DELE!

— ELE NÃO SABERIA, SE NÃO FOSSE POR VOCÊ.

— NÃO ME CULPE PELO SEU DESCUIDO!

— NÃO, ACHO QUE VOCÊ MERECE SABER TAMBÉM... – Batman tirou o seu elmo de morcego devagar, apesar da turbulência.

— O QUÊ!?

Os olhos de Lex arregalaram quando o viu, não acreditava naquilo.

Era o Coringa!

O palhaço começara a gargalhar feito um louco que sempre mostrou ser e isso deixou Lex, se essa não fosse a primeira vez, realmente apavorado.

— SURPRESA! OPS! EU DISSE QUE NÃO TERIA SURPRESAS, NÉ? EU MENTI... HAHAHAHAHAHA

— NÃO! POR QUE ESTÁ FAZENDO ISSO?

— EU TE DISSE QUE ERA LOUCO, CARECA! E AGORA, VAMOS DESFRUTAR DAS NOSSAS FÉRIAS, JUNTOS. HAHAHAHAHAHAAHAHAHA...

— NÃÃÃOOOOO!!!

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Ao redor do avião parcialmente destroçado, em terra firme, estavam a guarda nacional, a polícia civil e os heróis da Liga da Justiça. Todos os outros vilões já haviam sido presos por formação de quadrilha, porte de armas e drogas ilegais e pela participação do roubo ao banco de Gotham. No momento, levavam em custódia o Mentor, Lex Luthor, deitado numa maca. Juntamente com sua fiel guarda-costas, Mercy. Que fora retirada por Superman, assim como o piloto e copiloto, após a entrada de Batman no avião. Mulher Maravilha entregara as provas – que incluía o assassinato de Sinestro – que, no mínimo, condenaria Luthor por mais 30 anos de prisão, aos policiais. Sem contar com as outras acusações acumuladas por anos.

Mas, apesar da situação sobre controle, Batman não fora visto. Superman achou que Bruce acompanharia isso de perto... Ou, talvez, não tão de perto assim. Com sua visão extraordinária, o avistou num alto de um prédio, observando toda a cena, por um binóculo.

Batman, por sua vez, afastou o objeto de seu rosto ao ser notado pelo escoteiro, deu menção que sairia de lá. Guardava a máscara-holográfica no cinto.

—--

— Podemos conversar?

Batman caminhava em direção a sua aeronave, parou ao ouvir a solicitação e permaneceu calado. Superman, que não ouviu o outro dizer “não”, deu continuidade:

— Conseguiu enganá-lo... Por um momento, também achei que fosse o—

— Não quero falar sobre isso... E não tenho muito tempo.

— Okay, eu entendo. Não vou tomar seu tempo... Mas, você tinha razão. Somos poderosos demais para não termos rédeas.

— E?

— E você também é. – Apontava para o resto de avião que se encontrava na pista do aeroporto, longe dali. Superman estava tentando mostrar ao Batman o que o próprio seria capaz de fazer quando contrariado. — E, eu ouvi a conversa de vocês, no avião. Fiz-me a mesma pergunta: Você realmente não tem um plano contra si?

— Isso só mostra que você não viu todos os arquivos que continha no pendrive. Reveja-os. É lá que você terá a sua resposta. Agora, tenho coisas mais importantes a fazer.

Batman acomodou-se no cockpit.

E saiu em disparada, ecoando o estrondoso barulho da barreira sendo quebrada. Superman protegeu o rosto dos detritos. E o que lhe restou foi esperar. Esperar que seu amigo também não passasse dos limites que ele tanto temia com a Liga.

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Os equipamentos usados para manipular o sistema da caverna remotamente deveriam ser muito sofisticados, pois suas tentativas de rastrear a origem, foram sem sucesso. O sinal era facilmente dispersado e confundido pelos de satélite. Porém, teve a impressão que, quem quer que tivesse hackeado o sistema, desistira. Mas, por quê? Fora bem conveniente, afinal, já que o Coringa não se encontrava mais no recinto. Estavam protegendo-o, mas quem? Claro que tudo o que estava sendo questionado em sua mente não passava de conjecturas.

— Bruce Wayne do planeta Terra. Você tem habilidade para infligir grande medo. Bem-vindo à Tropa Sinestro.

O anel de Sinestro flutuava em frente ao herói anunciado, impedindo que o mesmo continuasse sua investigação. Batman havia o colocado num recipiente blindado, por ora. Contudo, previra que isso aconteceria. Obtivera informações sobre o poderoso anel energético e soubera que o objeto simplesmente “tomava conta” do indivíduo, porém, o mesmo deveria ser suscetível à dominação do anel.

— Você foi escolhido para representar o setor espacial 2814.

— Hoje, não é um dia apropriado.

O anel fora involuntariamente encaixado no dedo do herói, no entanto, a vontade que Batman tinha para retirá-lo era mais forte que a “dominação” daquele poder.

— Exposição ao poder dos Lanternas Verdes detectada. Força de vontade cancelando o medo. Ressonância emocional conflitante arquivada. Alvo rejeitado.— O anel pronunciou quando o herói finalmente o retirou de seu dedo. — Nova busca iniciada. Escaneando setor...— Batman não pôde anteparar o objeto que encetava uma nova procura de um hospedeiro.

— Isso que acabou de voar era um anel, patrão Bruce? – questionara um mordomo abismado, que segurava uma bandeja com lanche.

— Era...

— E eu pensei ter visto de tudo... – Depositava a bandeja numa mesa próxima ao monitor. — Algum sucesso na descoberta do invasor e da furtiva saída do palhaço, senhor?

— Não. Seja lá quem for, teve a intenção de tirar o Coringa daqui sem que eu pudesse rastrear, manipulando o monitoramento da caverna, fazendo isso muito bem.

— Neste caso, deveríamos agradecer a gentileza da retirada do lixo...

Não podia correr o risco, mas, caso uma nova invasão ocorresse, Batman já havia tomado as carecidas providências. Sobre o Coringa, faria a ronda na cidade para saber seu paradeiro.

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Passava na TV a notícia da prisão de Lex Luthor, enquanto mostravam imagens dele sendo retirado de maca do aeroporto pela polícia, médicos e a Liga da Justiça. O boato de que Luthor estivesse doente começara a se alastrar. Porém, sua condição atual não o impediria de cumprir o cárcere, garantira o juiz.

A TV fora desligada.

Clark já estava cansado de tudo aquilo, mas fora inútil, já que podia ouvir a mesma notícia sendo transmitida à km de distância. Porém, para dispersar sua atenção, resolvera direcioná-la para o conteúdo do pendrive, novamente.

Encontrara as informações de todos os heróis que faziam parte da equipe, no dispositivo. Relera cada detalhe, descrição e o motivo para cada plano criado. Os planos haviam sido modificados, se tornaram mais mortais nas mãos de Lex. Porém, ficara surpreso ao topar com a descrição de Batman. Este, ele precisou ler somente uma vez.

Perfil: Batman.
Habilidades: Mestre em artes marciais e na arte da fuga; Acrobata; Criminologia; Pilotagem; Armadilhas; Rastreamento; Captação; Arrombamento; Leitura labial; Liderança; Estratégia; Força de vontade; Engenharia; Física; Química; Eletrônica; Programação de computador; Sobrevivência; (...)
Plano de contingência necessário: Liga da Justiça.

— Filho da mãe... – E sorriu.

Clark estava satisfeito com as informações. Não esperava por menos... Afinal de contas, era o Batman.

Notas finais
Como podem ter notado, nem tudo foi respondido. Falta saber o paradeiro do maníaco palhaço... Bom, esse será respondido no Epílogo, que depois da avaliação deste cap, será postado, finalizando de uma vez essa fic. O CAPS LOCK ligado nas falas foi de propósito, já que se tratam de gritos e isso incomoda. Queria que vocês tivessem a mesma sensação incômoda. Bem, outras ideias surgiram para um roteiro mais autorial, mas não poderei dar mais detalhes, pois nem eu mesma sei bem ao certo de como será... As ideias ainda estão cruas... Enfim. Novamente, quero deixar registrado o meu muito obrigada! Espero que tenham se divertido com minha história, assim como eu me divertir escrevendo! Até a próxima.