Notas iniciais
Olá, Anteriormente, nessa mega historia: Flecher, Dukan e Yan se juntaram para combater os ataques em sua cidade, mas seus objetivos se tornaram maior, e eles passaram a querer destruir o Estado, a nave que comanda esses ataques. Convocaram ajuda e receberam: Cadius, Beatrice, Philipe, Diana, Brian Jalaska, Destiny, Aaron, Taz Lopes, Lucas e Marlene; Ah, e também Alec e Kate. Neste momento, após algumas batalhas em escolas, perdas, estudo, convivência, romance e treinamento, esse grupo de combatentes estão muito, mais muito, próximo de seu objetivo final. Em companhia de Nia e Vinte, traidores do Estado, e Charlie um ex-cobaia salvo por Kan, eles tem mais conhecimento do inimigo. Mas será que tudo até agora vai ajudar que a batalha final termine com a queda da nave? Será que esses jovens estão mesmo preparados para o que vão encontrar? E seus motivos serão fortes o suficiente para que não desistam na maior dificuldade? Questões a serem respondidas! Boa leitura!

Dias depois de o assassino Lukas ser preso...

Após o jantar, Nia estava na mansão para assistir a um filme junto com outros combatentes. O salão de tv foi preenchido com mais alguns pufes e tapetes. Brian Jalaska e Diana planejaram tudo em alguns minutos.

Enquanto todos esperavam a pipoca, Brian se torcia no mesmo sofá que Nia para conversar/provocar Beatrice, acomodada em um divã vizinho junto com Dukan. Ele falava sobre um assunto que gostava de lembra-la: o fato de ela ter conhecido o pais de Dukan. O loiro, em vez de fazer Brian parar de aborrecê-la, achava graça da conversa, principalmente quando Bea soltava uma frase tipo: Na verdade só tenho interesse na herança dele.

Apesar do espaço no sofá estar bem preenchido com Brian, espaçoso em sem muito cuidado com seus movimentos, Nia achava confortável. E não estranhou ver Vinte no meio do grupo, já que há um tempo descobriu, que mesmo que todos gostassem dele de alguma forma, o dono da casa não queria encontra-lo tão à vontade.

Taz, jogada sobre um pufe que parecia bem grande, olhava o teto e reclamava da demora de Destiny e Diana de trazer a pipoca. Faith, sentada próxima dela, concordou e mandou a irmã ir para cozinha atrás das garotas, e a ruivinha gêmea obedeceu.

Lucas e Aaron estavam no mesmo sofá, um bem longe do outro. Aaron lia uma apostila qualquer e Lucas tinha um bloco de desenho que rabiscava distraidamente. John Jalaska e Katrina estavam sentados no carpete, próximo dos pés de Nia, competindo em um jogo de pedra-papel-tesoura para passar o tempo. Os demais não estavam ali.

–Porque você está quietinha aí?- Brian subitamente falou com Nia.

Ela sorriu levemente e disse:

–Eu estava pensando.

–Pensando em quê? -indagou Brian, curioso.

Beatrice e Kan já prestando atenção neles, após Brian subitamente encerrar a conversa com eles.

Nia hesitou um pouco e respondeu:

–Qual é o motivo de vocês quererem derrubar a nave? Eu percebi que todos não gostam do que eles fazem e querem acabar com isso. Mas cada um deve ter um motivo particular pra isso, não?

Os olhos cinza-claros de Nia se fixaram em Brian, que ficou um pouco mais sério e desviou o olhar assistindo Clark se esparramar no chão (o cão a cada dia foi recuperando a confiança das pessoas da casa e já andava solto).

–Bem, o meu seria pela minha mãe. -E Brian olhou para Nia. –A única coisa que eu e Jonh sabemos é que ela morreu em um desses ataques do Estado. E não ficamos muito tempo com ela por causa dessa nave.

Sem querer querendo, alguns prestaram atenção na conversa e um silencio ficou na sala até Nia arcar e perguntar o motivo particular de Beatrice.

–Estou fazendo isso porque quero, sem mais... E acho que seria uma das coisas que meu pai faria se pudesse.

Logo Nia olhou na direção de Aaron que respondeu seco que apenas odiava o Estado. Lucas foi o próximo e ele deu de ombros, ocultando a cara atrás do bloco em que desenhava, mas o motivo dele era sua irmã capturada, ainda tinha esperança de encontra-la e não ser o único da família.

Então alguns olhares se voltaram para Taz, distraída em conseguir ver alguém surgir do corredor com potes de pipocas quentinhas. Faith, na rota de sua visão, a alertou que estavam falando com ela.

–O que foi?-Taz perguntou rolando sobre o pufe e olhando para os outros.

–Qual o seu motivo pessoal para lutar?- repetiu Nia.

–Hm... Sei-lá. –e deu de ombros.

Dukan ia comentar algo sobre o motivo de Taz, mas Destiny apareceu acompanhada de Diana e Hope, as três equilibrando potes de pipoca.

–Vamos começar! -disse Diana empolgada. Então ela parou desmanchando o sorriso. –Ué? Cadê o Cadius?!

–Acho que ele esta no quarto. -Respondeu John pegando a pipoca com Hope e distribuído para o irmão e para Nia.

Diana já dava meia volta para ir atrás do garoto quando Nia pediu para que ela esperasse e perguntou qual era o motivo dela. Ela não entendeu o assunto até que Faith, interessada nas respostas, explicar rapidamente.

–Eu luto porque quero um futuro diferente para minha irmã e para mim. — respondeu, e subitamente continuou o que estava fazendo. –Agora, vou arrastar aquele preguiçoso para cá!

Depois de se acomodar perto de Clark, Destiny foi a próxima:

–Meu pai morreu por causa de um Difusor. Foi um cenário horrível de assistir. Ninguém deveria viver esses ataques e sofrer as consequências terríveis.

De repente Cadius chegou com cara de sono e ocupou uma poltrona livre. A seguir Diana surgiu pisando firme e quando o viu, reclamou dele descer antes só para escapar dela. Ele apenas sorriu preguiçosamente e a mesma pergunta foi feita. Cadius olhou para Diana descobrindo o que ela respondeu, e então disse:

–O mesmo motivo da Diana. E minha mãe foi capturada, assim minha irmãzinha cresceu sem conhecê-la... –ele se lembrou da irmã em algum lugar vivendo com o pai seu. Diana foi até ele e acomodou-se como pode perto.

–Onde esta Philipe e Marlene?- perguntou Kan, notando que eles não estavam ali para responder essa questão.

–Marlene e Yan saíram. -respondeu Taz casualmente já assistindo o inicio do filme que ela colocou enquanto eles estavam falando. –O outro deve estar jogado debaixo de algum moveu ou em alguma discussão séria com o gato.

–Ou com o Charlie lá fora. -completou Nia admirando a tela grande e colorida.

–Como assim?- perguntou Kan estranhando.

–Os dois estavam falando de pegar vagalalumes durante o jantar.

–Vagalume. -Bea corrigiu Nia.

–Ah, não. Philipe disse Vagalalalumes.

Brian riu, e depois entre tosses disse a palavra estranho.

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Certo dia, Nia caminhava pelos corredores do subsolo com Charlie e Philipe logo atrás, carregando alguns livros e papeis. Os dois falavam da existência de seres em outros planetas e eles pareciam se entender em algumas coisas. Então Nia parou e se virou para eles:

–Vocês podem levar isso sozinhos? Eu me lembrei de que queria um livro lá da biblioteca.

Os meninos concordaram e continuaram.

Alguns minutos andando sozinha, ela parou subitamente próxima de uma porta e olhou para os dois lados do corredor, tudo estava vazio e silencioso, e então abriu a porta. Assim que entrou Vinte aprumou a postura ao lado da ruiva, sentada em sua cadeira na sala de monitoramento, e encarou-a. A menina de cabelos loiros claríssimos estreitos os olhos para o ex-soldado, em desaprovação, e ele apenas a encarou mais sério que antes.

No fundo Nia sabia que incomodava ele, não demorou muito para ela notar a inimizade dele, ja que normalmente Vinte evitava encontra-la e durantes todos esses dias eles mal se falaram.

–Destiny você esta aqui sozinha?- perguntou Nia ao analisar a sala vazia e monitores ligados

A ruiva assentiu com timidez.

–Diana e Cadius foram testar a sala de ilusão para um treinamento e eu não vi Lucas hoje. -ela completou.

Nia concordou e olhou novamente para o ex-soldado que a observava.

–Não é melhor ele ir?- perguntou ela. -Flecher estava na sala de munições há alguns minutos, e pode vir verificar aqui.

O rapaz olhou de Nia para Destiny, que já concordava com ela, então com um gesto simples chamou a ruiva para acompanha-lo. Do lado de fora da sala de monitoramento, Vinte começou a conversar com Destiny sobre a menina, um assunto sério, que a ruiva prestou atenção. Mas Téo foi interrompido pelo som de passos, que percebeu tarde demais, e ao se virar encontrou Flecher o encarando desconfiado. Em vez de dizer alguma coisa e arrasta-lo para longe, o moreno apenas mandou-o entrar na sala de monitoramento. Téo obedeceu, sendo seguido pela ruiva. Nia ainda estava no mesmo lugar e com um leve ar de “avisei” os olhou entrar.

–O que você estava fazendo aqui?- perguntou Flecher seguindo para os monitores e observando cada um.

–Estava fazendo companhia para Destiny. -respondeu o ex-soldado sem culpa.

E Flecher olhou a ruiva rapidamente, depois encarou Vinte, franzindo a testa com suspeita.

–Tem certeza que era só isso?

Dessa vez Téo olhou para a ruiva, que avermelhou um pouco, e depois encarou Flecher de volta.

–Não. -Flecher balançou a cabeça tentando manter alguma paciência ao interpretar o olhar dele. -Não estou falando disso. Quero saber o que esta tramando? Esta é a sala de monitoramento, um lugar que você realmente não devia nem saber onde é, muito menos ficar aqui sozinho com alguém.

–Não estou tramando nada. -respondeu Téo sustentando olhar interessado de Flecher. -Todo mundo desse lugar já sabe que estou do lado de vocês. Que estou ajudando. Como quando você desmaiou naquele combate e quando fico repetido tudo o que sei sobre os soldados, as táticas e equipamentos. E você é o único que fica incomodado comigo!

Téo se irritou um pouco com a expressão acusadora e indiferente de Flecher.

–Vinte... -começou Flecher – eu sei que estou indo contra a opinião da grande maioria e que estou ignorando suas ações que comprovam que mudou de lado. Mas te encontrei em uma situação suspeita aqui. — os dois rapazes se encararam. Flecher pensando no que ia fazer. — Eu vou verificar o que há nesses computadores, se não encontrar nada de mais vou deixar você em paz.

Téo estranhou o que ouviu e trocou olhares com Destiny e depois concordou, compreendendo que depois ia poder andar mais livre pelo lugar.

–Mas, até você terminar de ver os computadores, como ele vai ficar?- perguntou Nia tensa.

Flecher estranhou-a e respondeu indiferente:

–Ele vai ficar aí.

Nia não entendeu a resposta. Verificar todos os dados dos computadores podia levar um bom tempo, pelo que já sabia. Mas então o moreno apenas colocou as mãos sobre o equipamento, e, com o surgimento dos veios de neons que se espalharam pela superfície, ele controlou tudo. Os monitores passaram a exibir muito rapidamente varias torrentes de códigos, textos, gráficos e símbolos. Nia, Destiny e Téo observaram com atenção ao fato. Porém a expressão concentrada de Flecher mudou para uma séria subitamente, a medida de interpretava tudo, até que ele largou do equipamento irritado e encarou o soldado.

–Seu mentiroso! Me fazendo perder tempo!- e empurrou Vinte para a parede.

–Quê? Espera! Como assim?-Téo ficou confuso.

–Como assim?! – e Flecher riu irônico –Essa sala de monitoramento deixou de apenas receber os dados e fazer analises! Esta enviando códigos para algum lugar há alguns dias! E você é o responsável por isso!

–Não! Eu não... — Téo negava o encarando -Eu não sei mexer nesses equipamentos de vocês! E Muito menos fico sozinho aqui para conseguir fazer algo desse tipo! Destiny sempre está comigo! -e Téo indicou a ruiva, mas depois desviou o olhar dela e murmurou — Maldita...

–Ei! Com quem você esta falando?!- Se impôs Flecher.

–Ah, não... – Téo se recompôs, recuando pra trás ao passo de Flecher em sua direção. –Eu estou falando dela! — E ele apontou diretamente para Nia. — Ela é a traidora.

–Para de ser covarde. Você nem a conhece!- reclamou o moreno irritado.

–É serio Flecher! E eu não sou covarde coisa alguma! Ela não é de confiança, nunca foi!

–Como se você mais digno que ela.

–Flecher, você nunca se perguntou o que é aquilo na cara dela? Do porque dela ter aquela tatuagem?- Téo encarava fervoroso Flecher. –E não é porque ela simplesmente quis! Quem tem o triangulo no rosto é treinado para ter mais de uma face. Por isso o triangulo de três faces diferentes. São capazes de fazer qualquer coisa, ser qualquer coisa, tramar qualquer coisa! Por isso que quem fez isso, foi ela!

Flecher olhou a menina próxima de Destiny. A expressão de Nia era de aflita encarando Téo com perplexidade e depois o olhou.

–É mentira dele! -argumentou ela, e o ex-soldado começou a balançar a cabeç negando e encarando-a. -Essa tatuagem qualquer um pode fazer! Ainda mais quando a maioria das pessoas de lá é parecida com você. É legal ter alguma coisa de diferente. Ele esta inventando tudo isso, Flecher. Todos os soldados recebem treinamento com essas maquinas, sabem dessas coisas de códigos e mensagens. Esta tentando me culpar, só para continuar o que estava fazendo.

Ia começar um bate-boca entre Téo e Nia tentando manter suas posições inocentes. Então Flecher os impediu de continuar, informando que o ex-soldado iria para a cela dele e para Nia inventou que precisava de um dos manuais dela, e pediu que fosse buscar imediatamente.

Nia saiu encarando o menino de cabelo prateado zangada. A seguir Flecher esvaziou a sala. No corredor puxou uma chave do fundo do bolso do jeans e trancou a sala, dizendo para Destiny avisar aos outros que não precisavam ficar na sala de monitoramento no resto daquele dia. E foi acompanhar Téo para o quarto/cela para ter certeza que ele ficaria lá.

Notas finais
:P Sabe, as vezes vendo o numero de paginas e palavras no meu word, eu reflito se essa fic já ultrapassou livros como Eldest ou 5ºlivro de HP? Hm... Então, eu me conformei, não tenho mais ideias para os personagens, não resta mais nada a contar a não ser o final, e é isso que vai acontecer. Os personagens estão ai, os conheceram, as historias e os motivos. ~desculpe não pensar direito agora~ Heheh, neste capitulo joguei um pitada de tempero para ver se seguro esses leitores lindos que tenho. No próximo: -A primeira parte de um plano tem inicio. Era a chance que os combatentes esperavam para começar o ataque. Obrigada por ler. Comente, favoritem, recomendem, peça para pessoa ao lado ler e principalmente sejam felizes com o que fazem, por que eu sou feliz escrevendo essas historias e desejo que quem a lê também seja independentemente de qualquer coisa. Shampoo! E até o proximo capitulo! Ps.: Pq o ursinho Puff não usa calça? Ele tem a blusa, custa nada por um short ou coisa assim...~õ.õ