Filho do céu

3 Capítulo 3 - Meu priminho querido quase me matou


Notas iniciais
Mais um capítulo com minha visão :3 :3 :3 >;3 Espero que gostem seus gato >:3

RICK

Acordei na enfermaria, minha visão estava embaçada, via alguns rostos olhando para mim, quando minha visão ficou nítida pude ver Trevor e o garoto com quem lutei na arena, parecia assustado.

– Ele acordou — Disse Trevor feliz — Graças aos deuses!

– Ótimo — disse o garoto — Se sente bem?

Afirmei com a cabeça, minha cabeça doía como nunca, tentava esconder meus olhos da luz.

– Me chamo Brenno — Falou o garoto — Sou filho de Hades, seu primo, desculpe-me por quase, é...é...Matar você.

– Quanto tempo fiquei apagado? — Perguntei.

– Quatro horas — Disse Trevor — E meia, umas quatro horas e meias.

– Que horas são? — Perguntei assustado.

– São oito, estão todos na fogueira você vem? — Perguntou Brenno.

– Vou, vou sim

Ao chegarmos na fogueira cada um sentou perto de seus irmãos, me sentei aonde havia uma bandeira com símbolo de meu pai, estavam todos assando marshmallow na fogueira.

O vento uivou e esfriou, todos se calaram o silêncio tomava conta de toda a área, uma senhora com cabelos ruivos chegou perto da fogueira.

– Elizabeth? — Resmungou Quíron — O que o oraculo faz fora de sua caverna?

– Muito engraçado Quíron — Resmungou Elizabeth com uma voz rouca e afinada — Vim trazer uma profecia!

As conversas paralelas começaram, logo se calaram.

Ela pigarreou e disse:

– Filho da águia deve ser

Seus companheiros escolher

Quatro irão perecer...

E um, irá, morrer.... -

Todos olhavam para mim, esperando eu falar algo, não consegui dizer nada, afinal filho da águia só podia estar se referindo a mim.

– Aaahn — Disse igual a um bobão.

– Todos sabemos o que significa, Mas que tipo de profecia era essa não dava nenhum destino.

Depois de muita discussão, Quíron nos mandou para nossos chalés.

Meu chalé era imenso, feito de mármore branco polido, seu telhado parecia o céu repleto de nuvens, havia escupido a cabeça de uma águia, as portas eram imensas e feitas de carvalho.

Entrei, era incrivelmente, frio e vazio, possuía só uma estátua enorme do grande Zeus.

Num canto do quarto, percebi um saco de dormir, com uma mochila velha. Deitei no saco de dormir e apaguei.

Sonhei com a missão, estava em meu sonho Trevor, Brenno duas pessoas que reconheci seu rosto, mas não fazia ideia de quem era, a gente estava no Alasca em meio a uma nevasca, alguns flashs vieram a minha mente, como alguém mudando de canal, e vi olhos dourados sedentos de poder, logo depois vi uma caixa preta cravada com detalhes estranhos, e olhos de cor vermelho vivo.

Ao acordar estava ensopado de suor frio, dia 6 de dezembro, era meu aniversário e o dia de partir, encontrei em meio ao chalé uma blusa laranja, na qual havia escrito, Acampamento Meio-Sangue, e uma silhueta que me lembrava um pégaso, vesti a camisa, e olhei pra estátua de meu pai, em suas mãos havia um pacote.

Consegui pegar das mãos da estátua um pacote marrom, ao abrir encontrei dentro dele um anel, um anel dourado com uma águia escupida em seu topo, havia também, algo que me lembrava vagamente o olho de uma águia dourado e no lugar da pupila uma pedra azul. Peguei um bilhete no qual havia escrito:

Feliz aniversário meu filho, sei que nunca fui muito presente em sua vida, e gostaria de me desculpar por isso, aceite meus presentes e boa sorte em sua missão.

Ass: Seu Pai

P.S: Não esqueça a mochila!

Demorei um pouco para perceber que a mochila de qual falava era a velha mochila que encontrei perto do saco de dormir.

Sai do dormitório indo ao banheiro e me preparei, gostaria de falar com minha mãe mas não sabia como, talvez houvesse um celular na casa grande. No caminho me encontrei com Trevor.

– Bom dia — Disse ele bocejando.

– Péssimo... — Disse me espreguiçando.

– Você está aqui a mais tempo que eu, me diga como ligo para minha mãe?

– Não podemos ligar, o celular atrai monstros é como um sinalizador chamando ei estou aqui, sou delicioso.

– Há outra forma? — Perguntei.

– Mensagem de Íris, você precisa de água e uma oferenda, de preferencia um Dracma, ofereça a Íris e diga nome endereço.

Passou por mim jogando uma moeda de ouro, a peguei me parecia ser um dracma. Fui ao banheiro. Entrei numa cabine e fechei a porta. Joguei o dracma dentro do vaso sanitário.

– Oh Íris deusa do arco-íris, aceite minha oferenda...em, han troca de uma mensagem de Íris? Mostre-me Anne Parker, Orlando.

Uma névoa surgiu mostrando minha, mãe chorando numa mesa.

– Mãe? — Disse sorrindo.

– Meu filho! Meu filho!

Ela tentou abraçar a mensagem de Íris.

– Feliz Aniversário, onde esta? estou preocupada!

– Estou no acampamento...Você sabe sobre...o papai?

– Sim, sim eu sabia, tinha esperança de estar ai.

– Mãe estou partindo em missão, talvez, talvez. Esqueça! Eu te amo mãe!

A mensagem tremeluziu e desapareceu, sai do banheiro e fui ao refeitório, peguei panqueca com melado e um cálice de suco, comi tudo, e Quíron veio até mim.

– Já escolheu quem partirá em missão com você?

– Já, Trevor, Brenno, Aaah apontei pra duas pessoas que não conhecia.

– Por quê? Digo você não os conhece...

– Eu tive um sonho, é complicado, minha decisão foi tomada.

Antes de sair em missão voltei ao chalé para pegar os presentes de meu pai, peguei o anel e o olho de águia, o bilhete caiu e me lembrei da mochila, estava coberta de poeira e mofo, quando tirei a camada de poeira de cima da mochila, vi uma etiqueta nela tinha escrito Thalia Grace, dentro da mochila havia uma bolsa com 60 dracmas, um bracelete, e uma gládio curto dourado, guardei tudo na mochila, e sai do chalé.

Notas finais
Espero que tenham gostado e beijo na nádega >;3