Fighter

11 Capítulo 10


Notas iniciais
Boa tarde meninas lindas, como vão? Eu sei, estou em falta aqui, vocês comentaram o quanto eu pedi e até teve mais uma recomendação, muuuuito obrigada pelas palavras Bya Gennari capítulo dedicado a você. Porém meninas eu simplesmente não sabia como fazer o capítulo, aí teve muito trampo pra fazer, trabalhos da facu, provas da facu de novo e já viu não consegui terminar. Detalhe: eu ainda não terminei o capítulo rs' eu estou terminando e achei que ficaria muito cansativo se lessem um capítulo de 6 mil palavras em um só, então achei melhor dividir... Mas uma vez muuuito obrigada pelos comentários no capítulo anterior, espero que gostem deve e ainda estejam acompanhando a fic. A beta linda tbm está com a vida corrida, vamos torcer para que ela volte no próximo capítulo... Me desdobrei pra não ter um errinho... Boa leeeitura!

CAPÍTULO DEZ

Pov Jake

Eu andava de um lado pro outro, tentando inutilmente achar minha sanidade, mas quando mais andava, menos eu ficava calmo. Enquanto isso Nessie brincava de mãe com a própria mãe.

Beleza... Sabia que Nessie tinha um bom coração. Mas não sabia dessa maneira idiota de se martirizar com a mãe que ela tem. A mulher não deu assistência a Nessie desde sempre, nem mesmo quando ela foi abusada durante anos por um maníaco, nem assim ela serviu pra ser mãe. Porém, Nessie tem o dom de perdoar e de se matar se for preciso por sua mãe. Por essa mulher sem um pingo de amor por ela... E eu não conseguia fingir que estava tudo bem com ela aceitar brigar com sei lá quem, por causa de uma divida feita por essa mulher!

Não vi quando peguei a garrafa de whisky do armário, estocada ali desde que Nessie veio morar aqui...

E comecei, sem perceber que a garrafa ia acabando com uma rapidez absurda... Eu só precisava tirar esse aperto do meu coração, eu precisava ficar imune a esse medo... A probabilidade de perdê-la para ela mesma. Eu queria estar no lugar dela, agiria de uma forma mais racional do que ela que simplesmente aceitou. Não que ache que ela perderia uma luta legal, o problema era que essa luta não era como ela praticava, era puro MMA como as lutas que eu participo, não é um boxe americano que ela é acostumada. E mesmo assim, ela aceitou.

Depois que o álcool começou a pegar na corrente sanguínea, a raiva se apossou de mim. Eu queria gritar com ela, eu queria chacoalhar como a mãe dela fez... EU QUERIA QUE ELA ME ESCUTASSE! Que tomássemos uma decisão juntos como um casal! Mas, ela nem olhou na minha cara quando a mãe dela falou, ela só disse SIM! E isso me matou...

Tinha que sair daqui senão ficaria louco de vez e poderia fazer uma besteira maior. Eu precisava beber mais... Eu precisava entrar em coma para não ver minha baixinha se destruir por quem nem em sonho pensaria nela.

Andei até a porta de casa...

Percebi o andar leve de Nessie pelo corredor e apressei o passo. Mas ela ainda fora mais rápida.

– Está saindo para onde? – ela perguntou, sua voz como um mantra. Ela não estava brava e percebi que chorara enquanto fazia a mãe dormir. Isso fez doer mais, ter mais medo.

– Não interessa! – Não vi quando saiu às palavras, só que eu estava nervoso.

– Não fale assim comigo! – Ela gritou de volta.

– Você quer que eu fale o que? PARABÉNS? VOCÊ VAI CUIDAR DA MULHER QUE FEZ TUDO DE RUIM PRA VOCÊ! VOCÊ VAI CUIDAR DA MULHER QUE DESTRUIU A SUA VIDA! A MULHER QUE VOCÊ FUGIU! A MULHER QUE FALOU QUE VOCÊ ERA UMA PERDEDORA! VOCÊ VAI ACEITAR UMA PORCARIA DE LUTA PRA SALVAR ESSA MULHER, SEM MEDIR AS CONSEQUENCIAS, SEM CONVERSAR E PENSAR. VOCÊ SIMPLESMENTE ACEITOU! E VOCÊ ACHA REALMENTE QUE EU NÃO POSSO GRITAR? QUE EU NÃO POSSO SAIR? QUE EU TENHO QUE ABAIXAR A CABEÇA E FALAR AMEM RENESMEE! – eu respirei fundo, não choraria na frente dela... Eu não era acostumado a esse medo... Fazia tanto tempo que isso aconteceu... Porém voltara, agora era mais forte... – Não Renesmee... Não vou abaixar a cabeça pra isso. Posso aceitar seu passado, porque você não tem culpa de que aconteceu. Mas, agora eu não posso aceitar, esse futuro não. Eu te amo Renesmee... Mas você não pensou na gente... Você passou de todos os limites e eu não sou um homem de ferro...

Então eu saí, vendo-a derramar lagrimas... Sabia que tinha ferido com as palavras que proferi, mas ela também me machucou, uma ferida que só abriria mais...

A voz da minha mãe era nítida enquanto falava para eu nunca desistir dos meus sonhos, dos meus desejos, mas ela não me disse que era tão doloroso tentar...

Minha lembrança de minha mãe ainda com meus poucos anos, era quase nítida, ela preparando o jantar, ela lendo um livro enquanto eu estava abraçado a ela. Então do nada, ela adoeceu, do nada perdi minha mãe. Aqueles poucos dias pareciam à eternidade, difíceis e o medo sempre vinha enquanto a via piorando cada vez mais. Seu rosto tão brilhante ficara pálido, os olhos negros brilhosos ficaram opacos, tudo ficou pálido enquanto a vida dela era tirada de mim, dos meus irmãos e do meu pai.

E agora depois de anos, isso volta acontecer. O medo tomando conta de mim e mais uma vez não posso fazer nada!

Resolvi ir a pé ao bar mais perto... As arvores dançavam e pela primeira vez, percebi o quão deserta essa cidade parecia às 5 da manhã.

Das vezes que andará tão tarde ou tão cedo, nunca percebi isso, sempre estava acompanhado e bêbado o bastante para não pensar nessas mínimas coisas.

Entrei no bar da rua 12 e eles pareciam que não tinha aberto ainda. Mesmo assim entrei.

– Quero uma garrafa de whisky, por favor. – me surpreendi com as minhas palavras ainda saiam bem estruturadas. O choro ainda ameaçava cair, mas não choraria.

– Filho, ainda não abrimos. – o senhor olhou bem para o meu rosto, seu rosto era explicito de pena.

– Não tenha pena. Eu estou aqui para consumir e é sua obrigação me vender... – minha voz saiu mais áspera do que esperava. Eu odiava olhares de pena. Por isso eu nunca aceitei perder.

Porque nunca gostara de olhares carregados de pena, fora assim sempre que alguém perguntava sobre minha mãe, nos dias das mães, quando um amiguinho perguntava, sempre estava ali a pena. E eu não precisava disso para lembrar que minha mãe não estava mais ali... Como agora eu não preciso do olhar desse senhor lembrando-me quão devo parecer um coitado bêbado que teve uma grande decepção.

Ele me entregou o copo e colocou a dose da bebida que pedi, ia indo embora com a garrafa, quando a peguei.

– Pode deixar aqui, eu pago por ela. – e sorri, mas tinha certeza que sairá torto demais.

Ele não disse mais nada e voltou para o balcão.

Bebi, bebi e bebi... Não tinha se passado nem uma hora... E o medo não tinha ido embora, a dor tampouco. Mas, eu continuava tentando ficar anestesiado para aguentar isso. É claro que não a abandonaria, como dei a entender, eu só queria que ela colocasse na cabeça que também posso ter medo e que ela precisa da minha ajuda. Mas, ela não pensa, simplesmente agi, mesmo sendo erroneamente. Mas, nem se eu quisesse deixa-la com a mãe, podendo se matar, eu poderia. Meu amor por ela era maior do que tudo, do que todos e de todo universo.

Iria me matar ficar longe dela, mesmo ela sendo a errada. Eu sempre voltaria, eu sempre imploraria. Eu sempre a amaria.

– Jakezinho, lobo mal... – uma voz extremamente fina estremeceu meus ouvidos. Quem era a vadia que me irritaria no meu momento fossa?

Uma loira sentou-se ao meu lado, seus olhos castanhos assim como as sobrancelhas. Tentava me lembrar dela, mas não conseguiria, era muito álcool e pouca vontade para isso acontecer.

– Não se lembra de mim não? – ela sorriu maliciosa e passou a mão direita por cima da minha calça, não tive reação. – Mas, eu me lembro muito bem de cada parte do seu corpo, cada mínimo detalhe...

– Não me lembro... – eu dei corda pra ela e continuei a tomar minha bebida.

É claro que ela não era de se jogar fora... Mas sempre tinha a Nessie no caminho do antigo Jake para esse Jake.

Só que hoje eu queria fazê-la sofrer, só um pouco...

Para parar de doer você sempre tem que bater...

Pov Nessie

Não consegui pregar os olhos desde que Jake saiu pela porta de casa. Sentei na poltrona esperando ele chegar. Nesse meio tempo Claire e Quil chegaram, ela olhou para mim, sabendo que tinha alguma coisa de errado, mas menti descaradamente que não tinha, que eu só estava com dor de cabeça, sem contar que minha mãe que estava no quarto quando falei que era Jake dormindo. Quil sabia que não era isso, mas também não disse nada. Foram dormi e percebi que eles estavam bem... Pelo menos isso estava bem.

As palavras de Jake não saiam da minha cabeça.

Ele não aceita a minha decisão de lutar pela minha mãe.

Eu sei que Claire também não vai apoiar.

Eu tenho medo de ter perdido o amor da minha vida por causa dessa decisão. Mas, era minha mãe e não deixaria que nada acontecesse com ela se estivesse ao meu alcance...

Eu queria poder ter conversado com ele. Ter tentando falar pra ele que sou forte e que vou ganhar, mais nem ele acredita que possa ganhar.

Só que eu teria que ganhar.

A porta de casa se abriu e Jake chegou abraçada a uma loira oxigenada.

Meu coração estava quebrado, depois de tudo ainda tinha essa.

Mas, eu sabia que isso iria acontecer, Jake é assim... Ele odeia ser machucado, como eu o machuquei. Ele está fazendo isso porque está bêbado e quer me punir. A loira só está ai para se aproveitar. Mas, se ela pensa que vai ficar por isso mesmo ela está enganada.

Jake não conhecia a Renesmee Cullen e tampouco essa vadia que quis se aproveitar do meu homem. Jake até poderia terminar comigo depois por não aceitar minha decisão, mas ela não passaria essa noite com ele nem no inferno.

– Querida você trouxe meu namorado para casa? – minha voz analítica, nem muito calma nem muito nervosa.

Ela então olhou para mim. Percebi que também não estava em suas devidas faculdades mental e que tinha ingerido bons goles de álcool.

Jake sorriu olhando para mim, ele além disso, achava engraçado.

– Muito obrigada... – cheguei até ela, peguei o braço de Jake com toda força que tinha e o fiz ficar atrás de mim. – Querida eu só quero te avisar uma coisa, se você passou uma só pena perto dele você vai esquecer até do nome dele de tanto que vai apanhar. Forks sabe que Jacob tem namorada. E não precisa que ninguém o traga pra casa, ele tem pernas bem longas pra isso. – cada palavra eu ia me aproximando mais dela.

– Baixinha... – Jake tentou me barrar ainda com o braço, mas me desviei rapidamente.

– Você vai contar pra todo mundo o porquê você apanhou e quero que o mundo saiba, que se alguém botar a mão em Jacob novamente vai ter o mesmo fim que você. Cansei de ex-peguete...

Dito isso dei um muro no seu rosto, meu olhos só viam vermelho. Ela queria se aproveitar dele, ele queria uma vingança e eu não iria dormir sem bater em alguém.

Peguei em seus cabelos e marchei até a rua.

– Não volte a tocar nele, querida. Senão vai ser pior. – ela não disse mais nada, nem eu. Voltei pra casa e fechei a porta.

Jake ainda sorria.

– Gostou da sua vingança Jacob Black? – Minha voz soou ameaçadora.

– Eu acho que você, baixinha, está muito nervosa... Não pode sair batendo em ninguém só porque me tocou. Isso é insanidade. – ele ainda debochava.

– Eu só fiz o que você esperava que eu fizesse com ela. – Falei o mais calma possível. – Assim que entraram eu percebi que você só estava fazendo isso para se vingar.

– Acho que você está muito convencida. – ele falou, querendo ferir mais. Só que eu já sei lidar com Jake.

– Ou você realmente queria comer ela? – ele deu de ombros. – Cadê o amor único que dizia ter? – cruzei os braços e ele parou de sorrir. – Foi embora na primeira discussão? – continuei. – Estou acreditando nas suas palavras, por isso que sou tão convencida. – ele estreitou os lábios. Eu sabia que tinha ganhado.

– Isso não quer dizer que você pode me destruir como fez hoje. – ele também era bom em me decifrar. – Não quero que você lute... – do nada ele parecia sã. – Mas não vou te obrigar a não ir. Você só deveria ter pensado. Ela não merece nada de você... Você já fez muito por ela e ela nunca a agradeceu.

Abaixei a cabeça sabendo que ele estava certo. Estava tão cansada, mentalmente incapaz de brigar com ele. Eu só queria abraça-lo, desmoronar sobre ele e ficar assim por toda uma vida.

Me aproximei dele... Vi titubear na minha frente, ele também queria me abraçar tão quanto eu...

– Eu realmente não pensei... Deveria ter pensado e conversado com você antes de colocar o sim pra fora, antes de pega-la para criar novamente. Mas ela é minha mãe, mesmo fazendo tudo de errado eu a amo. Assim como você ama a sua.

– Não compara a minha mãe com a sua. – o vi estremecer e tremer. Seu punho cerrado.

– Eu só quero te dizer que você amaria sua mãe mesmo se ela fosse igual a minha. Eu não sou igual a ela Jake... Por isso a amo e faço tudo para vê-la bem. – peguei em sua mão e comecei a chorar, era quente, eu amava isso. Ele poderia me esquentar só com isso...

– Não chore... – sua voz saiu rouca... e olhei em seus olhos, que derramavam lagrimas. – Não quero perde-la. Essa luta não é como você está acostumada, baixinha. Eu quero você protegida... Não aguentaria vê-la apanhar, machucar-se por causa de sua mãe que é um problema que não tem fim.

– Não vou me machucar prometo... Darei o orgulho pra você e para o meu pai. Eu só preciso da sua força, preciso saber que você está aqui para me apoiar... Eu sei que não aceita... Mas, por favor, fique do meu lado. Com você eu posso ser uma vencedora. Só com você... – eu me aproximei mais e limpei suas lagrimas, ele me enlaçou pela cintura. – Minha mãe vai parar com isso. Depois da luta eu vou interna-la. Ela fará tratamento indicado e só saíra de lá apta.

Ele suspirou.

– Isso e bom... Tomara que ela aceite. – ele falou com os lábios nos meus cabelos. Ele estava com o perfume daquela mulher. – Quando é a luta?

– Amanhã à noite... Vai dar tudo certo. O vejo treinando há algum tempo, aprendi muitos golpes. – eu pisquei.

– Isso é perigoso e muito rápido. Pensei que teríamos mais tempo. – ele estava com tanto medo.

– Vai dar tudo certo, você estando lá eu sei que vai dar certo.

– Espero mesmo... – ele então beijou minha nuca.

– Vem... – eu o puxei...

– Pra onde, baixinha? – ele perguntou.

– Pro banho... Você fede a perfume adocicado demais... – ele riu – Você não deixou ela te beijar né? – eu perguntei ainda sem parar de andar.

– Não. Claro que não. Estou bêbado, mas não sou tão trouxa. Só a deixei passar a mão... – eu me virei.

– Onde? – meus olhos ficaram semicerrados.

– Por aqui... – ele passou a mão pelas coxas, minha careta foi aumentando, passou pelo abdômen e desceu até o cós da calça.

– Cretino birrento você deixou essa vadiazinha fazer isso? – minha voz era alta.

Ele veio até mim e tapou minha boca com um beijo. E fomos até o banheiro livre eu andando pra trás e ele pra frente.

– Você sabe que ela já viu o Jakesão né? E toda a gostosura do seu namorado. – ele adorava provocar.

– Aê? – eu olhei bem pra ele. – Mas, o Jakesão aqui – apontei – E só meu... ele gosta da gostosura aqui e não de uma vadiazinha não é? – eu tirei a camisa do baby doll que estava, Jake sorriu maliciosamente.

– Você não disse que era eu que precisava de um banho? – ele perguntou, já imaginando a resposta.

– Sim – eu fui até ele, peguei a barra de sua camiseta que cheirava a álcool – Você precisa, mas sou eu quem vai dar o banho para tirar toda esse cheiro de álcool e galinha, deixando o meu cheiro em você. – então tirei sua camiseta e no segundo seguinte sua boca já estava contra a minha enquanto começamos o nosso banho.

...

Acordei cedo mesmo tendo pegado no sono ás 8 da manhã. Quando percebi que Jake não dormia e minha mãe já estava na cozinha. Tentar dormi no sofá era muito ruim.

– Não acredito que não tem champanhe nesta casa. – ela falava alto e Jake respirou fundo, levantou, pegando o travesseiro e indo para o quarto.

Eu precisava que minha mãe estivesse longe daqui, de preferencia se tratando.

– Desde quando você bebe de manhã, mãe? – perguntei me levantando.

– Seu namorado é um ogro. – ela nem prestou atenção na minha pergunta e continuou a procurar o que queria, e encontrou algumas das garrafas de whisky do Jake.

– Não. – eu peguei a garrafa de sua mão. – Chega de bancar a menina mimada. – eu quase gritei. – Essa casa não é a sua. Essa casa é dele. E você vai entrar na linha se quiser ficar aqui enquanto essa luta não acontece. Eu posso lutar por você, mas não vou aguentar você com essas mimadices mais.

Os olhos dela sobressaltaram, eu nunca tinha falado com ela dessa maneira.

– Estamos entendidas? – eu perguntei para confirmar. Ela assentiu. – Vou fazer alguma coisa pra gente comer, depois vou treinar com o Jake e você vai ficar aqui assistindo TV. Você não vai fazer nenhuma divida a mais. Porque eu juro, não vou mais fazer nada, vou deixar você se destruir sozinha. Quero ser feliz, só isso...

Ela não disse nada e foi para a sala, arrumando-a em seguida para então sentar-se e para assistir tv do jeito que eu tinha proposto.

Claire então acordou, Jake ainda não tinha acordado, quando ela passou pela sala falando com a minha mãe pensando como se fosse eu, ela quase desmaiou.

– Estranho Nessie, escutei a voz da megera da sua mãe... – então minha mãe se virou olhando para ela. – O QUE É ISSO?

– Boa tarde pra você também Claire. – minha mãe falou irritada. Minha mãe sempre odiou Claire e isso era reciproco.

– NESSIE! – Claire veio até mim, seus olhos arregalados.

– Calma – falei baixo para minha mãe não escutar, como uma benção, minha mãe aumentou o volume da tv no mesmo instante. – Você precisa se focar no bebê, pare de se preocupar comigo e com o que eu faço com a minha mãe. Você agora tem a sua família que vai começar a crescer. – eu sorri. – Quero que fique calma no que vou te falar agora, não tem como eu voltar com a minha decisão.

Claire assim que falei isso já percebeu que era sério e ficou quieta até eu falar a última palavra sobre a noite de ontem. É claro que ela iria espernear, me xingar, mas ela sabia que quando eu colocava uma coisa na cabeça não tinha segunda opção.

... Continua...

Notas finais
N/Carol: É aí meninas? Ainda estão por aí? O que acharam do capítulo? Jake vingativo... Mamãe da Nessie será que tomou jeito? E a luta? Isso no próximo capítulo... Espero postar ele no próximo final de semana, depende de vocês. Beeeeijo e mais uma vez obrigada!