Fighter

12 Capítulo 11


Notas iniciais
Boa noite meus amores! Desculpem pela demora mais uma vez... Esse capítulo estava pronto há algum tempo, mas eu ainda não estava com coragem de posta-lo, pois não achava - e eu não acho ainda - que estava bom. Mas, não consegui melhora-lo e espero que gostem, dei o meu melhor e espero que tenha retratado bem o andamento da luta. A beta não conseguiu betar o capítulo, mas já o li algumas vezes e espero que não tenha nenhum errinho. PS: Amei os comentários e fiquei feliz por ter tanta gente lendo ainda. Mesmo que a proporção de comentário seja de 10% aos que leram o capítulo. Muito obrigada meninas! Boa leitura e espero que gostem!

CAPÍTULO ONZE

POV NESSIE

...

– Baixinha... – ele pegou minha perna no ar quando tentei dar um chute no ar. Eu quase cai, ainda bem tinha feito muito balé, equilíbrio é uma qualidade que adquiri com isso. – Precisa ser mais alto... Você não sabe quem irá enfrentar, portanto, mais alto e mais forte. Você consegue. – ele piscou.

Há quatro horas treinávamos golpes de mai-tai, porque Jake disse que dois tipos de luta já era o suficiente para eu lutar bem e ganhar a luta. Nunca tinha praticado boxe com ele... Quando vim pra cá aboli isso da minha vida, deixando no passado. Mas Jake gostou muito do que viu, disse que tinha percebido muitas coisas desde que contei a ele o que eu era. E que eu realmente venceria a luta se colocasse na cabeça que venceria, porque golpes e técnica eu já tinha. É claro que ele era suspeito...

Jake como técnico ficava ainda mais sexy do que quando lutava, ele era um ótimo técnico, concentrado e ético. Mesmo eu sendo maliciosa algumas vezes, em nenhuma ele me deu bola.

Jake agora pegou a luva para eu bater e começou:

– Um, dois, três... – batia nas duas mãos dele o mais forte que conseguia. – Defesa... – me defendi encolhendo o braço e as mãos sobre meu rosto e cabeça. – Mais rápido... Um, dois, três... Defesa! – era difícil se concentrar com ele sendo tão mandão e eu querendo beija-lo toda hora. Mas, com muita força de vontade eu conseguia, com as aulas de balé também apreendemos a ficar concentrada mesmo com todo mundo desestabilizando.

...

Não dormi bem, essa noite também não foi uma das melhores. Fiquei pensando no quão importante tudo isso era, pra mim, pra minha mãe, para Jake. E eu tinha medo, medo de não conseguir retribuir...

Acordamos cedo, porque era em Detroit a luta. Voltaria para a minha cidade natal depois de poucos meses. Convenci Claire a não ir e ficar cuidando do bebê, pois, ele precisava mais de cuidados, ela ainda está bem no começo e já estressou demais por causa de mim.

Jake arrumou sua mochila com poucas mudas de roupa, eu fiz o mesmo e logo saímos, junto com a minha mãe para o aeroporto.

Eu não sei como minha mãe conseguiu chegar até mim, não cheguei a conversar com ela sobre isso, depois do chamado que dei nela, ela ficou quieta o dia todo, foi dormir cedo e comeu pouco. Mas aquele dia ela chegou transtornada, não sei como conseguiu...

Jake estava tão quieto e estranho desde a nossa conversa, percebi que também não dormiu esta noite e isso me machucava, pois, sabia que o estava levando para uma viajem perigosa e que ele não queria fazer. O medo continuava entre nós, ele por medo de alguma coisa acontecer a mim e eu por telo colocado em risco sem saber se iria retribuir ou fraquejar diante dele.

Jake conseguiu chegar em apenas 3 horas no aeroporto. Embarcamos no horário para um voo de aproximadamente 4:30horas.

Jake segurava minha mão bem firme.

– Você não gosta de altura, Jake? – eu perguntei já sabendo da resposta, lembrando que ele não quis ficar na janela, fazendo uma careta quando lhe perguntei se ele queria.

Ele fez outra careta.

– Sim... – ele suspirou. – Quando tinha uns 8 anos, cai de uma altura de uns três metros. Quebrei o braço direito e quase o fêmur, por pouco não fui dessa pra melhor, desde então eu não gosto de altura.

–Você nunca tinha me contado isso. – eu sorri, mesmo tremendo um pouco por causa da informação que ele quase morreu. – Como isso aconteceu?

– Hum... – Ele sorriu acariciando minha mão que estava gelada depois da descoberta dessa queda. – Por causa do meu irmão, Embry. Ele queria que eu fizesse um negócio que não me lembro bem o que era, eu não fiz. Sempre gostei de contrariar mesmo sabendo que, apanharia depois. Ele não gostou e correu atrás de mim para me bater, fui ao meu quarto que é no segundo andar e ele correu atrás pegando pelo braço e me içando pela janela. – minha boca se abriu não conseguindo acreditar no que ele me contou. – Não fique com esse sentimento, nós éramos crianças, ele não pensou no que estava fazendo... Só era uma brincadeira... Na verdade se eu ficasse quieto, teria ficado tudo bem, mas me debatia muito, ele me segurava com as duas mãos e me falava para não gritar e nem se debater, só que eu não escutava, ele era muito forte para me aguentar. Mas, eu me debatendo tanto, ele por um segundo não aguentou e eu caí. – minha boca se abria mais incapaz de pensar que Embry faria isso com Jake, eles são tão amorosos (do jeito ogro deles) um com o outro. Jake passou as mãos pelo meu rosto. – Não fique assim. Meu pai o puniu por pelo menos meio ano e ele ficou tão arrependido que nunca mais fez alguma coisa contra mim, e ainda defendia um pouco quando meus outros irmãos queriam me bater. – ele riu, e pela primeira vez depois do banho de ontem ele sorriu com vontade. Como eu adorava esse som, essa imagem, como os olhos dele brilhava quando ria.

Pelo menos por alguns minutos nós se esquecemos de tudo, para conhecer um pouco mais sobre o passado de Jake sofrido, mas feliz com suas lembranças.

...

Nos dirigimos na parte norte de Detroit, onde era mais perigoso, onde só rolava drogas e agiotas.

Não demoramos muito até chegarmos em um abandonado ginásio de vôlei. Minha mãe permaneceu calada, nos guiando como um mestre nessas ruas tão escuras. Nunca imaginei minha mãe passar por elas. Como posso não conhecer minha própria mãe?

– Ora, ora se a Sra. Cullen não apareceu com sua pupila? – Uma voz grossa veio guiada por um corpo, alto, forte e bem arrumado. Nunca o tinha visto, mas pelo que já passamos seria ele o dono da luta que eu teria que lutar. – Fico orgulhoso de ter conseguido traze-la aqui. Como vai Renesmee?

Eu fiz menção de falar ou indagar quem era ele. Quando o mesmo me interrompeu.

– Ah que educação a minha! – ele joga as mãos na cara. – Sou Garret Anseel o maior agiota da costa norte. Sua mãe me deve uma bolada, espero que você possa recuperar o meu prejuízo. – ele sorriu olhando diretamente nos meus olhos, Jake apertou mais minhas mãos.

– Farei isso, desde que minha mãe esteja livre dessas suas dívidas. – falei firme.

– Vejo que trouxe até um namorado. Como se chama Sr? – ele parecia muito calmo, porém muito malicioso em suas palavras.

– Jacob Black. – Jake respondeu sua voz tão ameaçadora possível.

Ele não tinha medo de nada, sua pose denunciava isso. E eu sabia que isso não era bom. Garret lembrou-se do nome, pelo jeito a fama de Jake no mundo de lutas clandestinas era maior que eu pensava. Os olhos de Garret chamuscaram pensando no dinheiro fácil que Jake ganharia aqui em Detroit lutando por ele. Um frio percorreu minha pele e Jake percebeu isso também.

– Olha! Quem diria que um dia o lobo enlouquecido estaria aqui na minha frente sendo acompanhado pela linda Renesmee Cullen. – Jake não gostou nenhum pouco do tom que Garret usou quando se referiu a mim. – Você ganharia muito dinheiro aqui se quisesse trabalhar para mim.

– Nem pense nisso. Ele só está aqui para me acompanhar. Acabando essa luta você não nos vera mais. – minha voz do nada ganhou uma força de leoa. Eu não aguentaria Jake aqui nessa vida, por minha culpa, mesmo se ele quisesse entrar nela.

– Não precisa ficar nervosa Renesmee... Outra hora conversamos melhor sobre isso Sr Black. Agora temos um show a garantir. – ele nem se alterou virou-se e andou em direção a uma porta. Foi quando percebi que a porta onde adentramos estava abarrotada de grandes homens prontos para se alguém desistir fazer o trabalho sujo.

Olhei para Jake que suspirou falando no meu ouvido.

– Não precisava de tudo isso... Eu sei falar sozinho. – e sorriu. – Agora se concentre na sua luta.

Chegamos em uma sala um pouco iluminada, só agora percebia os gritos vindo da sala a frente. Esse ginásio era muito grande... E o som era abafado por talvez o teto acústico que eles devem ter colocado, é claro isso tudo para não chamar a atenção da polícia principalmente.

Me troquei rapidamente para lutar, Jake e claro não tinha gostado do meu short. Mas não falou nada, só estreitou o olhar quando o segurança me olhou.

– Baixinha, confio em você. Sei que irá ganhar e tenho muito orgulho de você. Jogue com o coração, é com ele que se joga, lute com sua alma, por mim, pelo seu pai, você já é uma vencedora. A minha lutadora baixinha que amo tanto. Vai lá e destrua ela. – ele piscou secando minhas lagrimas que já estavam a cair.

– Obrigada por tudo Jake, eu te amo. – e beije-o como se fosse o último beijo.

Respirei fundo depois de tirar meus lábios dos de Jake. E meu nome foi cantado no ringue...

– Filha... – minha mãe pegou em meu braço. – Obrigada por fazer isso por mim.

Eu assenti para ela e subi uns degraus até a antiga quadra de vôlei adaptada para um ringue... Olhei ao redor não se preocupando em olhar para minha adversária que nem sabia o nome, eu olhava as arquibancadas cheias, até perto do ringue era cheio de homens, só homens gritando ensandecidos por duas mulheres que lutariam até não puderem mais.

Fazia tanto tempo que eu não entrava num desses, e da última vez não sai nada bem daquele ringue jurando nunca mais entrar em outro e cá estou eu, agora sem poder perder de novo e tendo mais uma oportunidade de dar o orgulho que meu pai merece e que Jake também merece...

Eu precisava ganhar... Não importava quem era a minha frente... Eu não tinha alternativa... Hoje não...

Então o gongo soou e só assim percebi quem se tratava a minha frente.

Era Sophia Banch, uma antiga lutadora de luta livre que chegou a ser uma boxeadora profissional, e eu cheguei a lutar contra ela, no auge, quando a venci com um soco no olho deixando fundo o bastante para até hoje ver que não voltou ao normal. Ela queria que eu tivesse o mesmo buraco, pois antes mesmo de eu olhar diretamente pra ela, acertou um soco bem no meu olho direito. Caí é claro...

Mais um erro de concentração, sempre erros sucessivos...

Ela então comigo deitada começou a bater, sem dó e nem piedade.

– NESSIE DEFESA! – Ouvi Jake gritar tão alto quanto pode.

Obedeci no mesmo instante.

Coloquei minhas mãos entre os olhos enquanto ela me fixava no chão.

Eu já estava atordoada e os gritos viraram vaias com o andamento da luta, já pensando que eu morreria fácil.

Mas, eu não podia... Eu não podia perder novamente... Errar novamente. Eu tinha que lutar, como uma lutadora que Jake jurava que era. Eu precisava que ele acreditasse em mim e para isso eu teria que lutar.

Com os braços ainda se defendendo dos socos de Banch, comecei a mexer o quadril o mais forte que podia. Ela então mudou o rumo...

“Não se esquece baixinha, se ela te encurralar no chão se remexa, ela vai mudar de foco, socando seu quadril e ai você terá a chance de virar o jogo”

Com as palavras de Jake ainda frescas na minha mente, fiz o que ele me ensinou ainda ontem...

Quando ela deu o segundo soco com a guarda baixa acertei o soco bem em seu lado esquerdo da cabeça, ela se balançou, se levantando e titubeando, totalmente desestabilizada.

– ATAQUE! – Jake novamente gritou, anunciando novamente minha nova fase na luta.

Fui até ela rápida e certeira atacando-a com socos laterais, não deixando minha guarda baixa e nem dando a oportunidade dela me derrubar e voltar a luta para o chão, eu sabia que minha luta tinha que ser em pé.

Dei um soco no estomago, ela continuava em pé, atordoada, mas não desistia. Sua cara estava suja do seu próprio sangue, ou talvez, do meu? Não sentia nada, só a certeza que tinha que ganhar, o sentimento da vitória quase se apossando de mim. Eu estava perto... Eu sentia...

– Banch! ACORDE! – E aquela voz veio de novo nos meus ouvidos...

Me desestabilizando novamente, ele estava ali. Ele novamente me achou, ele queria me destruir, só podia ser isso.

Não era possível ele estar em todos os lugares... Ou fazia parte do seu plano de me destruir por inteira? Tudo, minha mãe, luta do Jake, dívida e essa luta em pró da anuência da dívida da minha mãe... Ele estava por traz de tudo isso e Jake estava mais uma vez certo... Como eu podia ter a certeza que ele me deixaria em paz? Quando o deixei livre para fazer o que quisesse? Eu errei, mais uma vez errei! Ele não me deixaria em paz.

Olhei para Jake e ele era contido por vários seguranças... Seus olhos furiosos querendo matar o inimigo do outro lado do ringue.

Olhei para o inimigo e ele sorria porque eu caí novamente diante dele, com outro soco de Sophia... Ele sabia que eu cairia diante dele, pois ele era meu pesadelo mais cruel... Ele era meu passado voltando com toda força...

Ela dava socos no alto da minha cabeça, alguns na boca... Sentia o gosto do sangue enquanto ela rasgava meu lábio inferior. Mas uma vez perderia para o meu passado...

As mãos de papai passavam pelos meus cabelos enquanto cantava a canção de ninar que eu mais gostava, sei que ele não tinha voz para isso e era desafinado, mas naqueles poucos minutos que o escutava era a parte mais feliz do meu dia, pois ele estava ali. Era sua presença, como ele passava as mãos pelos meus cabelos e pelas suas palavras quando pensava que eu estava dormindo...

– Ness, te amo muito. Durma com os anjos e seja forte, saudável, tenha muito amor no seu coração e seja feliz... Você merece minha linda lutadora...

Algumas vezes, papai estava mais triste... Antes eu não sabia o porquê daquelas palavras, e nem o significado delas, mas hoje eu sei.

– Ness, filha, quero que sempre lute pelos objetivos traçados por você, que lute por aquilo que quer, não precisa ser uma pessoa rica para ser uma vencedora, mas precisa ser uma lutadora para lutar e ser uma vencedora. Se alguém te derrubar, levante-se. Se errar, corrija seu erro. Se perder, ganhe na próxima. Lute pelos seus objetivos e ganhe sem precisar ganhar. Você sempre será a coisa mais importante da minha vida. Sempre estarei ao seu lado, mesmo não estando perto. Eu sempre estarei aqui. Eu te amo e tenho orgulho de você e sempre terei independente dos anos que vão passar...

Eu precisava ganhar, era como ele me dizia... Se te derrubarem, se levante e sempre lute pelo que quer, você vai se sair vencedora, independente do resultado.

Tinham se passado alguns segundos, poucos, talvez dez, vinte ou no máximo trinta segundos. Ela nesse meio tempo bateu mais, castigou muito mais, só que se cansou, ela não tinha mais o mesmo impetro e os socos eram mais fracos.

Foi então que o congo soou... Não pensava que tinham intervalos...

Eu levantei, tendo a certeza que o próximo round viria com tudo e ganharia, pois, era o que eu mais queria neste momento.

– Baixinha... – a voz de Jacob era fraca e ao mesmo tempo irritada. – Ele está aí... Eu vou mata-lo dessa vez... – ele estava descontrolado e pegava nos meus cabelos, pois, minha cara nem precisava olhar no espelho para saber que eu estava acabada e ensanguentada.

– Jake – peguei seu rosto com as mãos inchadas. – Eu vou ganhar! Calma! Não deixe ele destruir a nossa vida, ele só quer isso. Agora eu sei... Sei também que vamos conseguir juntos sair dessa. – eu sorri, mesmo sabendo que saiu uma careta feia.

– Ok. Ok. – ele suspirou. – Desculpe... – ele sorriu. – Você continua linda mesmo com a cara toda arrebentada.

Antes que eu pudesse ser mais romântica do que ele. Eu fui chamada novamente, nem deu tempo de limpar meu rosto. Mas, não precisava...

Soou o gongo e começamos, agora eu mais focada do que nunca nela.

Brandile continuava cantando a luta pra ela.... Ela como eu na minha época, agia da mesma maneira, sempre como um robô, com golpes programados por ele e pela psicopatia dele... Ela era só uma vítima. Uma vítima do psicopata que deixei livre para fazer o que queria.

Ela, como eu, tinha erros sucessivos, e que dava para perceber rapidamente. Suas pernas não eram rápidas, só as mãos. Eu precisava de uma chance para dar-lhe o golpe fatal.

E ela deu antes mesmo de eu me cansar. Ela veio com tudo contra mim, cansada e querendo um só soco bem onde já estava acabado – meu lado esquerdo. Então, quando ela tentou voltar e me socar, contra-ataquei dando-lhe um soco no olho esquerdo, o mesmo da primeira luta. Era forte e certeiro, ela colocou as mãos no olho e cambaleou para trás.

Mas, eu sei que ela iria voltar e precisava nocauteá-la...

Ela desnorteada, era minha chance, lembrei de mais um ensinamento de Jake ainda ontem, do chute alto e forte na cabeça da adversaria, e assim como ele me ensinou... Levantei minha perna rápida e certeira dando-lhe um chute em sua cabeça e só assim ela caiu, sem se levantar mais incapaz de voltar para continuar a luta e o som do gongo veio acompanhado dos gritos ensandecidos do ginásio abandonado. Eu tinha ganhado... Depois de anos eu tinha vencido uma luta, por acreditar que venceria. Por ter Jake ao meu lado e só assim percebi que eu não servia para ver as pessoas cair diante de mim. Eu escolhi a profissão certa, vencer ajudando a encontrar os males das pessoas e conseguir reergue-las como um psicólogo me reergueu quando precisei.

Só agora sabia que minha vida estava completa, com as escolha que fiz, sendo amparada sempre pelo meu pai que não estava presente em vida comigo mais me mandou toda a felicidade colocando Jake no meu caminho depois de todo o sofrimento que passei. Ele sempre estaria aqui, do meu lado, protegendo-me e me amando...

E hoje eu sabia... Eu sempre seria uma lutadora... Sempre buscando uma vitória, mais uma, mesmo que não sendo em um ringue. Eu era uma lutadora e sempre teria meu maior lutador, aquele que me amou desde o primeiro instante e batalhando comigo para vencer...

Seus grossos braços estavam ao redor da minha cintura enquanto enlaçava meu corpo para o alto, sorridente, feliz e realizado.

– Eu te amo minha baixinha... Eu te amo minha lutadora, minha vencedora acima de tudo e acima de qualquer ringue, você é a vencedora da vida!

Suas palavras eram melhores do que qualquer pessoa dizendo que venci, ele estando aqui era minha melhor vitória. Ter o conhecido era acima de uma vitória, foi minha salvação.

Agradeceria pra sempre minha sorte em encontra-lo. Meu eterno vencedor, meu lutador mais ferrenho.

Todo mundo sabe que para um lutador, sempre haverá uma lutadora consigo.

Lute sempre pelos seus objetivos, pois, mesmo que a vitória não venha, você sempre será um lutador.

Notas finais
N/Carol: Meninas espero que tenham gostado e se não gostaram, podem meter o pau nos comentários. Então, eu não sei ainda como a fic vai terminar, se isso foi o final adequado ou não, ainda não me decidir, estou lendo o livro Belo Casamento e me deu algumas ideias. Mas não sei se ficariam boas, de qualquer modo, pelo menos o Epílogo vocês terão, só podem esperar um pouco mais pela minha decisão. kkk Até mais meus amores... Espero que minha inspiração venha e não as faça esperar muito tempo. Beeeijo =DD #VaiAlemanha!