Notas iniciais
OI... Olha eu aqui postando mais uma vez, até que não demorei muito dessa vez. Espero que gostem desse cap e nos falamos mais nas notas finais...

Anastásia até hoje ainda não tinha andado de helicóptero e tinha que admitir que adorou o passeio de helicóptero, teve tempo o suficiente pra pensam em mil e uma coisas. Christian tinha acabado de pousa o helicóptero em um prédio chamado Escala, posso fazer isso, ela disse a si mesma de maneira firme enquanto tirava o sinto de segurança. Um homem alto, forte vinha em sua direção e abriu a porta pra ela a ajudando a sair do veiculo. Christian esticou a mão pra ela esperando que ela a pegasse, mas isso não aconteceu, Anastásia lançou um olhar sarcástico ao passar por ele e seguiu para o elevador.

–Vamos passa a noite aqui no Escala, e pela manhã vamos para Aspem passa o resto de nossos dias por lá... –Fala Christian ao entra no elevador acompanhado do homem que foi a ajudar a sair do helicóptero.

–Taylor, leve as coisas da senhorita Steele para seu quarto como combinado e depois vá conferir se meu jatinho estará pronto a tempo.

–Sim senhor... –Ah! Estão o homem se chama Taylor. Christian digitou alguns números no painel e o elevador começou a desce. Não deu nem um minuto e ele volta a para abrindo a porta, Ana sem a mínima presa de sair do elevador deixa os homens irem à frente. Ao sair do elevador e olhar ao redor ficou de boca aberta, a cobertura do Sr. Grey e incrível! Uma senhora de meia-idade entro na sala.

–Boa noite Sr. Grey. –Uma senhora aparece.

–Boa noite Sra. Jones, esta é Anastásia Steele. Anastásia, esta é Sra. Jones, minha governanta.

—Como vai? —Perguntou Anastásia educadamente.
—Encantada, tenha certeza, querida. —Disse a governanta de maneira jovial segurando a mão de Anastásia entre as suas.

—Suponho que já tenha concluído minhas primeiras instruções –Christian fala para à governanta. Anastásia franziu as sobrancelhas. Primeiras instruções? Que primeiras instruções?
—Tudo como pediu, Sr. Grey. Trarei a comida em breve.
—Bom. -Quando ele se virou e pegou seu braço, Ana enrijeceu, mas o olhar no rosto dele sugeria que ela não criasse confusão na frente de Gail, e ela relutantemente obedeceu, permitindo que ele a conduzisse escada a cima.

—Que primeiras instruções? —Perguntou ela maliciosamente enquanto passavam por várias portas fechadas em cada lado.
–Nada para você se preocupar. Telefonei para a Sra. Jones antes de sair de Portland para dizer-lhe que estava trazendo uma amiga especial para passar a semana e que jantaríamos esta noite.
–É claro que não lhe disse quem eu era nesta ligação.
–Claro que não.
–Ouso dizer que ela está acostumada com o fato de você trazer mulheres para casa quando regressa de suas viagens.
–Não é uma situação ignorada. Mas você é de longe a mulher mais famosa e a mais bonita a ter embelezado estes corredores. -Anastásia riu com desdém.

–Pensei que sua casa com milhares de metros quadrados e com um batalhão de empregados. Todos eles a sua disposição para atende a qualquer momento suas ordens.

–É um ponto de vista muito cínico.
–Mas sou uma mulher muito cínica.
–Já tinha notado. Mas, cinismo, como qualquer outro estado mental negativo, pode alimentar a si próprio e tornar-se autodestrutivo. Quando voltei de Chicago para mora aqui, logo vi que meu cinismo não me levaria a lugar nenhum, se quisesse ser respeitado em Seattle teria que mudar meu jeito. Sei disso por experiência própria. Mas ao voltar para casa logo me torno um homem diferente.

–Percebi pelo seu tom de voz que parece não está feliz vivendo aqui? Por que ficar então se este for o caso? Se sente tanta falta de Chicago, por que não volta simplesmente?

–Agora você me surpreende Anastásia. Ou me desaponta, não foi curiosa o bastante para descobrir os fatos fundamentais do meu passado. Mas não e tão fácil assim, vivia em Chicago por obrigação do trabalho, aquela cidade só me trás coisas ruins. Mas me envolvi com uma pessoa que não deveria e tive que sair às presas de lá.

–Espera ai...! -Anastásia parou subitamente, lançando-lhe um olhar sobressaltado. —Mas, mas por quê? –Christian lhe lançou um sorriso enigmático.
–Boatos que fui pego na cama de uma mulher casada enquanto seu marido não estava.

—É a verdade? —Perguntou ela.
—A verdade é que a mulher ainda não era casada e sim noiva. Infelizmente, seu futuro marido era meu amigo.

–Que belo amigo você foi em...

–Na época era apenas um jovem começando sua empresa que gostava de curti a vida. Não pensava nas consequências de meus atos. E esse foi o pior de todos, essa não tinha sido a primeira vez que nos encontrávamos. Ela me ajudou em um momento difícil da minha vida.

–E você realmente dormiu com ela?

–Esta era minha intenção. Mas fui descoberto antes do momento, ele chegou nós pegou apenas com algumas peças de roupas enquanto nos agarrávamos no sofá da casa. Lincoln e eu saímos na briga e consegui acerta um soco que fizesse com que ele caísse no chão, ela me botou pra fora de casa e disse pra mim nunca mais a procurasse. Pedi pra que ela viesse comigo mais ela não aceitou. Peguei o primeiro avião para fora dali, mandei outras pessoas no meu lugar pra resolver o que tinha deixado pendente nos negócios por lá.

–Sei... –Anastásia assentiu com a cabeça. –Vocês deveriam se amar muito pra corre tanto risco um pelo outro.

–Não Anastásia, eu não amo ninguém. Já ela, acho muito improvável que me amasse se não teria vindo comigo pra Seattle. Mas ao invés disso, ela escolheu o marido.

–E o que houve com ela?

–E sempre tão curiosa senhorita Steele? –Pergunta Christian. -Venha... -Disse ele agarrou seu braço mais uma vez. -O passado fica no passado, Anastásia. Acredite quando digo que não tem mais nenhum efeito sobre mim. -Não era verdade, mesmo não querendo uma parte sua ainda era afetado pelo seu passado. É claro que o fato de ele ter pagado uma quantia exorbitante de dinheiro por ela era resultado direto de ter sido, talvez não rejeitado como tal, mas incapaz de ter a mulher que desejava desesperadamente. Nessa ocasião, a beleza de Anastásia havia inspirado nele um desejo e nada ia impedi-lo de satisfazer este desejo desta vez. Não saberia explica o que seria, mas, mesmo assim, era uma força poderosa. Ele podia senti-la, fazendo seu estômago se comprimir e seu coração acelerar. –Esse e seu quarto. -Christian abre a porta e dar passagem pra Ana. -Espero que se sinta confortável enquanto estive aqui e suas coisas já estão no armário. -Passando por ela e cruzando o espaço acarpetado até onde as portas duplas pintadas de branco davam para outra varanda isolada. Quando abriu a porta, uma brisa agradável soprou, desarrumando o fino tecido branco dobrado em volta da cama de quatro pilares. Ela olhou para a cama muito bonita e grande com sua colcha de renda amarela e as fronhas combinando. Era impossível imaginar-se junto com o Christian nela. Era uma cama destinada ao romance e à relativa inocência, um quarto para a suavidade e a ternura, não o tipo de sexo que eles iriam ter pelos próximos cinco dias.

–Atrás daquela porta e o banheiro, e aquela portas duplas são a do seu closet. Qualquer coisa e só fala com a Sra. Jones. Espero lhe encontra devidamente vestida para janta comigo daqui à uma hora. –Christian virou-se e deixou o quarto fechando a porta ao passa por ela.

–Sim Senhor... -Ela soltou antes de rodopiar e anda em direção à porta que ele dissera que levava ao armário. Suas roupas já estavam arrumadas no armário mais do que adequado. Ela abriu-as com raiva, retirou o que precisava para a noite e seguiu para o banheiro. O banheiro era tão bonito quanto o quarto. Todo de vermelho e branco, com acessórios também vermelho e mobília prateada. Acima do banco com azulejos corria um enorme espelho emoldurado em prata que deslizava para trás e revelava prateleiras contendo uma variedade impressionante de cosméticos.
Tinha também uma hidromassagem, uma ducha espaçosa. Diferente de alguns banheiros menos bem equipados, este tinha vários suportes ostentando uma grande seleção de toalhas rosa felpudas. Havia também um cesto de roupas sujas com um aviso dizendo que quaisquer roupas depositadas seriam lavadas, passadas e devolvidas no mesmo dia. E falar em mimar os hóspedes!
Bem, ele pode propiciar tais prazeres, Anastásia supôs ao retirar uma touca de banho do pacote e ajustá-la sobre a cabeça. Qualquer um que pudesse pagar dez milhões de dólares para dormir cinco dias com uma mulher da qual gostasse tinha que ter mais dinheiro que juízo. Por outro lado, como diz o ditado, você pode comprar sexo, mas não pode comprar o amor.
Não que o ele desejasse amor nestes dias. Estava claro que ele não queria isso e nem deveria saber o que e. O coração que batia em seu peito hoje era duro igual à pedra. Não precisava ser um gênio para perceber isto. O que ele queria das mulheres que trazia aqui não tinha nada a ver com amor.

Notas finais
Então o que acharam? No próximo cap finalmente teremos a grande noite entre Anastásia e Christian. Mandem seus comentário. Digam o que querem vê na fic, o que precisa ser melhorado o que vocês mais gostam. Não esqueçam também de favorita e manda suas recomendações. Já sabem recomendações levam a cap postado mais cedo então pra vocês que estão curiosos pra saber como vai ser a noite deles. Já sabem o que tem que fazer... BEIJOS, LEITORA MISTA.