Fifty Shades Of Feeling
13 Uma noite de surpresas...
Notas iniciais
Estava em duvida no que usa pra ir janta com o Christian, pensei em dar uma descida e espiar no que ele estaria vestindo pro janta, mas alguma coisa me diz que o que ele vestisse ficaria muito bonito. Anastásia se concentrou na aparecia e pronto. Eu coloquei uma camisola de pura seda na cor preta e calçou um salto alto, eu adora saltos altos para mim eles me deixavam mais confiantes e sexy, pelo menos nesse momento uma das duas opções estava garantida.
Sai do quarto e fui pra sala atrás dele e quando cheguei lá, tive uma surpresa, ela estava cheia de velas aromatizadas com cheiro de rosas a sala estava escura a única luz mais forte era a da lua que entrava pelo vidro da parede da cobertura e se não estivesse enganada de fundo tocava uma musica clássica que acho que seja do Frank Sinatra. Perto do vidro estava uma mesa redonda posta pra duas pessoas jantarem, e ele estava ao lado dela me olhando. Ele estava usando um belo pijama masculino azul escuro e assim que ele veio caminhando em minha direção percebi que ele não usava nada além do pijama.
—Espero que tenha gostado da surpresa...? –Ele fica a centímetros de mim e puxa minha mão e a beija como um perfeito cavalheiro.
—Tenha certa que me surpreendeu... –Falo.
—Vamos nós senta que eu vou servi o janta. –Fala Christian puxando a cadeira para que eu sente nela.
—Você?! Cadê a Senhora Jones? –Pergunto olhando pra ele.
—Lhe dei o resto da noite de folga junto com Taylor, estamos sozinhos baby. –Christian se retira e quando volta está com um carrinho de comida.
—Primeiro a entrada, espero que goste. –Enquanto Christian colocava as entradas, observei a sala e falei.
—Não sabia que você fazia o estilo de corações e flores. –Como estava escuro até o momento não tinha percebido o circulo de pétalas de rosas que tinha no chão.
—E não faço você e a primeira mulher a quem faço isso. -Ele afasta o carrinho e se senta na minha frente e pega a garrafa de vinho dal Pizzol Gamay Beaujolais e nós serve um pouco da bebida, mas tenho em mente não passa de duas taças, para que depois não me arrependa pelo que fiz por está sobre o efeito da bebida.
—Obrigado. –Falo assim que ele termina de enche até a metade a taça.
—Pedi para que a senhora Jones preparasse uma refeição completa para nós essa noite, de entrada vamos comer Varrine de Kani-Kama e abacate. De prato principal Fettuccine de palmito e camarão e de sobremesa nada melhor do que torta de maçã com sorvete. –Anastásia ficou com água na boca quando ele disse torta de maçã com sorvete ela tinha uma grande queda por esse prato. Ambos começaram a comer em silencio um silencio um pouco incomodo.
—Hã, conte sobre sua vida Anastásia. –Pedi Christian dando um gole no vinho.
—Você não precisa fica sabendo da minha vida, e tenho certeza que você já deve ter mexido seus pauzinhos e ter pesquisa pelo menos um pouco sobre ela.
—Queria ouvi ela da sua boca. –Fala Christian. Não dei espaço para conversas com Christian e logo depois que terminamos o prato principal, ele se levantou e esticou a mão pra mim. –Vamos dança. –Hesitei um pouco, mas aceitei. Formos até o circulo de pétalas de rosas e começamos a dança em cima delas, Christian coloca as duas mãos na minha cintura e já eu fiquei com as minhas no seu ombro.
Levante minha cabeça e encontrei os olhos dele, aqueles olhos que neste exato momento estavam incandescentes com um calor e uma fome que desafiava sua determinação de permanecer dura e fria em sua presença.
O seu próprio sangue se inflamou, fazendo toda a sua pele eriçar-se. Seu cérebro borbulhava com uma excitação febril com os pensamentos mais corrompidos. A ideia de que logo ela estaria tocando-o, e sendo tocada por ele, quase a levou a um estado de derretimento. Anastásia sentiu seu rosto começar a queimar, fazendo seu orgulho entrar de novo em ação. Como ela podia fazer isto? Derreter-se por este homem como uma virgem cegamente apaixonada. Seria a humilhação final. Não. Ela não podia fazer isso. Não faria isso. Nem por todo o dinheiro do mundo!
Inclinando o queixo de modo desafiador, ela passou rapidamente por ele e deu alguns passos, colocando certa distância física entre eles antes de anunciar sua decisão.
—O que foi Baby...? —Ele perguntou, e ela virou-se para encará-lo mais uma vez.
— Vou colocar um ponto final nisso tudo... —Disse ela resolutamente enquanto seu coração acelerava e seu estômago se agitava. O rosto dele se entristeceu.
— O que quer dizer?
— Quero dizer que mudei de opinião. Não posso fazer isto. Vou voltar para o meu quarto para me vestir e arrumar minhas malas. Quero voltar para Nova York o mais breve possível... -Seus olhos cinza brilharam de modo ameaçador.
— Desse jeito?
— Sim. Desse jeito. -Ele não disse nada. Mas sua linguagem corporal falou muito. Não ia deixá-la ir embora de jeito nenhum. Christian a tinha alertado. Por que ela não o ouviu?
— Lamento te chegado até aqui. —Ana falou com a voz embargada, e dirigiu-se corajosamente em direção as escadas. Infelizmente, teve de passar por ele no caminho. Por um momento, pensou que estava salva. Mas então a mão direita dele surgiu repentinamente, agarrou seu pulso esquerdo e puxou-a, fazendo-a girar e dar de encontro com ele.
Como de costume, quando ficava encurralada, Anastásia reagia brigando. Sua própria mão direita girou loucamente em direção ao seu rosto. Ela o teria atingido de novo se a sua outra mão não tivesse segurado aquele pulso também.
—Me solta Christian! —Ela elevou a foz furiosa quando ele torceu seus dois braços atrás de suas costas. — Ou vou gritar...
—Pode gritar, não tem ninguém no apartamento e estamos praticamente no ultimo andar e o apartamento de baixo está vago há uns três meses. Não há ninguém por perto para ouvir. -As mãos dele apertaram seus pulsos e arrastaram seus braços para baixo, dando a ela uma relativa ideia de sua força, Anastásia percebeu que lutar com ele era inútil. Apesar de sua malhação na academia, ela não era páreo para aquele homem. Tudo que tinha para negociar era seu cérebro, visto que se recusava a envolver seu corpo, aquele corpo que até mesmo neste momento desejava submeter-se ao dele.
Que traidora era seu corpo! A maneira que seu corpo parecia se encaixa ao dele, coxa com coxa, quadril com quadril, seios com peito. Ele descalço e ela de salto, até seus rostos ficarem na mesma altura. Como seria fácil encaixar sua boca a dele, abrir seus lábios e aceitar sua língua. Igualmente fácil seria fazer um convite para uma invasão bem mais íntima. Anastásia estremeceu de vergonha com a excitação que experimentou ao pensar em fazer exatamente isto.
— Você... Você me assegurou uma vez que nunca forçou uma mulher a fazer o que ela não queria. —Ela falou sem pensar.
— Não forcei. E nunca farei isso.
— Então me solte.
— Você concordou com as preliminares. —Ele lembrou-lhe.
— Você chama estes maus-tratos de preliminares?
— Se soltá-la, tentará fugir. Mas sei que não é o que deseja. Quer que a toque e a beije. Quer que faça amor com você.
— Está enganado. Não quero que faça amor comigo. —Porque não quero descobrir que meu corpo quer ela pensou.
— Então o que é que você quer? Quem que eu a foda, com força?
— O quê? Não! Não, claro que não. —Só em pensar ela já se sentia fraca. —Eu disse a você —Ela protestou num último e desesperado gesto de desafio. — Não gosto de sexo. E não gosto de você!
— Vai gostar... —Prometeu ele, e até teve o descaramento de sorrir um pouco enquanto sua boca descia.
Ela tentou resistir, mas seus esforços a derrotaram ainda mais do que se ela tivesse ficado completamente imóvel. Mover a cabeça de um lado para o outro apenas aumentava o delicioso atrito criado por suas bocas unidas. Quanto a mover a parte inferior do corpo...
Desastre total!
Seus movimentos simplesmente lhe deram a imagem mental perfeita do tanto que ele se encontrava excitado, que era de tal maneira formidável que deixou sua cabeça girando. Ele realmente poderia ser assim tão grande, tão grosso e tão duro? Ele agarrou mais seus pulsos e apertou mais suas mãos contra o seu bumbum. —Possivelmente na tentativa de aplacar seus esforços. Ela congelou assustada, mas a esta altura a leve protuberância de seu estômago foi perfeitamente encoberta pelo sexo protuberante dele, e sua boca abriu-se um pouco. A língua dele imediatamente escorregou para dentro. De modo nem grosseiro nem brutal. De modo lento e confiante, ele tinha gosto de menta.
E por que não? Apesar de sua decisão anterior, ela estava se derretendo. E seu orgulho não podia mais ser visto. Em seu lugar estava um poderoso impulso de simplesmente afundar nele e deixar a natureza seguir seu curso. Seu suspiro de rendição não deixava dúvidas. Talvez porque fosse mais um gemido que um suspiro, um som sensual ecoou em sua boca e lhe dizia que era toda sua. A boca dele ascendeu e seus olhos permaneceram grudados nos dela, vitrificados, e os dele brilhavam, brilhava tanto quando a lua que brilha sobre a noite. Mas mesmo assim ele não a soltou.
— Me beija... —Ele murmurou. Anastásia olhou para sua face ainda avermelhada, depois olhou fundo nos seus olhos. Se estivessem demonstrando raiva ou arrogância, o feitiço erótico que ele estava sendo poderia ter sido quebrado. Mas não estavam. Estavam suavemente manifestando emoção, e quase sonolentos, com as pálpebras pesadas de excitação. Seu rosto estava quente sob seus lábios. Quente e ligeiramente eriçado. Sua barba estava começando a crescer. Ela gostou da sensação da barba espetando sob os seus lábios já sensibilizados, esfregando a boca sobre a superfície áspera, não uma, mas várias vezes. Quando sua língua lançou-se para frente e lambeu seu rosto, um tremor violento desceu por sua espinha. O sobressalto fez seu rosto afastar-se do dele e seus olhos encontraram mais uma vez.
— Gostou disso, não gostou? —Disse Christian.
— Gostei... —Ela concordou, embora um pouco confusa. O que havia neste homem que ela até gostaria de lamber sua pele sem barbear? Sua habilidade, ou apenas a situação em que se encontrava?
Talvez estivesse secretamente excitada com o fato de ele ter pagado uma fortuna de dólares para fazer sexo com ela. Talvez gostasse do fato de não ter de gostar dele. Talvez o segredo de seu sucesso sexual ali era que podia distanciar-se de qualquer emoção que a deixasse vulnerável. Qualquer razão que fosse, não havia volta. Tinha de saber como seria com ele. Tinha.
— Não se preocupe... —Ele murmurou, e curvou-se para roçar seus lábios nos dela com uma ternura encantadora. —Antes de esta noite terminar, você gostará de fazer muito mais coisas.
Ele soltou seus braços de maneira abrupta e isto a desorientou por alguns segundos. Ela até sentiu uma pontada de desilusão com sua liberdade física. A ideia de que gostara de ser mantida prisioneira assim a preocupava, bem como sua declaração de que ela gostaria de fazer muito mais coisas. Sua mente ficou confusa com as várias imagens que lhe chegavam. No entanto, junto com o choque, havia uma excitação vertiginosa e um desejo de experimentar simplesmente tudo que havia para ser experimentado com este homem.
Este pensamento a deixava atordoada. Ela não era assim, durante os últimos anos deixou de ficar desesperada para gostar de sexo e simplesmente perdeu o interesse. Ficou até entediada. As mãos dele começaram a passa pela minha costa, e fui descendo até chega à bunda onde ele deu uma leve apertada. Fazendo Anastásia fica sem reação então ele botou as mãos no quadril dela bem a onde tinha renda da camisola.
— Você usou esta roupa para me provocar? -Ela não disse nem que sim e nem que não.
— Funcionou. —Ele acrescentou quando começou a subir suas mãos até seu ombro e abaixa a alça da camisola. Anastásia ficou tensa, certamente ele não tinha a intenção de deixá-la nua ali no meio da sala. O que viria depois? Ela iria jantar com ele nua?
— Faz você parecer uma prostituta... —Ele falou asperamente, e a camisola foi para no chão aos seus pés a deixando-a a frente dele com nada além daqueles saltos altos de cetim e calcinha também preta. Christian deu um passo para trás, absorvendo tudo enquanto seus olhos ardiam sobre sua nudez. Ela ficou lá, imóvel, ofendida por ele ter dito que ela parecia uma prostituta. Talvez fosse verdade, mas talvez fosse o que ela se tornara. À medida que ele olhava, ela ficava mais ardentemente ciente de seu corpo feminino do que jamais estivera. Sua pele parecia irradiar calor sob seu olhar incandescente. Seus seios ficaram mais excitados. Seus mamilos se retesaram ainda mais.
— Você é bonita demais por si só... —Murmurou ele com raiva. — E insolente demais. – Então tomou-a nos braços e carregou-a em direção seu ao quarto. A decoração de seu quarto era tão inesperada. A parede pintada de azul escuro diferente uma cama grande com dois criados mudo de cada lado e um grande quadro na parede logo acima da cabeceira o piso de madeira escura a janela que ia do chão ao teto. Os lençóis e edredons combinado com a cor do quarto. Um quarto bem a cara dele.
— E o jantar...? —Ela ousou aventurar-se enquanto ele a deitava sobre aqueles lençóis de seda cinza. O fato de ele tê-la chamado de insolente ressuscitou um pouco de sua costumeira coragem. Ou assim ela disse a si própria. Mais provavelmente sua tentativa de conversar foi uma tática desesperada de retardar a descoberta que ele estava prestes a fazer: que ela realmente o desejava.
— O jantar pode esperar... ele não e mais importante quando você. —Ele pronunciou enquanto endireitava ficando de joelho na sua frente. –Tire minha blusa. –Christian ordenou. E Anastásia com as mãos tremula pegou na barra da blusa e a puxou pra cima e a deixou do outro lado da cama. Christian foi logo tirando sua calça também fazendo Anastásia se pergunta se seu membro iria caber dentro dela depois de tanto tempo sem fazer sexo. Mas então se lembrou de algo muito importante, não tinha ido tão longe assim para correr riscos idiotas só para descobrir se podia apreciar fazer sexo com um amante extraordinário. Felizmente estava tomando pílula, então gravidez não era parte do problema. Mas gravidez não era a única preocupação neste mundo moderno.
— Uma coisa antes de começar. —Disse ela, orgulhosa ainda de poder encontrar voz firme diante de tamanha visão. — Espero que tenha proteção à mão, porque terei de parar se não estiver preparado para praticar sexo seguro.
— Existem duas caixas cheias lá dentro. —Disse ele com leve inclinação de cabeça em direção ao criado mudo do seu lado. Anastásia se esforçou ao máximo para não parecer impressionada. Agora que tinha reencontrado um pouco de ânimo, recusava-se a voltar à pieguice sem sentido. Mas duas caixas cheias? Com este homem? Tomara que ele não tivesse a intenção de usar todas elas esta noite ou ela não conseguiria andar amanhã.
— Os preservativos que compro são feitos sob medida. —Ele prosseguiu. -Também tenho paixão por proteção.
— Claro. Imagino que precaução com um homem com a sua fortuna nunca é demais. Mas não precisa se preocupar com o fato de eu tentar lhe pregar uma armadilha. Já ganho bastante dinheiro não preciso do seu e a última coisa que desejaria é um filho seu.
Já era muito tarde quando ela percebeu que ele poderia tomar seu comentário como um insulto pessoal. Provavelmente tinha, pelo lampejo de fúria em seus olhos. A idéia aborreceu-a por alguma razão. Idiotice, na verdade. Ele merecia uns insultos, este homem que pensava que podia comprar seu corpo. E tinha, mas ela ainda se sentia forçada a pedir-lhe desculpas.
— Eu... sinto muito, Christian. Não quis dizer isso da maneira ofensiva. Quero dizer... que não tem nada a ver com você. Só não quero ter filhos. -Christian olhou para os seus olhos aflitos e viu que ela, na verdade, sentia muito. Ele suspirou e balançou a cabeça. Que criatura complexa ela era. Ele gostaria de saber o que a fazia agir de maneiras tão contraditórias. Por que foi se encontrar com ele vestida como uma prostituta para depois dizer-lhe que mudara de opinião sobre passar a semana com ele?
Ele correu o risco de perder tudo quando ela disse isso. Quase perdeu, até que percebeu que estava apenas com medo de dormir com ele por alguma razão. Medo de sexo, tudo que era preciso então era um pouco de persuasão gentil para mudar sua opinião novamente. Por um momento, Anastásia se tornara a mulher que ele sabia que ela poderia ser em seus braços. Todo aquele calor líquido e toda aquela paixão trêmula.
Agora ela voltou a ser aquela outra criatura mais fria e mais corajosa, aquela que o desafiava e o fazia desejar agir como um animal com ela. Este não era o seu jeito de agir com as mulheres, Detestava a ideia de ser reduzido a uma besta selvagem, algo que ela parecia capaz de fazer. Ele só precisava dar uma olhada para si para ver a que ela o tinha reduzido. Retardar sua própria satisfação ia ser diferente. Mas não era possível. Agora qual seria a melhor maneira de proceder para conquistá-la? Porque esta era sua meta, não era? Conquistá-la e tê-la de volta em busca de mais ao final destes cinco dias, sem qualquer suborno monetário.
Christian lamentava amargamente não ter investigado seu passado minuciosamente desde o começo. Conhecimento é poder, e, mas que qualquer coisa, ele queria ter poder sobre ela. Mas estava às escuras no que se referia a Anastásia Steele.
A única coisa que ele realmente sabia sobre esta mulher à sua frente era que a razão principal que a mantinha neste quarto neste momento era os dez milhões de dólares que aderia à sua fundação. Em outras circunstâncias, ele poderia ter levado mais tempo com ela, como tinha com aquela égua difícil.
Mas não havia tempo para desperdiçar. Cinco dias não eram tanto tempo assim...
Todo o corpo de Anastásia se retesou quando ele deu um passo à frente e levantou seu pé direito de onde ele estivera pendurado ao lado da cama.
— Relaxe... —Ele murmurou, com a mão esquerda envolvendo seu tornozelo enquanto a direita deslizava para cima e para baixo na sua panturrilha com o mais leve dos toques. Quando se curvou ligeiramente para acariciar a pele sensível atrás de seu joelho, seus braços ficaram repentinamente arrepiados.
Relaxe? Como ela poderia relaxar enquanto ele estava fazendo isto com ela e posicionado diante dela nu em pelos? Seus olhos ficavam se dirigindo para aquela parte dele que ela continuava imaginando dentro dela. Finalmente a mão dele retornou ao seu pé, onde ele tirou sua sandália e a jogou para o lado. Ele pareceu levar mais tempo na sua perna esquerda antes de tirar aquele sapato. A esta altura estava tremendo.
— Christian... -Ela não tinha intenção de falar. Não pretendia soar tão desesperada e necessitada.
Seus olhos foram ao encontro dos dela.
— Sim?
— Não... não me faça esperar. -Ele assentiu com a cabeça, então se deslocou para pegá-la nos braços de novo e colocá-la no centro da cama com a cabeça sobre os travesseiros. Ela observava de olhos bem abertos enquanto ele pegou um preservativo em cima do criado mudo e protegeu os dois com alguns movimentos bem praticados. O coração dela retumbava no peito quando ele uniu-se a ela na cama e esticou-se ao seu lado.
— Você não quer experimenta as preliminares orais primeiro? —Ele perguntou, com o rosto agigantando-se sobre o dela. Anastásia pestanejou. Ela queria?
— Eu... Eu não sei... -Ele franziu as sobrancelhas diante de sua incerteza. —Talvez um pouco... —Ela acrescentou sem fôlego. O que estava dizendo! Mas era tarde demais. Ele já estava a caminho, embora não sem um desvio imediato para os seus seios, onde ele sugou com prazer cada mamilo, deixando-os eretos e úmidos e a ela enroscando-se por dentro com a necessidade mais excruciante.
Quando ele continuou a descer, ela o queria em toda parte. Em cima dela. Dentro. Chupando-a. Beijando-a. Tocando-a. Ele pegou no elástico da calcinha e a puxo arrebentando suas laterais. Quando o olhar dele se dirigiu um pouco mais para baixo, sua barriga se contraiu. Ele olhava para seu púbis recém depilado com cera, será que ele pensaria que fizera isto por ele?
— Oh! —Ela gemeu quando a ponta de sua língua chegou à direção do seu umbigo. Quem poderia imaginar que isto provocasse uma sensação tão deliciosa? Ela ficou feliz quando ele fez de novo. E de novo. Suas mãos abaixaram para tocar o cabelo dele, correr os dedos através dele, deleitando-se em sua suavidade lustrosa. Olhou rapidamente para cima para lançar-lhe um sorriso antes de descer mais pelo seu corpo, lambendo a superfície macia de seu osso público enquanto afastava suas coxas. Sua barriga se retesou antes de sua boca chegar ao seu sexo exposto, e quando chegou lá ela quase dobrou a cama no um canivete.
— Ssshhh... —Ele a silenciou, levantou o braço e colocou a palma da mão na sua cintura a deixando parada. — Fique calma. Relaxe. -Mais ordens ridículas. Impossível ficar calma, ou relaxar. Sua língua agora girava em torno de seu carne e seus dedos a penetravam. As sensações eram tanto animadoras quanto assustadoras, como dar uma volta na montanha-russa.
— Christian... —Ela falou com a voz embargada, e ele imediatamente parou. Ela quase irrompeu em pranto, como uma criança cujo pirulito tivesse sido roubado. Mas havia pouco tempo para aflição, visto que ele deslizava seu corpo para trás e começou a penetrá-la de verdade. A sua súbita ingestão de ar foi uma combinação de prazer e surpresa. Apesar de ele ser maior que qualquer homem com quem estivera antes, ela foi capaz de acomodá-lo com certa facilidade. Talvez melhor ainda se ela... Quando elevou as pernas e enroscou-as em volta dele, ele gemeu. Ela também, sentindo a diferença imediatamente. Ele estava agora bem fundo dentro dela, preenchendo-a inteiramente, evocando uma percepção surpreendente da fusão de seus corpos. Deus sabia qual era a sensação quando ele começava a se mover. Ela gritou quando ele começou a bombear para frente e para trás, com cada movimento batendo a cabeça do pênis contra o colo do útero. Ele parou mais uma vez.
— Estou indo muito fundo. —Ele disse.
— Não, não, está fantástico...!
— Tem certeza?
— Lógico... Não pare, não pare. -Ele riu, e depois continuou. Ela chegou ao clímax num instante, com grandes e torturantes espasmos de prazer, fazendo-a quase gritar de êxtase. Ele a abraçou firme junto a ele e gozou também. Sua boca abriu-se com seu próprio rugido primário. Quando ela sentiu seu membro pulsando fundo dentro dela, uma onda repentina de paixão primitiva varreu o corpo de Anastásia e ela começou a beijar seus ombros, seu pescoço e finalmente seus lábios arfantes, colocando sua língua bem funda na sua boca num eco erótico da maneira como ele a tinha penetrado. Ele retribuiu o beijo e continuou se movendo, durante o seu clímax e o dela, até que surpreendentemente ela gozou de novo. Ele só parou quando ela havia terminado completamente. Seu corpo desabou sobre o dela. Ele era pesado, mas ela não se importou. Gostou de ser envolvida por ele. Correu suas mãos para cima e para baixo nas suas costas e tentou se lembrar por que é que não gostava dele.
E se lembrou. Ele era um predador sexual que a tinha intimidado para dormir com ele. Intimidado, subornado e chantageado emocionalmente. Ela nunca poderia dizer-lhe o quão grata estava por ele ter feito isso, tinha de encontrar outras palavras para explicar o seu prazer no corpo dele, e reconquistar pelo menos um pouco do seu orgulho.
— Viu só? —Ele murmurou algum tempo depois enquanto deitava a seu lado, com uma das mãos apoiando a cabeça, enquanto a outra brincava preguiçosamente com seus mamilos. -Você realmente gosta de sexo. Pelo menos comigo. -Anastásia, cujo cérebro andara fazendo horas extraordinárias enquanto seu corpo zumbia de prazer por ele estar beliscando seus mamilos, felizmente surgiu com a resposta nata.
— Tenho de confessar que minha reação em relação a você surpreendeu-me a princípio. Mas desde então percebi que me excitou tanto. É uma fantasia feminina comum, você sabe, receber uma pequena fortuna de algum bilionário para fazer sexo. Toda mulher tem o desejo secreto de bancar a prostituta. A mão de Christian ficou imóvel sobre seu seio. Ela finalmente ousou olhar nos seus olhos, que permaneceram sem expressão.
— Isto excita muito você? —Disse ele, puxando seu mamilo mais uma vez, embora não tão gentilmente como estivera fazendo antes. Infelizmente, isto parecia excitá-la ainda mais.
— Quem sabe? —Ela deu de ombros, lutando para permanecer tranquila quando tudo que queria era que ele implorasse para fazer amor com ela de novo, usá-la ainda mais rudemente desta vez. —Alguma coisa foi. Certamente não foi romance que me estimulou. Nem amor.
— Você não me acha romântico? Nem amável? —Ele acrescentou com outro puxão nada gentil no outro mamilo. Ela teve de rir.
— Ora, o que é isso agora, Christian? Pagar a uma mulher dez milhões de dólares para forçá-la a ficar à sua disposição por uma semana não é nem um pouco romântico, nem amável.
— Não forcei você. -Graças a Deus ele parou com a tortura do mamilo.
— É como se tivesse forçado. Sabia que eu não diria não.
— Mas você se divertiu agora há pouco.
— Você teria exigido seu dinheiro se eu tivesse ou não.
— Não... —Disse ele. —Não teria. -Ela olhou para ele, sem ter certeza se ele estava dizendo a verdade ou não. Difícil de acreditar. -Ela deu de ombros.
— O que quer que seja. Não tem importância agora. Parece que gosto de brincar de escrava sexual remunerada para o seu senhor. Então, até sexta, estou às suas ordens. Ordene então, amante. À noite, como dizem, é uma criança. -Seus olhos brilharam daquela maneira que outrora a deixara nervosa, mas que agora fazia com que respirasse de modo desordenado.
— Uma escrava sexual não exige que seu mestre lhe dê ordens. —Ele retrucou em voz suave, baixa e perversamente sedutora. — Uma escrava sexual permanece em silêncio, submissa e espera seu desejo. Uma escrava sexual não tem vontade própria, abdicando dela em prol da vontade de seu senhor. Ela não é nada até que ele se digne a usar seu corpo, absolutamente nada. -Sua boca ficou seca enquanto Christian falava. Mas seu coração estava acelerado. É apenas um jogo, ela lembrou a si mesma, um jogo erótico, mas ele a excitava.
— Parece divertido —Ela gracejou. Os olhos dele lançaram-lhe uma dura repreensão.
— Uma escrava sexual não se preocupa com seu próprio divertimento. Ela existe apenas para dar prazer, não receber. -Anastásia fez uma cara desapontada.
— Não parece o tipo de emprego que vai pegar. A não ser que o sujeito com o talão de cheques tenha uma gorda conta bancaria, é claro. Embora, se você se lembra, por sexo normal. Então quando eu perceber que as coisas estão ficando muito pervertida do modo ruim vou dizer não e ponto final. Enquanto isso, uma escrava realmente o chamaria pelo primeiro nome? Acho que não. Que tal apenas Senhor? Tem uma agradável conotação submissa, não acha? -Ela arrastou-se para fora da cama e arqueou com as mãos juntas à sua frente.
— Irei na frente preparar seu banho, senhor Grey... —Disse ela, simulando escravidão.
— Sou eu quem dou as ordens aqui... —Diz Christian arrogantemente.
— Só até eu dizer que o jogo acabou —Anastásia lembrou-lhe.
— De acordo —Veio sua resposta tranquila, mas havia um brilho diabólico nos seus olhos cinza. —Devo lhe dizer que se me provoca e depois quiser sair fora e melhor me avisa antes que as coisas comecem a esquenta, é injusto provocar um homem e depois deixá-lo na mão. -Ela gargalhou e ele achou esse som maravilhoso.
— Não posso jamais imaginá-lo na mão.
— É apenas uma figura de linguagem. Então? Deseja continuar sendo minha escrava sexual? -Um excitação nervosa aflorou em seu estômago. Droga, mas ela poderia vira uma viciada nesse jogo. Mesmo assim era bem menos perigoso que a alternativa: admitir que, afinal de contas, talvez realmente gostasse de Christian de maneira alguma ia fazer isso!
— Vou experimenta por essa noite. —Disse Anastásia.
— Vá preparar o banho, então... —Ele ordenou. — Mas nada de espuma quero vê seu corpo inteiro na água o tempo todo.
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