Fifty Shades Of Feeling

11 Indo a casa do Sr. Grey


Notas iniciais
Olha quem tomo vergonha na cara e veio postar.... Isso ai eu mesma ( Leitora Mista ) sei que muito de você já deve está pensando em mil e um maneira de me ameaça por eu ter demorado a postar, mas e que com essas provas que surgirão não sei da onde fiquei sem tempo pra escrever. Mas vamos ficar feliz porque está quase chegando as ferias !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Me perdoe por ter demorado mais saibam que nunca irei abandona essa fic. Obrigado a quem recomendou e sem muita enrolação vamos ao cap que eu sei que isso que vocês querem. Aproveitem ele e nos vemos nas notas finais...

O helicóptero dele era um modelo moderno e bem bonito aparentemente. Christian a conduzi até heliporto e a ajudou a se acomodar no banco ao lado ao do piloto e em seguida foi para seu lado e se sentou no banco do piloto.

—E você que vai pilotar?! –Perguntou Anastásia.

—Sim, não se preocupe já fiz isso antes, não será minha primeira vez a pilota Charlie Tango. –Anastásia deu um sorriso discreto ao ouvir o nome do helicóptero. Christian se inclinou sobre ela e atracou bem firme o cinto dela, quando Christian se inclinou para atraca o sinto nela Ana pode senti o cheiro dele e era um cheiro maravilhoso tinha que admitir.

—Tem certeza que o tempo está bom o suficiente para voamos? –Anastásia pergunto a ele. Só de pensa em voa em meios as nuvens carregada já lhe dava um mal está.

—Não se preocupe com o tempo. -Disse ele quando a viu desaprovar o tempo. —Verifiquei as condições do tempo. As nuvens de tempestade estão rumando em direção ao mar. Se houvesse algum perigo, a torre não permitiria que eu decolasse. Em poucos minutos Christian e Anastásia já estava em pleno ar rumo a Seattle. Em mais uma de suas tentativas de fica o menos atraente Anastásia se vestiu o mais simples possível.
Um mínimo de maquiagem em rosto. Não havia joias nas orelhas, nas mãos, no pulso ou no pescoço. O único perfume que exalava de seu corpo era a essência de maçã do xampu e do gel para banho. Mas parecia que nada deteria o desejo ardente deste homem por ela. As últimas vinte e quatro horas tinham sido um inferno. Não comeu nem dormiu desde que saiu do restaurante por volta das dez e meia. Todavia, após o jantar da última noite, talvez fosse melhor assim. Como acabou aquele jantar?
Depois de fazer a ameaça melodramática de matá-lo se ele a machucasse, e ele responder de maneira bastante irônica, o resto da noite se passou de maneira um tanto surreal. Toda a discussão sobre a semana seguinte cessou e o Grey conversou com ela sem parar de maneira bastante fria durante o prato principal e a sobremesa, e o café depois. Todos foram assuntos bastante amenos, a maioria a ver com os Estados Unidos. A economia. O tempo. As futuras eleições. Felizmente ele também parou de olhar para ela como se estivesse morrendo de sede no deserto e ela fosse um oásis, o que permitiu que ela relaxasse o bastante para dar algumas contribuições importantes à conversa.
Mas assim que deixou sua companhia e retornou ao quarto do hotel, a realidade do acordo voltou de repente e todo o inferno soltou-se em sua cabeça. Em que estivera pensando? Nenhuma quantia de dinheiro valia à pena o que ela tinha de fazer.
Seu estômago agitou-se vigorosamente. A pele formigou. A cabeça girou. Ela percorreu o quarto do hotel por um tempão antes de mergulhar numa longa ducha fria, buscando uma maneira de relaxar seu corpo tenso.
Mas o que descobriu sobre si naquele banho foi mais surpreendente que o acordo no qual entrara. A lembrança dos mamilos duros como pedra, mais a umidade reveladora entre suas pernas, ainda tinham o poder de chocá-la. Anastásia cambaleou ao se conscientizar de que seus mamilos ainda estavam como atiçadores de brasas dentro do sutiã. Seu rosto se incendiou ao perceber que Christian estava certo. Ela realmente o desejava. Pelo menos, seu corpo parecia desejar. Ela ainda antipatizava profundamente com ele. Como não poderia? Mas estava atraída por ele, como uma mariposa às chamas. Não havia uma razão inteligente ou plausível por trás da atração. Era algo instintivo e primário. Algo a ver com a sobrevivência da espécie humana, ela imaginava. Há milênios, as mulheres das cavernas escolhiam automaticamente se acasalar com os homens que produzissem a melhor e mais forte prole, bem como tivessem o poder de protegê-las.
Anastásia podia entender tal escolha no passado primitivo e indômito, mas não tinha lugar no mundo civilizado de hoje. As qualidades que ela admirava em um homem não eram o tamanho nem a força, nem mesmo riqueza e poder, mas a gentileza, a ternura, a honestidade e a decência. Que pena que seu corpo não concordava com ela, ela pensou agitadamente. Mas junto com seu aborrecimento a respeito desta situação estava uma parcela mínima de alívio em descobrir que talvez — apenas talvez — afinal de contas fosse sexualmente normal. Tinha apenas ido para a cama com os tipos errados. Enquanto seu cérebro era atraído pelos sujeitos legais, seu corpo traidor desejava justamente o oposto.
“Mas, por outro lado, não foi sempre assim", ela pensou amargurada. A ideia recente de este presunçoso descobrir que ela realmente se sentia atraída por ele a horrorizava, bem como a perspectiva de que ela não protestasse quando ele passasse das preliminares para o ato em si. Odiava pensar que pudesse de fato gostar de tudo que fizesse com ela.
Se tivesse contado ao terapeuta que consultara em certo momento que repugnava a ideia de finalmente encontrar prazer no sexo, ele teria dito que era, de fato, maluca. Mas não era encontrar prazer no sexo em si que perturbava Anastásia, mas encontrar prazer no sexo com este homem em particular, este... Predador. Era uma situação extremamente frustrante, mas com a qual ela teria de lidar esta noite. Ou talvez até antes.

Anastásia sobressaltou-se ao lembrar-se do motivo de ter concordado em fazer isto. Ali estava ela, mais uma vez, sendo levada por suas próprias emoções egoístas e seu tolo orgulho. O que importava se este homem achava que era um presente divino para as mulheres? E o que importava se virasse mais uma na sua taxa de sucesso de cem por cento?

Para Christian aquela mulher era impossível, enviando-lhe mensagens confusas o tempo todo. Ela o desejava. Ele sabia que sim. Mas nem de longe o quanto ele a desejava. Sua declaração de que queria que nunca a tocasse — jamais — era um disparate evidente. Orgulho de mulher Ela não sabia que as mulheres foram feitas para tocar e serem tocadas? As mulheres como ela muito mais ainda que as outras. Tão macia. Tão delicada. Tão desejosa.
Sem dúvida seria desejosa na cama. Podia fazer de conta que era fria em relação a tudo que gostava, mas ele viu o fogo em seus olhos quando ela olhou para ele. Além disso, como poderia um corpo como o dela não reagir positivamente? Deus a tinha feito para os prazeres da carne. Assim que começasse a beijá-la, todo aquele gelo superficial se derreteria.
Esta noite, decidiu ele, repentinamente abandonando sua decisão anterior de esperar um dia ou dois antes de fazer amor com ela. Francamente, nunca sofrera algo parecido, nem mesmo todos aqueles anos quando...
As costas e os ombros de Christian se enrijeceram com este pensamento surpreendente. Suas mãos apertaram controle do helicóptero ainda mais e a expressão franzida intensificou-se. Ele realmente nunca se sentira assim todos aqueles anos com Elena? Decerto que sua necessidade teria sido pior, visto que era mais jovem e estava tão apaixonado.
Mas, para ser honesto, ele não conseguia se lembrar de sua frustração física naquela época ter sido tão intensa assim.
Outra percepção surpreendente ocorreu-lhe enquanto estava sentado ali, pensando. Não havia pensado em Elena uma única vez desde que pôs os olhos em Anastásia pela primeira vez. Isto queria dizer que não amava mais a amiga? Ou o tempo tinha simplesmente turvado sua lembrança dela até um ponto em que esquecera como Elena outrora o fizera sentir-se? Não há dúvidas de que se a visse de novo, tudo voltaria repentinamente. A paixão. O amor que a tudo consome. A disposição de sacrificar tudo, apenas para estar com ela.
Elena era agora esposa de Lincoln, e Christian Grey não tinha lugar em sua vida. Sua vida era aqui agora, em Seattle, com seus negócios. Christian olhou rapidamente para Anastásia que estava no banco ao seu lado com uma cara pensativa. Mas Anastásia mal podia ser classificada como um passatempo. Era uma obsessão, uma tortura e um tormento. Assombrava seus sonhos e perturbava seus dias. Usaria todas as habilidades sexuais que adquirira ao longo dos anos para seduzir esta criatura teimosa e fazê-la render-se a ele totalmente; ser escravizada por ele; talvez até mesmo apaixonar-se por ele.
Uma luz piscou no cérebro de Christian, cintilando e cegando em sua brilhante verdade. Isto é o que ele mais queria, não era? Que ela se apaixonasse por ele, se tornasse obcecada por ele como ele estava por ela.
Mas por quê? Qual o objetivo? Vingança? Talvez fosse seu lado obscuro ansiando pela oportunidade de fazer com ela o que ela fizera com ele. Se ela se apaixonasse por ele, poderia tê-la em sua cama por quanto tempo quisesse. E então, quando estivesse farto dela, poderia descartá-la de maneira tão cruel e desleixada como fora rejeitado no ano passado.
Ela é que não conseguiria dormir à noite, desejando-o. Ela é que se tornaria uma idiota, levada a agir sem honra nem orgulho. Podia vê-la agora, implorando por ele, rastejando-se e prometendo fazer qualquer coisa que quisesse, se ele a quisesse de volta em sua vida.
Ele realmente gostava deste cenário Outra olhada em Anastásia e a viu com um sorriso no canto da boca, daria de tudo pra saber o que se passa pela cabeça dessa mulher.

Notas finais
Essa semana entre o nosso gostoso do Sr. Grey e Ana promete muitas coisitas rsrsrsr ( maliciosos ) Então mandei seus comentários do cap, se quiserem manda ameaças mande. Não esqueçam de favorita a fic, e um intensivo a ter cap maiores. E se puderem e quiserem mandem também recomendações e um GRANDE intensivo e focarei mais alegre ao escreve. BEIJOS Leitora Mista.. xxxx