Felling

1 Prólogo


Prólogo

Dividir e conquistar, era esses os pensamentos que ecoavam na mente de Aro Volturi e ele tinha a pessoa perfeita para ajuda-lo a alcançar esse objetivo. Porém essas palavras tinham um significado diferente para ele. Aro não queria territórios ou povos, ele desejava vampiros. E não vampiros quaisquer. Vampiros poderosos e excelentes em luta, vampiros que o iriam ajudar bastante se estivessem em sua guarda, mas principalmente vampiros que estavam se esforçando tanto para ficarem longe dali que virara quase um desafio pessoal torna-los Volturi.

Ele queria os Cullen. E iria consegui-los, por bem ou por mal.

–Mestre, o senhor tem… visita – Demetri disse ao entrar na sala do trono, como muitos apelidavam aquele aposento.

–Ah, que agradável – Aro disse, sorrindo – Espero que seja quem eu imagino, afinal estou há muito tempo o esperando – sua voz era alegre, mas todos puderam notar a critica ao seu servo.

–Sinto muito, mestre, ele é bem escorregadio, foi difícil de acha-lo. Porém, no instante que ele soube que era você quem o procurava, veio comigo de bom grado – ele disse dando um meio sorriso.

–Ótimo. – Aro sorriu de lado, enquanto se voltava para uma de suas favoritas – Jane fique espertos, ele é um vampiro bastante interessante, se sentir-se confusa ou com vontades estranhas, não hesite em… delicadamente, usar seus poderes nele.

–Ele não causará problemas, mestre – Jane garantiu. As grandes portas foram abertas e um garoto, com cerca de dezenove anos, entrou.

Ele, obviamente, era bastante bonito. Tinha uma aparecia jovial e tranquila, sua pele clara e seu cabelo castanho escuro, usava uma camisa branca e suas mãos estavam enfiadas nos bolsos de uma calça jeans preta. Fones de ouvidos estavam pendurados nos ombros, como se o garoto o tivesse usado há poucos segundos.

Seu andar despreocupado e sua postura relaxada completariam o pacote de um perfeito jovem do século vinte e um, porém seus olhos vermelhos possuíam muita maldade e sua expressão, muita seriedade, estragando esse personagem.

Ele parou ao lado de Demetri, que logo saiu dali, cerca de quatro metros das três grandes cadeiras onde os senhores do castelo se encontravam, sentados. Olhou-os, depois analisou todos os vampiros presentes na sala, encarando por últimos “os gêmeos bruxos”, que estavam mais próximos dos mestres. Sua feição mudou e ele sorriu sedutoramente para Jane, antes de se voltar para Aro, abrir os braços, como se estivesse se preparando para abraçar alguém, e disse:

–Ah, finalmente tenho a chance de conhecer os famosos metres Volturi, Aro, Caius e Marcus, é claro. Eu sou Sebastian D'Angelo, mas vocês sabem disso – ele colocou a mão no peito e se inclinou para frente, teatralmente, fingindo estar cumprimentando reis – Ouvi muito a respeito dos senhores — sua voz era ligeiramente debochada.

–Mas é claro que ouviu – Caius disse – Somos os mestres Volturi, como você mesmo disse.

–Fiquei sabendo que estavam me procurando. Os Volturi precisam da minha humilde ajuda? – ele perguntou, ignorando o comentário.

–Sim, nós precisamos – Aro afirmou, sorrindo – Na verdade, é de nosso interesse que você entre para nossa guarda.

–Não, obrigado – ele negou rápido e simples, acenando com a mão, como se tivessem simplesmente oferecido um copo d’agua.

–Então por que veio com tanta facilidade? – Demetri perguntou.

–Desculpe, eu me expressei mal. Não, eu não quero fazer parte da sua guarda. Não quero um mestre, muito menos o sobrenome Volturi. Porém a última década tem sido bastante entediante, então, concordo em fazer algumas coisas pra vocês, sabe, para acabar com todo esse tédio – ele disse gesticulando com as mãos, como se não acreditasse que os Volturi fossem capazes de compreender apenas com palavras.

–Ok, então, você vai ser um Volturi, sem ser um Volturi? – Alec perguntou irritado com o modo que aquele vampiro olhava sua irmã a cada quinze segundos.

–Não, eu não serei um Volturi – Sebastian disse revirando os olhos – Eu não vou obedece-lo inconscientemente – ele disse olhando para Aro – Posso me recusar a fazer algo e também não vou morar aqui, quando precisar de mim, você poderá me chamar.

–Pra mim parece bom – Aro sorriu educadamente.

–Pra mim parece muita petulância para um vampiro só – Caius disse.

–Então vocês aceitam?

–Sim – Aro disse ao mesmo tempo em que Caius disse“Não”.

–Ótimo, então acho que não tenho mais nada a fazer aqui, adeus – ele disse olhando para o segundo.

–Podemos facilmente arranjar outro.

–É, talvez – ele deu de ombros -, mas você sabe muito bem que nenhum se comparará a mim, eu sou o melhor.

Caius riu em desdém.

–Como pode ter tanta certeza disso? – Sebastian sorriu convencido.

–Vocês teriam me procurado se eu não fosse? – ele perguntou ainda com um sorriso vitorioso no rosto, o mestre Volturi não respondeu, sabia que o garoto estava certo.

Sebastian virou-se de costa para eles e começou a sair do salão.

–Espere – Aro disse, Sebastian parou de andar e, vagarosamente, virou-se – Você tem razão, você é o melhor. Por isso iremos aceitar sua proposta – sorria gentilmente.

Caius olhos para Aro com ódio, mas o segundo fingiu não perceber.

–Perfeito – Sebastian sorriu com maldade – Então, o que vocês querem que eu faça?

–Primeiro você poderia nos explicar melhor… o que é seu poder? – ele perguntou

–Bom, eu faço algo como… implantar a confusão, — ele sorriu -, ou até mesmo a loucura, em algum lugar… misturo sentimentos, mudo humores e crio vontades incomuns. Eu… sou o rei do caos.

Aro riu.

–Gostaria muito que você conhecesse alguns amigos meus – ele disse.

–Quem?

–Os Cullen.




N/A: Ok gente, pra esclarecer melhor o poder do Sebastian é meio que instalar o caos, ele vai mudar personalidade, confundir sentimentos… esse tipo de coisa, então esse fanfic será cheia de casais originais e alternativos, então se vocês tiverem alguma sugestão de casais que vocês gostem e quiserem que entrem…

Bom, está apenas começando, eu tenho várias ideias pra essa fanfic, além de já ter pensado um pouco no em como será o final, mas isso não está nem perto de chegar, eu tenho certa dificuldade em escrever shortfics, então, como sempre essa será longa.