Feelings Insanes
4 Suprises!
Notas iniciais
Feelings Insanes
Quando finalmente percebeu que se continuasse ali a observá-la, acabaria por amanhecer sem ele nem mesmo perceber, suspirou resignado, e colocou as mãos nos bolsos, virando-se para a porta, para sair, sentindo ser levemente puxado para trás.
Tornou a virar-se para trás a procura de qualquer possível objeto no qual pudesse ter se enroscado, encontrando a mão da parceira firmemente agarrada a barra de sua blusa.
– Soul...
Soul arregalou levemente os olhos, surpreso.
– O que é isso... – comentou, sorrindo levemente a atitude da artesã.
Soltou a mão dela de suas roupas, segurando-a entre as suas e agachou ao lado da cama, aproximando-se com cuidado, retirando uma pequena mecha loira lhe cobria os olhos, colocando-a atrás de sua orelha.
– Durma bem, Maka – disse, afagando sua cabeça gentilmente ajeitando sua coberta, e levantou-se para sair do quarto, olhando-lhe uma última vez, antes de encostar a porta, em direção à cozinha para pelo menos terminar de guardar as compras.
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Pensar.
De certo minha cabeça já até doía de tanto perder tempo pensando em tantas coisas ao mesmo tempo. E ficar olhando para o "nada" não estava ajudando nem um pouco.
Minha certeza que não conseguiria dormir aquela noite estava se confirmando a cada minuto que passava. Já era tarde, e não conseguira pregar um olho.
Respirou fundo, levantando do sofá. Em passos arrastados, parou alguns por segundos em frente a porta encostada do quarto da parceira. Deu de ombros.
Que mal teria?
Empurrou levemente a porta do quarto dela, caminhou até a poltrona do outro lado do quarto, sentando-se, levou sua atenção para o lado de fora, a noite estava limpa, sem estrelas apenas a lua do riso sarcástico, uma brisa fria balançou seus cabelos, fazendo o fechar os olhos lentamente para aproveitá-la em uma noite tão abafada.
Maka se mexeu na cama resmungando algo sem sentido, ainda dormindo, suas sobrancelhas unindo-se em uma expressão irritada. Os cabelos loiros espalhados pelo travesseiro.
Soul virou-se para olhar, atraído pela curiosidade.
Por que uma cara tão feia assim dormindo. Um pesadelo talvez?
A expressão da loira relaxou-se.
E foi com essa visão que passou a noite toda, sentado naquela poltrona. E ali, naquele instante conseguiu relaxar e ceder ao cansaço.
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Não me lembrava da ultima vez que tinha me sentido tão mal.
Sentia minha existência, pesada demais e minhas pernas, fracas demais para me sustentarem.
Uma imagem de Soul veio a minha cabeça.
Botei a mão onde deveria estar meu coração, e agora era mais como um buraco negro.
– Dói.
E como doía.
Não era algo que pudesse parar, cessar. Era inevitável. Essa era a dor vinha do medo? Medo que todos os que eu amo definhassem perante o sangue negro, que ele, o amor da minha vida, definharia à o sangue negro. Que a insanidade tomaria todos de mim.
Não.
Ri em minha existência vazia.
Isso, agora já me parecia distante demais.
Quem estava em risco não era Soul, nem Tsubaki, nem nenhum de meus amigos.
Era eu.
Minhas pernas fraquejaram com aquela dor súbita e meus joelhos foram de encontro ao chão.
– Valeu a pena? – a voz soou.
Uma dor cegante veio a seguir, levei as mãos a minha cabeça. Meu corpo pendeu para frente, a visão turva.
– Do quê adianta se você é tão fraca?
Levantei a cabeça irritada com a provocação, me levantando pronta para socar a cara do sujeito que ousava falar assim, sendo segurada pelas bandagens que saiam da figura a minha frente.
– O que você quer dessa vez? Se importa se parar de invadir meus sonhos e voltar pra onde você pertence? – indaguei rudemente.
Ele balançou a cabeça como se divertisse.
– Aqui é muito mais divertido — sorriu chegando mais perto dela.
– Não é como se eu tivesse escolha — rebati com um sorriso sarcástico — Me solte.
– Prefiro você presa e submissa a mim – sorriu.
– Eu? Submissa a você? – ri me divertindo — Você é mais ingênuo do que eu pensava — o olhei com deboche.
– Ora, que ousadia — sorriu segurando seu queixo, aproximando-se de meu rosto – Tolinha.
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Maka abriu os olhos de súbito, sentando-se ofegante, passando as costas da mão sobre a testa, tentando secar o suor frio, puxou levemente as bandagens que envolviam suas mãos como luvas, notando as marcas avermelhadas em seus pulsos, indicando que deveriam ter sido violentamente apertados há pouco tempo.
De novo...
Apoiou a testa na mão, cansada.
– Posso ter um sonho pra variar? – perguntou Maka, as mãos tremulas. Respirou fundo, arrastando-se até a beira da cama, levantando-se calmamente até o banheiro e se apoiando na pia antes que suas pernas cedessem, seu ferimento voltando a repuxar.
Cerrando os olhos, ofuscada com a luz do sol que vinha da janela do banheiro, pegou dois comprimidos do pacote dado pelo médico, engolindo-os a seco e abriu a torneira mergulhando as mãos na corrente de água, logo em seguida o rosto, despertando um pouco.
Secou o rosto, respirando fundo contra a toalha e olhou-se no espelho, os cabelos desgrenhados. Suspirou passando o dedo entre eles, desfazendo parte dos nós e prendendo-os em um coque frouxo. Abaixou o olhar, engolindo em seco, a mão sobre a nuca, de cabeça baixa.
– Sede... – murmurou Maka. A boca seca.
Saiu de seu quarto, olhando em volta.
Dormi tanto assim?
Ouviu o bater das panelas vindo da cozinha indicando que Soul provavelmente estava por lá.
Entrou na cozinha silenciosamente, observando-o de costas. Um pano na cabeça e um avental. Experimentando uma concha do que estava fazendo.
Maka Sorriu, fazia um tempo que não o via assim.
– Parece bom – comentou atrás dele.
Soul se sobressaltou ao ouvir sua voz, ali atrás dele sem que ele ao menos percebesse. Virou-se para olhá-la, antes de voltar sua atenção a sua tarefa anterior.
– Dormiu bem?
– Até demais. Há quanto tempo eu estou dormindo? – perguntou Maka olhando para o relógio sonolenta.
– Acho que umas 15 ou 16 horas.
– Uau... Estou faminta – murmurou Maka, sentindo o estômago a cutucando pelo o cheiro da comida que saia do fogão.
– Está quase pronto – disse Soul, experimentando da panela do lado.
– O cheiro está ótimo – comentou Maka.
– Tomara que o gosto também – murmurou tampando a panela.
– Tenho certeza que sim — Maka sorriu levemente.
Maka deu mais uns passos à frente, até a geladeira.
– O que você vai fazer? – indagou Soul.
– Estou com sede – respondeu Maka simplesmente, abaixando-se para procurar.
Soul levou seus olhos a ela, escapulindo-os para as longas pernas que ficaram com boa parte a mostra quando esta se abaixou. Sacudiu a cabeça tentando afastar aqueles pensamentos moralmente errados que invadiram sua mente, desviando sua atenção dela.
Maka levantou-se, fechando a porta com o pé, abriu a garrafa e virou-a de encontro à boca, uma gota escapando e escorrendo pelo canto de seus lábios, até sumir de encontro ao decote da blusa que usava.
– Que alívio – comentou Maka, esfregando as costas da mão de encontro a boca, secando-a, Soul desviou sua atenção para o outro lado.
– Está tudo bem? Você está... Hã... Vermelho? – perguntou Maka, preocupadamente, encostando sua mão na testa dele – Sua febre voltou?
– Estou ótimo — respondeu de imediato, afastando-se de sua mão.
Tentando ao todo não focar, em qualquer que fosse, curva ou parte do corpo dela que, aparentemente tornara-se extremamente tentadora de uns tempos para cá.
Estendeu a mão para pegar um vidrinho de tempero atrás dela, parando no meio do caminho ao perceber o caminho perigoso que estava para fazer quando Maka se retesara a aproximação. Ambos se encararam sem graça. Maka pegou-o primeiro e entregou-o sem olhá-lo.
Soul pegou o vidrinho rapidamente, adicionando o tempero à mistura da panela, respirando fundo para se acalmar.
Ambos estavam agindo erradio e friamente um com o outro e evitando-se acabavam por criar um clima tenso que os deixava extremamente desconfortáveis na presença um do outro. E obviamente, que eles perceberam isso.
E este, assim permaneceu, o único som ouvido era o bater dos talheres contra o prato de porcelana.
Maka brincava com o arroz que restará no prato, distraída.
– Quer repetir? – perguntou Soul, levantando-se para lavar seu próprio prato.
– Não, obrigada. Estou satisfeita – disse Maka, forçando a última colherada.
Não fazia ideia da última vez que se alimentara com comida de verdade, havia comido pouco, mas o suficiente para sacia-la, já que mesmo seu estômago, mesmo afirmando já não comportar mais nada, entrava em conflito com seu cérebro ainda insistia que estava com fome.
Levantou-se entregando o prato que usara para Soul.
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Já havia a muito terminado tudo na cozinha, mas continuava nela sem coragem de ir pra sala e ter que encarar aquelas orbes penetrantes sem poder ao menos voltar a conversar com ele normalmente, continuando aquela rotina de como se fossem completos estranhos.
Batucou os dedos contra o balcão, respirou fundo e encaminhou-se para sala parando no corredor, incerta se sabia mesmo o que lhe dizer. E como se este fosse o caminho de sua morte, adentrou a sala, a luz inconstante do televisor que iluminando a sala e sentou-se em frente a ele na mesa de centro.
– Soul... Eu... Hã... — sussurrou temerosa sem obter resposta – Soul? — o chamou novamente.
Tirou parte da franja que encobria seus olhos, sorrindo singelamente.
– Está dormindo já? – sussurrou Maka, observando a expressão angelical que só a via quando ele estava dormindo.
Tirou mais uma mecha de cabelo que teimava em cobrir parte da faze do parceiro, se assustando assim que sentiu Soul agarrar sua mão a levando junto ao peito quente.
Extremamente quente.
– Está acordado? — se perguntou receosa sentindo a ressonar pesado dele bater contra sua mão, indicando sonolência — Não – respondeu para si mesma e suspirou sorrindo como se não tivesse outro jeito, dando leves tapinhas sobre seu peito, soltou sua mão das dele, o cobriu e largou-se na poltrona do lado.
Maka respirou fundo, a mão sobra a garganta. Vinha se sentindo mal. Era estranho como a sede não passava. A fome não passava.
Nada que realmente não pudesse controlar sem algum esforço.
Mas algo lhe dizia que não seria tão fácil assim, depois de algum tempo.
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– Maka Albarn! — chamou Sid pela quinta vez.
O que não seria atendida novamente se não fosse uma cotovelada de Tsubaki em suas costelas, que tirando o exagero pareceu bastante dolorosa, que estava cansada de tentar chama-la apenas com cutucões.
Maka passara a noite sem pregar um olho, devido ao medo de que pesadelo retornasse, talvez pelo excesso de horas dormidas na noite passada, ou quem sabe tudo isso somado.
– Itai! O que é? — se levantou perguntando levemente irritada pela cotovelada, recebendo muitos olhares do restante dos alunos.
Maka olhou interrogativa para Tsubaki, que indicou o professor com a cabeça, que a olhava em tom de pergunta.
– Ah! – exclamou surpresamente envergonhada, — Desculpe, poderia repetir a pergunta? — perguntou arrancando muitos murmurinhos da sala.
– Qual é a principal maneira de esconder a fonte de magia de uma bruxa? –
Maka respondeu rapidamente.
– Preste mais atenção na próxima, Albarn — a repreendeu.
– Sim, senhor — respondeu, tornando a se sentar.
Conversando qualquer coisa com Tsubaki que concordou preocupada, Maka sorriu-lhe sem graça, voltando a deitar nos braços.
Maka distraída? Com o quê?
A espera do sinal, que na opinião da dupla nunca demorara tanto a tocar como naquela aula, voltaram sua atenção ao professor, mesmo assim sem o escutar, ambos preocupados demais com outros assuntos.
Maka suspirou pesadamente massageando as têmporas e fechando os olhos.
O sinal finalmente tocou indicando o fim daquele dia na escola que parecia se arrastar de tão lento.
Maka se levantou com certa dificuldade com a ajuda de Tsubaki que sorriu-lhe, tendo o seu retribuído igualmente pela artesã. E encaminhou-se para o corredor entre as mesas, até as escadas e começou a descê-las o mais rápido que sua perna permitia recusando educadamente, todos que se ofereciam para ajuda-la.
Soul a seguiu com o olhar, até parar quando Sid a chamou, conversando.
– Então Soul? — perguntou Black Star.
– Ah, o que disse? — perguntou Soul, olhando para ele e logo desviando sua atenção para a loira.
– Basquete hoje? — perguntou novamente – Francamente! Onde está sua cabeça hoje?
– Fica para a próxima, gomen — se despediu rapidamente, descendo as escadas, observando-a concordar levemente com qualquer coisa que Sid tenha lhe falado antes de sair da sala.
Maka tornou a andar até a saída da sala desequilibrando-se, Soul acelerou o passo, apoiando-a antes que fosse ao chão.
– Hey, obrigada – agradeceu Maka, forçando um sorriso.
– Não precisa fingir para mim — sussurrou em sua orelha, fazendo a desmanchar seu sorriso.
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– Qual tem sido a sua intenção em me provocar? Quer me enlouquecer de vez? – indagou Soul aborrecido, quando finalmente entraram em um dos corredores de estantes mais afastadas da biblioteca,
Maka o olhou, confusa.
– O que?
– Agir como completos estranhos... Isso não tem lhe incomodado?
Voltou sua atenção aos títulos dos livros enfileirados retirando um da prateleira, soprando-o para tirar o pó, folheando-o desinteressadamente.
– Se você disser algo coerente, talvez eu possa tentar ajudar...
– Ajudar? Estou cansado de me segurar longe de você, Maka.
– Então é simples. Não se segure – pediu Maka, fechando o livro e olhando-o.
Soul lhe dirigiu o olhar.
Pro inferno com o bom senso... Eu sou um ser egoísta.
Sorriu de lado maliciosamente, antes de passar o braço por sua cintura prensando o corpo dela contra o seu e tomando seus lábios com luxúria, os lábios da garota que atormentava seus sentimentos.
Apenas o baque surdo do livro que antes estava nas mãos da loira, indo de encontro ao chão, e sua mão à nuca dele, puxando-o para ela.
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A certeza de ambos era os sentimentos fortes que alimentavam um pelo outro, embora uma fraqueza para revela-la. Não que necessitassem de palavras, nenhum dos dois. Tinham em mente que não queriam ser apenas amigos, apenas. E que hora ou outra, deveriam ser sinceros um com o outro. Mas no momento, estava bom do jeito que estava.
– Eu realmente não vejo motivos para de me prenderem em casa! – disse Maka, completamente indignada.
– Tem certeza que não tem "motivos"? – repetiu, dando ênfase as suas palavras, tendo a atenção em um livro qualquer que pegara emprestado da parceira, ajeitando o óculos de leitura no rosto.
Maka bufou, cruzando os braços.
– Nenhum motivo – insistiu Maka, teimosamente.
– Nenhum? – tornou a perguntar, olhando-a, as sobrancelhas erguidas presunçosamente.
– Foram só alguns desmaios... E sangramentos... — resmungou a última parte, olhando as crianças correrem para suas casas, onde as mães chamavam nas janelas. O pôr-do-sol, que literalmente, lutava para não morrer de sono com o começo da noite.
– Ah sim, só uns desmaios e sangramentos. Nada demais – murmurou Soul, irônico, olhando-a por cima dos óculos – Talvez fosse melhor caracterizá-los como... Hemorragias. Se sangramentos fossem como aquilo, seria algo realmente preocupante, não acha?
– Ok. Hemorragias — reclamou levantando-se do sofá – Mas eu estou bem agora, não estou?
– Ordens do Shinigami-sama — respondeu monossilábico, fechando o livro que tinha em mãos, observou a bufar irritada.
– Ótimo. Ótimo mesmo! — respondeu levantando-se do sofá – Estou com sede – reclamou indo em direção à cozinha, emburrada.
Sorriu divertido com a cena, e levantou-se, segurando-lhe o braço e a puxando contra ele, que trombou em seu peito.
– Vamos Maka! Está pior que criança! – disse, vendo a fazer biquinho chateada
Soul riu.
– Está bem! Você venceu. Vai lá se arrumar.
– Mas se formos pegos...
– Aí... Eu terei de puni-la — sussurrou ao pé de sua orelha, observando-a enrubescer.
– Pervertido – murmurou Maka, quando viu Soul se aproximar, tomando-lhe um beijo.
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– Onde estamos indo? — perguntava curiosa, enquanto a moto corria pelas ruas de Death City
– Você vai ver – respondeu Soul, sentindo Maka apertar os braços entorno dele, a cabeça apoiada em seu ombro.
– Ano né... Soul... – chamou-o através do capacete que ele usava.
– Hm? – perguntou em resposta.
– Obrigada.
– Pelo o quê? – indagou Soul.
– Por tudo. Apesar de muitas coisas... Você é o que sempre está lá.
Arregalou os olhos levemente, sorrindo sem graça, pelo comentário dela.
Freou a moto aos poucos, parando em frente ao ponto de chegada, desligou o veículo, puxando o pezinho para mantê-la estacionada.
– É aqui – disse Soul, A cafeteria/karaoke que estava bem em frente a eles. Desceu da moto, ajudando-a a descer também e tirou o capacete, agitando a cabeça para arrumar os cabelos naturalmente desgrenhados.
Maka livrou-se do capacete igualmente, ajeitando levemente a roupa que usava. E caminharam lado a lado, aproximando-se da porta.
Maka girou a maçaneta, entrando.
O ambiente era todo ocupado por barulhos animados, risadas, e um grito em especial totalmente escandaloso, bexigas coloridas por toda parte e uma faixa com seu nome, todos os seus amigos reunidos no café.
– Olha a aniversariante chegou! — gritou uma voz no meio da muvuca.
Uma cantoria descoordenada ocupou o ambiente, confetes, papeis e faixas coloridos voando por toda parte sobre o casal, Soul mais atrás dela, sorriu fechando a porta atrás de si.
Maka olhou em volta surpresa.
– Parece que a aniversariante esqueceu que é aniversário dela hoje — brincou Black Star jogando um doce qualquer dentro da boca. Levando uma cotovelada de Tsubaki, repreendendo-o.
– Maka? — perguntou Soul tocando seu ombro e notando o as lágrimas escorrerem umas atrás das outras. – Ei... Por que você está chorando? — perguntou lhe oferecendo um lenço que tirara do bolso, sendo prontamente pego, secando suas lágrimas.
– Eu... — murmurou Maka, sem jeito – Obrigada Estou muito feliz.
Maka sorriu, radiante.
To be continue...
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