Notas iniciais
Olá, como vai você? /como vão vocês? Eu sei. Perdoem-me pela demora... Sério ç---ç Aproveitem ~

Feelings Insanes

Maka riu.

Havia me esquecido do quão caloroso é o riso dela, e o quanto era bom ouvi-lo depois de tanto tempo e o quanto queria que este fosse só do direito dele ouvir.

As sobrancelhas de Soul uniram-se.

O que diabos eu estou pensando? Somos amigos.

Respirou fundo.

Com... Alguns benefícios. Alguns benefícios muito bons.

Escondeu o rosto nas mãos, massageando as têmporas.

– Posso me sentar? — perguntou Kid sutilmente, indicando o banco ao lado dele, tirando-o de seus devaneios.

Soul tirou o rosto dentre as mãos, olhando-o. Deu de ombros

– Não precisa pedir minha permissão. Fique à vontade — respondeu Soul, chegando mais para o lado, girando o copo na mesa para mais perto dele.

– Ainda não consigo acreditar – comentou Kid.

Um silêncio se instalou entre eles antes que o albino percebesse que o comentário fora dirigido à ele.

– Que? – indagou Soul, sem entender.

– No quanto você é idiota.

– Que? — tornou a perguntar, confuso pelo assunto aleatório.

Kid suspirou impaciente

– O que você pensa que está fazendo, afinal?

– A que estamos nos referindo? – perguntou Soul. Seus olhos vermelhos piscaram confusos.

– Do seu caso mal resolvido com a Albarn, obviamente.

Como que por milagre, Soul não cuspiu tudo que tinha na boca. Apenas arregalou os olhos enquanto tentava assimilar o que o amigo falara, tossindo engasgado.

– E então? – indagou Kid, querendo uma resposta.

– Eu ainda não entendo sobre o que está falando — desviou o olhar das obsidianas acusatórias do amigo.

– Não se faça de idiota, não para mim – respondeu Kid, sua voz subindo algumas oitavas, pela irritação – O que ela é para você? — perguntou novamente, abaixando o tom de voz, quando alguns poucos convidados, viraram-se para olhar a briga dos dois.

Soul, o olhou sério.

– Ela é minha parceira e... Amiga – respondeu Soul, evitando os ambares penetrantes.

– Espero que não seja tão amigo das garotas do colégio, quanto é dela...

– Como você descobriu?

– Me pergunto como os outros ainda não perceberam, isso sim. Qualquer um pode ver em seus olhos, o jeito que a olha... É óbvio que não a quer só como amiga e já há muito tempo – disse Kid.

Soul desviou a atenção para o televisor. Maka cantava o refrão de uma música qualquer acompanhando Tsubaki.

– Não diga besteiras – murmurou Soul, bebericando o suco.

– Sou um observador, Soul Eater. Não pode me enganar. Tenho apenas uma coisa a te dizer...

Kid parou, esperando algum argumento dele, que não veio.

– Mesmo que a vida pessoal de vocês não é de meu interesse...

– Então não se intrometa em um assunto que não é da sua conta – disse Soul, asperamente.

Kid olhou-o, ignorando seu comentário em seguida.

– Maka é uma pessoa gentil e cada vez mais bonita, todos nós gostamos dela, seja de uma forma, ou de outra. Brincar com os sentimentos dela dessa maneira, é cruel.

– Eu não estou brincando com os sentimentos de ninguém, Kid.

– Mesmo? O que está fazendo então? — indagou Kid, afastando-se.

Por mais que gostasse dela, de tudo nela. Não sabia como falar, como se expressar. Mesmo sabendo que só atos não bastassem. O que devia fazer?

Se perguntou, entrando em conflito consigo mesmo.

Essas reflexões e diversas outras, se formavam em sua mente uma atrás das outras.

– Soul? – chamou Maka novamente. Soul se sobressaltou olhando em sua direção.

– Ah, você estava aí?

– O que houve, senhor assustado? — perguntou Maka, achando graça, deixando um riso leve escapar.

– Nada demais – murmurou, olhando o copo ocupado apenas pelo gelo que derretia rapidamente.

– Tudo bem então. Vamos lá com o pesso...? – se interrompeu ao sentir seu pulso ser segurado mantendo-a no lugar, virou-se para olhá-lo.

– Poderia... Hã... Se sentar aqui comigo um pouco?

Eu só tenho que... Ser sincero. Isso. Ser sincero. Não era assim tão difícil.

– Claro – sorriu Maka, sentando-se ao lado dele a espera de suas palavras. Pousou as mãos sobre as pernas, brincando com seus próprios dedos, ansiosa.

– Eu... Hã... Precisava meio que te dizer uma coisa, mas... – gaguejou Soul

– Maka, vem abrir os presentes – chamou Kim.

– Estou indo! – respondeu acenando para o grupo mais a frente.

– Soul, não tenho certeza do que se trata, não há nada de tão errado assim, só vamos deixar do jeito que está — Maka afagou o topo da cabeça do parceiro, bagunçando as madeixas brancas.

– E você está bem com isso? — perguntou mais a si próprio que a parceira.

– Com o quê? – perguntou Maka, sem entender.

– Não, nada.... Conversamos depois – disse Soul. Maka meneou com a cabeça levemente.

Pôs-se a observar Soul por um minuto. Uma ruga entre suas sobrancelhas quase imperceptível, e o nariz levemente enrugado, indicando seu incômodo.

Maka sorriu levemente. Havia sim entendido o real significado por trás daquela pergunta feita por ele à pouco, mas era um tipo de assunto no qual não queria entrar. Pelo menos não no momento.

– Vamos para a sessão de tortura? — brincou Maka vendo seus lábios de seu parceiro inverterem-se em um meio sorriso levantando-se atrás dela.

– Vamos.

– Que comece... A 17ª sessão de tortura – comentou Maka, fingindo uma falsa expressão de tristeza.

– É muito bom ganhar presentes – reclamou Tsubaki – E eu sei que você vai adorar todos eles.

Maka riu.

– Com certeza que vou – murmurou, contrariada.

– Bom já que é assim.... Nada mais justo que o parceiro presenteá-la, primeiro – comentou um dos presentes no grupo.

Maka e Soul coraram instantaneamente.

A loira seguiu, caminhando até o pufe se largando sobre ele.

Soul apalpou os bolsos a procura do presente.

– Você não gastou muito no presente... Né?

– É um presente, isso não importa – respondeu Soul, revirando os olhos, pegando uma caixinha de camurça preta do bolso, o brasão da família de Soul em dourado – Esse é o meu.

– Nossa – murmuraram os demais amigos ao ver a caixa.

Soul sentou-se ao seu lado, entregando a pequena caixa em suas mãos.

Maka abriu a caixinha cuidadosamente olhando para o conteúdo, um pequeno pingente de coração em rubi preso a uma delicada corrente prateada.

– É simplesmente.. Lindo — sussurrou tocando o pequeno coração vermelho.

– Gostou mesmo? — perguntou Soul

– Mas que pergunta. Eu amei! Mas você deve ter gastado tanto...

– Não é uma quantia que fará falta já que minha família trabalha com isso. E o design dele foi desenvolvido especialmente para você — disse Soul remexendo em seus bolsos novamente e pegando outra caixinha de camurça e uma carta lacrada com o mesmo brasão do presente anterior – Esse é do Wes.

Maka pegou a carta, quebrando o selo de cera, notando a caligrafia em capricho na folha amarelada da carta.

Primeiramente, Feliz aniversário! Como tem passado? Linda como sempre, espero.

Espero que tenha gostado do presente.

Atenciosamente, Wes.

Maka pegou a caixinha, abrindo-a e revelando um bonito adereço de cabelo prateado em formato de flor, de forma que suas pétalas eram formadas aparentemente pela mesma pedra do colar. Voltou a fechar a caixinha, pousando-a no colo.

– Obrigada – agradeceu Maka, sorrindo e redobrando a carta e guardando-a de volta ao envelope.

– Será que poderia colocar para mim? – perguntou Maka ao parceiro. Entregando-lhe a caixinha e puxou o cabelo para o lado, olhando-o de canto.

– Ah! Claro – concordou Soul, abrindo a caixinha soltando o colar dos suportes, prendeu-a ao pescoço de Maka – Ficou bom em você — elogiou Soul quando Maka virou de frente para todos, o coração vermelho contrastando com a pele alva.

– Obrigada – disse Maka, corando levemente.

Todos sorriram observando a cena do casal.

– O meu e do Black Star agora — pediu Tsubaki, entregando-lhe um embrulho branco.

Maka sacudiu antes de abrir, soltando laço, abriu a caixa, livrando-se do papel que envolvia o tecido brilhante preto.

– É lindo, mas... Para qual ocasião? — indagou Maka, tirando o vestido do meio dos papéis.

– O baile de outono da escola está chegando – justificou Tsubaki — Achei que poderia combinar — sorriu levemente.

– Obrigada.

– Por falar no baile, o festival das lanternas é daqui a um mês também, não é? — perguntou Kim, parecia tentar lembrar de algo.

– É verdade — concordaram algumas pessoas em volta.

– Maka, já tem um yukata? — perguntou o parceiro de Kim.

– Na verdade não. O meu da última vez não serve mais em mim. Devo ter engordado – comentou Maka, rindo sem graça.

Soul a olhou, resistindo para acabar não rindo.

Engordar? Ah tá. Certeza.

– Então escolhemos certo – disse Kim.

A dupla sorriu, cúmplices um com o outro. Apontando para o embrulho azul escuro.

– Vocês me compraram um? — perguntou Maka, sem disfarçar a evidente surpresa.

– Espero que goste — disse Kim.

Maka se livrou do papel de embrulho revelando um quimono de verão azul e um obi delicadamente bordado.

– Então? — indagou, curiosa.

– É lindo! Obrigada, Kim!

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E entre risadas e pequenos constrangimentos,

– Ufa. Acabou! – disse Maka aliviada, se espreguiçando.

– Tem mais um aqui – pegou Liz, um envelope vermelho, rodou-o entre os dedos, entregando para a loira – Não tem remetente. Estranho não?

Maka abriu o lacre desdobrando o papel, os olhos arregalados em obvio medo.

Aproveite os tempos de paz. Eles já estão no fim.

Feliz Aniversário.

– Tch – reclamou soltando o papel, botando indicador recém-cortado pelo papel na boca.

O papel antes no chão pegou fogo inexplicavelmente, sumindo em cinzas.

– Maka, o que estava escrito? – indagou Kid, preocupadamente.

– Não sei, a letra não estava muito legível – sorriu a loira, tentando tranquilizar o clima de apreensão tomou o local.

As duplas se entreolharam.

– Vamos pessoal! Ainda temos um delicioso bolo, não?


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As duplas, saíram uma a uma, e Maka logo atrás, esperando pelo parceiro que permanecia do lado de dentro, conversando uma coisa qualquer com o proprietário do estabelecimento.

O grupo que ainda mantinham conversas animadas entre si, foi diminuindo a medida que algumas duplas despediram-se, e seguiam rumo a suas respectivas casas, levando o som animado e reconfortante com eles.

– Está mesmo tudo bem deixá-la aqui sozinha? – indagou Tsubaki, preocupada.

– Fica tranquila, Tsubaki. Vocês devem se apressar, e ir pra casa. Está tarde e é perigoso ficar na rua essa hora da noite. Eu vou ficar bem, logo, eu e Soul vamos também.

– Tudo bem então. Cuidado, Maka-chan – pediu Tsubaki, afastando-se com o parceiro

– Até mais — Maka acenou para ambos até também sumirem no fim da rua, deixando-a sozinha.

Maka soltou um suspiro pesado, esfregando os próprios braços em uma tentativa de aquecê-los mesmo que pouco.

Uma ventania soprou por ela, desalinhando seus cabelos, os pelos da nuca da loira se eriçaram e instantaneamente virou se para um ruído estranho vindo do beco logo ao lado da fachada de vidro iluminada. Uma silhueta afastada em meio a escuridão começou a poder ser distinguida.

– Se revele.

Ouviu o som de passos se aproximando, um som metálico como se de uma lamina sendo arrastada contra o cascalho e a silhueta ainda mais nítida e maior. Maka arreganhou os dentes instintivamente, afastando-se na defensiva.

– Obrigado de novo, Ojii-san – agradeceu Soul, em uma pequena reverência, um saco preto, cheio do que devia ser os presentes da parceira, nas costas. Maka virou-se para o foco do segundo som, observando o senhor de idade avançada que sorriu-lhe gentilmente em uma pequena reverência também, antes de fechar a porta, virando a placa de ‘Closed’ para fora, apagando as luzes. Maka tornou a olhar para o beco, vazio.

– Maka? – perguntou, Soul tocando seu ombro. Maka se retesou ao toque, olhando-o, ainda alerta.

– Está tudo bem?

Maka olhou para o beco vazio novamente desconfiada, antes de virar-se para ele, forçando um sorriso.

– Está sim, desculpe. Devo estar cansada.

– Hum.. Se você diz. Venha – chamou Soul – Está com frio? – indagou tirando sua própria jaqueta.

– Não, não estou com frio – vestiu a jaqueta de volta nele. Soul a olhou por um instante, observando a teimosia refletida em seus olhos. Revirou os olhos pegando o capacete dela do guidão, ajudando-a a colocar prendendo a trava e colocando o seu próprio em seguida, prendeu a sacola na parte posterior e montou na moto, aguardando-a montar atrás dele, que sem demora já tinha os braços fortemente envoltos em sua cintura e empurrou a trava da moto e acelerou, dando partida e percorrendo as ruas em alta velocidade.

Estava extremamente tarde e demasiadamente perigoso ela estar fora de casa aquele horário.

– Soul?

– Hn? — respondeu Soul, concentrado no caminho.

– Estamos sendo seguidos.

– Deve ser só aqueles professores que foram designados para te proteger – respondeu, apreensivo.

– Não — respondeu Maka, prontamente – Não são eles. Nem são humanas.

– Como assim? — perguntou, sem obter resposta.

Com alívio, percebera que apenas mais alguns quarteirões, estariam em casa, não só eles, como ela, principalmente, estava segura. Freou a moto entrando na pequena garagem do apartamento.

– Maka? — a chamou.

A loira olhou fixamente para o céu, pela fresta da porta mecânica da garagem.

Soul seguiu seu olhar, nada encontrando.

Maka cambaleou, antes de cair sobre ele desacordada, Soul a amparou antes que fosse ao chão, pegando-a no colo.

Subiu as escadas desajeitadamente, abrindo a porta do apartamento com certa dificuldade, fechando-a com o pé, seguiu para o quarto dela, e a pousou na cama com cuidado, deixando a sacola de presentes ao lado da cama. Respirou fundo.

O espelho do banheiro da artesã ondulou como água antes de refletir, ao invés de seu próprio reflexo do ambiente, o próprio Shinigami. Soul lhe deu uma última espiada preocupada na parceira, antes de atendê-lo.

– Own, yo yo Soul-kun – saudou o diretor, agitando a mão, animado como sempre, diferenciado pelo chapéu de dormir preso a sua cabeça — Receio que tenho algo a te comunicar...

Francamente, como ele descobre essas coisas?

– Konbawa, Shinigami-sama — disse Soul sério – Somos dois então.

– Você primeiro, então – indicou para que fizesse as honras.

– Quando estávamos voltando hoje, Maka me disse que estávamos sendo seguidos — confessou Soul, apreensivo.

– Primeiramente – interrompeu Shinigami-sama – Eu deveria lhes dar uma certa punição por desobedecerem minhas ordens, e saírem mesmo assim.

– Desculpe, nós... Eu, na verdade só...

– Tudo bem. Ela precisava se distrair um pouco — disse o diretor — Eu sei o quanto é torturante ficar preso em um só lugar, sem poder sair – comentou melancólico – Vamos apenas relevar. Ela está a salvo, certo?

– Sim...

– Prossiga então, Soul.

– Não tenho certeza... Eram... Duas ou três pessoas... À cerca de seis ou sete metros de distância, mais ou menos – murmurou Soul.

– Três? Tem certeza do número? — perguntou o diretor, preocupado.

– Não exatamente. A sensibilidade dela é muito melhor que a minha — disse a olhando pela fresta da porta, que parecia jazer em sono profundo – E ela afirmou que não eram humanas, mas eu realmente não notei nada de diferente – murmurou Soul, lembrando do acontecido – É isso que não faz sentido.

– Mais alguma coisa? – indagou Shinigami, apreensivo.

Soul parou tentando se lembrar

– O senhor disse uma vez... Que bruxas podem fazer uma espécie de selo que se chamava...

– Soul protection?

– Isso!

– Mas é claro! Isso explica, uma parte pelo menos... — bateu uma mão na outra como se tivesse se lembrado de algo — Essa proteção, como você deve saber, faz a alma, especificamente de uma bruxa, parecer normalmente humana... — disse esperando Soul concordar.

– E ela disse que não eram humanas... – resmungou Soul – Mas espera um minuto! Você disse que esse selo faz a alma parecer humana, então a utilidade deste é que a bruxa não seja percebida, certo? Então como Maka...

– Bom nunca houve uma só pessoa que percebesse um vestígio sequer da alma delas com esse selo, nem mesmo Stein ou a própria mãe dela, que também é um prodígio... Se nossa teoria realmente está certa... Isso seria, simplesmente fascinante! – disse o diretor, deixando um pouco de admiração aparecer por sua voz.

– Quer dizer que o que poderia estar nos seguindo, eram bruxas? – perguntou Soul, abaixando seu tom de voz ao perceber que poderia acabar acordando a loira, que se mexera na cama agitada.

– Não podemos excluir essa possibilidade — disse o Shinigami – E não podemos excluir também que ela estava obviamente em risco.

– Sim, eu pensei. — concordou Soul, arrependido

– Por isso que disse que, por hora, era melhor não sair. Ela ainda corre perigo. E agora devemos ser ainda mais compreensivos e responsáveis – completou o Shinigami, suspirando.

– Desculpe, Shinigami-sama – pediu Soul, realmente culpado.

– Mas o que está feito, está feito. Transmita meus parabéns a ela, sim? Ela cresceu tão rápido... Dezessete anos... — voltou a animação de sempre – Espero que ela não esteja sentindo muita dor ainda. Aqueles sangramentos ultimamente, foram realmente preocupantes.

– Ela me disse que estava tomando uns analgésicos para a dor.

– Analgésicos? – indagou confusamente.

– Sim – afirmou Soul, olhando em volta até pegar o pequeno pote quase vazio na gaveta da cabine de banheiro dela – Estes aqui – disse Soul, sacudindo o potinho.

– Vocês compraram isso?

– Comprar? Não creio que tenha algum analgésico a venda em ma farmácia potente o suficiente para as dores que ela vinha sentindo. Ela só me disse que o médico receitou para ela, ou algo assim.

– Médico? – perguntou o diretor, curioso – Não sabia que Stein havia sido tão gentil.

– Stein? Ela disse que não foi Stein.

– Outro? Soul, não havia outro. Os únicos que eu permiti se aproximarem de Maka para cuidar de seus ferimentos eram Stein e Marie. E nada foi receitado. Não sabíamos que tipo de reação iria ter no corpo dela.

– Então... Se não haviam médicos, quem deu esses comprimidos para Maka?

– Boa pergunta.

To be continued...

Notas finais
E entãooooooo? Gostaram do suspense? Só ano que vem agora hahahaha /levatiros Desculpe pela brincadeirinha... Review me ajudariam a escrever com mais rapidez sabe.../indireta tsk tsk. ANYWAYS. qq< Vejo vocês em breve, or not. qq kisses ~