Notas iniciais
YEAHHHHH ~ /EMOÇÃO. q Recebi uma recomendação! óóóóó. Oremos. xD ah, gomen pelo atraso minna. enjoy ~

Feelings Insanes

– Hum, cedo para vê-la por aqui, o que te incomoda? – zombou a voz, vinda de trás de mim.

– O que você está fazendo comigo, kimochiwarui? – perguntei irritada, em busca de uma explicação.

– Apenas acelerei o despertar dela. E agora, pouco a pouco, a cada segundo que passa, você se aproxima mais um passo de se tornar um monstro – disse, dando a volta na cadeira parando de frente para mim. Sorriu.

– Confesso que foi bem mais fácil do que eu tinha imaginado. Mais fácil do que com aquele... Soul Eater, certo?

Fuzilei-o.

– É mentira – grunhi, me esforçando para me soltar das correias, pela simples vontade de soca-lo até a morte que tinha, conseguindo apenas mais hematomas nos pulsos.

Ótimo.

– Mesmo? – indagou em falsa incredulidade — Prove-me então.

Observei-o passar a unha por sua mão, trilhando um corte por onde o sangue passou a sair, pingando em direção ao chão.

Arregalei os olhos.

Minha garganta protestou, latejando de sede. Só enxergava aquele liquido quente e viscoso perante a mim, o mesmo que antes me dava nojo e agora me despertava um desejo quase incontrolável... Senti as presas se projetarem sobre meus lábios.

Tentei me levantar, debatendo-me contra as amarras, um silvo animalesco saindo de minha boca, em pura indignação.

O quão baixo eu caí?

– Você quer? — perguntou se aproximando, o cheiro de sangue agora, agradável, a poucos centímetros.

Me controlando ao máximo que pude, soltei a mão o suficiente para, bate-la contra a sua, afastando-a.

– T-tire... I-isso de perto... D-de... Mim – grunhi, ofegante.

– Teimosia tem limite. Mais cedo ou mais tarde, você vai ceder ao desejo, não terá escolha — passou a língua pelo seu próprio ferimento, limpando o sangue.

– Quem decide se vou decair a um monstro ou não, sou eu. Sou forte o suficiente e lutarei até as últimas forças para decidir o controle daqui.

– Tolinha — apoiou a mão nas costas da cadeira atrás de mim, se aproximando de forma que sua cabeça ficou ao lado da minha — Como eu disse, não é como se você tivesse escolha.

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Soul observou a silhueta da parceira de frente para ele, respirando calmamente, As mechas loiras espalhadas harmoniosamente pela cama, a silhueta de seu corpo bem delineado sob camisa abotoada torta que mais se assemelhava a um vestido quando vestido nela, deixando a mostra, as pernas torneadas e bem formadas, e parte do decote.

Tirou uma das mãos que circulavam sua cintura, acariciando seu rosto levemente, suava frio.

Maka acordou de súbito, respirando alterada.

– Maka...? — chamou visivelmente preocupado.

– Ah? – perguntou Maka, levantando a cabeça para olha-lo. Ofegante, massageou suas têmporas, fechando os olhos. O cheiro do sangue de Soul subindo a suas narinas — Estou bem, só tive um pesadelo — murmurou voltando a escostar a testa de encontro ao tórax nu do parceiro.

Pesadelos... Sempre pesadelos

– Que horas são? — perguntou Maka, a voz abafada.

– 15 pras 7 — murmurou encostando o queixo sobre sua cabeça.

– Vamos nos atrasar – comentou, aconchegando-se ao abraço que Soul lhe atribuiu.

– É, eu sei – completou, desinteressado.

– O que vamos fazer então? — indagou curiosa.

– O que quiser — deu de ombros.

Não definimos exatamente que tipo de relação era aquela, importava apenas que ele estivesse feliz, e consequentemente, eu.

Uma relação que decidimos, mutuamente, manter em segredo. Agindo normalmente em público, parceiros, assim com antes, e sob o teto do apartamento deles, entre as quatro paredes, como amantes.

Era melhor assim.

Apesar do meu orgulho, não podia discordar que, finalmente, estava feliz por ter sido sincera com ele e principalmente, comigo mesma. Como se um peso fosse tirado de minhas costas.

Era recíproco, afinal.

– Preciso de um banho – murmurou Maka, sentando-se na cama, esfregando-os olhos sonolenta.

Sentiu a cama ceder a outro peso atrás dela. Virou-se em tempo de ver Soul levantar-se primeiro, franzindo o cenho sem entender.

Seguindo-o com o olhar, observou apenas com a calça do pijama, o tórax nú, espreguiçando-se e bocejando preguiçosamente.

Corou instantaneamente. Os braços, peitos, abdômen e costas cheias de marcas avermelhadas de arranhões.

– Que houv...? – indagou Soul, virando-se para ela, erguendo a sobrancelha em dúvida.

Soul riu fazendo Maka, olhá-lo, envergonhada.

– Surpresa com as marcas me deixou, Albarn-san? — sussurrou próximo a sua orelha, sorrindo de lado, presunçoso – Aqui. Parece que também te deixei umas marcas — tocou as marcas dos chupões e mordidas na pele alva de seu pescoço.

Maka corou instantaneamente, cobrindo o chupão pescoço com a mão.

Soul, abaixou-se erguendo-a em seus braços.

– E-ei, o que está fazendo? — perguntou vermelha demais para olhar em seu rosto.

– Te levando para seu banho – disse Soul – Ou melhor, para o nosso banho – completou, sorrindo de lado.

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A sede e a fome.

Cada vez mais insuportável. A cada dia, a cada hora... A sede se tornava ainda mais forte.

E se não fosse capaz de se controlar? Quem machucaria?

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Apenas as lanternas na coloração do outono, decoravam e iluminavam aquela noite escura, sem a lua e muito menos estrelas. Apenas um céu nublado e triste. Como se indicasse uma calamidade próxima a acontecer.

A música típica e a conversação animada espalhando-se pelo local.

A dupla caminhava tranquilamente lado a lado, vestindo os yukatas tradicionais.

Soul tentava manter sua atenção em um ponto qualquer a sua frente, vez ou outra, olhando de esguelha para a loira caminhando pouco atrás dele, que olhava para o chão, de forma que a franja ocultava parte do rosto corado por algum motivo desconhecido a ele.

Voltou a olhar pra frente, bocejando levemente.

Maka deixou um suspiro escapar-lhe os lábios. Com medo de dar as mãos com o parceiro. Respirou fundo, tomando coragem e encostou seus dedos de encontro a mão dele.

Surpreso ao sentir o toque frio de seus dedos de encontro a sua mão, virou-se para olha-la, corada. Entrelaçou seus dedos nos dela, cobrindo o rosto rubro com o braço.

– Você é muito boba, sabia? – resmungou Soul encabulado.

Maka sorriu levemente, encostando-se de encontro ao braço do parceiro, feliz.

Ouviu a risada de seus amigos em algum lugar próximo. Instintivamente, tentou soltar sua mão, tendo como respostas apenas o parceiro segurando sua mão, impedindo-a.

– Soul... – sussurrou Maka, temerosa.

– Já basta disso. Não quero mais esconder — sussurrou ao pé de sua orelha – Desse jeito... Todos irão entender.

Maka o olhou surpresa por um segundo, corando em seguida.

Se é a escolha dele, é a minha.

Passaram ao lado de Kid e Tsubaki, a espera dos parceiros que, pelo visto, causavam agitação e tumulto nas barracas de brincadeiras.

Maka caminhou ao lado de Soul, os dedos entrelaçados, encabulada. Kid sorriu para o casal enquanto eles passavam de mãos dadas a seu lado.

Alguns conhecidos de ambos, seguia-os com o olhar, curiosos e comentando entre si.

Arregalou os olhos em seguida ouvindo um zumbido quase ensurdecedor. Seguido de uma aura pesada, que aparentemente, mais ninguém havia notado.

Tremula, olhou em direção a rota que levava ao lago, de onde o som viera, a respiração falhando, o som ao seu redor reduzindo-se a meros zumbidos.

Ouviu uma risada infantil ao seu lado, chamando sua atenção a uma criança que seguiu entre os demais, desviando-se facilmente, em direção ao lago.

Não! Não vá sozinha... É perigoso...

– J-já volto- sussurrou soltando a mão do parceiro afastando-se.

– Hey, Maka, espere um pou... — chamou Soul sendo, pelo que parecia, ignorado por ela.

Não queria, mas precisava checar toda aquela pressão maligna que era comprimida e precisava impedir que o pior acontecesse com aquela criança desavisada.

Maka embrenhara-se pela multidão, caminhando rapidamente entre tantos corações e almas pulsando à sua volta. Apertou sua garganta sedenta, tapando parte do rosto com a mão, escondendo a face ocupada pelo desejo sanguinário. Os olhos trocando de verdes a vermelhos em um looping insano, as presas sobrepujando-se nos lábios.

Havia muito sangue por perto. Era tentador demais, até mais do que gostaria.

Segurou a garganta seguindo de cabeça baixa.

– Hey, boku – chamou Maka, caminhando rapidamente em direção a ele, uma criança de pouco mais de quatro anos, virou-se para olha-la e acelerou o passo, enfiando-se ainda mais entre a multidão.

– Não! Espere! – pediu em pseudo-desespero.

Via-se perseguindo-o, em pânico.

O garotinho riu mais uma vez, distanciando-se da multidão, percorrendo um caminho sem iluminação e sem segurança, embrenhando-se em uma trilha em direção ao lago, deserta.

– Boku, não vá nessa direção, é perigoso — dirigiu-se a ele, temerosa pelo caminho que tomara. Parou abruptamente assim que chegou, olhando para a criança, de costas para ela.

– Boku, onde está sua mãe? Posso te levar até ela – perguntou Maka, gentilmente.

Observou um ovo de kishin se aproximar atrás da criança. Sem pensar suas vezes, instintivamente, reagiu, correndo até ele, abraçou-o e rolou para longe do ovo de kishin.

– Você está bem? – perguntou Maka, observando-o pequeno em seu colo.

– Idiota — ouviu a voz — O perigo aqui é essa criança entre seus braços.

Maka olhou o garotinho entre seus braços, sua face contorceu-se em um sorriso maníaco em par com os olhos sedentos. A língua tomou uma proporção maior, enrolando-se nos braços da loira. Maka soltou-se dele, recuando rapidamente, observando o pequeno corpo, tomar proporções bizarras.

Olhou em volta, um ovo de Kishin de cada lado, um caminho que levava mais fundo na escuridão do seu outro lado, o lago a sua frente e um arbusto que não poderia ser pulado à suas costas.

Sem saída.

– Tch — grunhiu, fazendo duas foices aparecerem em seus braços, assumindo posição de defesa.

Ambos avançaram em sua direção.

Agilmente a loira rolou para frente desviando da investida, pulando acima da garra que veio em direção ao seu pé, equilibrou-se na mão de um deles por tempo o suficiente para, com uma foice no pé, decepar a cabeça de um com um chute, virando um mortal para frente. Sentiu a sombra sobre ela se elevar, virando-se em tempo de a mão do monstro bater contra ela, lançando-a para longe de forma que rolou alguns metros, antes de se levantar com certa dificuldade pela pancada.

Observou-o se aproximando, sem conseguir reagir.

Em um segundo ele estava lá, e em outro o monstro foi reduzido a cinzas, deixando apenas sua alma vermelha para trás.

– Deploráveis — grunhiu tornando a embainhar sua espada.

Maka, recuara, tensa, preparando-se para ataca-lo – Vim aqui pacificamente, ou pelo menos, dependerá de sua atitude. Tenho apenas a ordem de não mata-la, nada me foi dito sobre ferir — avisou — Vim aqui apenas para transmitir as palavras de medusa-sama.

Maka continuara tensa, não pela presença dele ali, havia percebido que a presença do ser a sua frente não parecia apresentar nenhum tipo de hostilidade momentânea, e sim a citação do nome de medusa. Afinal, era aquela, cujo nome havia a colocado em todo aquele inferno.

– Você tem uma semana, antes de se juntar a nós... — começou o recado.

– Eu nunca me juntaria a vocês – respondeu Maka de imediato, enojada.

– Foi me dado o aviso que caso não a senhorita não coopere conosco, seremos obrigados a tomar uma atitude drástica, como matar seus companheiros e aqueles quem ama. Se a senhorita mesmo não o fizer, mais cedo ou mais tarde — entoou checando sua reação – Creio que não preciso lembra-la que uma hora, não vai poder se controlar. Vai mesmo querer ser a responsável pela morte de todos?

Maka fechou os olhos lembrando de todos que lhe eram próximos. Por fim a imagem de Soul veio a sua mente.

Nunca permitiria isso.

– Certo. O que eu devo fazer? – perguntou Maka

– Você não deve contatar ninguém sobre isso. Se soubermos de qualquer tentativa de quebra desse contrato, as consequências serão terríveis – continuou, apesar da visível perturbação da garota a sua frente – Estarei esperando em death’s hill, creio que já sabe onde é — disse, Maka apenas meneou com a cabeça, concordando cabisbaixa.

– Dou-lhe uma semana para que possa se despedir – informou ele – Creio que é só isso... Até logo — sussurrou, sumindo ao vento. Maka abaixara a cabeça, as lágrimas se formando sob seus olhos.

Então era isso que aconteceria?

– Maka? — ouviu a voz de seu parceiro chamando-a.

Maka esfregou a manga do yukata contra os olhos para secar as poucas lágrimas que haviam escorrido, piscando algumas vezes para evitar que as restantes viessem também.

Soul correu a rota escura até lá rapidamente, encontrando-a de costas para ele, as mãos fechadas em punho.

– Maka, por kami-sama, onde você estava? — perguntou visivelmente preocupado

Maka continuou a olhar fixamente para frente

– Maka? – chamou novamente, tocando seu ombro.

– Vamos — murmurou olhando para o céu.

Maka pegou sua mão antes que ele dissesse algo, seja concordando ou discordando, puxou-o com ela para longe daquele local.

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Estava entada no sofá, vestindo uma camisa de Soul.

Maka abraçou as pernas, uma maneira que arranjara, talvez, de achar uma segurança interior, não conseguia mais dormir, sem que pesadelos invadissem sua mente em segundos. Deixava a televisão ligada apenas para um som de fundo, e um pouco de luz, nada que realmente fizesse muita diferença.

Tocou a garganta, fechando os olhos.

Sede...

Odiava o fato de não conseguir mais repudiar aquele desejo repugnante, pelo que antes lhe causava nojo, e agora despertava uma sede quase incontrolável, e ficar perto de Soul não ajudava mais. Era arriscado e tentador demais.

Suspirou deixando cair a mão que tocava seu pescoço, abrindo os olhos, enxergou a sala repleta de sangue por todo o cômodo, tornou a fechar os olhos.

Desejava apenas... Um pouco de paz.

Queria e ao mesmo tempo, tinha medo de ficar sozinha.

– Mataku... — murmurou entre seus joelhos, observando a xícara fumegante em sua mão.

Olhou para o relógio indicando que já passava de meia noite.

Restam-me mais quatro dias.

– Maka? — chamou soul, saindo do quarto, os cabelos naturalmente despenteados, esfregando os olhos como uma criança sonolenta – Não conseguiu dormir de novo?

Maka não pode evitar de sorrir levemente com a cena.

– Estou sem sono – mentiu Maka, encostando a cabeça nas costas do sofá, observando a lua do lado de fora.

Essa... É a última vez?

Sentiu o sofá ceder a outro peso. Soul sentou ao seu lado

– Café? Está mesmo tomando café? — perguntou olhando para a xícara entre as mãos de Maka — Você odeia café.

–Sei lá, fiquei com vontade — deu de ombros, bebendo o liquido quente.

Soul apoiou a cabeça na mão, observando-a. Ela estava ali, bem ao seu lado, de forma que com um esticasse o braço, poderia tocá-la sem dificuldade e ao mesmo tempo, parecia que um abismo os separava, impedindo-o de alcança-la.

E era como se ela estivesse cada vez mais distante.

– Soul...

– hm? – perguntou Soul, esperando que continuasse.

– Como seria se um dia, eu tivesse de ir embora? — perguntou, olhando para o chão

– Que pergunta estranha é essa? — olhou-a sem entender

– Se eu desaparecesse você se importaria? – continuou a perguntar, as lágrimas se formando em seus olhos.

– Desaparecer? Do que você está falando? – indagou confuso.

– Você se importaria? – indagou, um sorriso fraco em seus lábios

– Você é a pessoa mais importante pra mim. Não seja idiota perguntando essas coisas obvias! Se você sumisse eu não iria descansar enquanto não te encontrasse – disse, observando-a olhar para ele, as lágrimas escorrendo como cascatas em seus olhos.

Em um sorriso fraco, fez algo que o surpreendeu, estendendo os braços em um pedido silêncioso.

Soul sentou-se mais perto dela, puxando-a de encontro a ele em um abraço, envolvendo-a pela cintura, preocupadamente.

– Obrigada – fechou os olhos de encontro ao seu peito.

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O vento soprava forte por toda a Death City, chegando ao gramado e as árvores nos fundos da Shibusen que balançavam em resposta. O sol já morrendo ao fim do horizonte.

Maka caminhava distraidamente pelo corredor das foices em direção a sala do diretor, com Soul logo ao seu lado.

– Entendo perfeitamente... Estarei providenciando a volta de vocês, imediatamente – disse o diretor, sério. Maka levantou os olhos do chão, fixando-os no diretor, curiosa.

– Ah, chegaram — exclamou o diretor, anunciando a entrada da dupla

– Konnichiwa, Shinigami-sama – cumprimentou a dupla, parando perante a ele.

– É a Maka?

Maka arqueou a sobrancelha, confusamente ao ouvir seu nome ser pronunciado, se esticando para espiar por cima do ombro do diretor.

– Chrona! — exclamou surpresa, e visivelmente alegre em revê-lo.

Alegria notada pela arma que cruzou os braços bufando incomodado. Seu estômago se embrulhando com aquele sentimento. Sentimento que aquele seu orgulho gigantesco, nunca permitiria nem por um segundo deixa-lo admitir como ciúmes.

– Está tudo bem por ai? – indagou Maka, estranhando o nervosismo do andrógino.

– Ah... Sim – murmurou Chrona, coçando a cabeça, encabulado.

Maka arqueou a sobrancelha a espera da resposta, sua atenção chamada pela porta que se abriu atrás dele, revelando Law e Spirit, o cansaço e preocupação estampado no rosto de ambos, conversando sérios.

Maka esperava que seu pai idiota tivesse mais uma daquelas reações obsessivas quando a visse, mas não o fez. Ele somente acenou sorrindo levemente, seguindo o loiro para a sacada.

– Como vai a missão? — perguntou mudando de assunto

– eto... — olhou para o Shinigami, como pedindo permissão, que confirmou brevemente com a cabeça — Estamos para voltar, na verdade... — desviou o olhar.

– Sério? – indagou Maka, animada — Que boa notícia!

– Sim — confirmou

– Tem algo errado? – tornou a questionar.

– N-não! Por que...? — respondeu de imediato, com outra pergunta — E-está t-tudo correndo bem.

– Ah, Oi Maka, faz um bom tempo... Esta melhor pelo que vejo — murmurou — Podemos conversar? – perguntou Law, se dirigindo ao andrógino e ragnarok, que aparecera em suas costas.

– H-hai — fez uma pequena reverência, voltando-se ao reflexo à Maka — Tenho que ir. Matta ne — disseram Chrona e Ragnarok em uníssono, acenando.

– Matta... – respondeu Maka, a imagem sumindo e voltando a refletir a loira a sua frente

– Qual é o problema de vocês?! – grunhiu Maka, virando-se para o diretor em seguida para Yumi — Acham mesmo que sou ingênua a ponto de cair nessas mentiras ridículas? -

– Do que esta falando? — cortou yumi, arrumando seus óculos.

– Acham que me escondendo disso vai resolver alguma coisa?

– Não diga bobagens, não há nada que você deva saber – gesticulou Yumi, indiferente.

– Me esconder da verdade não vai adiantar nada mesmo – murmurou Maka — Independente de tudo o que vocês tem tentado fazer e tentarão fazer, não irá mudar absolutamente nada! — gritou e saiu correndo da sala, deixando-os, intrigados para trás.

To be continued...



Notas finais
Hum. Maka revolts, hm. q YEAAAAAAAAAAAAAAAH ~ Recebi uma recomendação² o/ já disse isso? Preparem os lenços de papel, próx capitulo. HEHE ~ nem conto. passei em todas as matérias esse bimestre. /uhules uhules. YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEP ~ Thank you, por ter acompanhado até agora, e continue paciente, Qualquer dúvida sobre o nihongo neste cap, mande-a pelo seu review, hm. REVIEEEEEEEEWWs Kisses ~