Feelings Insanes

14 Ceremony and Reunions.


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEEY, minna! Como vão vocês? Desculpem a demora para atualizar, mas estou fazendo o que posso. Falta criatividade, tempo, internet, tempo, criatividade... Mas posso informar que desde o 1º cap, tudo foi reescrito e melhorado! YEP Õ/ AIAI' Mais um brilhantissímo capítulo pra vocÊs! E como eu demorei, foram, pra variar, quase 3500 palavras! Enjoy!

Feelings Insanes

O pequeno grupo seguia pelo corredor em decoração romana, o tapete vermelho estendido ao longo deste até onde os olhos não podiam mais ver. Pequenos lustres de cristais adornavam o teto de forro de gesso lá em cima, iluminando o ambiente em uma luz amarelada e nostalgicamente clássica.

Maka seguiu a passos lentos em meio a escolta, suspirando entediada pela vigésima ou trigésima vez.

Por sob a capa/capuz que encobria parte de seu rosto, escapava-lhe também algumas mechas loiras emolduradas em torno do rosto até a altura do fim das costelas, e parte do simples vestido branco, cortado a imitar pétalas de flores sobrepostas graciosamente, de forma a vestir o corpo elegantemente magro que a cada passo dado tornava possível um vislumbre de suas coxas torneadas em uma pele perfeitamente pálida.

A loira ergueu o rosto do chão averiguando discretamente sua situação.

Sua escolta era formada por 4 guardas.

Dois atrás dela, fortemente armados com espadas que eles nem teriam tempo de desembainhar caso ela os atacasse.

Um também atrás dela, que aparentemente não parecia carregar nada além de músculos que não o deixarão nada além de corpulento e pesado, provavelmente.

E o último, a sua frente. Usando uma fina cota de couro de sabe-se-lá-que-animal com duas adagas embainhadas de cada lado, estas que no mínimo nem sabia usar direito, também responsável por segurar a outra ponta das finas cordas que prendiam seus pulsos.

Ora.

Estavam subestimando-me? Tolos.

Um sorriso malicioso tomou sua face, por baixo da capa.

Em um segundo, apanhou a corda com ambas as mãos, dando-lhe um forte puxão, tirando-o da mão do guarda da frente, que virou-se em tempo de ter a cabeça decepada com a foice que Maka transformara em seu braço e o corpo que antes pertencia a ele, tombou transformando-se em cinzas, juntamente da cabeça, deixando apenas a alma vermelha para trás.

Restam três.

Maka normalizou seu braço/foice, estendendo-a para agarrar a alma viscosa, engolindo-a de uma só vez.

– Estava deliciosa — agradeceu, as mãos juntas como se em uma oração, fechando os olhos em uma pequena reverência, satisfeita.

Ouviu o zunido de deslocamento de ar quando o terceiro guarda, aquele que seu corpo era composto de 60% de força bruta, fechou o punho acelerando o passo em sua direção. Virou-se de frente para ele rapidamente e abaixou-se desviando-se de sua investida com facilidade, acertando-lhe uma joelhada nas costas carregada frequências de alma, fazendo-o desabar no chão pesadamente.

Restam dois.

Aproveitando-se do momento de choque e surpresa dos outros guardas, agachou levemente apenas para tomar impulso para dar um mortal pra trás, aterrissando em um baque surdo atrás deles.

Com o pedaço de corda do nó que prendia suas mãos, enrolou-a no pescoço de um dos três guardas usando o corpo do guarda como escudo, para desviar-se do ataque do outro, até que o corpo que usava como escudo amoleceu ao perder a consciência e Maka o soltou, que desabando no chão, mostrou assim o terceiro, fora de combate.

Resta um.

O que restava ainda estava de pé, em posição de ataque de frente para a loira, seu olhar carregado de ódio.

Em um segundo, partiu para cima dela, desembainhando a espada.

Maka sorriu divertida antes de rodopiar para o lado, evitando ser perfurada pela espada e aproveitando-se desta e cortando as cordas que prendiam seus pulsos. Desviou com facilidade dos demais golpes, ataque após ataque como se estivesse brincando, vez abaixando-se, vez pulando, deixando-o cada vez mais irritado.

Quando ele partiu para cima dela mais uma vez, Maka recuou fazendo uma reversão chutando a mão do guarda, fazendo-o soltar a espada. Sustentando o peso do corpo nos braços, girou o corpo, flexionando levemente os braços apenas para o impulso para sair do chão, evitando uma rasteira que acertaria seus pulsos em cheio, e aterrisou no chão, deferindo-lhe um chute contra o estomago do adversário e lançando-o contra a pilastra debilitando o suficiente para que não se movesse por alguns instantes.

Instantes suficientes para matá-lo.

Transformou sua mão em uma foice para um golpe final de misericórdia e lançou-se contra ele.

A alguns milímetros do pescoço do guarda seu pulso foi fortemente agarrado e puxado para trás, segurado em suas costas.

Maka grunhiu virando-se para socar quem quer que fosse o infeliz que tivesse interceptado seu ataque, com a mão livre, tendo ambos, segurados atrás de seu corpo, que torceu seu braço dolorosamente, forçando-a a ajoelhar.

Virou-se para ver quem era, dando com o guarda encapuzado que segundos atrás a loira lançara ao chão. Se debateu, só parando quando uma mão ameaçava perigosamente as garras negras e afiadas direcionadas ao seu pescoço, mortalmente. Retesou-se evitando qualquer toque a aquelas garras.

– Não seja tão estraga-prazeres. Era apenas um pouco de diversão — disse Maka, fingindo chateação, quando o guarda torceu seus braços novamente.

Maka deixou um silvo de dor escapar entredentes.

– Seja uma boa menina, Ojoo-sama — disse o homem, ao pé do ouvido da loira — Ou serei obrigada a ser um pouquinho malvado com você — sorriu, lambendo seu pescoço. Maka se retesou debatendo-se contra o forte aperto — Deveria saber que seu cheiro é um tanto... Tentador, para arriscar.

– Como você já está de pé, maldito? — perguntou Maka o mais rude que pôde — Creio ter carregado minha alma o suficiente para desacordá-lo por pelo menos, algumas horas.

– Ah... Não... Aquilo doeu um bocado, isso sim, mas não é possível me desacordar com algo tão banal — disse como se fosse a coisa mais óbvia. A loira olhou de lado.

No lugar onde a íris deveria estar, brilhava um símbolo em vermelho, em meio as sombras da capa.

– Free... — grunhiu, revoltada por ter demorado tanto a perceber.

– Há quanto tempo, não? — sorriu perversamente divertido.

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Maka debateu-se contra as grossas cordas que envolviam seus pulsos, dessa vez firmemente amarradas. Além das pesadas correntes presas a suas canelas, impedindo-a de dar mais que um curto passo por vez, para realmente garantir que não iria agir inapropriadamente.

Levou um puxão de Free, que segurava a outra ponta da corda, a sua frente, fazendo-a tropeçar ao ser forçada a acelerar um passo que as correntes impediam-na de dar.

Tentou forçar os pulsos mais uma vez, apenas conseguindo mais possíveis hematomas. Grunhiu irritada, fuzilando-o com olhar.

– Hey, essas cordas estão me machucando! — reclamou.

– Tivesse pensado nisso antes de ter reagido violentamente — respondeu desinteressadamente.

– Eles mereceram. Vieram do inferno, que voltem para lá — respondeu rudemente.

– Já que é assim, você também está recebendo a punição que merece — disse Free, dando de ombros.

Maka deixou um silvo irritado escapar-lhe dos lábios ouvindo um riso debochado em resposta, seguido de outro puxão, para continuar a caminhar por um dos corredores da masmorra.

Úmida, claustrofóbica e fúnebre como sempre.

A diferença da última vez que esteve lá, eram os suportes de ferro ao longo do corredor antes apagados, agora continham os restos de brasas brilhantes, e outros, alguns tocos de madeira ainda acesos, iluminando o suficiente para que não tropeçasse ou pisasse em qualquer coisa gosmenta que provavelmente andava por ali.

Além da respiração, o toc toc dos sapatos e a tradicional goteira em algum lugar por ali, havia também o tilintar das correntes sendo arrastadas na pedra, contribuindo e muito para compor perfeitos efeitos sonoros para um filme de terror clássico, como Frankstein ou aqueles de fantasmas e assombrações amaldiçoadas como Poltergeist.

– Chegamos — alertou Free.

Maka levantou o rosto ainda encoberto pelo capuz, avistando a pouco mais que 1 metro ou 2, dois castiçais lado a lado, dourados, sustentando as grossas velas e suas labaredas azuis, posicionadas de forma que iluminavam cada uma, de uma forma meio macabra, as pesadas portas duplas de ferro, ou qualquer outro metal bruto, negro. Suas laterais e parafusos de cabeça lisa da parte inferior da porta denunciavam pelo cheiro, que já estavam tomados pelo ferrugem.

Mas também, o que não estava enferrujado naquela porcaria de masmorra? Até eu, se ficasse um pouco mais de tempo ali, enferrujaria também.

Se aproximaram até estarem de frente à porta, parando lado a lado.

– Faça as honras, cachorro — Maka cuspiu as palavras.

Free gargalhou divertido.

– Mas que indelicadeza — reclamou em falso tom ofendido, empurrando as portas que abriram com um rangido inexplicavelmente medonho, dando para uma sala circular seca, o que era bem raro ali e iluminada em...

Azul.

Maka olhou em volta.

A sala era sustentada por talvez por 6 ou 7 colunas de concreto sólido, como aquelas de templos gregos, das que tinha se dado ao trabalho de contar, e aos seus intervalos, velas e suas labaredas azuis e fantasmagóricas pousavam em castiçais negros bem esculpidos formando uma circunferência nada...

Amigável.

– Trouxe a oferenda — disse Free, arrancando-a da capa e empurrando Maka para que entrasse no meio do círculo, caindo sentada/deitada, sua face em um misto de confusão e ódio.

– Preparem-se — respondeu a voz logo ao lado, recebendo uma afirmação de pelo menos uma dúzia de outras vozes.

Tal capuz que cobria a face das pessoas que estavam reunidas em torno, impedindo-a reconhecer do que/quem as vozes pertenciam. Ativou a percepção de almas, identificando como pelo menos 13 bruxas das outras centenas de almas reuniam-se naquela masmorra.

Sentaram sincronizadamente em torno do círculo.

Agora de perto, podia notar estar exatamente posicionada no centro de um círculo menor desenhado por fendas no chão de pelo menos 1cm de profundidade no meio do círculo principal inscrito em sangue, escritas provavelmente em latim ou qualquer outra língua tão antiga quanto.

Nada bom.

– Vamos dar início... Ao ritual — disse a bruxa logo a frente de Maka, um vasilhame de prata à sua frente e o sorriso insano brilhando por debaixo do capuz, revelando uma língua fendada entre os lábios.

Caminhou até a loira, com uma adaga em mãos, que observava paralisada, como um animalzinho indefeso ao notar quão perante a morte estava.

Maka fechou os olhos esperando a morte, sentido apenas quando as cordas serem cortadas, caindo no chão ao seu lado e dando um alívio os seus pulsos já arroxeados.

Massageou os braços doloridos, seguindo com o olhar a bruxa retomando seu lugar, a adaga que carregava, suja de sangue fresco.

Olhou para o braço onde uma pontada recente indicava um corte recém feito em seu braço. Tendo sua atenção desviada pelo som de algo pingando.

Uma gota de seu sangue contra qualquer outra coisa que deveria haver dentro daquela tigela.

As bruxas passaram a sussurrar algum tipo de magia, as mãos juntas uma na outra. Como se macabramente, estivessem rezando.

Maka colocou as mãos sobre as orelhas, tentando se impedir de escutar qualquer coisa que estivessem falando, mas as palavras entravam e ecoavam em sua cabeça independentemente de sua vontade.

Respondendo a magia, o círculo, marcas e escritas tomaram um brilho dourado, a loira abriu os olhos, até então fechados, olhando em volta, a bonita luz dourada iluminando a sala.

Mas então, uma espécie de névoa negra passou a subir em círculos das bordas da circunferência, que tomou uma cor horripilantemente vermelha, pequenos ramos negros nasciam do chão como brotos, enrolando-se até formar uma capsula em volta da loira, agarrando seus pulsos.

Maka agarrou o pescoço, sufocando, tossindo. Uma dor lancinante explodiu no corpo todo. Como se queimasse, congelasse, despedaçasse.

Segurou sua cabeça, encolhendo-se, de joelhos, em seguida em posição fetal.

Algo como brotos rasgaram a pele das costas de Maka, deixando a estrutura das asas saírem, banhadas em sangue, juntamente dos chifres, presas e garras. O sangue que escapava de seu corpo pingando e preenchendo as valas do círculo que se encontrava.

Até que um casulo se fechou entorno dela enquanto seus olhos tomavam a cor avermelhada.

E então,

Seu grito, ecoou pela masmorra.

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Mesmo quando o sol já havia caído e a lua tomado seu lugar, ainda caminhavam pela impetuosa floresta, seguindo por uma trilha irregular, coberta de névoa apenas iluminada pelas tochas que carregavam. Vez enroscando os pés em raízes expostas, vez abaixando-se para evitar de bater a cabeça contra algum galho ou acabar por atear fogo à árvore.

Todos já estavam exaustos de longas e fustigantes horas caminhando sem pausas desde que o dia amanhecera.

Soul seguia a frente, com Kid atrás dele, seguido por suas parceiras e Black Star junto de Tsubaki no fim da fila.

– Estamos andando a procura dessa maldita vila desde manhã! E nem um maldito vestígio dela! — reclamou Black Star. Tsubaki tentou acalmar seus ânimos

– Se tem tanta energia para reclamar, use-a para continuar caminhando — cortou Kid.

– ORA, QUEM DIAB... — gritou Black Star, Soul tapou sua boca com a mão.

– Shh — sibilou Soul — Ouvi algo — sussurrou olhando para uma trilha escondida onde o som de pequenos galhos quebrando. Dentre as árvores saiu um pequeno veado que os olhou assustando, antes de correr em direção oposta à eles.

– É só um veado — disse Black Star, tirando a mão de Soul da frente de sua boca.

– Vamos seguir por aqui — Soul apontou a trilha de onde o veado havia surgido.

– Ora? Por que? Mal entramos nessa trilha — questionou Kid.

– Tem alguma área aberta por aqui — deu de ombros

– Como você sabe? — indagou Liz, se pronunciando pela primeira vez além de alguns gritos ao pensar em algo horripilante que pisara, ou tocara nela.

– Tem uma corrente de ar, não estão sentindo? — disse, fechando os olhos e respirando fundo — Água também.

Uma brisa leve soprou, trazendo algumas folhas consigo. Concordaram.

Black Star bufou, ainda sem entender.

– E o que têm isso? — indagou Black Star.

– Se tivermos alguma sorte, tem um riacho naquela direção, e se ainda não entendeu, precisamos encher nossos cantis, logo estaremos sem água — respondeu dando um fim ao diálogo — Alguma ideia melhor?

Black Star negou com a cabeça e todos prosseguiram caminhando um atrás do outro.

– Uma clareira — avisou Soul, tirando os ramos de salgueiros que tampavam a visão de um campo extenso todo gramado, cercado pela floresta — E um riacho.

Adentrou a clareira, olhando em volta.

– Vamos acampar por hoje. Por mais que eu queira, procurar no escuro não vai adiantar muito — disse Soul — Talvez amanhã quando clarear, teremos algum sucesso em achar aquela vila.

O restante do grupo meneou com a cabeça, concordando e adentrou a clareira logo atrás dele, suspirando aliviados por finalmente terem um tempo para descansar.

Kid pôs-se a montar a fogueira e Black Star dispunha as mantas para que pudessem dormir enquanto Tsubaki e as Thompson abriam as mochilas, tirando pacotes de frutas secas que haviam embalado para viagem. Soul se aproximou pegando os cantis vazios.

– Vou checar se a água não está contaminada, aproveito e encho os cantis. Não demoro muito — avisou, adentrando a floresta.

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– Ele mudou tanto... Nem parece mais a mesma pessoa — sussurrou Tsubaki, tristonha — Desde que... — interrompeu a fala, engolindo o choro.

– Desde que Maka partiu — completou Kid.

– Ele tem procurado incansavelmente, cada pista que aparece. Mas sempre volta... Voltamos à estaca zero — comentou Liz, melancólica.

– Nem sabemos se ela está viva... Quem dirá se está do nosso lado ou se realmente nos traiu — resmungou Black Star, mal-humorado.

– Maka-chan nunca faria isso! Não pense assim dela! — retorquiu Tsubaki, brava com o comentário do parceiro — Ela teve seus motivos, eu... Sinto isso — murmurou chateada.

– Qual seria a justificação para ela ter se unido à Medusa então? — indagou irritado.

– Pare com isso Black Star — pediu Kid.

– Qual é a sua Kid? Pare de tentar bancar o líder da missão. Sabe bem que o líder é o Soul — brigou Black Star.

– Eu sei disso! Nunca tentei ocupar essa posição — disse perdendo a paciência.

– Ah! Claro que não, nem uma vez! — disse irônico, sua voz aumentada algumas oitavas.

– Parem de brigar, por favor. Vão acabar por atrair animais selvagens para cá — interveio Soul, interrompendo-os, jogando os cantis já cheios no meio da roda de amigos, ao lado da fogueira — Descansem — pediu em tom autoritário — Vou ficar no primeiro turno de vigília.

As garotas deitaram-se em suas mantas, ainda conversando entre si, pegando no sono facilmente.

Black Star e Kid ainda se encararam por alguns segundos antes de deitarem em suas mantas virados de costas um pro outro, adormecendo em poucos segundos.

Soul sentou ao pé do salgueiro, olhando para a lua no céu.

Há quanto tempo não tinha uma noite tranquila de sono?

Levou a mão aos cabelos, tirando-os, agora mais longos, fechando os olhos.

Onde você está, Maka?

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Abri os olhos levando a mão a cabeça latejando a visão turva. Olhei em volta. Tudo a minha volta era escombros de prováveis prédios, casas, ou seja-qual-for outra construção demolida.

O céu era tomado em vermelho, vez ou outra iluminada por relâmpagos e trovões.

Meus olhos ardiam, meus membros superiores e inferiores formigavam de maneira quase incomoda, ou melhor explicando, meu corpo parecia pesar como chumbo.

– Onde estou? — indaguei a mim mesmo, levantando-me com certa dificuldade, me esforçando a continuar de pé, caminhei entre os escombros em linha reta, olhando em volta à procura de alguma alma viva além de mim.

Parei de frente a uma pilha de escombros grande o suficiente para que não tivesse qualquer outro caminho alternativo, além de….

Escalar.

Estendi a mão, agarrando o suporte mais próximo me forçando a subir e repetindo o processo até chegar ao topo. Respirei fundo, descansando.

Olhando em volta havia apenas mais e mais escombros.

Tomei impulso pulando de pedra e pedra até o chão do outro lado.

Tornei a olhar para os lados. Atrás de mim uma imensa porta de pedra, e na minha frente, um círculo coberto por algumas pedras, e uma camada espessa de poeira advindas dos escombros.

Mas o que realmente chamava atenção ali não eram as escritas e sim do que elas eram feitas.

Sangue negro.

Agachei-me tocando o círculo.

Senti uma leve brisa passar, seguido de um sussurro. Levantei de imediato, olhando em volta a procura da dona desta.

– Alguém aí? — chamei.

– Acorde — pediu uma voz.

– O quê?

Tive um vislumbre das mechas loiras dela, desaparecendo em meio a estrutura de um prédio em ruínas. Acelerei o passo até estar a apenas alguns metros da figura dela, virando-se de frente para mim.

– Maka — chamei estendendo a mão para alcança-la, quando minha mão agarrou o nada quando ela se afastou de mim, flutuando até o céu, a mão estendida em minha direção.

– Acorde…. Você tem que acordar.

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Acordou, a mão estendida a sua frente, de volta a floresta, agarrando o nada.

Respirou fundo, secando o suor da testa, O céu já estava mais claro, indicando às poucas horas que faltavam para o dia começar a clarear.

Levantou-se, tirando as folhas presas no cabelo e roupas.

Um galho se quebrou atrás dele, não muito longe dele.

Franziu a testa virando-se para olhar em direção a floresta, atraído por um farfalhar próximo. Continuou atento, ouvindo-os cada vez mais perto. Afastou-se de imediato e caminhou rapidamente em direção aos amigos sacudindo-os não tão delicadamente quanto deveria.

– Acordem — chamou, quando todos levantaram rapidamente, assustados — E arrumem tudo, rápido.

– O que houve? — perguntou Kid, ainda sonolento.

– Ouvi barulhos na floresta. E dessa vez não é apenas um veado...


To be continued...

Notas finais
OHOHOHOHOH' Sei que vocês adoram suspense! Sentiram falta né? /levatapas. Sorry Sorry. Desculpem qualquer eventual erro gramatical, eu revisei esse cap umas 9000 vezes, difícil. Minna Minna, informando que provavelmente essa fic terminará nos 20 cap, no máximo. DD:< Sim! Reta final! /NO, brinks(?) or not? ENTOOOOON? Eu sei que eu demorei e tals, mas... Review de presentinho e motivation? HAUSHUASHUASHUASHUA' olha, foi meu aniversário dia 14 de Julho, hein. xD Elogios, sugestões, perguntas ou reclamações (Esse não.)... REVIEW REVIEW REVIEW REVIEW! E quem sabe una recomendation? HAUSHAUSHAUSHUASHAU' E mais um favorzinho? Passem aqui e leiam essa fic, plz! http://fanfiction.com.br/historia/375673/Only_You É isso aew! Kisses Kisses