Feel

2 Capitulo 2


Notas iniciais
Hey Agents! Como estão? Capitulo novo pra vocês, espero que gostem e perdão pela demora! Até logo

De banho tomado vestindo uma calça de moletom e regata Phil voltou a cozinha 20 mim apos ter saído. Encontrou uma pilha de sanduíches sobre a mesa e uma chinesa que, de costas pra ele, cortava alguns morangos enquanto cantava baixinho uma musica do Aerosmith parando ocasionalmente pra dar um gole em sua cerveja gelada.

Encantadora. Com certeza seria a palavra que ele usaria para descrever aquela cena. Soltou o ar, que nem sabia estar segurando, atraindo a atenção da agente.

– Hey, espionando meus dotes? — perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Eu.. quê? Pera.. Quê? — enrolou-se.

– Meus dotes culinários, quero dizer — riu baixinho.

– Ah é — riu sem graça.

May balançou a cabeça e ainda sorrindo voltou a cortar os morangos. Coulson suspirou novamente, seria uma noite longa.

– Então — Phil começou enquanto abria a geladeira pegando uma cerveja — pra onde as crianças foram?

– Balada — desconversou.

– Isso eu entendi Mel, quero saber pra qual lugar da cidade. — Sorriu

– Nova Iorque — falou de uma vez.

– May, onde você tá com a cabeça? -riu — Nós estamos em Washington!

– Eu sei Coulson — lavou as mãos e o encarou.

– Mas você disse Nova Iorque e... espera — arregalou os olhos — Você deixou que eles fossem pra Nova Iorque?!

– Ah Philip, você sabe que a vida noturna de Washington não é boa — revirou os olhos.

– Nova Iorque? — sentou-se ainda encarando-a

– Relaxa, eles sabem se cuidar e eu pedi pra Hill ficar de olho neles. Clint e Natasha devem aparecer por lá também, vai ficar tudo bem. Eles vão curtir a cidade hoje e amanhã e no domingo iremos busca-los. Desencana tá? — passou por ele e lhe deu um beijinho no rosto, encarou os olhos azuis e sorriu — agora vamos comer.

Melinda pegou um sanduíche e sentou ao lado dele

– Espero que você esteja certa. — suspirou pegando o lanche que ela lhe entregava.

– Sem drama. Eles estão se divertindo, nós podemos fazer o mesmo. — Piscou devagar e sorriu travessa.

– É? — engoliu em seco — Com... como?

– Eu tenho algumas idéias — riu e fechou os olhos mastigando o sanduíche.

xxxxxx

– Vai Phil, vai!! — gritou eufórica

– Calma mulher, agora tenho que ir com cuidado — prendeu o fôlego.

– Philip vai de uma vez!! — ordenou impaciente.

– Como quiser — riu do desespero dela

– Direita Coulson! Eu disse direita. — gritou

– Ah droga! Culpa sua! — encarou a chinesa que primeiro fuzilou-o com o olhar antes de abrir um sorriso sacana.

– Eu não tenho culpa se você não sabe jogar videogame Phil! Até uma criança de 5 anos faz isso. — gargalhou — Ganhei de novo.

– Você trapaceou, só ganhou essa rodada porque ficou gritando no meu ouvido. — respondeu emburrado.

– Eu não tava gritando.

– Estava sim, parecia uma louca.

– Não me chama de louca — reclamou e jogou uma almofada nele

– Você é louca sim — riu e consegui desviar do controle de videogame que foi lançado pela chinesa — Louca varrida! — gargalhou com vontade e assim que seus olhos se focaram novamente só viu a agente violentamente se jogando sobre ele enchendo-o de tapas.

Melinda tinha plena consciência de que ele estava fazendo aquilo para irrita-la mas hoje Phil Coulson aprenderia que ninguém irrita Melinda May. Ainda enchendo-o de tapas os dois caíram no chão e ela rapidamente sentou sobre o estômago de Phil imobilizando suas mãos.

– Quem é louca? — perguntou apertando ainda mais as mãos do homem.

– Você! — respondeu tentando controlar a dor.

– Quem é louco Phil? — questionou novamente dessa vez colocando um dos joelhos sobre o peito do diretor e soltando todo seu peso ali.

– Quem é? — riu observando a cara engraçada que ele fazia ai tentar nã demonstrar a dor.

– Sou eu... Ta bom, ta bom. Pode me soltar Mel — respondeu sem fôlego.

– Assim que eu gosto — riu tirando o joelho de cima do parceiro e soltando as suas mãos. Ainda rindo se preparava para levantar quando em um movimento rápido Coulson prendeu-a no chão segurando seus braços. Encarava-a profundamente enquanto ela o olhava surpresa.

– Eu sou louco sim Mel, louco por você! — Sem esperar mais avançou sobre os lábios da chinesa num beijo lascivo.

Notas finais
Na minha humilde opinião ambos são loucos. Louco um pelo outro! haha Então, como estou me saindo na primeira história maiorzinha? Deixem-me saber! Ah, adorei os comentários, obrigada! Beijos, Fearless*