Família Uchiha

5 Capítulo 5


Notas iniciais
Pulamos de alegria quando vimos que tínhamos recebido uma linda e maravilhosa recomendação!!!! E de quem foi? Da nossa querida Carol! :3 Menina, esse capítulo é dedicado a você linda! Boa Leitura!


– O que está fazendo aqui? — Exclamou Sakura ao ver Sarada entrar na casa acompanhada de Sasuke.

– Vim jantar. — Respondeu o Uchiha.

– Como é? — Sakura esbravejou. — infelizmente, fiz comida apenas para duas pessoas, ou seja, minha filha e eu.

Sakura achava uma audácia daquele Uchiha, já não era o bastante ter-lhe roubado a filha a tarde toda, agora a roubaria durante o pouco tempo que ainda lhes restava.

– Mamãe. — Sarada olhou para ela suplicante. — Permita que papai jante conosco. Eu o convidei.

O que Sakura e Sasuke não sabiam, era que aquilo tudo era parte de um plano de Sarada para uni-los. Ela queria ver seus pais unidos como uma família, e não ficar um tempo do dia com um e depois com o outro.

Sakura suspirou. Não queria decepcionar a filha, então pediu para que eles esperassem enquanto terminaria a janta e acrescentaria mais para Sasuke.

– Pai, vem ver meu quarto! — Sarada pegou na mão do moreno e o arrastou até seu quarto.

O aposento de Sarada era simples: Uma cama pequena, porém muito organizada, uma cômoda e muitos livros, pelo jeito ela gosta muito de lê. Observou Sasuke. As paredes eram pintadas de azul e rosa. E encima da cômoda de sua filha ele encontra uma cópia do retrato do time 7.

– Mamãe me deu quando completei nove anos. — Comentou Sarada também olhando para o retrato. Sua mãe quando pequena era muito bonita e tinha um sorriso tímido no rosto, seu tio Naruto estava com um cara travessa e Sasuke emburrado.

Sarada adorava olhar para essa foto sempre antes de dormi, e imaginava quando tivesse seu próprio time seriam tão unidos como o time de seus pais foram.

Sarada e Sasuke conversaram coisas aleatoriamente, a pequena pegava um livro de sua estante e explicava para seu pai o que lá estava escrito, e logo após Sakura os chamaram para jantar.

Desceram para cozinha, encontraram a mesa recheada de comida. Sarada se sentou ao lado do pai, e Sakura em frente á eles, ficou com um pouco de ciúmes ao ver sua filha tão grudada ao Uchiha.

– Papai. — Sarada sorri. — Como a mamãe era quando mais nova? — Ela percebe que os dois ficam constrangidos e prossegue. — Ela sempre me diz como o senhor era. Queria que o senhor me disse-se como ela era.

– Sakura não seria a melhor pessoa para lhe responder isso? — Então Sasuke percebe que sua filha ficara triste com seu gesto e completa. -Como você quiser. — Suspirou. — Ela era uma coisinha pequena e irritante. — As duas o olham aborrecidas. — E ainda continua sendo.

– Ao meu ver você não era a pessoa mais sociável e agradável Uchiha Sasuke! — Sakura esmaga um dos garfos. — Era um metido esnobe.

–Mamãe, a senhora tinha me dito que o papai era muito popular e bonito. — Sarada provoca.

Sasuke sufoca uma risada. Ele preferia enfrentar um exército sozinho e desarmado a jantar com uma Sakura raivosa.

– Pois bem. — Ele resolve ceder um pouco. — Sua mãe era muito parecida com você. Tagarela e inteligente. Porém, sempre ficava correndo atrás de mim.

– SHANAROOOOOO! Você é realmente metido! — Exaltou Sakura olhando furiosamente o Uchiha.

– Ela era fraquinha. — Ousou sorrir quando Sakura fez uma careta. — Mas muito esforçada e corajosa. Tenho certeza que ainda é.

Sakura fora pega de surpresa, não estava esperando tal comentário de Sasuke. Meio sem jeito ela agradeceu murmurando um ''obrigada metido''.

Sarada sorriu por enfim vendo seus pais estarem conversando sem insultarem uns aos outros. A pequena chamou pela mãe e quando está estava com a atenção focada em si, Sarada apontou para seus novos óculos.

– Olha o que papai me deu.

Sakura sorriu.

– É lindo Sarada. Tome cuidado para que não quebre. — Aconselhou a Rosada.

A filha sorriu concordando e voltou a comer.

E assim Sakura , Sarada e Sasuke, jantaram e conversaram sobre como a vila havia mudado, sobre as novas famílias formadas, de como Naruto finalmente havia tomado juízo e Kakashi estava em uma jornada a procura de novas histórias picantes.

Assim o jantar havia terminado e humores melhorados, Sakura até estava gostando do rumo que aquela noite estava levando, Sasuke parecia estar mais á vontade e Sarada mais feliz do que nunca. E o que importava era a felicidade de sua filha certo? Ela não sabia. Tinha um temor secreto em seu coração. E se Sarada achasse que ela não era suficiente para ser sua mãe? E se ela fosse embora com seu pai e a deixasse? Balançou a cabeça reprimindo aqueles pensamentos absurdos. Sua filha nunca a abandonaria, ela a amava.

Silenciosamente Sakura retira os pratos da mesa os levando consigo para cozinha, juntamente com seus medos e dúvidas.

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Então era assim ter uma família? Compartilhar a mesa, discutir coisas fúteis, mas que ao mesmo tempo são de extrema importância? Sim , Sasuke Uchiha havia tido uma família, a muito tempo atrás, havia vivenciado tudo aquilo, mas com o passar dos anos aquelas lembranças haviam se tornado dolorosas demais para querer lembrar. Mas naquele momento, naquela noite, tudo aquilo o fazia se sentir... Bem? Feliz? Como aquilo podia ser possível?

Aquela garota, sua filha. E até mesmo Sakura Haruno aos poucos, haviam devolvido de forma doce e inocente sua vontade de viver e de construir laços.

– Sarada-chan?! — A rosada gritava da cozinha. — O que quer para sobremesa?

–Tomates! — Pai e filha gritaram em uníssono fazendo uma cabeça rosada aparecer de esgrelha na porta, completamente... Encantada? Surpresa? Quais seriam as palavras certas?

– Queremos tomates! — Sasuke se deu ao luxo de sorrir.- Ande mulher. Será que irá planta-los ainda? — Sasuke não perdia a oportunidade de provoca-la.

– Eu estava falando com minha filha seu Uchiha enxerido. — E sexy, mas não ousou dizer esta palavra em alta voz. — E para que os dois entendam. Tomate é fruta, querem realmente isso para sobremesa?

– Sim mamãe. — Sarada riu docemente.

A pequena ficara surpresa quando seu pai falou o mesma que ela. Então fora dali que saiu seu gosto por tomates.

Todos comeram seus tomates em silêncio, menos Sakura que achara melhor comer um doce, e conforme a noite ia avançando e as estrelas iam surgindo Sakura e Sasuke começavam a recuperar a familiaridade que outrora compartilharam.

Ao acabarem o jantar, todos ficaram satisfeitos com a refeição, mas naquele momento ninguém falava muito. Sasuke consultou as horas e percebeu que já passava da hora de se retirar, mas ainda faltava um assunto a ser resolvido.

Olhou para as mulheres ali na mesa, Sakura sorria de algo que Sarada comentava, o sorriso dela era lindo, observou Sasuke. Mas a Haruno não direcionada um sorriso desse para si já fazia um bom tempo.

Limpando a garganta resolveu se pronunciar.

– Quero que Sarada tenha o sobrenome Uchiha. — Fora direto. Sasuke odiava enrolações, e não seria agora a fazê-lo.

Sakura olhou Sasuke abismada. Como assim ele quer mudar o nome de sua filha? Já não basta ter metade da atenção de Sarada para ele, e agora também quer mudar o sobrenome Haruno que a mostra ser sua? Isso não seria assim tão fácil.

Sarada não sabia o que fazer. Tudo estava indo tão bem até agora e de repente seu pai vira tudo de cabeça para baixo. Sua mãe com certeza fara uma cena por Sasuke querer tirar seu sobrenome Haruno. Ela não importava de ter o sobrenome do pai, mas sua mãe deu aquele sobrenome com tanto amor e carinho que seria errado ela tirar. Mas tudo vai mudar quando Sarada fazer seus pais se casarem e assim podendo cada um ter o poderoso sobrenome Uchiha. Então precisará fazer de tudo para que eles não briguem e acabar com o resto da noite.

– Você só pode estar de brincadeira! — Sakura elevou a voz olhando furiosamente Sasuke. A pouco tempo atrás ela estava feliz, se divertindo com o pai de sua filha e ela. Mas agora o Uchiha fez o favor de arruinar.

– Eu não brinco, Sakura. Você deveria saber disso. — Respondeu sério olhando indiferente para ela.

Sakura sabia muito bem que Sasuke não brinca, nem sabia se ele era capaz de tal.

– Se pensa que vai tirar o meu sobrenome da minha filha está enganado Uchiha! Eu nunca permitirei que ela o mude! — Só quando se casar, pensou Sakura.

– Está esquecendo que ela é nossa filha?! Eu tenho o mesmo direito que você!

– Sasuke... — Falou o nome dele de forma devagar. — Você descobriu que tem uma filha a menos de vinte e quatro horas e já quer controla-la? — Sakura tentava manter a calma. Não queria discutir na frente da filha.

Sasuke parou para pensar, e logo respondeu:

– Sim. — Curto e grosso, Sakura odiava esse jeito dele, mas ao mesmo tempo amava.

A Haruno massageava as têmporas, o que ela iria fazer para impedir que Sasuke mude o sobrenome de Sarada? Por que conhecendo o Uchiha como ela conhece sabia que ele fara de tudo para mudar isso.

Antes que Sakura pudesse se pronunciar, Sarada que estava só observando interrompeu.

– Será que vocês podem parar?! — Exaltou-se. Sakura e Sasuke olharam surpresa para a filha. — Odeio quando briguem.

– Não estamos brigando. — Defendeu-se a Haruno. Sarada olhou para mãe com uma sobrancelha arqueada.

Ignorando a mãe voltou-se a pronunciar:

– Pai, eu sei que o senhor quer me fazer uma Uchiha completa. Mas eu também sou metade Haruno. — Sarada sorriu. — E como minha mãe teve a chance de colocar esse sobrenome primeiro, eu não quero tira-lo tão cedo. — Sakura estava emocionada. Com a palavra da filha Sasuke não teria coragem de contradizê-la. — Espero que me entenda e não fique chateado com isso.

Sasuke olhava para a filha sem dizer nada. Abaixou a cabeça pensativo. O que mais ele poderia fazer? Sarada escolherá o sobrenome de Sakura, teria que se conformar com isso. Mas não conseguiria, se ele quer reconstruir seu clã precisa que ela tenha o nome Uchiha.

Suspirou.

Olhou sua filha que tinha um olhar amoroso lançando a si. Passou seus olhos negros em Sakura, onde ficaram cravados um belo tempo.

Tinha outro modo de mudar o sobrenome de Sarada, e esse era único mas nem um pouco sensato. Porém, como não havia outro jeito, ele terá que seguir esse caminho.

Voltou o olhar a Sarada, tentou sorri para filha.

– Está bem, Sarada. Se assim que você quer, assim seja.

Sakura olhou desconfiada para o Uchiha. Ele cederá rápido de mais, Sasuke está tramando algo e ela tentará saber o que é.

O celular da Haruno tocou a fazendo se levantar para ir atendê-lo.

– Alô?

Srta. Haruno precisamos urgentemente de sua presencia aqui no hospital. Temos um ninja gravemente ferido e seu caso é sério.

– Já estou a caminho. — Desligou o celular e correu para seu quarto.

Pegou sua bolsa e um casaco. Desceu de volta a cozinha vendo Sarada que a olhava preocupada.

– Aconteceu algo, mamãe?

– Irei ficar de plantão hoje no hospital. Precisam de minha lá. — Sakura não gostava de falar muito quando o caso era sério no hospital, Sarada sempre fica preocupada com ela e não gostava disso. — Pegue suas coisas, irei deixa-la na casa de Hinata-chan.

Sarada sorriu e correu para pegar seus pertences.

Sasuke que observava tudo levantou-se e caminhou até a Haruno.

– Eu posso ficar com ela.

– Ela adora ficar com a Himawari-chan, Sasuke. Então não precisa ficar com ela hoje a noite. E além do mais, você passou o dia todo com ela. — Explicou Sakura, logo gritou para filha se apressar.

Sasuke dera de ombros. Não iria discutir.

– Então posso pelo menos leva-la ao hospital? Estar tarde e pode ser perigoso andar essas horas.

Sakura teve vontade de falar que já é bem gradinha e pode se cuidar sozinha. Mas em vez disso confirmou e fora para porta quando Sarada apareceu com uma pequena mala.

Sasuke a seguiu e juntos saíram da moradia da Haruno. Sarada pegou na mão da mãe e na do pai, e com um sorriso no rosto andaram até a casa dos Uzumaki.

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Sentada em sua sala, com o rosto depositado em suas mãos, Sakura Haruno sentia todo o cansaço da noite anterior. Havia tido uma cirurgia muito complicada, o ninja em questão havia sido encontrado nas imediações de Konoha mortalmente ferido. Ele era um dos mais importantes ninjas da ANBU. Com sorte voltaria a andar novamente.

Toda aquela brutalidade e crueldade havia feito a rosada recordar da guerra ninja e das inúmeras pessoas mortas em batalha. Isso fez o seu coração gelar. Um pressentimento ruim tomou de conta de sua mente. Alguma coisa estava para acontecer. Alguma coisa importante, que ameaçaria a paz construída por seu amigo e Hokage Naruto. Mas, o que seria?

Cansada tanto mentalmente como fisicamente. Ela se levantou de sua cadeira e recolheu suas coisas. Precisava se alimentar, Sasuke prometerá que buscaria Sarada pela manhã na casa dos Uzumaki e a levaria na academia ninja. Sakura teria o dia de folga.

O hospital estava bastante silencioso, poucas pessoas circulavam pelos corredores, as paredes brancas transmitiam uma enorme paz ao local.

Lá fora o dia estava ensolarado e muito bonito, ela iria aproveitar seu dia de folga.

– Haruno Sakura? — Uma voz atrás dela a surpreendeu. — A quanto tempo!

Um jovem homem com cabelos castanhos a olhava com um sorriso no rosto, ela vasculhou sua mente a procura de algum indício de reconhecimento.

– Eu o conheço?

– Ah. — Ele desfez o sorriso. — Não se lembra de mim? Você salvou minha vida na guerra!

Então ela se lembrou. Ah é claro, o rapaz que havia se declarado pra ela.

– Ah sim, me lembro de você! Como está?

– Estou bem melhor. — Sorriu. — E você? Parece cansada.

– Sim, estou um pouco cansada. — Sakura confirmou.

– Posso convida-la para um café? — Sakura o fitou. Deveria aceitar? Como se em resposta seu estômago roncou.

– Bem... Não seria má idéia. — Concordou e o homem sorriu.

– A proposito... Acho que não me apresentei naquele dia. — Ele a fitou. — Me chamo Nobaru.

Sakura sorriu, ou pelos menos tentou graças ao cansaço.

– Prazer, Nobaru.

Enquanto se dirigiam juntos para o café. Os dois conversaram sobre os últimos acontecimentos e como tudo havia mudado pra melhor depois da guerra.

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Sasuke Uchiha havia se contorcido a noite inteira em sua cama. Os últimos acontecimentos fervilhavam em sua cabeça. Sarada o abraçando e o chamando de pai... O treinamento... O jantar... E Sakura. Como uma pessoa poderia mexer assim tão facilmente com seu mundo?

Sasuke se lembrava vividamente da noite em que havia decidido partir de konoha e não retornar mais. Para Sasuke aquilo ia muito além do seu orgulho. Ele sabia em seu íntimo o quanto havia errado, e o quanto havia perdido, em sua sede insaciável por vingança. Ele havia dado as costas a todos com quem se importava, ele os havia decepcionado e acima de tudo: Sasuke os havia magoado.

Não era merecedor do amor e dedicação de ninguém. Mas o que faria? Os deixaria, guardaria seus sentimentos para si mesmo. Estava mas do que na hora de deixar de ser um fardo na vida daquelas pessoas.

E de Sakura...

Uma onda de prazer passou por suas veias. Fazendo-as latejar de tanto desejo, desejo que o havia consumido com o decorrer dos anos.

Sim. Sakura havia o amado, desde menina, um amor, pensava ele, irritante e sem importância. Mas ela era a única a qual ele sentia atração. E ele a havia magoado. Naquela noite tomara a decisão de deixa-la feliz, deixa-la desfrutar daquilo que havia perdido por sua causa.

Então ela o havia surpreendido naquela mesma noite com um pedido ousado, e muito simples, uma noite de amor.

Ele podia lembrar das curvas de seu corpo, de seus suspiros, da curva dos seus seios. Aquilo o deixara louco, quase o havia feito desistir de deixar a vila e abandonar seus planos. Mas havia algo mas forte que o desejo, que o havia feito partir. Ele queria vê-la feliz. E ele não era sua felicidade, ele era sua ruína.

Agora muitos anos e arrependimentos depois perceberá o quando havia sido tolo. Se houvesse ficado teria visto sua filha crescer e desfrutado de todo o amor que a rosada o oferecia. Mas aquela não era hora para lamentações. O Uchiha tinha um plano!

Ele casaria-se com Sakura e assim faria mãe e filha mudarem tanto de casa como de sobrenome. Aquele era o plano perfeito. Mas Sakura aceitaria? Se ela ainda o ama claro que aceitará. Mas o problema é se depois de tantos anos, tantas magoas, a Haruno ainda o ama com a mesma intensidade de antes?

Rapidamente ele se levantou e se arrumou. Tinha que levar sua filha para academia, como havia prometido a mãe dela. Andou apressadamente pelas ruas de konoha nem notando os olhares lançados para si.

A casa dos Uzumaki era alta e muito bonita. Sasuke bateu na porta com insistência e foi convidado a entrar por uma voz vindo de dentro. Lá dentro havia um enorme poste na parede da sala "Sem lamem... Sem vida". Aquele Naruto formava uma família mas não formava juízo naquela cabeça pequena.

Sarada adentrou correndo na sala, sendo seguida por uma garotinha pequena e engraçada, e uma miniatura exata de Naruto com cara amarrada.

– Não quero ir com ela papai! — O garoto dizia com insistência. — Me leve o senhor para a escola.

Naruto logo apareceu acabando de injerir uma vazilha de lamem.

– Boruto! Sua mãe irá levar sua irmã para sair e eu tenho assuntos urgentes para resolver. Portanto vá com o Sasuke, sim?

O garoto nada respondeu apenas cruzou os braços aborrecido.

– Vamos papai? — Sarada também parecia aborrecida. — Não gosto de me atrazar!

Sarada estava bastante aborrecida, Boruto não dera um segundo de paz desde que chegará ontem a noite. A pequena cabeça da morena estava quase explodindo, mais uma brincadeira sem graça do Uzumaki ele iria ver do que ela era capaz.

– Tudo bem, Vamos. — Respondeu Sasuke, e antes de se virar para leva-los, ele foi detido por Naruto.

– Sasuke. — Ele lhe confidêncializou, seu semblante estava sério. — Há alguns ataques ocorrendo nos arredores de konoha. Todos os ninjas que mando para investigar o ocorrido voltam gravemente feridos, sem deixar nenhum vestígio de quem esteja por trás disto. Logo precisarei que você entre em ação.

–Sim Hokage.

Naruto fez uma careta.

– Quantas vezes terei que dizer para você e a Sakura-chan pararem com esse sufixo? Poxa! Nem estou na minha sala e você me trata assim! — Indiguinou-se Naruto.

Ele tinha nome, e era Naruto! Queria que pelo menos seus amigos o tratasse normalmente.

Sasuke revirou os olhos.

– Vamos, Sarada. — Repetiu para filha ignorando a indignação do loiro.

A pequena despediu-se de Himawari que estava quieta observando. E logo deixavam a casa dos Uzumaki, com um garoto loiro emburrado atrás.

Notas finais
O capítulo era pra ficar maior. Mas Raquel não conseguiu entregar o resto a tempo, mas compensaremos no próximo! Espero que isso seja o suficiente ^^ Bjs :* Notas da Tia Raquel: Gomem meus amores... passei o fim de semana sem net... plisss não me esganem... mas pra compensar meus erros prometo caprichar no próximo capitulo! Tudo bem? perdoada? amo vocês seus divos divosos!!!!!